terça-feira, 11 de dezembro de 2018

OS AVARIADOS DOS AVALIADOS AVALIADORES


O sumo pontífice da mentira e chefe do crime organizado do reduto de Contumil não dorme para as suas gentes. Conclave de cardeais, arcebispos e bispos, monsenhores, abades, priores, párocos de taberna e do calor da noite, abadessas iluminadas da taverna do infante, pastores, diáconos, capatazes, serventes da fruta, discípulos e condiscípulos, macacos, carneiros, trauliteiros, bobos indigentes, fruta encornada! Todos têm de prestar a sua serventia e manter-se alerta na consecução dos preceitos papais.

O regabofe da aplicação dos princípios missionados e doutrinados numa hierarquia em que todos os serventes têm de demonstrar o seu servicinho para continuarem a receber as bênçãos da impunidade que o papa recebeu do alto meritíssimo de uma dita justiça detergente dos pecados criminais e que, assim, o imunizou contra as penas do crime.





O Benfica, finalmente, acordou de uma letargia que o varre em todo o desporto em que compete, desde as equipas principais até aos mais baixos escalões da formação. É tudo tão descarado que os anos dourados culminados no processo do apito e das escutas dos protagonistas em viva voz teriam vergonha das suas desvergonhas envergonhadas, que eles, então, não imaginavam que seus crimes pudessem ser exaltados na ara abençoada da impunidade!

Anos dourados na corrupção desportiva e nos resultados falseados das competições e, posteriormente, dourados pelas pílulas servidas pelos investigadores, procuradores do ministério público, privado se comportando ao serviço do vigário mor, e, a final, em banho de ouro pela meritíssima consagração da impunidade dos criminosos.



Cheios de pressa, atabalhoadamente, tentam os discípulos encartados no crime da escola papal, investidos na função da sua aplicação, tapar o sol com uma peneira tão esburacada pela enormidade dos crimes cometidos contra a verdade desportiva, expressão esta banida do seu dicionário da aldrabice.

Avaliam-se a eles mesmos sem rebuço porque se réstia tiveram de vergonha na cara, do que muito se duvida, ela se foi há muito nas cinzas doutrinárias do conclave papal do crime organizado. Apresentam um relambório qualquer como prova de vida da mentira, erigem as premissas que lhes convém, tiram as conclusões adequadas ao seu angélico desempenho do papel para que foram incumbidos e que têm de cumprir sob pena de excomunhão.

Juízes em causa própria, nem sequer se lembram que o POVO sabe que vivem na ilegalidade, aquela ilegalidade arbitral que a todos enlameia, incluindo uma justiça desportiva, mesmo aquela que num hiato provocado pela falta de leitura do seu breviário ousou sublinhar e decretar essa ilegalidade, uma ilegalidade justificativa da continuação da ilegalidade como essa própria justiça desportiva deu exemplos condignos logo após o momentâneo esquecimento das normas papais que lhe são impostas e numa tentativa coroada de êxito que evitou a excomungação dos seus arietes da injustiça.



Poupadinhos na verdade desportiva, um pecado capital na doutrina papal, apresentaram apenas … 9 erráticos maus comportamentos!

Misturam numas centenas de casos para mitigar o destempero mas têm de confessar, afinal, que os tais 9 erros foram apurados nas únicas 33 intervenções analisadas.

27,2 % de erro com um sistema que tão propagandeado foi pelos “amigos da verdade desportiva”! Uma verdade desportiva que se alapou debaixo de uma mantilha rota muito mais que seus buracos naturais, dividindo-se o mal pelas aldeias para não deixar um apito só levar com as asneiras encomendadas e direccionadas a favor dos tais amigos … da verdade desportiva!



E porque não nos querem passar a informação que se tornou a mais pertinente e desejada com o seu pomposo estudo, para se poder avaliar se aquela mediocridade tinha algum grão de seriedade e de interesse?

Digam onde estão os tais 9 erros da sua avaliação em causa própria!

Que erros foram esses?

Quem foram os infractores?

Quem deles beneficiou, directa e indirectamente?

Quais os resultados falseados que provocaram na verdade desportiva?



Ficamos à espera ou é, mais uma vez, segredo dos deuses lá de cima, do conclave pontifício?

Não foi essa a incumbência recebida dos seus superiores donos das manigâncias, vós, avaliadores e avalistas em causa própria, apenas paus mandados da sua aplicação em forma?!



Só 9 fraudes?

Tão avarentos na poupança da amostragem das suas trafulhices por procuração! Só neste fim de semana futebolisticamente desportivo, árbitros dos jogos dos amásios do roubo e divulgação da correspondência privada, um deles o macho que faz pequenito o periquito Vidigal, outra a fêmea escancarada na submissão dos recados do seu senhor, cometeram 6 erros graves e de falsificação de resultados! 6 erros, dois terços da sovinice apresentada pelos avaliadores em causa própria! E não estamos a contar com os que Xistra cometeu contra o Benfica que, talvez por mor de Lucifer – o conclave pontifício assim o entendeu, é óbvio – não deram resultado, muito embora os machos de pirolito ou periquito Vidigal, sabendo-se abençoados com a impunidade xistral, tudo tivessem feito para enviar às urgências hospitalares o maior número de jogadores do Benfica.

Aliás, em Setúbal estava tudo em família e em família ficou! Machos de periquito Vidigal com sua impunidade abençoada pelo Xistra! Xistra impune abençoado de perto por madame Fontelas, figuras sinistras que o conclave papal descobriu nos tempos recentes para nomear os compadres arbitrais e VARistas avariados e para os observar na sua sabedoria catequizada.



O ódio aos merecimentos desportivos do Benfica é tão atroz que até num jogo de futebol entre miúdos de 14 anos, um destes de lagarto forrado, um bom aprendiz do copianço dos carroceiros adestrados e não encabrestados lá do conclave pontifício, pisou o seu adversário de Manto Sagrado estendido no chão, propositadamente, com toda a sua azia intencionalmente demonstrada, como se estivesse a passar numa estrada sem obstáculos, bem sabendo que seu adversário, que acabara de derrubar, estava estendido à frente das suas patas.

