Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011





CORAÇÃO ENCARNADO deseja a todos os Benfiquistas, e suas Famílias, sem esquecer os que já tiveram a amabilidade de me desejares iguais votos,

FELIZ NATAL

Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

A falta de governos e os governos que bem se governam

Li há pouco um artigo de opinião que, no momento de crise e de aperto por que todos passamos, nos deixa a pensar fortemente nas virtudes do que a norma convencional dos povos e dos países apregoa como a boa gestão dos maiorais que, em todos os domínios do poder, regem as nossas vidas, especial ênfase na interferência com os nossos bolsos e cujo objectivo único e cego é tornar-nos cada vez mais pobres de possibilidades de bem-estar.
Quem por eles, por estes povos, fala, age indecorosamente, se intitulando de seus governantes, seja os ditos eleitos no seu gerir concreto, seja a quantidade dos tecnocratas e outros políticos nos ensinamentos de teoria pura que está prenha de virtudes mas vazia de concretizações práticas condizentes que só não nos fazem perder a fé nas desgraças que nos esperam.

Pergunta o referido articulista:

«Como podem os mercados deixar a Bélgica em paz, quando este país tinha um défice considerável, uma dívida pública superior à portuguesa e … sem governo?!»
«Mesmo depois de abocanharem a Irlanda, Portugal, deixarem a Itália em apuros, ameaçarem a Espanha e até a própria França?!»

A resposta começa na citação de uma explicação para o fenómeno, dada por um “expert” numa revista da especialidade:

«A economia Belga é das que mais cresceu nos últimos tempos, sete vezes mais do que a da Alemanha – imagine-se! – apesar de estar há 16 meses sem governo»!

E o articulista acentua melhor o significado da falta de governo.

«Não é o facto de a Bélgica ter estado sem governo»!
«É graças a ter estado sem governo»!
«Estar sem governo, nos tempos que correm, é estar sem austeridade»!
«Sem o choque contraccionista que tem atacado as “economias da austeridade”, a economia belga cresce saudavelmente para ajudar a diminuir o défice e a pagar a sua dívida»!

Continuando:

A economia Belga provou duas coisas:

«Em primeiro lugar, que é possível viver sem governo!
Em segundo lugar, que é melhor viver sem ele!»

Olhando para o exemplo concreto da Bélgica, concluiu o articulista:

«Se nenhuma ideia boa sai dos nossos governantes, as pessoas devem começar a perguntar-se para que servem eles»!



O “papa” condenado por tentar corromper a verdade desportiva desde há cerca de 3 décadas gere o mais “exemplarmente” do que há memória em termos de gestão, o clube igualmente condenado pela corrupção do seu aludido “papa” presidente e sua cúria de acólitos.
É disto que todo o dia e a toda hora se vangloriam os jornalistas vassalos, mesmo alguns daqueles que, rebeldes se parecendo em certo momento, foram amansados com umas festinhas no pêlo e se tornaram cordeirinhos domesticados, dando depois o melhor exemplo de prática da vassalagem a quem tivesse ideias de ser mais ousado.
Os súbditos vassalos exaltam e exultam com tamanha magnificência de gestão, obreiros se esforçando por destacar nas suas parangonas os contrastes com outras gestões, ou mais propriamente com a que os consome de inveja e os compele ao seu complexo de inferioridade congénita e endémica.

Uma vez que a lição do articulista da gestão pública nos leva à conclusão de que mais vale não ter gestores – públicos, no caso que apresenta – também parece ser legítimo pensar por que é a gestão do “governo papal” no clube condenado tão exaltada pelos avençados, ele, clube, que tem inclusive um gestor corrupto condenado por tentativa a governá-lo!
Ponhamos os factos a suportar a teoria das ideias.

O clube condenado pela corrupção tentada do seu presidente tem ganho, ao longo destes anos, rios de dinheiro na participação na Liga dos Campeões e na venda dos seus jogadores.
Deram-lhe um centro de estágio moderno sem necessário ser desembolsar um tostão.
À custa de artimanhas com antigos presidentes de Câmaras Municipais, conseguiu praticamente que a construção de um estádio de futebol novo fosse um negócio em que ganhasse dinheiro, quando a norma de vida testada ao longo de milhões de anos ensina que sempre teria de se gastar para o ter!

É certo que essas artimanhas foram ingloriamente denunciadas pelas inspecções do Fisco porque a justiça portuguesa o tem sistematicamente considerado inimputável, mesmo sem recurso a atestado psiquiátrico ou junta médica da especialidade.
Mas a verdade também é que, se alguma despesa se tornou necessária, como argumentam só para tentar enganar pacóvios, o respectivo passivo nem sequer se encontra reflectido na SAD de futebol, encontrando-se numa sociedade que não necessita de publicar contas, a “Euroantas”.



A história do clube condenado por corrupção desportiva tentada pelo seu presidente não abona, de facto, a tese anarquista que serve de prefácio a este escrito. Este clube necessitou e bem do “governo” do seu “papa”.

Esse “governo” tornou-se necessário para amansar os discordantes e colocá-los de cócoras em loas publicitárias.
Esse “governo” tornou-se imprescindível para catequisar os árbitros, fiscais de linha, senhores da justiça, incluindo a desportiva, através dos bem conhecidos meios que as escutas telefónicas difundiram no youtube sem pagamento de direitos de autor, que só são “desconhecidos” pela tal dita justiça nacional! Mas isso é um efeito directo e necessário precisamente da presença e não da falta de um “governo”.
Esse “governo” tornou-se necessário para amansar vastos clubes, os presidentes destes, seja pela colocação de treinadores da cor para alinhar no frete, seja pela colocação de excedentários. Verdade que todos estes excedentes, treinadores e jogadores, são sustentados pelo clube “governado” pelo “papa” mas os seis pontos multiplicados pelo número de amansados dão de borla a garantia de mais de meio campeonato. É este um dos supermercados de que fala Sir Alex Ferguson.
Com esse e por causa desse “governo”, vêm os milhões da Liga dos Campeões e das vendas de jogadores, tantos e tão “bons” que, uma vez nos novos domínios, ficam sem cabelo e passam a vida no estaleiro, com mazelas e mais mazelas, tudo por causa de lesões efeito de anteriores tratamentos “adequados”.
Esse “governo” implantou a norma do “obedece quem tem juízo”, a qual é comprovada no final de cada prova nacional pelo consequente rebaixamento de quem mija fora do penico, rebaixamento que é a sanção natural prevista na dita norma cuja parte inicial sufraga o preceito “manda quem pode”!



Mesmo tudo visto e revisto, haverá alguns, todavia, que poderão ser ainda tentados a contrariar esta tese e, apesar de tudo, aderir à tese anarquista que serviu de prefácio. Argumentam concretamente – e sem necessidade de mistificar os dados reais da história que essa tarefa pertence ao discípulo do “papa” que de história está sempre baralhado – com o facto de tantos milhões e milhões não conseguirem evitar – o que lhes parece um mistério, pese muito do seu ateísmo – que o passivo da SAD de futebol tenha subido nos 3 primeiros meses da época presente 30 milhões de euros e de há um ano para cá a bonita soma de 70 milhões de euros!
E, acrescentam os cépticos deste “governo papal”, tudo isto apesar da venda de Falcão por 40 milhões e de o passivo do estádio novo não constar de contas divulgadas porque englobado na sociedade “Euroantas”, como dizem.

Ah! Mas os povos, a maioria deles, deve saber muito bem que um governo não tem só como função, nem como principal função, como temos visto e sentido, e vamos vendo e sentindo, governar mas muito em especial … governar-se!
E, então, mesmo não fugindo do reino “papal”, podemos comprovar várias componentes da suposta dicotomia.

