segunda-feira, 18 de março de 2019

O ESGOTO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL PORTUGUESA

A comunicação social que temos - as raríssimas excepções só confirmam a regra - é uma autêntica cloaca por onde escorre o esgoto dos seus programas sobre futebol e que é feito da matéria da esmagadora maioria dos pseudo comentadores - idiotas úteis - que avençam por meia dúzia de cobres, mais do que o justo valor, aliás, daquilo que valem!
São tão ignorantes que passam horas a discutir a validade de um golo, que o não foi porque, se eles o soubessem, saberiam que a primeira condição para ser golo seria a bola entrar na baliza.
Passaram o tempo como idiotas que nem sequer úteis são à cloaca que os avença. 
O vídeo diz tudo, em especial, a sua estupidez natural.

A VERGONA DO FUTEBOL NACIONAL E O IDIOTA ÚTIL



News Benfica

Na jornada anterior, na Luz, o árbitro viu a bola tocar por 3 vezes nas mãos de jogadores do Belenenses na sua grande área. Em nenhum dos casos considerou penálti. Passados 5 dias, o mesmo árbitro demorou 4 minutos para assinalar um penálti a favor do FC Porto num lance em que a bola bateu… no peito de um jogador do Marítimo! Decisão, obviamente, retificada. Já na segunda parte, numa jogada em tudo idêntica a outras que aconteceram no Benfica-Belenenses (e que não foram sancionadas), o pontapé de grande penalidade acabou mesmo por ser assinalado. Este é apenas mais um exemplo de um conjunto de inúmeras situações de gritante dualidade de critérios neste campeonato e sempre a favorecer o mesmo clube.

A manipulação vergonhosa

Paulo Baldaia é o lixo do jornalismo

Felizmente ninguém lê aquela folha do regime azul e branco. Felizmente há muita gente que não mexe em lixo para saber as descargas que pessoas como o Paulo Baldaia dá. Toda a gente o conhece pelo seu trabalho e portanto escuso de continuar a qualificar o que faz e vou passar a mostrar o ultimo exemplo.

Numa crónica para alimentar o ego dos mais descrentes – há muitos, basta ir aos fóruns – Baldaia recorre à estatística para poder demonstrar o tão grandes que são. Aquela necessidade de dizer que são grandes mas depois vemos o espírito bairrista nos campos e nas bancadas.

Mas este indivíduo diz que só FC Porto e Barcelona conseguiram estar nos quartos de final da Liga dos Campeões e da Youth League.

Veja o quadro.
Por mim não passa de um individuo que estraga o planeta com o lixo que produz. Preocupa-me é termos televisões que aceitem este tipo de lixo nos seus painéis. Aceitam mostrar que têm uma lixeira a céu aberto nos seus canais e que ainda lhes pagam para debitar lixo.

É uma pena mas é o que temos.

(texto e quadro – simplificado ao essencial – de Hugo Gil, in https://hugogil.pt/paulo-baldaia-e-o-lixo-do-jornalismo-veja-a-manipulacao-vergonhosa/)

quarta-feira, 13 de março de 2019

A DESVERGONHA DEMENTE DE UM ORGANISTO FUTEBOLÍSTICO JUSTICEIRO



News Benfica


Edição nº63 | 13 MAR 2019


Decisões chocantes

Os órgãos da justiça desportiva em Portugal estão a demonstrar uma parcialidade como não há memória. Duas recentes decisões são elucidativas do total descontrolo que existe, com a utilização de argumentos sobre os quais é impossível permanecer em silêncio, por muita moderação que se tenha.

Primeiro exemplo.

Após mais de dois anos a procurar justificar, de forma criativa, os vários arquivamentos ou repreensões mínimas a Brahimi (que bate recordes de reincidência), num recente acórdão do CD da FPF consegue-se descrever uma agressão da seguinte forma:

“Brahimi coloca a sua mão direita na zona entre o pescoço e o rosto de Rúben Dias”.

Será que esteve em campo algum extraterrestre dotado de características físicas que desconhecemos?

A que zona do corpo, afinal, se refere mesmo o CD?


Não, não é notícia de 1 de abril! É mesmo verdade. Isto está escrito! Aconteceu!

Segundo exemplo.

Ontem, no mesmo acórdão em que pune a Benfica SAD com uma multa de 22.950 euros, o CD da FPF, para arquivar o processo sobre declarações injuriosas de Francisco J. Marques para com o Benfica, determina que o futuro… pode vir a dar-lhe razão.

