quinta-feira, 10 de março de 2016

OS “FERRARIS” E OS “PANDA”


O novato “visconde” das tácticas do futebol, um finório literataço
Assim se julgando ele, estrábico condutor de "Ferraris" encartado!
Enxofrou-se, o dito! «O Fiat de inepto aprendiz dá-me no cabaço»?
E mais afocinhou no chafurdo da prosápia nalguda, encabrestado!


Amorim, outro do título desmamado, prenha de vigor sua nortada,
Estrondeia o verbo da carta-branca ao treinador basco apatetado,
E, nas mínguas da “fruta”, mísero aguado, de nepotismo a avelhantada
Direcção sua arrasa! O alterne milionário sem causa é o seu cantado!


Oh! Que bazófia enfezada! A “menor”, no séquito dos oito campeões?!
Pequeninos! “Panda” do incapaz chauffeur, no literatejar do avençado!
E os “Ferraris” para o alto enxergando a “pequena”, tão sublime no voo,


Com a nalgada, e seu suserano frutedo, no complexo aziúme dos milhões
Lá vai desfiando sua prosápia no esquizofrénico émulo vesgo enciumado
Que na pequenez, os vocábulos são sapos engolidos e rosnando de enjoo!

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