O “governo papal” tem-se governado (directamente) com mais de 3 milhões por ano … e estamos a falar, naturalmente, apenas do que vem escrito nas contas.
A compra dos jogadores que os avençados comemoram como mais uma vitória sobre o inimigo – eles costumam falar em “derrota” deste porque a palavra derrota enche mais os ouvidos – custa aos cofres do clube condenado mais de 9 milhões de euros por ano em comissões!
Nove milhões de comissões por menos de meia dúzia de jogadores! Agora, juntem as outras meias dúzias todas que por lá vão saltitando!...
Os jogadores “desviados” consomem ordenados dos mais altos pagos em Portugal – é também parcela do pagamento do “desvio” – e muitos deles ficam na prateleira, são emprestados aos satélites ou andam às turras com os treinadores, com razão porque a caloteirice também já lhes bateu à porta.
Finalmente, talvez não se devam iludir com os tão propalados 40 milhões! O jogador queria sair. Mas foi prolongar o contrato por mais épocas … e continuou a dizer que queria sair! Isto tem os seus custos! 3,7 milhões de comissões, 2 milhões não se sabe para quê e para quem, e mais quase 2 milhões pela parte do passe que não pertencia ao clube condenado!
Ao todo, quase 8 milhões!
E quanto mamou o rapaz, já de si com o nome esperto de falcão, por ter prolongado um contrato que desejava já ontem ter terminado?!

Também é bom não se esquecer, a propósito, que um jogador dito “desviado” foi festejado pelos servos escrevinhadores da “governação papal” como tendo custado aos cofres do clube condenado a “irrisória” quantia de 13 milhões!
Mas as contas estavam erradas, erro natural já de todos conhecido, porque o desembolso, se o houve, foi afinal de 18 milhões! E diz-se, “se o houve” (o reembolso), porque há muito boa gente de outros clubes a “cheirarem” apenas o calote que lhes foi enfiado!
Foi só uma derrapagem de quase 40% e se a isto juntarmos o facto de o tal jogador estar a ajudar o clube vendedor a tentar conquistar o campeonato do mundo de clubes e ter desajudado o clube comprador a saltar da Liga dos Campeões, as contas são bem capazes de derraparem um pouco mais!

E estamos a falar só do futebol. Mas já podemos verificar que alguns jogadores das modalidades até são ainda capazes de marcar um golito a favor do seu clube condenado, mas isso já não é tarefa que derive da camisola que têm vestida!
E do ordenado que (não) recebem, muito menos!
É que o seu esforço marcador já só serve apenas para anunciarem ao mundo que têm fome e que precisam de comer!
Ordenado, ordenado, precisa-se! Ou melhor, pagamento do ordenado para poderem matar a fome!

Alguns, muito poucos, jornalistas, conseguiram decifrar e imortalizar nos seus escritos a verdade destes gestos.
Ordenados em atraso, admiraram-se!
Porém, afinal de contas, o que significa ser caloteiro?!



No fim de toda esta polémica, ter governo, não ter governo, qual a melhor solução, fica de facto a pergunta:
Melhor ou pior ter um governo?

“O governo papal”, enquanto for ganhando alguma coisa, vai sendo tolerado e vai-se governando! Mesmo já depois de ter sido chamado caloteiro porque já está provado que é caloteiro!
Com a caloteirice, pode não ir sobrecarregando a tesouraria – aliviando, não digo, porque aliviada já ela parece estar pelos calotes – mas não se livra de ir aumentando a sua “dívida soberana”!
A grande chatice é que já todos nós, portugueses, temos feito de FMI, de BCE e de (de)União Europeia! Pagámos grande parte do estádio, bem como o “Olival”, com os nossos impostos e agora os nossos subsídios, para que estes caloteiros deles usufruam de graça e possam ir aumentando alegremente a sua “dívida soberana”!
E não vemos crescimento nenhum que possa pagar os nossos desembolsos!



O Povo, o Povo português que não pertence nem se avassala ao “governo papal”, esse está certamente com a tese de que, governos que só sabem governar-se, é melhor copiar o exemplo da Bélgica!
Com uma excepção.
Há alguns belgas, clubes de futebol, que viram as suas economias decrescerem mesmo sem austeridade!
Mas se eles estavam tão bem sem governo, por que se foram meter com o “governo papal” que é a mais cristalina prova de um “governo” que bem se governa?!

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

Jaulas e leões, poços, fossos e répteis

O fadista, fadista, profetizou:

« … o que pode influenciar o dérbi é o Sporting repetir os bombons oferecidos pelo Manchester ao Benfica» …

« … se os leões jogarem o que têm jogado … o SLB sofrerá o revés a que escapou ontem à noite» …

« … se eu estivesse no lugar de Domingos Paciência, diria aos meus jogadores algo parecido com isto: estes tipos até podem ganhar o título, a Taça de Portugal, a Taça da Liga e mesmo a Champions, mas este jogo tem de ser vosso» …

O fadista, fadista, fez oração aos “leões” mas portou-se como se porta sempre: como um mero lagarto, um lagarto germinado congenitamente na família dos répteis e não uma mera configuração anedótica de um ser rastejante.
Claro, dirão os Benfiquistas, a mera configuração anedótica identifica-se no desejo do êxito, conquanto muitos imaginem que a sua profecia sobre os “bombons” foi um oráculo próprio de um bruxo!
São aqueles, poucos e de somenos importância, que sempre dizem que o Benfica ganha … porque os outros perdem!

No entretanto, a sua geminação de réptil é-lhe imanente, natural e absorvente! Não o contamina apenas a si mas a toda a sua família lagarta.
Que importa aos lagartos, lagartos, o título, a Taça de Portugal, a Taça da Liga e mesmo a Champions?
O seu campeonato é (tentar) ganhar ao Glorioso Benfica e o resto são minudências de caixote do lixo!
O fadista, fadista, não disse nada de novo que, de invenções, está o seu (minúsculo) cérebro vazio.


Alguém da família dos lagartos conseguiu descobrir dentro da sua escassa massa cinzenta – descoberta pouco difícil por … ser escassa aquela massa! – a palavra jaula!
Os mais distraídos logo pensaram: sentiram-se leões, leões por aqui só no circo, leões no circo … é na jaula!
A associação era fácil e também só fácil sendo lhes lembraria!

Estavam enganados! Eles pensaram na jaula mas falaram e comportaram-se como aquilo que, na verdade, são, uns répteis a que chamam … lagartos!
Quem desses lagartos, antes de ter perdido o jogo, se lembrou de colocar em causa a bondade intrínseca – na sua substância e nos seus fins – e a legalidade dessa estrutura?

Os lagartos não entendem tanto! O importante era a oportunidade, o momento, como se o momento fosse melhor ou pior se a estrutura tivesse sido estreada por outros adeptos quaisquer!
Para os lagartos era melhor! Eles são “diferentes”, como a si próprios se nominam! E com razão! São os mais bem comportadinhos, os exemplares mais raros … ou não fossem os descendentes dos condes e dos viscondes cujos filhos pedem aos pais para lhes comprar um clube, quando se chateiam!
Andam de fatos surrados e rotos, de bolsos vazios e sujos de porcaria, ou, citando SAKANA (www.sakanagem69.blogspot.com), são a “realeza pé descalço” … mas sempre diferentes … por isso mesmo!

Também sempre pensei diferente! Que os lagartos dizem e são, de facto, diferentes, não duvido, nem esqueço! Rastejam junto aos tamancos do “papa” condenado por tentar corromper a verdade desportiva, e sentem-se muito aconchegados! Os outros, esses caminham!
Por isso, não adiro à tese da oportunidade! Os lagartos gostam de se esconder em poços e outros fossos ou coisas do género! Gostam mesmo de lá ir malhar com os costados!
Só não sei se para se esconderem, envergonhados, se para se deitarem ao sol sem serem incomodados!