Assim, e em resumo, o CD é levado a “fazer um juízo de prognose favorável ao arguido”.
Ou seja, para além de estarmos perante um órgão disciplinar desportivo capaz de prever o futuro, é notável como ainda consegue antecipar-se à justiça cível nas suas próprias decisões!

Não, também não é notícia de 1 de abril! É mesmo verdade! Isto está escrito! Aconteceu!

Fica provado, por outro lado, que há um regime especial para quem levanta permanentes suspeitas de forma irresponsável. Aqueles que dizem existir jogadores comprados para provocar lesões de forma intencional são os mesmos que também acusam árbitros de forma direta e insistente. E esses, como aqui se vê, beneficiam da “prognose” decretada pelos relatores do CD da FPF.



Em recente caso da justiça cível, existiu um juiz que mereceu público repúdio por parte da sua comunidade. E, como forma de preservar o bom-nome da Justiça, viria a ser afastado de julgar determinadas matérias.

No que se trata da justiça desportiva, um mínimo de decoro e bom senso é cada vez mais urgente! Está em causa a imagem do futebol português, que precisa de transparência e igualdade de critérios.


Obviamente que, sobre as decisões ontem conhecidas, o Benfica irá recorrer para o TAD e para o Pleno do Conselho de Disciplina da FPF.

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Em primeiro lugar – e não vou falar em mais profundidade na revolta aqui expressa, que o lugar adequado é o recurso prometido que não pode ser beliscado com a tentativa de pôr mais “lama” a descoberto – diria que não só é precisa mais transparência e igualdade de critérios!

Muito antes, mas mesmo muito antes disso, está o bom senso que devia acompanhar qualquer julgador ou candidato a justiceiro. E logo a seguir o conhecimento mínimo da arte de julgar, dos princípios, direitos e deveres de quem se arroga na tentativa de aplicar o Direito e a Justiça!

E nunca, por nunca, qualquer candidato, mesmo que só candidato, sublinha-se, a julgar, deve esquecer mas antes enaltecer o sagrado princípio da PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA!



Que Xico Marques o desconheça, isso não causa a mínima estupefacção, tal a indigência, não apenas de bens para pagar aos seus credores, mas de todos os sentidos de equilíbrio psíquico!

Agora que uns ditos conselheiros, comandados por um dito professor de Direito – uma aberração que a prática não se fez rogada a tornar real – julguem uma das partes, ainda para mais com base em acusações que se mostraram completamente infundadas, tal a douta decisão de uma Meritíssima Juíza de Direito, culpada antes de ser julgada, desrespeitando cobardemente aquele princípio da PRESEUNÇÃO DE INOCÊNCIA, isso é acontecimento que devia envergonhar de forma avassaladora quem os convidou para tal órgão de justiça.

Estamos a referir-nos ao Presidente da FPF!

Nunca, num Estado de Direito digno desse nome uma mera acusação pode equivaler a uma condenação!

Não demitindo aqueles cobardes que se julgam impunes na arte, não de julgar porque os que bolsam tais barbaridades jurídicas não as podem considerar acórdãos, que aquelas são arremedos tendenciosos e previamente direccionados ao fim em vista, como o não os demitiu até agora e já com bases mais do que justificativas para o fazer, esse Presidente cai também no lodo do ridículo e da aberração, responsável por processos que desonram o futebol português

E assim se torna cúmplice com toda esta corja que tudo tem feito para envergonhar e desonrar este pobre futebol de mentecaptos dirigentes e justiceiros, tornando-se este organismo dirigente num organismo terceiro-mundista, se é que, mesmo neste, ele pode aspirar a ter assento.



Não é uma vergonha nacional!
É uma autêntica vergonha internacional!

segunda-feira, 11 de março de 2019

AS CONFISSÕES DE CONCEIÇÃO DO BONECO E O “DESÍGNIO NACIONAL” DE RUI PEDRO


(2 de Março 2019)



«Já no final do encontro entre Benfica e FC Porto, que terminou com o triunfo das águias (2-1) e permitiu aos comandados de Bruno Lage ascender à liderança da Liga em troca direta com os dragões, João Félix tentou cumprimentar Sérgio Conceição, que se recusou a retribuir o gesto do jovem dos encarnados, como se pode registar nas imagens da Sport TV».




(6 de Março 2019)



«O guarda-redes dos italianos, Olsen, estava estendido no chão, completamente desolado. Sérgio Conceição dirigiu-se junto do dinamarquês e consolou-o, ajudou-o a levantar-se e despediu-se com um sentido abraço».