E o árbitro, o árbitro que se supunha ainda em aprendizagem e em consolidação de saberes e competência?

Apesar de jovem estudante, esse demonstrou já saber tudo da missa papal criminosa!



A aldrabice é tão descarada que já ninguém acredita no destino da mera incompetência que sonega a premeditada aldrabice que vicia o próprio óbito de toda a verdade desportiva. A manipulação da verdade desportiva é premeditada, é mandatada e direcionada aos interesses do papa da mentira e chefe da escola do crime organizado. O obituário da verdade desportiva agora é feito em cerimonial de luxo, com tudo às claras para que todos os seus fiéis saibam os caminhos do seu céu … ou do seu inferno! Agora não são precisas chamadas clandestinas para ocultar os compadrios, as combinadas tramoias, os aconselhamentos matrimoniais, a fruta que na actualidade até parece activa nos desempenhos fora dos motéis e da taverna do infante.

Rui Pedro Vaz, o único Jornalista digno de o ser na espelunca que abunda naquelas televisões de excrementos, disse sem peias e com toda a clareza que um árbitro VAR confidenciou a amigos que, perante um erro patente, não decidiu emendar o erro … por falta de coragem!



O desporto em Portugal tornou-se um lodaçal, tudo sob implementação, ordenança e doutrinação de um papa que fundou e chefia uma escola do crime organizado. Um papa da aldrabice, do ódio, da manigância, da falsidade e consagrado impune, inimputável mesmo, conquanto nunca tenha sido mandado internar pelos que lhe consagraram essa qualidade, uns meritíssimos que aplicam a justiça da injustiça.



Por isso, já se dá como certo e com fundada razão que o próximo árbitro do porto-Benfica será o dragão domado no campo de treinos da Maia – se é que isso não foi mera panaceia na aldrabada, que a dita ameaça nem direito teve a participação criminal – e apelidado de maluquinho por um caceteiro aperta gasganetes por 19,13 euros, árbitro esse chamado Artur Soares Dias!

E que o VAR será o dragão de camarote, o domesticado Manuel de Oliveira! Pode ai, no seu camarote forrado a aldrabice, dormir a sua soneca VARista na paz dos deuses protectores do conclave de que faz parte como prior, que Soares Dias tomará conta dos interesses do dono comum!

E sempre fica mais barato e evita que Nandinho das facturas gaste tanto dinheiro no aconchego do motel da cidade do futebol!


E a MEO, mesmo correndo o risco de falha providencial ao seu patrocinado, não será ataviada com a sua incompetência desde que se aliou ao conclave papal.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

CONCEIÇÃO E A MISSA, PENSAMENTOS, REPENSAMENTOS E VIDIGAL DOS MACHOS


Pergunta-nos Conceição se pretendem que ele vá à missa, no seu espernear de reguila doutrinado pela escola criminosa organizada e dirigida pelo impune mor, o papa madaleno que igualmente dirige o antro de Contumil.

Tem razão aquele que brinca aos bonecos, boneco tornado ele nos seus arroubos de moleque de pêlo na benta! Farto de missas está ele nos anos passados com a albarda que o papa da mentira e seu conclave lhe enfiaram naquela massa cinzenta ridícula!

Uma doutrinação bem moldada na apologia do crime organizado exige um missal e até um boneco tem o direito de se fartar de tanta pregadura!



Conceição teve discípulos seus compinchas que, produto das missas do madaleno, lhe revelaram os segredos que já nem segredos existiam no garoto de ADN birrento e reguila. Desde um mestre André, passando pelo não menos desencabrestado Paulinho, companheiros Couto e Bruto Alves, Deco arremessa botas a árbitros, tudo gentalha bem missionada e missionária do crime desportivo impune.





De ir à missa, estamos conversados! Conceição nem necessita de missa que missa é seu envoltório! Zaragateiro de devoção baptismal, assim o provam presidentes de outros clubes de futebol e colegas de profissão, todos em tremedeira postos, não dos punhos do boneco mas da raiva das mordidas nas canelas!



Não, basta de missas! Não queiram mais que boneco Conceição ande de missa em missa por manifesta superfluidade!

E também não queiram que ele ande a ler o breviário!

Por um lado, está farto e sabe de cor e salteado não apenas a doutrina papal do conclave de Contumil como a sua aplicação prática com abastados excrementos do seu repulsivo e ordinário rancorejar.

Por outro, e bem mais significativo, apesar de pertencer a um clericato conclave papal doutrinário do crime organizado, bem se sabe que, não sendo aquele conclave mais do que um cisma do anti Benfica e da impunidade do seu ADN pró crime, ele, Conceição, nem por sombras é católico!...

  

Façam-lhe, por conseguinte, a vontade! Metam-no numa jaula que, de resto, é o cubículo mais adequado à sua traquinice! Só que os pés de microfone, os que os seguram e os que fazem escrevinhaduras, vão ficar órfãos das enraivadas furiosas de seu boneco e seu brinquedo de estimação!





Justiceiro Meirim mostra-se um engravidado condiscípulo da escola do Madaleno e doutrinado sincrónico na dita e conhecida escola do crime!

Nomeado justiceiro capataz da implementação criminosa da marroada no vermelho, versus sacristão sacramentado na impuridade que julga inimputável o boneco Conceição, não será ele o laxativo beático dos desejos deste boneco.

Boneco Conceição poderá continuar, por isso, o truanesco imbecil, ídolo das pandilhas mercenárias da cartomancia enxergada no seu peculiar espelhamento refletivo.

Cura da raivença não se aplica, justiceiro Meirim dixit, a macaquinhos embonecados que formoseiam a bobalhona corte do conclave papal da escola criminosa organizada de Contumil.





Os presidentes da FPF e da Liga lembram-se, por vezes, de que se deve pensar e repensar a vivência que se vai desenrolando no panorama do futebol português.