Os seus maiorais não quiseram almoços! Muitos foram tentados a ripostar: ficam mais baratos!
Também partilho aqui de opinião diferente!
Os maiorais não quiseram almoço porque, portando-se como lagartos, sentiam-se deslocados! Com as iguarias, com o local de serviço, com as companhias!
Encontrava-se por lá, por acaso, o “papa” corrupto da verdade desportiva e por isso condenado?
Alguma vez as companhias chamaram algum lagarto, mesmo dos maiorais, de “cavalo branco” ou de “atrasadinho mental”, deixando aquele de mão estendida?
O “papa” condenado chamou, gabou-se e a “música” foi ouvida pelos ouvidos do mundo inteiro, razão mais do que suficiente para que os lagartos, mesmo os maiorais, se sintam “em casa”, quando estão aconchegados, rastejando junto aos seus tamancos!


A um maioral, fora do seu poço, ou fosso, ou lá o que lhe quiserem chamar, adveio-lhe a sua reminiscência pré-histórica!
Tudo natural! Segundo parte da ciência, o mundo foi abundantemente habitado nos antanhos por répteis, seres rastejantes, lagartos!
É-lhe natural ainda, a esse maioral, falar de acordo com a sua espécie! Alguns dos seus ditos adeptos demoraram a entrar e a chegar aos seus lugares?
Nem sempre a tartaruga ganha a corrida à lebre! E não a ganha se, a meio da corrida, resolve fazer distúrbios, é detida – perdão, enjaulada pela polícia – e impedida de continuar a correr!
Acresce que a tartaruga caminha, estes lagartos rastejam!

Dois lagartos por cadeira?
Natural! O tempo é frio, os répteis são animais de sangue frio, hibernam! Não havendo, ou poço, ou fosso, ou coisa parecida, aqueciam-se uns aos outros!
As televisões mostraram aos olhos do mundo inteiro que lá na sua “jaula” havia lugares vazios, clareiras por ocupar! Mas cada qual tem as suas preferências e os seus gostos! E o Glorioso Benfica, um clube de génese democrática, que sempre praticou e pratica a democracia, nem faz discriminações, nem tem preconceitos! E mais agora que toda a espécie de casamento está consagrada na lei!
Acresce que, ali pelos lados do mais belo relvado de futebol do Mundo, o único sol que raiava era o dos artistas Benfiquistas, apesar dos constantes atropelos dos buldózeres que o árbitro por lá deixou cirandar impunemente, escavando as canelas, costas e costelas de quem brilhava de pura magia!

Mas se eles queriam estar apertadinhos!
Então foi por isso que devolveram bilhetes!...
E fizeram fogueiras conforme à sua natureza de animais friorentos, rastejantes e bem comportadinhos!
Umas fogueiras que o maioral lagarto pré-histórico não viu!...
De facto, não se sabe em que pré-história estava este lagarto!
Ou de que pré-história será ele!

Visão em “bico”?!
Tudo ainda muito natural! Os lagartos, pelo menos alguns da família, reviram os olhos para todos os lados!
O Bayern, o maior clube da Alemanha e um dos maiores da Europa e do Mundo – mas falar em “maiores” de qualquer coisa para estes lagartos é algo que não entendem – tem a mesma estrutura … e para os seus próprios adeptos!
O Barcelona, com os mesmos atributos de grandeza, não se fica atrás!
Em Itália, um dos maiores estádios de futebol – S. Ciro – onde também jogam dois clubes enormes, idem, aspas, aspas!
Nunca ninguém os ouviu queixar de serem obrigados a frequentar o oftalmologista!
Mas os lagartos nem disto sabiam … e duvida-se que tenham aprendido com as notícias bem recentemente repetidas!
Pois se eles, lagartos, nem sabem que a PSP, os Bombeiros e a Liga, todos apoiaram e licenciaram a estrutura!
Que se apresentem os oftalmologistas que estas entidades tiveram de consultar!...

Seja-me aqui lícito destacar um maioral lagarto, um derrotado nas urnas, que não se atirou à jaula, o que não significa, evidentemente, que não prefira o poço, o fosso ou coisa do género! Esse foi mais lírico e inventivo, conquanto, como lagarto, não tenha por hábito chamar as coisas pelos nomes … com excepção da reclamada descendência por via da “realeza pé descalço”!
Por isso, não disse … mas fez de conta que disse! Fez de conta que a PSP que os conduziu a lugares civilizados estava feita … com o Benfica! Enganou-se a PSP, acrescentou, tratou como gado quem era apenas lagarto, espezinhou crianças e senhoras – havia lá disso?! – bastonada, pontapé! A PSP só não partiu espinhas – como sugere a falta de relato que também tem de conter alguma coisa de verdadeiro … por omissão, obviamente – porque, se espinhas havia ali, elas são de substância completamente dobrável, flexibilidade quanto baste, fabrico imanente de concepção completado pela domesticação “papal” na servitude.

Este maioral derrotado colocou-se frente ao espelho, imaginou-se na pedreira de Alcochete, de novo disponível para ganhar um campeonato … da pedrada! Daí para a frente, não teve dificuldade nem talento para inventar. Foram só reminiscências.
Não conseguiu ganhar, ficou decepcionado!


Os adeptos lagartos … são diferentes! A jaula é boa, querem eles dizer, para os outros adeptos!
Mas logo para eles, descendentes de “sangue azul”?!
Para os “modelos” de adeptos que são, linhagem de viscondes “realeza pés descalços”?!
Sacrilégio, sacrilégio “papal” porque para o “papa”, sejam “cavalos brancos”, sejam “atrasadinhos mentais”, fiquem ou não de mão estendida, eles, lagartos, são uns bem comportadinhos, bem aninhados juntos aos seus tamancos, em lambedelas que, peganhentas é certo, lhe aquecem os pés e lhe limpam o chão das migalhas que ele, sem o querer, deixa cair abaixo da mesa do seu manjar de corrupção desportiva confeccionado!


Tudo dito e apesar disso, ainda penso que as baboseiras peganhentas deixadas pelo pré-histórico e reforçadas pelo seu maioral ainda mais maioral – dizem – têm uma justificação afinada e iluminadíssima:

“O clube dos lagartos perdeu o jogo com o Glorioso Benfica porque, em vez de poços, fossos, ou seja lá o que entenderem, os “enjaularam”!

E o circo não os aplaudiu!

Todavia, eu e todos os Benfiquistas estamos certamente muito mais familiarizados e entusiasmados com as palavras do Presidente do Glorioso Benfica!
Os lagartos dizem que são diferentes!
E são!
É por isso que o Glorioso Benfica é diferente! Não se pode ser igual a uma coisa … diferente!

No entanto, antes disso e muito mais do que isso!
O Glorioso Benfica e os Benfiquistas nunca, mas mesmo nunca, poderiam ser iguais, fosse em que circunstância fosse, àqueles que se dizendo descendentes de viscondes, querendo ser leões de raça, não passam de uns míseros répteis a quem também chamam de lagartos!

O Presidente do Glorioso Benfica tem toda a razão do Mundo!

«Quanto ao resto, vamos ignorar e passar ao lado de quem pouco se importa com as consequências das suas irresponsáveis palavras e actos» (citação da mensagem do Presidente do Glorioso Benfica)

A resposta diferente! A resposta diferente é a resposta Responsável!
Pela sua Grandeza, pela sua Nobreza!
Uma resposta Gloriosa!
Uma resposta à BENFICA!