(9 de Março 2019)



«É completamente ridículo o que quiseram fazer de uma pequena situação no final do jogo, de um cumprimento ou não cumprimento de um treinador a um jogador. Há muita gente que não tem nada para fazer. No final do jogo estou preocupado com os meus jogadores, não com o rival … Ali estou a defender os jogadores do FC Porto. Ponto. Ou tenho de ser hipócrita e dar beijinhos e abraços aos rivais? Não sou hipócrita, sou o que sou».





Todas estas notícias supra sublinhadas foram profusamente difundidas pelos pés de microfone a quem dão o nome pomposo de jornalistas – quando quase todos os jornalistas de verdade já se foram, infelizmente para os audientes e visionantes – durante e após os acontecimentos.

São factos, passemos adiante com a ressalva de que o difundido acerca do desencontro entre Conceição e João Félix serve apenas de termo de comparação e de fáctica para a interpretação de outros factos e, digamos mesmo, confissões.

No lugar apropriado, concretizaremos o sentido aqui apenas implícito.



Factos são também as palavras literais de Conceição na conferência de imprensa sobre o jogo com o Feirense para a Liga e transcritas ipsis verbis, proferidas no dia 9 do corrente mês.

E facto é ainda a interpretação literal que qualquer inteligência média pode aferir. Sendo uma interpretação literal, não necessita de dotes específicos para ser entendida em toda a sua essência e as conclusões que dela se retiram são igualmente factos reais porque contidos nessa interpretação. Não são, portanto, suposições, especulações, insinuações. São factos concretos e reais, são as palavras proferidas pelo autor das mesmas.



Foquemo-nos, para já, na frase , «no final do jogo estou preocupado com os meus jogadores, não com o rival … ali estou a defender os jogadores do FC Porto» (sublinhado e itálico próprios, como serão todos os encontrados).

De resto, a interpretação real que se colhe literalmente das suas palavras sublinhadas é o próprio Conceição quem no-la oferece de bandeja!

Repare-se.



São factos reais estas palavras com que a comunicação social – e neste caso, com toda a pompa e enfunadas de vaidades por quem as difundiu – emprenhou os ouvidos dos seus prosélitos.

Para as tornar mais reais ainda, essa comunicação social ilustrou-as com a junção de diversas imagens e replicou várias vezes vídeos do acontecimento.



Então agora, concretize-se.

Conceição afirmou cristalinamente que, no final do jogo, só está preocupado com os seus jogadores, os jogadores do FC Porto, cujos interesses defende, e não com o rival.

Não especificou em que final do jogo, nem qual o rival.

Se o autor o não fez, também não é permitido ao intérprete fazê-lo.

Por conseguinte, a interpretação correcta deve ser a de que estas referências são gerais e abstractas, aplicando-a, consequentemente, ao final de seja qual for o jogo e de seja quem for o rival.



Então, por que foi Conceição consolar, ajudar a levantar-se e a seguir despedir-se com um abraço do guardião que defendeu a baliza do Roma?

Seguindo a lógica de Conceição, esses seus comportamentos só podem ficar a dever-se exclusivamente ao facto de que tal jogador é um jogador do FC Porto, ou ao seu serviço – conquanto vestido com as corres da Roma – e nunca um rival com o qual, seja ele quem for, não se importa, mesmo que este seja, como se diz, um dos maiores amigos de um dos seus filhos e, segundo o mesmo Conceição, até já tenha passado férias em sua casa!   

Sendo esse guardião, consolado e abraçado, um jogador do FC Porto, ou ao serviço do FC Porto, naturalmente conforme às palavras de Conceição, ele foi apenas e só, defender os interesses do FC Porto.





Estas conclusões, sublinha-se mais uma vez, não são nossas!

São exclusivas das palavras e comportamentos adoptados por Conceição, numa confissão não coagida mas perfeitamente livre.

É que Conceição, afirmado por ele com toda a exuberância, rigor e competência, não é um ridículo nem um hipócrita!



E o que tem de especial esta confissão?

Não se tem falado, lá pela sua escola criminosa de Contumil e do compadre falido até do osso que por vezes ia sobrando, de que andam malas cheias de dinheiro de um lado para o outro a comprar jogadores de equipas adversárias, uns para ganhar, outros para perder?