Pois que pensem e repensem, se é que a sua sujeição de servos da gleba do chefe papal vos permitir que seja Homens livres-pensadores!



Mas não são, obedecem aos mandamentos papais do crime organizado, arranjam uns escravos adestrados para diluírem a sua responsabilidade, uns ditos conselhos de disciplina e ou conselhos de justiça, mais um apêndice chamado comissão de instrutores com celerípedes no que tange aos processos do Benfica e congelativos dos processos da escola criminosa papal e apêndices submissos a esta, tudo isto destinado a punir o que, na sua demência de cérebros lavados no calor da noite, lá pelas tavernas do infante, venha dos não-alinhados e, em especial, do inimigo que os torna pequeninos pela sua Grandeza Gloriosa!

A estes juntam as figurinhas sinistras de um conselho dito de arbitragem e de um vídeo árbitro em nome de uma “verdade desportiva” de pêndulo inclinado só para diluírem os desmandos sabiamente magicados na torpeza de seus alinhamentos.

Como diz a sempre formosa e inteligentíssima nossa confrade, Leonor Pinhão, se dantes um Calheiros lhes chegava, hoje a coisa fica mais embelezada com os gémeos!

Calheiros & Calheiros, Cia, não é para todos, é apenas para o nosso futebol decadente em verdade desportiva!



Pois que pensem, pensem no mais vergonhoso e descarado atropelo às leis do jogo e da verdade desportiva, uma verdade que seja, de facto, verdadeira!

Pensem na ilegalidade em que descaradamente envolveram a arbitragem, uma arbitragem ilegal e que passou à clandestinidade, sem título que lhe confira, não o figurino do verdadeiro árbitro de uma contenda mas ao menos o grau legitimador das suas bandalhices contínuas direccionadas ao clube do seu dono.

Pensem no antes e no depois, que têm muito que pensar, se tiverem cérebro e inteligência! Pensem no recente jogo entre os compadres mas em que os presentes são distribuídos todos em favor do compadre chefe do conclave e da escola do crime organizado!

Pensem na grande penalidade a favor do compadre mais pobre, porque é mais um sujeitado servo da gleba! Uma grande penalidade que mais uma vez ficou entre os bocejos de um árbitro ataviado e de um var em interlúdio de sesta!

Pensem no primeiro golo do clube do amo, nascido de um legítimo pontapé de baliza oferecido como prendinha, mais uma, em ilegítimo pontapé de canto!

Pensem naquele golo nascido de uma falta descarada cometida pelos beneficiados – e quais as não são, cometidas por aqueles caceteiros sem cabresto?! – novamente sem punição pelo palhaço talhante, durante a sesta do var!

Pensem naquele último golo em que um caceteiro teve direito a andaime nas costas e ombros do garnisé adocicado e outro caceteiro com liberdade de marcar em off side!

Pensem que, em quatro golos do clube do vosso senhor, três deles são ilegais de acordo com as regras do jogo que vós, capatazes servos da gleba dedicados, se as leram, isso foi relambório em cérebros bem sujos das lavagens!

Pensem na aliada do pontificado, a dita sportv, que mostrou lance com caceteiro em fora de jogo, no momento do passe, com linha demarcada – por eles e tudo – e onze minutos depois apresenta imagem antes do passe para mistificar a ilegalidade, bem sabendo que é no momento desse passe que esta se afere!

E tudo durante a abençoada soneca do var!

Uma soneca que só desperta os cujos para ordenarem ao árbitro, bom cegueta dos convenhamos e humilde pau mandado dos mandamentos, que torne ilegal uma sua decisão legal!



Pensem, pensem! Têm muito que pensar nesta vergonha mentirosa em que vós ajudastes a ressuscitar o velho apito dourado, agora em forma mais descarada na aldrabada desportiva que vós outros, como desprezíveis capatazes servos da gleba, fostes incumbidos de, serventuários convertidos, aplicar e ombrear com as culpas dos sacramentos, que não de vossa asnice erigidos mas de complacentes discípulos na co-responsabilização da sua aplicação!   





Vidigal, que alguns chamam de pirolito ou periquito mas que tem beiças de corvo, veio invocar os machos para fundamentar a cacetada e bordoada nas bênçãos da “xistralhada”.

Chamou de virilidade às prendinhas de Natal dos seus bonecos instruídos de pai-natal, aquela virilidade que os que gostam e sabem do futebol chamam de dureza, meigos nas palavras, aquela virilidade que distribui castanha no adversário, aquela que não joga futebol e não permite que alguém o tente jogar na pastagem em que lança os carneiros.

É a virilidade das prendinhas de Natal! Algumas prendinhas, muitas de laçarote e tudo, embrulhadas na cegueira de um Xistra abobalhado!...

André Almeida aguenta com uma valente galhada na cara, mal treinado nas pegas dos machos que até estariam travestidos de touros!

Gedson leva pisão no pé da pata de mais um macho de Vidigal!

Jonas, surpreendido por trás por outro machão de cinturão negro, é atirado ao chão sem piedade ou rebuço e Xistra completa a prenda com o cartão amarelo por ele ter tido o desplante de se ter deitado na arena dos machos de Vidigal!



Mas Vidigal diz mais! Diz que seus machos são valentes no toureio contra todas as equipas que lá vão jogar futebol! É tudo sempre igual, levam todos a contento do machista pirolito ou periquito com beiças de corvo!

Vejamos, pois, as estatísticas, não as do atarracado machão mas as reais.



Contra o Benfica, apenas 23 cornadas assinaladas pelo de há muito tonto Xistra, de corrupção desportiva forrado com fraldinhas dodot azuis!

Contra o seu, e dos seus chefes machistas, amigo clube do papa da mentira e do boneco Conceição, apenas 13 aconchegos, com sua licença e respectivas mesuras de arrependimento!

Contra o clube submisso de Varandas, 9 embalos de bebé p’ra dormir a sesta!

Contra o Braga, vá lá, 12 meiguices de trazer por casa!



É sempre o mesmo, não é, periquito Vidigal?!