Na verdade, para ser diferente, Senhor Presidente do Glorioso Benfica, é bastante, necessário e suficiente, … SER BENFIQUISTA!

Sábado, 12 de Novembro de 2011

As patadas, os patudos e os clubes de Alto Prestígio

Escreviam os jornais, alguns, que João Pereira do SCP poderia apanhar sumaríssimo porque teria dado uma valente pisadela, à má fila, a um jogador do União de Leiria. Tontos por se manifestarem assim a meios que esperançosos, os escrevinhadores, aguardavam, diziam, pela reunião da Comissão de Disciplina da Liga.

Foi-se a reunião e escreveram … nada!
Para não descredibilizarem ainda mais os seus escritos insossos e insanos – relativamente ao resquiado de esperança que pretenderam insuflar – foram adiantando as insuficiências visionárias do árbitro, atentas apenas à magicação de servir penalties conforme às encomendas que desde início do campeonato têm vindo rogadas daquelas bandas de fidelidade canina aos altos poderes que comandam a corrupção desportiva em Portugal já há vários anos e aos quais, altos poderes, o youtube prestou o relevante serviço de os publicitar pelo mundo inteiro.

Ninguém de boa-fé acreditava nas notícias. João Pereira há muito já que se livrou dos sumaríssimos! Precisamente, a partir do momento em que o Benfica o recambiou para fora dos seus domínios de gente de bem!
Depois, quando o árbitro está para enxergar – coisa rara, diga-se – as brutalidades que frequentemente o acometem, dando o merecimento devido através da amostragem do “vermelho”, o escarcéu de virgens impudicas – elas agora até contrataram uma carpideira de grande gabarito, o choramingas Paciência – acostumadas e desejosas do benefício arbitral, enche todos os jornais, rádios e televisões, através dos avençados directos – um pouco menos – e dos avençados indirectos do clube seu patrono – bastante mais!

São tontos esses falsos esperançosos, dizia-se, porque eles sabem de cor que a Comissão Disciplinar da Liga há muito vem ensinado estar a sua prática do sumaríssimo carimbada com a “reserva do direito de admissão”!
Tontos e estúpidos porque ainda nos querem fazer crer que não sabem!

Só os jogadores do Benfica têm o “direito” de usufruto de tal servicinho!
E nem foi preciso prévio rogatório da dita “reserva do direito de admissão” e da encomenda correspondente! Os serventes estão “sabiamente” adestrados no seu parlapatório serviçal e vergadiço aos interesses de quem manda e do correlativo “dever” ao preceito do “obedece quem tem juízo”!

E juizinho para o tacho é coisa que não falta no Portugal de agora! Ai, se Eça vivesse nestes tempos contemporâneos! Iria achar, de certeza, uma disforme bagatela aquilo que ele no seu tempo criticava e desprezava sobre assuntos desta natureza! Verificaria, de facto, que a baganda actual é bem mais horrenda da que corrompia os seus tempos de vivência!

Só mesmo quem está e ainda melhor se tenta fazer de desatento!
Tenha-se em conta, por exemplo, o que um certo Rinaud, jogador das mesmas bandas e perito parlapatão público das patadas, seguidas de demonstração a preceito e que já mereceram mesmo uns cartões, afirmou há bem pouco tempo!
Não disse ele, para todo o auditório mundial, que, se fosse necessário dar uma patada em Gaitan, dá-la-ia sem qualquer destemor ou rebuço?
E se não fosse ele, outro camarada patudo saberia servir a encomenda?
Alguém viu ou ouviu uma reacção dos capatazes encarregados da ordem futebolística a tamanha serventia?

Ora, deve ser tacanho pensar que tal propagação foi apenas pensada como uma galhofa da garotada da bola com que a gente daquele clube resolveu munir-se e a ameaça, ainda que provinda de um coio escoucinhador devotado, só os tolos a podem levar a sério!
O patudo confesso até já demonstrou que nem sequer é versado – e experimentado – em servir tamanha iguaria!!!

Para os presumidos “zeladores” da ordem desportiva, o sujeito das patadas, em acto e em potência, é somente um patudo … “primário”, e cujo primitivismo é atenuante suculenta da verdade desportiva, conquanto os ditos zeladores possam admitir que o não seja das canelas do(s) destinatário(s)!
A que mais de diferente temos assistido que nos possa ainda causar espanto?!
O patudo, em acto e em potência publicitária, é, por acaso, jogador do Benfica?!
O sujeito passivo das patadas prometidas não é, agora sem ser por acaso, um jogador do Benfica?!
Que mais ingredientes esperam os Benfiquistas para que a iguaria possa ser ameaçadoramente anunciada, concretizada e lavada como acontecimento modelar neste futebol português que nos servem?!
A barrela – da sujidade nojenta – está há muito preparada e nem sequer precisa de ser aplicada! O silêncio fúnebre e sórdido dos avençados completa o serviço!


Tavares – para não me repetir, reafirmo que é aquele que quer lhe chamem Miguel, não o do “pato” – e agora, também o seu compincha das barrelas da corrupção desportiva, aquele que acha melhor fugir como os cobardes fogem das verdades que não lhes interessam e que se esforçam por desconhecer como efeito endémico-doutrinário da cúria corrupta, são uns visionários nostálgicos dos tempos de um tal Paulinho Santos das cotoveladas parte queixadas e narizes, laborioso jornaleiro – sem ofensa aos dignos e puros profissionais – muito compenetrado de tais servicinhos servilizados e agraciados pelos homens do apito, estes ainda possuídos de igual servilismo!
Tavares, nem tanto, nem propriamente isso como sustentáculo essencial das suas toleimas! Acostumado a enxergar lobregamente imperatrizes, brasileiras e não só, a legislarem meio século após o seu finamento, é conhecido como um grande perito no trocadilho da realidade histórica, trocadilho que, para ele, não tem segredos nenhuns, tão baralhado anda da mona em termos dessas mesmas realidades!

Dizem alguns sábios da ciência em questão que o fim pretendido e alcançado por tais baralhamentos de Tavares é o do plágio do que a outros pertence.
Quanto a esses intentos, pouco nos importa a nós, Benfiquistas! Esses sábios e Tavares, os primeiros lá sabem o que dizem e este deve saber o que faz!
Mas é certamente por isso que Tavares insiste no plagiário do seu Paulinho em Javi Garcia, conquanto para o comum dos mortais, de boa-fé, num trocadilho de siso tão lastimoso e enfermiço que mete dó!

Eu até compreendo que as visionárias e nostálgicas sensações de Tavares e do senhor presidente dos comerciantes se direccionem para jogadores do Benfica e deixem em paz quem, no momento actual, faz publicidade e uma representação digna de um “óscar” do tal Paulinho da cotovelada! Não se belisca um figurante do clube que rasteja do seu o resto das migalhas que lhe possam abonar! E estamos em tempo de crise!


Um “papa” corrupto e condenado, presidente “ad aeternum” de um clube que ele manchou de igual corrupção e condenação – que para esta nem ordem deu de barrela – vem lamentar-se de não haverem distinguido o seu clube do bairro de Contumil.
Sem razão!
Não é surpresa que ele não saiba ler! Parece que um dia até quis tentar declamar mas, perante o revoltear molesto do declamado no seu túmulo de paz – e dos vivos cujos ouvidos se revolutearam contra tão execrável audição – dizem ter-se ele engasgado e não mais tentado proeza semelhante!
E muitos daqueles ouvidos, fazem questão de nos lembrar, estavam até já bem doutrinados pelo paleio bacoco e provinciano do aprendiz de declamante!

Nem ler, nem declamar! O “papa” está apenas preparado para corromper, ou tentar, a verdade desportiva e, já agora, mentir ao Papa, o verdadeiro, aumentando o número de filhas e diminuindo drasticamente o número de amásias!
Se soubesse ler, teria reparado que o prémio era de … Alto Prestígio!