Olha lá bem se o Xistra assinalasse tudo o que devia ter assinalado aos cabrestos dos teus machos!

Rebentavas a escala!

Mas, deixa lá!
Rebentaste-la na mesma com o destrambelhamento das tuas tontices palavradas!

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

JUSTIÇA, JUSTICEIROS, ILEGALIDADES E IMPUNIDADES


Um acórdão do Conselho de Justiça de 25/07/2018, num recurso interposto por um árbitro e por um assistente de um árbitro que o Conselho de Arbitragem relegou para a 2ª categoria da arbitragem, veio considerar nula toda a classificação dos árbitros feita no final da época desportiva de 2017/2018.

Esta decisão teve como fundamento o facto de os critérios de avaliação dos árbitros e assistentes dos árbitros deverem ser, por força de normativo em vigor, obrigatoriamente conhecidos pelos árbitros e seus assistentes, antes do começo da respectiva época desportiva, sobe pena de nulidade da classificação desses mesmos árbitros e assistentes dos árbitros.

Ora, esses critérios relativos à época desportiva que se iniciou em 2017 só foram dados a conhecer em Julho de 2018!



O “negócio” nulo – negócio em sentido lato – não produz desde o seu início os efeitos a que tendia!

Isto significa que o pretendido pelas partes, Conselho de Arbitragem, árbitros e assistentes de árbitros – a classificação destes pelo seu desempenho – não pode produzir quaisquer efeitos desde o começo da época desportiva em causa porque houve vício ou falta de um elemento interno ou formativo desse “negócio”, essencial para a sua validade legal.

Em consequência, toda e qualquer classificação que tenha sido efectuada – o objecto desse “negócio” – é nula de pleno direito e não produz qualquer efeito. Os árbitros e seus assistentes não podiam ser classificados pelo seu desempenho na época desportiva de 2017/2018. Não podiam ser escalonados, não podiam descer ou subir, que toda esta sua situação deve retroagir ao princípio da citada época desportiva.

Persistindo o Conselho de Arbitragem, com o silêncio e o beneplácito de outros responsáveis pelo futebol nacional, na sua desplante teimosia em nomear árbitros ilegalmente classificados, está a inquinar o futebol que eles arbitram ilegalmente.



Perante estes factos, várias constatações se podem revisar porque já sobejamente conhecidas de todos os desportistas não acolhidos, por sua repugnância, no reino criminoso erigido e imposto pelo papa da mentira, chefe da escola criminosa de Contumil.

E mesmo doutrinalmente acolhidos, ou muitos deles, bem saberão das ilegalidades criminosas que professam, conquanto se ufanem nos fins atingidos que os meios lhes são adversos e não lhes interessam.



O Conselho de Justiça declara uma nulidade, teve um hiato de consciência mas este se foi tão ligeiro que faria inveja ao Speedy Gonzalez! Bem se pode dizer que, para ele, uma nulidade pode produzir efeitos … nulos … agora com o significado de nenhuns efeitos!  

A «classificação é inválida» mas, «como não é possível ser feita uma classificação válida» … «o recorrente – invalidamente classificado com consequência tal que lhe impuseram descida – não pode obter título que validamente o mantenha na 1ª categoria …» que era sua antes do “negócio” nulo! E por isso, acrescenta o “brilhante e coerente” acórdão, «a sua pretensão é juridicamente impossível»!



Uma no cravo, outra na ferradura!

E julgariam os juristas, como lhes ensinaram na Faculdade – se o professor não fosse o doutor Meirim – lhes ensinou e ensina a doutrina jurídica dos Mestres e a própria jurisprudência dos tribunais que praticam a justiça, JUSTIÇA – a desconfiança enraíza-se – que a simples declaração de nulidade produzia retroactivamente os seus efeitos próprios – a destruição “ab initio” dos efeitos pretendidos, ou seja, o escalonamento classificativo da arbitragem e suas consequências – uma vez que nulidade opera de pleno direito!



Que título, uma vez que a nulidade desfaz todos os efeitos que possam ter ocorrido do “negócio” e faz retroagir à situação anterior, ou seja, ao escalonamento classificativo existente no início da época desportiva de 2017/2018 e toda e qualquer alteração a esse escalonamento classificativo é nulo, é ilegal?

O título válido é esse, é o escalonamento existente no início desta época desportiva 2017/2018!

Qual classificação válida, qual carapuça?!

A classificação válida, repete-se, é essa existente no início da época desportiva 2017/2018, é esse “status quo ante”!

Sendo inválida, ilegal e nula a nova classificação, o que com fundamento jurídico se não pode é alterar a classificação anterior, fazer um escalonamento classificativo diferente daquele, fazer subir ou descer de categoria qualquer árbitro ou árbitro assistente!



Em suma, o Conselho de Justiça diz que é ilegal e depois toma decisões que são ilegais com base nessa ilegalidade!

É um acórdão cúmulo da barbaridade jurídica! Julga-se um recurso bem fundamentado e dá-se toda a razão ao recorrente!

Mas nega-se-lhe essa mesma razão, considerando o recurso improcedente com base em alucinações jurídicas que levaram dois dos conselheiros a votar contra com declaração de voto!



Tudo isto não surpreende ninguém de boa-fé! Uma justiça desportiva da injustiça que está no aconchego de seu ninho, que está dentro da escola do crime de Contumil a que pertence!

Uma justiça desportiva que suspende um presidente que já não é presidente!

Uma justiça desportiva que avalia um apertão do gasganete de um jogador por outro jogador do clube da escola do crime organizado de Contumil em 19,13 €!



Quanto ao Conselho de Arbitragem que cometeu a ilegalidade que conduziu à nulidade dos seus actos classificativos e que continua, impante, a nomear para jogos de futebol e respectivo VAR árbitros ilegais, também e só age de acordo com o seu ADN herdado da mesma escola do crime organizado!

Está no seu meio, o meio da reincidente promoção da inverdade desportiva ao serviço dos interesses papais! Está a cumprir a sua missão, a missão para que foi (bem) doutrinado! 