Já agora, era melhor que ele considerasse prestigioso o facto de corromper, ou tentar, a verdade desportiva e fazer corromper e condenar o clube para o qual pretendia um prémio destes! Nem os seus prestimosos sequazes da barrela putrefacta pretenderam tanto, lhes bastando clamar contra a divulgação e pouco os incomodando a substância do divulgado!
Era o que mais faltava, mas neste Portugal de hoje já poucas coisas das esferas mais altas podem surpreender!

É verdade que as escutas no youtube lhe aumentaram fortemente o “prestígio” de corruptor-mor!
Mas, que diabo, o Alto Prestígio deste prémio não tem nada relacionado com o “alto prestígio” de corromper, ou tentar, a verdade desportiva, e ter sido condenado por isso!
“Alto prestígio”
o deste
“papa” que a publicidade no youtube lhe angariou em mais alto grau!

Mas, não! Este “papa” está enganado! Nem sequer tratando-se de um “papa” cuja virtude, para além da mentira e da tentativa de corrupção da verdade desportiva – o que se conhece – é, dizem também os mais chegados, a sua eructação oral e anal, dificilmente suportáveis pelo seu cheiro nauseabundo!

Mas a verdade é que o prémio Alto Prestígio se destinava ainda a premiar clubes que são grandes, na lusofonia e em todo o Mundo, conquanto um cada vez Maior e outro cada vez mais pequeno!
Clubes de bairro estão fora do conceito, naturalmente!
Mas que o “papa” não fique triste porque, se o clube dele nunca poderia ou poderá, com a sua doutrina “papista” da corrupção desportiva, aspirar com verdade a tamanho prémio, pode sentir um pouco como seu aquela parte do prémio entregue ao clube que vive alapado e a seu mando … e à generosidade da sua migalhice!


Domingos Paciência prometera espectáculo em Angola!
Segundo, porém, rezam as crónicas, os angolanos é que eram os anfitriões. Vai daí, e muito bem, consideraram que eles é que deviam presentear com um espectáculo digno dos hóspedes que lhes couberam em sorte!
E esmeraram-se!

Domingos Paciência é que talvez não tenha apreciado! Devia estar num daqueles momentos em que ele olha para o chão e assim se livra de ver o que não deseja ver!
Espera-se, no entanto, que possa ter tomado banho em água quente, depois do gelo daquela abada espectacular!

E assim deve ter acontecido! Não apenas porque, afinal, eram hóspedes, como igualmente em Angola, nos tempos que passam, o Verão está mesmo a chegar!
Por isso, Domingos, tem Paciência porque, com banho quentinho … nem tudo foi gelado!

Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

Ofensas de “merda”, apagões e banhos frios seleccionados

Há muito que, nas modernas e civilizadas sociedades, a cor da pele do ser humano não foi, em regra, motivo de discriminação. O homem nasceu branco, preto – ou negro, como se preferir – amarelo, vermelho. Os crentes dirão que foi por vontade de Deus, ou do seu deus. Os não crentes apegam-se à mãe Natureza.

Dizer-se, “eu sou branco”, “eu sou preto” – as cores amarela e vermelha caíram em desuso, estando praticamente assimiladas ao branco, no primeiro caso, e em vias de extinção da extirpe, no segundo – tem sido comumente assumido nos tempos modernos como um mero e neutro qualificativo relacionado com a cor da pele e sem o mínimo sentido pejorativo.
Uma expressão ou uma denominação racista ou de racismo não estão, por conseguinte, relacionadas com a expressão oral do verbo preto ou branco mas com o sentido pejorativo que acompanham a sua verbalização.
Se com essa verbalização se pretende colocar em evidência a superioridade de uma raça relativamente à outra, se a intenção é manifestar e exercer mesmo um domínio sobre esta em função dessa cor de pele, discriminá-la em termos de igualdade de condições de oportunidade, dar mostras de hostilidade perante, não o indivíduo mas a estirpe, há racismo e quem o pratica é racista.

Se alguém, por mera hipótese académica, chama a outro de “preto de merda” pode estar apenas a tentar ofendê-lo na sua pessoa e não a sua raça. É tal como lhe estar a chamar, sempre hipótese académica, “filho da puta”.
Por isso, tal como nesta última expressão quem se pode sentir ofendido é a “puta” que não merecia ser desta maneira adjectivada relativamente ao sujeito, igualmente naquela primeira expressão a única ofendida é a “merda” e não a pessoa que, por acaso e no caso, era de cor e raça preta.

Alan, aquele angélico espécime de homem-jogador, cabe nesta segunda qualificação. Ele lembrou-se tarde da expressão – hipótese meramente académica, recorde-se – lá isso é verdade! Mas tarde se lembrou porque, não tendo sido ele nem a sua raça os ofendidos, mas a “merda”, o seu sentido muito acanhado de solidariedade despertou deveras serodiamente, o que não trouxe qualquer admiração para ninguém! Admiração, sim, foi ele ter-se lembrado de manifestar solidariedade com alguma coisa, como no caso presente!

Já li algures ter havido outro motivo para que Alan se tenha lembrado tarde de defender a honra da p
alavra “merda”. Escreveu-se que ele, esse “solidário” e grande figurante Alan – não chega sequer a ser actor, ainda que rasca fosse, como seria com certeza – esteve vários minutos após o jogo a falar com Rui Costa e Mário Monteiro, preparador físico da equipa do Benfica, tendo, inclusive, sorrido várias vezes das larachas do parlatório.
Sendo isso verdade –
por comprovação de outros testemunhos – concluiu-se que o tal figurante Alan se esteve a informar acerca dos progressos linguísticos de Javi Garcia. Em termos mais objectivos, Alan ter-se-ia informado se Javi Garcia já sabia falar bem o português! Eu explico!

A língua castelhana, de Javi Garcia, não contém nem usa a palavra “preto” mas, sim, a palavra “negro”!

Para todo o português, a palavra é quase um sinónimo, isso é certo, e há muito Homem de raça preta que, tão Homem como o “branco”, nem sequer faz distinção e se intitula – honradamente, acrescente-se por ser justamente devido – eu sou
“negro”.
O traste do figurante Alan deve ter ficado na dúvida … e atirou à sorte! Errou o alvo!
De facto, se Javi Garcia – comenta-se sempre por hipótese académica, sem se prescindir minimamente – queria chamar “preto de merda” a Alan para o injuriar, então ter-se-ia serviço, ainda com mais propriedade e não apenas por ser o termo usado na sua língua materna, da palavra “negro” com a qual está familiarizado! É que “negro”, ao contrário de “preto”, também pode significar “execrável”, “odioso”, “desprezível”, “indigno”!
E, na verdade, “negro de merda” é a expressão, não em termos racistas mas em termos mais de harmonia com a espécie de homem que todos conhecem Alan preencher, o termo mais apropriado a adjectivar a sua pessoa como jogador.
Daí que, confrontados estes pontos de vista, me continue a inclinar para a conclusão de que o traste de figurante Alan tenha sentido um bastardo sentimento do dever de solidariedade para com a palavra “merda”, a única que, na realidade hipotética, teria sido a ofendida
! Basta atentar e qualificar as qualidades que ele se esforça para pôr em evidência. É só um exemplo, nem sequer aquele de se fingir completamente ko para expulsar Javi Garcia. Mas é substantivo.




Tal como o número treze é o “número das bruxas”, o “três é a conta que Deus fez”, assim rezam as crendices e os ditos populares, ao menos para encher conversa.

A propósito dos 3 (três) apagões no estádio dos substitutos dos truques das antigas “antas” e
dos novos “dragões” – nunca desvendados ou punidos na sua autoria – também agora se não sabe por que se teriam apagado as luzes, três vezes, num estádio novo e moderno durante o decorrer de um desafio de futebol e como é que os tais apagões souberam seleccionar o balneário que deveriam deixar sem água quente para banhos.
No entretanto, sabe-se para já que os homens do Braga se ofereceram – certamente com a ajuda do know how dos super dragões e da sua doutrina “papista” – para substituírem e desviarem as atenções dos “truques e das coisas do outro mundo” que se passavam ali perto, nos estádios do FC Porto, clube de quem se tornaram fieis serventes.
E desconfia-se que estes mesmos braguistas tentassem uma inscrição recordista de apagões no Guiness Book!


Uma coisa é certa! Eles, esses braguistas de encomenda, já aprenderam os métodos censórios próprios do “papa” e da sua gente. E não só aprenderam como já se esmeram na sua demonstração.
A gente corrupta do “papa” condenado como chefe da corrupção vai dizendo que o Benfica era o clube do antigo regime, conquanto fossem os presidentes e outras personagens importantes do FC Porto os que ocupavam lugares cimeiros na hierarquia da ditadura de Salazar.

Mas nem estes testemunhos eram precisos! Basta ver-se que eles, mesmo em tempos ditos de democracia, praticam os métodos da ditadura, assim se sabendo, se preciso fosse, de que substância estão incar
nados, que eles não se esquecem de nos lembrar!
Uma aprendizagem rápida, a destes braguistas de ocasião. Não admira. Têm no seu seio, sempre que é preciso, o “braço” sabichoso dos seus “compadres” super dragões!




Já ouvimos culpar extraterrestres pelos apagões, mas estou totalmente crente de que os autores foram só terrestres e não “extra”, numa noite quase linda, sem temporais nem nada.
A mim, todavia, ninguém consegue convencer de que o culpado, o culpado moral não o material, foi somente … Pedro Proença!

Não, não estou a arranjar desculpas para que o recorde dos apagões fosse mais difícil de superar no futuro, caso Pedro Proença não tivesse inventado o penalty contra o Benfica que colocou o Braga a ganhar!
É certo que Pedro Proença, quando arbitra um jogo do Benfica, e ainda por cima de grande importância, tem sempre inventado um penalty do género! Não há, pois, novidade na “proeza” de Proença!


O que pode ter influenciado o número de apagões é apenas o momento do jogo em que ele, Pedro Proença, resolveu demonstrar a sua invenção! Por exemplo, era praticamente certo e sabido que, se ele só tivesse inventado o penalty contra o Benfica lá quase para o fim do jogo, os apagões iriam continuar sempre que se tornassem oportunos!


Pedro Proença continua, pois, a ser o único responsável moral, não pelo número mas pelos próprios apagões, e não me convencem facilmente do contrário!
É responsável pelos apagões porque não marcou contra o Braga, aos 12 minutos de jogo apenas, o único penalty que foi penalty! Se o tem marcado, como devia, e o Benfica ficasse a ganhar, e se a ele tivesse juntado, também como era seu estrito dever, a expulsão de quem agrediu Gaitan, não teria havido, podem ter a certeza, apagão nenhum no estádio axa!
Iriam certamente surgir novos “truques e coisas do outro mundo”, é verdade!
Mas apagões, não!

Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

A “cadeira dos pesadelos” de Villas Boas

Escreve o jornal “a bola”, numa eventual sesta do seu censor Serpa, que o … «Arsenal arrasa Villas Boas»!
O “Público”, talvez com uma avença mais avantajada da “cúria”, optou por um trocadilho à “cadeira dos sonhos” declamada pelo “papa” condenado e preferiu escrever … «Pesadelo de Villas-Boas»!-
Tudo isto, imagine-se, porque a equipa do treinador “special two” – designação de alguns avençados tanto mais extasiados quanto serviçais – acabara de ser derrotada em casa por um concludente 5-3 pela equipa do Arsenal!
Um Arsenal, imagine-se, que tinha apenas 13 pontos em 9 jogos e havia apanhado ainda bem recentemente uma goleada em casa (8-2) do MU.

Que ninguém se surpreenda mas o que os factos indiciam é o materializar de mais um oráculo do “papa” condenado e mentiroso.
A “cadeira dos sonhos” de Villas Boas é apenas aquela que se acoberta sob o manto arbitral e muito mais entre as coxas abertas das equipas pagas pelo “papa”, por exemplo, em jogadores não emprestadados mas emprestapagos que ele lhes oferece.

Encontrando-se Villas Boas na “cadeira dos sonhos” das ajudas arbitrais, entre o abrir de coxas dos adversários – que ironia de expressão esta de “adversários”, no seu confronto com a realidade – o marcar golos por estes na própria baliza, quando os do clube da “cadeira dos sonhos” não são capazes de os marcar, ou os penalties de encomenda, igualmente em situações de dificuldade para o mesmo, a tarefa é, realmente, apenas de sonho!

Quando falamos em penalties de encomenda e outras iguarias presenteadas, claro está, estamos só a referirmo-nos aos penalties ofertados pelos jogadores ditos adversários!
Não aos penalties inexistentes ou aos que ficam por marcar contra o clube da “cadeira dos sonhos”, ou ainda aos golos inválidos dos jogadores deste clube, tornados válidos pelo apito e pela sinalética do bandalho … perdão, do avençado da bandeira.
Nem estamos a recordar igualmente os golos válidos dos seus adversários, Benfica em primeiro lugar, tornados inválidos pelo apintalhar … da costa … e pelos citados bandalhos do mesmo amo, que todos estes servicinhos extra são tarefa reservada aos fruteiros e consumados peritos dos aconselhamentos matrimoniais, com envelope, mariscada ou viagem de férias à mistura.

Mas aqueles abrir de coxas, auto-golos e penalties escusados são o pagamento e reconhecimento de tantos e tão diversos favorecimentos que pagam as futuras transferências, que doutras coisas se não sabe e ainda ninguém falou, por exemplo, de que eles, os tais ditos jogadores, também tiveram direito a “fruta” e … talvez só a uns envelopitos!
Tudo isto para ficar no banco ou na bancada, ou para englobar em pacotes de quem não tem dinheiro para pagar uma rifa mas rifa dois, conquanto despache um de imediato, sem sequer o deixar cheirar o banco, para um clube secundário.
Muitos destes ditos jogadores, ao jogaram contra o clube da “cadeira dos sonhos” de Villas Boas, nem sabem por que clube estão a jogar. E também ninguém lhes lembra porque quem o poderia fazer, os seus treinadores, estão tão cansados de barafustar porque os árbitros os não ajudaram nos jogos contra o Benfica que estão completamente sem pio perante as maiores barbaridades, dos árbitros e dos seus jogadores. Os mais maldosos chegam até a dizer que eles estão ... conformados e de consciência tranquila!
Tenho por mim, todavia, que esta ausência de pio tem mais a ver com outras coisas do que com cansaço das cordas vocais. É melhor mostrar cansaço em tais momentos do que ir para o descanso do banco … dos desempregados!


Villas Boas foi, efectivamente, um burrico. Trocou a “cadeira dos sonhos”, a cadeira que até lhe permite dormir umas sonecas, pela “cadeira dos pesadelos”.
E neste pormenor, convenhamos, o título do avençado “Público” é mais conforme à realidade!