Todos os árbitros e árbitros assistentes que ele dirige estão ilegais, mas no seu colinho da doutrina protectora da impunidade!



A Federação e a Liga assobiam para o ar! Cumprem a missão que devem cumprir, a mesma missão que os outros seus órgãos cumprem, tudo numa comunhão sacrílega da verdade desportiva mas sacramentada pela doutrina do pontífice, chefe da escola criminosa que ostenta com toda a impunidade! Impunidade que a legitimou com incenso, oiro e mirra!

A indecência com os limites ditados pelo Madaleno, isto é, a indecência sem limites!





A justiça desportiva e a justiça cível estão pela rua da amargura na sua contínua consagração da justiça da Injustiça. A questão pertinente é saber quem contaminou quem!



Os factos parecem dar razão à justiça desportiva. A velhice é um posto e a sua senilidade de mais de 30 anos dá-lhe a “sabedoria” refinada a cada ano, confiança reforçada no descaramento petulante. O pequeno interlúdio do Prof. Doutor Ricardo Costa foi excomungado pelo papa tão depressa quanto, dizem, as suas bufas se propagam!    



A justiça da injustiça veio depois, seguindo os ensinamentos da sua mentora bem calejada no misticismo da injustiça travestida de justiça! Ao promover a impunidade, não condenando os criminosos da verdade desportiva com corrupção e outros crimes bem comprovados em confissões ouvidas em todo o mundo por meio das escutas telefónicas faladas na primeira pessoa.   



Todos os desportistas de bem já conhecem a vergonha exposta num programa televisivo que se esqueceu, não se sabe com que consequências papais, dos ditames da doutrinação e, num momento de sanidade intelectual, cometeu o pecado do cisma da religiosidade doutrinada na enlameada comunicação social que aturamos até à sua indigência.

Mas aqui fica de novo o vídeo.

Que a vergonha dos sem vergonha se não esvaia das memórias das gentes!





O insolvente Xico Marques ganiza – ou escrevinha, o que vem dar ao mesmo – sobre encadeamentos de luz!

Deixai-o com a vossa comiseração! Coitado, é muito provável que lhe tenha advindo alguma premonição de que, talvez um dia não muito distante, ele se veja encadeado na escuridão por postigos fechados a cadeado!
Então, que tenha boa sorte a espreitar!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

O BENFIQUISTA DO SABETUDO QUE DE TUDO NADA SABE


O BENFIQUISTA DO SABETUDO



É um encanto do catano, um mais que tudo meter a vista no teclado do engano do benfiquista do sabetudo!



Ele sabe de almofadas, palminhas, cachaços e palmadas;

Ele sabe de bobos, tolos, palhaços e palhaçadas engraçadas;

Ele sabe de afastados, reafectados, camaleões e marados;

Ele sabe de bastidores, bestas, bastiões, aldrabadas e aldrabões;

Ele sabe de cordas, cordões, concórdias e discórdias;

Ele sabe de ingressos, preços, regressos e burgessos;

Ele sabe de pessoas, personagens, mesquinhezes e sabotagens;

Ele sabe de vergonhas, desvergonhas, sem vergonhas e de ronhas;

Ele sabe de protestos do favor, do louvor, do que conta e do faz de conta;

Ele sabe das misérias, dos miseráveis, dos censores e censuráveis;

Ele sabe de lanternas, de casernas, de guiões e lampiões;

Ele sabe de candidatos aos pares, atascados, combinações e combinados;

Ele sabe o que é mais do mesmo e o que é o mesmo do mais, mais dos que tais;

Ele sabe do que é claro, claríssimo, preclaro e moderníssimo;

Ele sabe de cordeiros, ovelhas, cabrões, cabras e carneiros;

Ele sabe de embustes, embusteiros, sapatos e sapateiros;

Ele sabe do físico, da física, do teso e da tísica;

Ele sabe de répteis, sapos, cobras, cobrões e lagartos;

Ele sabe de tácticas, antitácticas, preparações e combinações;

Ele sabe do cachaço, do copo, do whisky e do bagaço; 

Ele sabe do fininho, do limpinho, do apupar, do lencinho e do cilindrar;

Ele sabe do central, do lateral, do centro campista e do pianista;

Ele sabe do atacar, do defender, do mastigar e do encabrestar;

Ele sabe do corrupio, do doentio, do nabo, do nabal e coisa e tal;

Ele sabe da estrutura, do calado, do enrascado e da desventura;

Ele sabe do projecto, do ante projecto, da massa, da argamassa e do deserto;

Ele sabe de jogadores, de treinadores, de treinamentos e de mofentos;

Ele sabe da quintinha, do quintal, do fio de jogo e do fio dental;

Ele sabe o que está mal, tudo mal, e do que está bem nunca diz a quem;

Ele sabe que há defeitos, que tem feitos, nunca diz como seus feitos serão feitos;  

Finalmente,

Ele sabetudo do tudo e sabe que de tudo nada sabe!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

ELOGIO DA ESQUIZOIDIA SOCIAL COMUNICATIVA


Mui Glorioso Benfica, hoje vou falar-te de mim. Falar-te daquilo que palro depois de convenientemente aparvalhada nas manicuras e nos poses de arrozes; daquilo que tento escrevinhar na minha abobalhada genética e disciplinada na flagelação submissa pelos cacetes de uma certa milícia bem treinada e doutrinada no flagício.
Sim, meu Caro Benfica, gosto de ser sovada e esmocada com fartança, gosto de ser apatanhada, adoro bordoada, vindo ela que seja daqueles penduras bordalengos em mercê de quem, farrapento, faço ouvir minha palrada.
Gosto tanto, caro Glorioso, que ser abalroada por pingados chauffeures de um arguido reincidente, assim lhe amansando a fronha ranhosa de raiva e ódio, tal como o vulgar suspeito quando é detido e se esconde dobrando a espinha, é minha suma jactância.
Quanto mais fubeca apanho na carranca, mais eu sublimo a corrupção desportiva! 
Andar de cócoras é uma oferenda e um atavio. Gosto de ser um detergente do emporcalhado criminoso e de sacudir minha cauda em festinhas salivares e nem assim evitando mais pontapé no quadril.  