Razão tinha Souness! Ser campeão pelo FC Porto, como as coisas estavam e ainda estão, não é grande feito mas feitio encastrado no futebol e na justiça civil portuguesa que nem o youtube consegue desencastoar com as suas escutas polifónicas! Para ser campeão pelo FC Porto, basta estar sentado na “cadeira dos sonhos”, nem é preciso o esforço de se levantar para ver o que se passa à roda porque à roda passa-se o há muito, muito bem está programado!
Souness nem sequer destoou de Sir Alex Ferguson. Basta ir, realmente, ao supermercado comprar campeonatos! Mas isso nem era sequer trabalho para Villas Boas, que a este lhe bastava estar sentado na “cadeira de sonhos”! Outros se encarregavam e sempre encarregarão da tarefa, os magarefes de todo o feitio, imanações do “papa” condenado e preparados para toda a feitoria, que o carpinteiro – já lhe chamam, por isso, o Madaleno – lá no seu “papado” soube preparar, não num beija-anel mas num beija pés … de mansinho para não levar uma patada, ou um coice bem aplicado!

O “papa” da oferenda da “cadeira dos sonhos” de Villas Boas também tem demonstrado vários humores. Foi corneado e espolinhou em patadas e coices que só não atingiram o alvo porque ele já tinha atravessado o Canal da Mancha!
Porém, mostrou-se agora tal e qual uma esposa dócil, submissa, tipo meretriz, esquecendo a corneada e mais parecendo disposto a perdoar a facada da sua “donzela” da “cadeira dos sonhos”, estando talvez à espera de, numa hipotética reconciliação, dar o coice naquele que começa a chateá-lo, um Pereira que não tem direito a “cadeira de sonhos” nenhuma e que já vai provando o fel da “cadeira dos pesadelos”, conquanto vá disfarçando porque os homens do apito, as coxas abertas, os auto-golos e a oferenda dos penalties, de um lado e de outro, ainda vão espremendo algum sumo.
E não se pense que há por aqui dicotomias. Por vezes, raras, só a “cadeira dos sonhos” não basta! Às vezes, nem a oratória de solenes promessas a pessoas que já descansam (deviam descansar) no outro mundo!
Resultado! Em tais andanças, a “cadeira dos sonhos” torna-se “cadeira de pesadelos”! E a comprová-lo, houve um ano, não muito longínquo, em que ela o foi para 4 (quatro, não se enganem) treinadores numa época só!

Todavia, pelo que disse o autor da corneação do “papa” condenado, após mais um seu pesadelo, a reconciliação ainda não parece fácil mas o futebol é prodigo em trocar “cadeiras de sonho” por “cadeiras de pesadelos”.


Villas Boas, em mais uma assentada na “cadeira de pesadelos” que lhe parece reservada em terras de Sua Majestade, não esperneou desta vez contra os árbitros todos!
Era-lhe inerente, por germinação congénita e por doutrinação apropriada, esse espernear. Será que já conseguiu meter na niquice de sua acanhada massa cinzenta que, onde agora se encontra, tal escoicear só tem efeito no escoucinhador, isto é, actua como um feed-back em cheio no canastro daquele que alça a pata?!
Hoje, disse o entendido, o pesadelo foi devido «aos erros que cometemos», mas o que mais deve ter desgostado o “papa” traído foi esse mesmo inquilino da “cadeira dos sonhos” afirmar que a sua equipa «não vai mudar a sua filosofia de jogo …o estilo de jogo» porque, no fim de contas, ou do pesadelo, ele acrescenta que «estamos orgulhosos pela maneira como jogamos»!
Villas Boas tem razão! Foi ao MU e perdeu, librando-se do pesadelo da abada possivelmente por obra e graça da oratória carcomida do seu “papa” condenado. O City foi lá a seguir, ao mesmo MU, não perder mas dar uma abada de 5-1.
E não se esqueça – deixe-se apenas Villas Boas esquecer para continuar a ter pesadelos – que o mesmo Arsenal, que agora, no dizer dos avençados, se tornou no pesadelo ou arrasou Villas Boas, foi goleado em sua própria casa pelo tal MU por uma pesada – um pesadelo mais … pesadelo – goleada de 8-2!


Mas até dá para desconfiar desta descodificação das palavras de Villas Boas que orienta o azimute culpado do pesadelo para outro ponto cardeal. Talvez isso seja só uma promessa sibilina de penitência ao seu traído “papa” condenado, embrulhada numa esperança que pode ser não tão longínqua quanto a palração de Villas Boas significa!
Vejamos!

A continuar assim, a ter todo o orgulho nas derrotas que lhe enfiam no canastro sem contemplação, ao não querer mudar de “ciência” e de (natural) resultado, até pode ser que a sua actual “cadeira de pesadelos” se torne em breve tão tormentosa e insustentável – para o clube que lhe paga, naturalmente – que alguém lhe alive o suplício e o retire do pesadume a tempo de ir ainda ocupar a “cadeira dos sonhos”!
Fica o “papa” traído todo contente com o perdão que ousa incensar!
Fica o traidor todo aliviado pelo espargir da água benta “papal”!
E, depois, até pode continuar a julgar-se alguém, que a sua áurea actual está quase a entrar na penumbra, o seu lugar de adequação ao seu sapiencial treinamento!

PS: Quanto custou o tal apregoado “roubo” do “papa” ao contratar Danilo?! Os 13 milhões que apregoaram os avençados?! Ou os 16,1 milhões que logo afirmaram os entendidos de espinha direita e não curvada?!
E outros “roubos” do género?!...
17,51 milhões em intermediários!!!
Vejam no relatório qual o tamanho da engorda do “papa” e dos seus sequazes comerciários!

E quem mais viu o passivo aumentado?!
42 milhões de euros!
Nem o pacote Falcão Micael(a) os cobre!
Nem os milhões da UEFA e da venda de jogadores!

Vejam no relatório! E vejam as diferenças de aumento! Uns passivos que não têm débitos de estádios ou pavilhões e academias ou centros de estágio, em confronto com outro que tem o maior estádio, dois pavilhões e outras grandes infraestruturas, mais o seu próprio centro de estágio!
Aliás, basta comparar os números dos activos … e logo se percebem as diferenças contabilísticas … de activos e passivos!

Um bom mote para Tavares se entreter, o tal que quer lhe chamem Miguel! Só que ele é bem capaz de se enganar nos números, tal como se engana constantemente nos factos e nos seus acontecimentos históricos, trocando de datas a torto e a direito, um troca-tintas da data histórica e da própria História! Só numa coisa, dizem, ele se não engana!
É no plagiato dos copianços dos trechos romanescos de outros autores!

Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

Pinto “Azevedo” da Costa

Houve em tempos um João que chegou a ser legitimamente Presidente do Benfica porque democraticamente eleito pela maioria dos Benfiquistas votantes.
O seu reinado presidencial foi sendo objecto preferido de motejo, ancorado como os tempos foram ensinando nas falcatruas e nos calotes que, em nome do Benfica e até ao Benfica, entre outros, foi exercitando como sua prática preferida.

Ainda hoje o perseguem para cumprir, da maneira mais possível, os calotes e as acções subjacentes, conquanto o refúgio inglês – terra de “sir.s” e de “doutores” sem mácula, da restante humanidade se ajuizando de fair plays e companhia – vá fazendo o que pode para que tão “nobres virtudes” se (não) cumpram, retardando quanto possível a sua remessa para o cumprimento da justiça já materializada e outra a materializar se querendo.
Os tais fair plays, que tiveram a sua máxima expressão nos holigans cuja escola souberam sabiamente ensinar e transmitir extramuros, eles, que se julgando sempre lá no alto dos bons comportamentos cívicos, não podiam entreter-se por menos.

Este ex-Presidente do Benfica ficou mais conhecido por Vale e Azevedo, embora muitos, Benfiquistas e outros, o fossem baptizando ao longo destes tempos com outros epítetos que não vêm a condizer nesta prosa.