Não te apoquentes, todavia, meu Glorioso Benfica! Sou uma fêmea de amores atolambados, tal aquela fêmea em que o cio assume a cantata: “quanto mais me bates, mais gosto de ti”. Chamam-me louca, mas que queres? A loucura tornou-se a minha essência nestes últimos 30 anos! À custa de cacete, de cornada, de pistolada, de compulsão verbal, mesmo de ser treinada em para-choques de tresloucados!
Mas em parte, só em parte, meu Caro Benfica! A minha maior dose de substância corpórea é canina, vem da minha génese, da elasticidade da minha espinha, do meu acocorar, do meu bifário ser adornado de uma língua esculpida para a lambedela do meu amo.

Glorioso Benfica, alguns, os distraídos, chamam-me de comunicação social!
Concedo! Sou daquele social da pilhéria, do bitaite por mim elevado a fina ironia no meu destrambelhamento alienado! Sou daquele social que faz camuflagem da verdade dos factos que eles, os finórios do crime, consideram desinteressantes! Sou daquele social que entorta os factos, as linhas, que esconde actores cujo acto representativo sai fora da intrujice que me ordenaram ocultar ou eu ocultei por reverência de “fiel amigo”!
Uma coisa te juro! Fruta não sobra p’ra mim, é pitéu demais para meus pergaminhos adulatórios! O meu pilheriar não o merece, concedo!
Mas nem por isso te deixo de dedicar devoção sacrílega, assim me acostumou a minha pantomineira hereditária!

Meu Caro Benfica, te confesso e me confesso! Na minha loucura sou uma ditosa flagiciosa. Encomendo plagiadores e troca-tintas de factos históricos. Por mor deles, presuntuosa me doutorei na censura do Benfiquismo.

Volto a repetir-te! A minha loucura é a razão proporcional da minha felicidade. Sem ela, quem seria feliz? Nem eu e os meus fantoches, que dela gozamos, nem o imenso povo sábio que gosta sempre de ter um adorno de charlatanice como só eu sei proporcionar-lhe!

Ora pois, para que te atormentas em afiançar a minha entranhada hipocrisia?!
Eu sou uma louca, já te disse, que mais podes esperar de minha pilhérica vivência?!   
A mim me consola tua atenção, a atenção que prestas a charlatães tão como eu!
Essa do meu encarapinhado, almofadado esquizoide, pensar que é anjo quem age e demónio quem reage só serve para enfeite do bobo!

Também te zangas, caro Glorioso, só porque usamos e abusamos da nossa compulsiva e aloucada distorção dos factos e do nosso obsceno encobrimento dos socos nas costas, à traição que é o ADN do covarde traidor, bem como das mesuras de punhos de celerados de costas quentes pela milícia, em frente do rosto de pessoas de bem?
Lá aquela de estar quási, quási indigente, desculpa lá, meu Caro Benfica, não foi descuido nosso! Repara, não é só o facto de me terem partido vários microfones nos costados e que agora me fazem falta! Nem outros lançados ao charco! 
É que eu, em minha loucura aprazerada, sou apenas uma caveira, bem o sabes! Uma caveira acocorada, lambe-botas, de cauda descaída por vezes, a abanar em outras tantas, de orelhas alevantadas ou dependuradas, tudo depende do humor do amo e de minha traquinice.

Como vais notando, meu Caro Benfica, em todo o ponto de minha ranzinza gosto de estar em contacto com a cloaca dos vícios da podridão e da conspurcação da verdade desportiva! Claro que não iria revelar as torpezas e infâmias de meus amásios!
Mostrar o meu ridículo? Pois claro! Se estás descontente – e não deves estar porque eu para ti e para mim não sou mais do que uma pária – observa pelo menos como é bonito e vantajoso ser louca como eu!  
Que me importa que os homens bons, os Benfiquistas, costumem ferir a minha reputação?!
Eu sei muito bem, na minha loucura, que o meu nome soa mal aos ouvidos das pessoas honestas mas sou a única que, assim sendo, consigo alegrar os mortais, que a festa da minha bobagem só pode provocar e provoca uma desusada alegria na minha minguada plebe bacoca!

Glorioso Benfica, ninguém poderá pintar-me com mais fidelidade canina do que eu própria!
Concordo, o Benfiquista nem me lê, nem me escuta, nem me vê! Mas os aduladores da minha bajulação, esses ostentam logo penas de pavão, levantam a crista e apresentam-me como modelo absoluto de todas as virtudes caninas!
Aquele, é gente ingrata!
Estes, uns perversos velhacos que prezam, farroupilhas e a minha esquizoidia compulsiva p’rá louquice!

Caro Glorioso Benfica, por fim te digo. Os parasitas, ladrões, proxenetas, sicários, boçais, estúpidos, falidos, criminosos, enfim, toda a escória do mundo desportivo têm, na minha loucura, muito mais imortalidade do que o meu Caríssimo Glorioso!
Mandai a justiça tornar-se Justiça, a verdade cumprir a Verdade e vereis, enfim, o fim de minha esquizofrénica pantomima!

Não vos acanheis, Glorioso Benfica! 

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

EPOPEIA DOS CRIMINOSOS E DOS ENFATUADOS


Aos pandilhas, ao papa e aos peões aburricados

Que nesta Benfiquista Enorme Pátria Lusitana

Como tramancos nunca dantes enxergados

Passaram bem além da merdalha farrapana

Em trampolinices e chalreios porcalhados

Mais do que prometia compulsiva charlatana

Em teias delinquentes na calúnia se esforçaram

E em reino pilharengo e criminoso ganizaram!



E Vós, Rei Luís do Glorioso e Alto Império

O Sol do Benfiquismo o colocaste Pioneiro

Em Obras e Feitos que admiram o Hemisfério

Em malandros vendavais e sempre é Primeiro

Vós, que fareis jugo duro contra o vitupério

Do torpe papa madaleno do crime, o cavaleiro

Dos peões e justiceiros da impunidade do gentio

Que inda hão-de beber do fel no crime doentio!



Cá dentro, cinco reis primatas são os inimigos

Dos quais o principal o tal Da Silva ele se gana

Do tachismo candidato enfatuado e seus amigos

Simões ser o Benfica, tão vaidoso ele se ufana

Malheiro de whisky um borracho foge aos perigos

Álvaro, a  rebeca vai tocando em voz insana

E ao findar um Águas do Benfica não faz honra

Que ao Pai Capitão do Benfiquismo ele desonra!



Por isso, vós, Rei actual do Benfica te faz presente

Por mor dos bem Maiores Benfiquistas foste eleito

Tomai breve as rédeas vós deste Reino bem ardente

Os pandilhas sentindo bandarilha grossa neste pleito

Dareis matéria a nunca ouvido pranto tão pungente

Os mouros da traição e os do crime organizado feito      

Verão da Justiça o cangaço subjugando a intrujice
Que o são quanto o são tais pandilhas da trapice!  

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

AS PASQUINADAS E AS TASQUINHADAS DO WHISKY


É já sobejamente sabido que, após muita expectativa e estupefacção, a Procuradoria-Geral da República despertou da sua hibernação e assumiu a missão de investigar quem foi a toupeira ou toupeiras que gravaram e enviaram o áudio ao blogue mercadodebenficapolvo, blogue que é por toda a gente identificado com a escola do crime organizado e administrado por peões dessa escola papal de Contumil e por ela pago.

Se não foi o oficial de justiça, o Procurador do Ministério Pública ou a Juíza Ana Peres – que é tida por Juíza íntegra, absorvida na supremacia da Justiça, insusceptível e insuspeitável de cedência a pressões – foi algum ou alguns dos advogados dos assistentes.

O Dr. Paulo Gonçalves parece ter pedido recato à Meritíssima Juíza!



A este e a outros propósitos, os Benfiquistas interrogam-se dos motivos que levaram o Porto Canal (da prática de crimes) e um seu peão, antigo árbitro no desemprego e carregador de piano na doutrinação papal dos mandamentos da escola do crime de que este papa é sumo pontífice, a constituírem-se assistentes no processo.

Mas em Portugal há muitas destas interrogações sem resposta, nem sequer do Fisco que talvez tivesse uma palavra a dizer.



É verdade que um chefe de claque, macaco assim é ele conhecido, refere agora, ao lado do seu Porsche, que ganha o equivalente a 5 mil euros mensais e é isso que declara ao Fisco! Mas foi, em tempos já idos, acusado de declarar o ordenado mínimo nacional de então, conquanto de Ferrari apetrechado! É um senhor mestre, com 17 valores dados por um júri das redondezas. 17 valores por uma tese sobre a qual uma Catedrática da Universidade de Lisboa disse ter apanhado um susto quando se embrenhou na sua leitura, referindo que ela representava um insulto à Língua Portuguesa e ao desporto nacional – retrato em tese da personagem na vida real – e o bem conhecido Catedrático, Prof. Doutor Manuel Sérgio, acrescentou estar a mesma escrita num português iletrado, analfabeto e ridículo!

Também é verdade que outro chefe de claque mais conhecido por Mustafá declara à volta de 200 euros mensais de rendimento mas consegue ter Porsche e BMW, casinha e outras mordomias não especificadas!

E o tal Perdigão, árbitro no desemprego, consegue, todavia, dinheiro para pagar custas e advogados! Comer e dormir … certamente vale-se das capelinhas de Contumil!



Nada disto é assustador! Tanto quanto se sabe, não se trata de dinheiro roubado porque a especialização versa sobre o roubo da verdade desportiva, o roubo da correspondência privada do Benfica, o terrorismo com expressão mediática em Alcochete – ou alcacete, como bem a propósito já denominaram o acontecimento!



No entretanto, muitos são os que pensam não ser difícil apurar rapidamente os culpados pela violação, mais uma vez, do segredo de justiça! Há muito pouco por onde escolher! Assim o queiram os investigadores mandatados, coisa que, se tivesse o Benfica como suspeito, certamente surpreenderia ainda mais pela celeridade e pelas “insuspeitas e convincentes” conclusões!





O pasquim denominado recorde de mentiras refina no seu relicário infindo. Censor de jornalistas que são de verdade jornalistas, espelha-se nos copistas e pés de microfone, agora tão necessários quanto a evolução tecnológica dispensou os feitos de metal, por vezes enferrujados mas não tanto como os actuais!

Suas patranhadas são lidas por um canudo e os euros produto das suas vendas cada vez os obrigam a atravessar um filtro de malha mais apertada!

Pelo dito canudo e de atalaia se encontram os que, num vagar de interlúdio de coisas sérias, esperam um pequeno divertimento que, já nem provocando sorriso, os sublimem nas importâncias da seriedade de suas vidas.



Pasquim das mentiras é refinadamente criativo nas suas replicações da ilicitude. Conhecedor da paródia nacional da violação de um segredo de justiça que não existe, exibe os méritos que lhe restam e que são a sua marca ferrada a fogo no ADN da sua lombada!

Mente!



Segundo a gravação divulgada, o Dr. Paulo Gonçalves é explícito na afirmação de que distribuía, POR ANO, cerca de 300 bilhetes-convite!

Pasquim das mentiras escreve 2 a 3 MIL CONVITES … POR JOGO, vejam só!!!



Pasquim das mentiras não é de meias tintas! Tal como o nado-morto segredo de justiça, é exímio na “desinfestação” dos leitores! E o resultado do seu patrão aplaude! Este deve, só ao Fisco, a módica quantia de 13,5 milhões de euros!

Não pediu convite ao Dr. Paulo Gonçalves, foi o que foi! De 300 por ano para 2 a 3 mil por jogo, segundo o seu pasquim record das mentiras, ainda sobravam uns tantos! – e emprego no Museu do Benfica! …



Os contribuintes que pagam pontualmente os seus impostos apenas com o produto do seu árduo trabalho, agradecem … ao Fisco, se ele cobrar aos pasquins da mentira tudo o que lhe é devido! 