Os seus mais dilectos e saciados chocarreiros foram, sem dúvida alguma, os que tanto se esforçaram, nesses tempos já e muito mais afadigosos em tempos mais recentes, por tentar encobrir a roupa suja do seu “papa” condenado por corrupção desportiva tentada. Uma roupa tão imunda, diga-se, e tão divulgada pelo youtube, que Vale e Azevedo, com toda a sua sujeira, de calotes e trampolinices, até acaba por seu um anjinho de asinhas, não digamos esbranquiçadas, mas ao menos não tão carvoentas.
A negrura deste “papa”, azafamadamente tentado encobrir nas “virtudes” das manigâncias desportivas pelas saponárias enlameadas e putrefactas de seus doutrinados escrivães, autênticos escatófagos e cujas barrelas só tinham (têm) o condão de as tornar, a essas ditas “virtudes”, numa nojeira ainda maior, essa negrura, dizia-se, tomou agora a dimensão mais apropriada à personagem e ao “papado” de onde provém.

Tratavam-no em geral por Pinto da Costa, presidente condenado de um certo clube de futebol que, por obras e graças deste seu presidente, ele ajudou também a condenar e com idêntica condenação à sua, a esta aquele se acomodando o que, diga-se, é acção muito dele apropriada, quando não toca na sua “áurea papal”.
O homem era – e talvez seja, desconheço – filho de boas gentes mas parece não ter saído aos seus porque … calou e … consentiu!


A marca do calotismo era patente que se suponha registada em favor de Azevedo, muito mais pela pregação dos serventuários do anjinho “papal”, e já então presidente, do que por quaisquer outros actores ou personagens.
Afinal, acabou por verificar-se que tal registo, ou não concedeu o direito exclusivo à patenteação, ou foi mais um acto muito parecido com os “roubos” de jogadores supostamente queridos pelo Benfica, um acto, por conseguinte, da marca do “papado” de Contumil.

Digno de todas as “graças”, até por seu pedestal de “pontífice” das artimanhas desportivas e gestoras, elevadas elas ao mais alto título santimonial por seus devotos servos, eis que, de repente, as mesmas ditas “graças” parecem querer ser espezinhadas e satanizadas!
Mas, o que é, “per se”, algo de estranho, não pelos “vingativos” azevedistas ou mesmo Benfiquistas, ao menos em ar de genuína e merecedora chalaça, é o facto de esse sacrílego escorraçamento de tão subidas “graças” estar a ser confessado e professado pelos mais chegados e integrantes “cúrios papais”!
Eles, os “patriarcas”, não os curas ou abades, se confessam no calotismo professado.


O “papa” que era conhecido da pregação dos seus doutrinados engrossou a voz, afinou a piada, fez o seu responso aos mortos, a sua oratória devota à Divina Providência que tão providentemente o libertou das grades e das fardas às riscas – apesar do youtube e tudo – e sentenciou em certo momento:

«O Atlético de Madrid não tem dinheiro para contratar Falcão»! …

Não me espantou o que posteriormente aconteceu em Agosto! Sempre ouvi dizer que um Papa, um Papa verdadeiro, não condenado nem mentiroso, sempre a si se considerou, num acto de profunda fé e humildade apostólica e exemplar, um pecador tal e qual como os “cordeiros” que apascenta em nome de Deus!

Assim sendo, por que não havia o “papa” que até ao próprio Papa, o verdadeiro, mente, de se ter enganado e dar o seu dito pelo não dito?!


Muitos vêm dizer, ou falar e escrever, que o “papa” andava necessitado de dinheiro porque a sua febre dos “roubos” dos jogadores presumidamente queridos pelo Benfica, se encontrava já em tão alto grau compulsório que ameaçava rebentar com a escala termométrica.
Não se olvide, por outro lado, que o Benfica tem o dom de ir aprendendo e, por isso, lança a bisca e a isca – ou manda lançar, ou deixa que a sua enorme projecção o faça, ou é acto autónomo de avençado em busca de graça “papal” – fazendo constar que está interessado em certo jogador. O preço inflaciona, o “papa”, compulsado por sua esquizoidia sublimada na vitória do “roubo”, capta o engodo, engole-o de uma penada … e gasta aqueles euros todos, aqueles que ele conseguiu caçar no caçador que não tinha dinheiro para comprar espingarda e mais outros cujos caminhos se desconfia mas se não podem afirmar.


O “papa” gastou tudo e mais que fosse, nada lhe sobrou e antes lhe escasseou!
E não são estas afirmações de alguém despeitado, são de “patriarcas” da sua “cúria”! Eles se confessam caloteiros e professam o caloteirismo, reconhecem que não pagam nem pagaram quando deviam!
E depois?!

À moda azevediana, arranjam uma desculpa qualquer! O mau da fita é o comprador que não tinha dinheiro para comprar!
No entretanto, se o comprador não tinha dinheiro para comprar, diziam, por que lhe foram vender?!
Afinal de contas, se isso fosse verdade – e nunca a “cúria papal” se queixou de que o Atlético já devia ter pago, o que faz subentender que está a pagar nos prazos combinados e, antes disso, nada deve, ou melhor, a nada é obrigado – que culpa teriam os seus credores?!

A “cúria papal” faz crer que, «se não nos pagam, também não pagamos»!
«Se alguém é caloteiro, também temos(?!) o direito de ser caloteiros»!

Fica bem nesta gestão “papal” tão elogiada pelos seus avençados e serventuários de todo o tipo, espinha dobrada em lambe-botas que, em tempos de crise aguda, bem que substitui a graxa tradicional, não a graxa expressa nas suas lambedelas!
Esta regra azevediana já bem a conhecem os Benfiquistas, é a de um clube à beira da insolvência financeira, embora os festejos sejam de saúde … que não paga o que deve!

Se ainda por cá parasse o fugitivo do Durão Barroso, ele diria que a coisa não tinha, nem graça nem especificidade nenhumas.
O Benfica sempre vai tendo milhões da treta, seja com a venda de Roberto, seja com outra venda qualquer!
Mas o FC Porto do “papa” mentiroso tem apenas milhões … da tanga porque, à Vale e Azevedo, aquele clube começa a parecer realmente …estar de tanga!

Não se surpreendam, por isso, Benfiquistas, de que o presidente do FC Porto, o tal “papa” mentiroso e condenado por corrupção desportiva tentada, não tarde a achar por bem – ou alguém por si ou a seu mando – mudar o seu bem conhecido nome para o mais pomposo e adequado Pinto “Azevedo” da Costa!
Só vai dar mais trabalho ao youtube!
Mas, se o youtube está lá, precisamente, é para informar!


Noutro ponto muito actual, a “cúria papal” congratula-se com o lucro de 500 mil euros, o tal que faz deitar os foguetes … e os Belgas que apanhem as canas!
E mais se disse, baixinho, que tal se deveu aos 15 milhões de Vilas Boas!
E, bem mais altinho, se foi acrescentando que as contas ainda não contemplavam a venda do pacote Falcão e Micael!

Contas do “a haver”!
E as do “deve”, nelas alguém ouviu da “cúria papal” um piar, mesmo que … pianinho?!
Sim, alguém ouviu um sussurro sequer para a contabilização dos ditos e proclamados “roubos” vitoriosos de jogadores pós venda do pacote Falcão-Micael, que não estarão contabilisticamente a nível mais baixo do que a venda deste pacote, um pacote da treta … perdão, da tanga?!

Os publicitários da “virtuosidade papal” entendem que as vendas contabilizam no a “a haver”!
Mas as compras, de igual ou maior dimensão contabilística, eles se confessam e professam, contabilizam no … calote … porque no “deve” … nem um pio!
Apesar dos lucros!...