Mas não só de pasquinadas é feita a vida à volta dos difamadores do Benfica! Também há os que actuam agraciados pelas tasquinhadas dos tasqueiros de bom whisky!



« … reitero a minha indisponibilidade absoluta para alguma vez, no futuro, assumir um cargo remunerado no Glorioso».



Malheiro é um Benfiquista e actualmente ajuramentado obsequiador! Ele, de quem as “más-línguas” igualmente ajuramentam ter comido com fartança à conta do nosso Enorme Eusébio, escrevendo livros e livros apadrinhados pela conta bancária do Rei!

E acrescentam estas “más-línguas” que D. Flora nem por longe nem por perto quer ver e muito menos ouvir falar de tanta “finesse”!



Não, Malheiro é desinteressadamente condescendente! Tanto que, como amável e “abnegado” Benfiquista que se preza, aceitou estar presente no cerimonial casamenteiro do mafioso caluniador e ofendedor do bom nome do Glorioso, o arguido Bruno de Carvalho que gania afanosamente querer o Benfica na segunda divisão!

E, por mor de tanta devoção, agora já se encontram muitos Benfiquistas com dúvidas sobre quem foi o mestre-escola – sem desprimor – que ensinou quem!

Foi o arguido que ensinou Malheiro a caluniar e ofender o Benfica?

Ou foi Malheiro o orientador do mestrado da ordinarice do arguido contra o Glorioso?



A dúvida é assaz legítima, tanto mais tendo em conta a, ao menos aparente, pouca apetência de uma percepção intelectual do arguido, tão comandada por uma atilada compulsão esquizofrénica para a asneira e a diatribe facebookiana que o levou a ser corrido do comando até à sua constituição de suspeito de terrorismo e de mais quase uma centena de crimes.



Malheiro fala também em «dependência ao alpinismo mediático», deixando-nos aguados sobre o saber se fala dele quando fala dos outros!

É que, por um lado, queixa-se da ociosidade de uma gestão que não dá sinais de vida no contra-ataque aos difamadores e se fica nas covas do silêncio!

E, por outro lado, é ele que está sempre disponível para aparecer nos ecrãs dos difamantes e replicantes dos difamantes, conquanto fuja a sete pés quando dá de frente com quem lhe espeta na cara as verdades do seu Benfiquismo que ele não deseja ouvir! 



Termina Malheiro com um anseio que, noutra personagem, seria uma grande virtude apoiada por praticamente todos os Benfiquistas.

Segundo diz, quer um serviço ao Benfica que prime pela «honradez e competência»!

Mas teve um pequeno percalço!

Esqueceu-se de dar o exemplo!...





O já conhecido por “rolha”, Presidente da Liga, Senhor Pedro Proença, informou a Meritíssima Juíza do processo de instrução criminal e-toupeira de que era sócio do Benfica! Preocupadíssimo com a brilhantina, não queria, talvez, que a Meritíssima julgasse o seu depoimento testemunhal de forma parcial, ele que fora arrolado como testemunha pelo Glorioso!



Pedro Proença sabe o que é a parcialidade! Foi bem doutrinado na demanda pela doutrina papal da escola do crime organizado! Pensa-se, aliás, que sua tese neste tema não ficará a dever nada à do seu amigaço macaco!



Pois bem! Que Benfiquista já se esqueceu da sua propensa parcialidade contra o Benfica e a favor do clube condenado por corrupção desportiva que mora para os lados de Contumil?

Que Benfiquista já se esqueceu daquele golo do Maicon, no Estádio da Luz, mais de um metro em off-side?!

Que Benfiquista já se esqueceu daquela grande penalidade que ele, no estádio Dragão e sob o apêndice do túnel do guarda Abel, marcou contra o Benfica e a favor do clube condenado por corrupção desportiva que mora lá para os lados de Contumil e que estava a perder 0-1 e lhe possibilitou o empate e o não comando da classificação pelo Benfica?! Tudo porque o jogador do clube condenado por corrupção que mora lá para os lados de Contumil, bem nas suas barbas, se “atirou para a piscina”?! Tudo tão descarado que esse jogador foi punido com dois jogos de suspensão por ter simulado um “engano” do Senhor Pedro Proença?!



O Senhor Pedro Proença deve ter pensado que a Meritíssima Juíza não viu a sua - dele, “rolha” Presidente da Liga – mediática fotografia abraçado ao macaco em amena cavaqueira de amigalhaços! Amigalhaços tais que o macaco nem nunca sequer sentiu necessidade de enviar os seus gorilas ao Campo de Treinos dos Árbitros da Maia ameaçá-lo e à sua família!

Talvez porque o mesmo macaco, iletrado, analfabeto e ridículo, e que prega sustos aos Catedráticos, tenha reparado na falta dos dentes que o seu benfiquismo lhe granjeou!

E o macaco, nestas mazelas do físico, não é um iletrado analfabeto, não! Ele próprio o confessa!



Fique descansado, Senhor Pedro Proença! V. Exª soube escrever a páginas de oiro o seu idolatrado benfiquismo ao serviço da escola papal do crime organizado e da manipulação da verdade desportiva!

De parcialidade percebe V. Exª muito!

Mas a Meritíssima Juíza é bem capaz de ainda perceber mais!

Principalmente deparando com e olhando de frente para personagens como V. Exª, Senhor Presidente!





Para terminar em beleza, esta direitinha à escola papal do crime organizado!



«Vivem, sonham e dormem a pensar em nós. E nada como desviar as atenções de após vendas e vendas de milhões como se explica um prejuízo histórico. Com um apagão e sumiço de milhões nada como inventar colunas e sons. Onde estão os milhões?»



É bem verdade!

Em Portugal só existe o Glorioso Benfica!

Os outros … bem, os outros são apenas … um Anti-Benfica!