E, muito melhor conhecido de todos os que não têm nada a ver com tal escola do crime organizado – e são a esmagadora maioria dos cidadãos portugueses – é o facto real de que a doutrina actualmente em vigor naquele pontificado papal, chefe da mesma escola criminosa, se anda constantemente a ver ao espelho numa tentativa vesga de colar nos outros os crimes que os doutrinados e serventuários praticaram no passado e praticam no presente, sempre sob a sacra protecção da impunidade!





Ele há males que vêm por bem e mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

E, neste caso, nem os bonecos ajudaram!





Conceição, ao moldar o seu boneco na perfeição, debitou ainda aos pés de microfone na sua conferência de 9 de Março que o seu FC Porto cometera falhas no jogo com o Glorioso Benfica. Pintou ele nesse seu prestimoso boneco que os seus jogadores não usaram da agressividade a que estão habituados e que lhes é imanente usarem.

Por conseguinte, as patadas do Pepe e a sua arrogância de senhor da trancada para o novato que apenas com uma mera e ingénua simulação o fizera estatelar-se com um estudado e entranhado aparato, são actos de profunda cortesia!

E as lambadas de Octávio e de Brahimi nas faces de Gabriel e Ruben Dias, respectivamente, são mimos de menos de um cêntimo para o justiceiro Meirim!



Mas esta récita bacoca de boneco coloca outra interrogação pertinente.

Porque, se não tem notícia de lesão em jogador do clube da fruta sofrida nesse jogo com o Glorioso Benfica, teria o MAIOR pago a ele próprio para que os seus jogadores não lesionassem os do Conceição do boneco?!



Tem a palavra o indigente Xico Marques!





Rui Pedro Braz, comentador da TVI que mantinha uma certa coerência no seu comentário ao ponto de toda a milícia da escola do crime organizado, desde os mais graduados aos soldados rasos, o acusarem de ser “o papagaio amestrado do Benfica”, vem agora apregoar um petitório nacional, já como colunista de “O Sol”, a favor do compadre do clube da fruta e condenado por corrupção desportiva na forma tentada.

Justifica ele, num clamor apologético, «vamos todos salvar o Sporting», que a salvação da alma vendida ao diabo chefe da escola do crime organizado de Contumil «é um desígnio nacional», pasme-se!

Nem com a Pátria una em perigo, com a democracia e o Estado de Direito amarfanhados naquele pequeno bairro de Contumil de crime hediondo à solta pelo sacramento da impunidade, se lhe ouviu tamanho brado tormentoso de afobação!

Meu caro jornalista comentador, não é um desígnio nacional e bem menos um desígnio dos Benfiquistas!

Come queres tu que a Nação Benfiquista, que engloba a maioria dos cidadãos portugueses, considere um desígnio seu salvar um compadre do clube da fruta que, desde Roquette, tem um pacto com esse mesmo clube da fruta para destruir o Glorioso Benfica?

Com queres tu que a Nação Benfiquista, que engloba a maioria dos cidadãos portugueses, considere um desígnio seu salvar um compadre do clube da fruta que se encontra no estado de falência devido a escolhas que fez para destruir o Glorioso Benfica, fruto do desejo, várias vezes expresso, de o atirar para a segunda divisão, com o objectivo do seu aniquilamento?

Desejo esse sempre expresso através do amesquinhar e derrotar este Enorme e Imortal Clube?

Desígnio esse que se mantém bem real ainda no presente, tanto quanto o foi nesse passado desde Roquette?

Lamento, Rui Pedro Braz, o teu pregão não é mais do que uma enorme aberração tua, a raiar o patético, o ridículo e, não querendo eu chegar tão longe, a roçar a hipocrisia!

Tu, que tanto tens sido igualmente amesquinhado por aqueles que queres agora salvar da ruína que eles próprios cavaram com as palas da sua cegueira direcionada ao aniquilamento do Glorioso, que pareces querer dar a outra face, alegremente um Cristo dos tempos actuais numa ilusão abnegada, não estás mas é a talhar a cruz na qual aqueles mesmos trastes te virão a pregar para depois exibirem em estátua no seu museu cheio de teias de aranha?

quarta-feira, 6 de março de 2019

OS RECEPTADORES PORTUGUESES – “MEDIA” E QUEJANDOS – ENTRONIZAM OS ASSALTANTES


Rui Pinto presume-se inocente. Mas não temos de presumir a sua burrice. Antes pelo contrário:

- tem receio de máfias organizadas como a Doyen, segundo diz, mas não teve receio de negociar com ela, de se corresponder, de mandatar um advogado para estabelecer os termos de uma contrapartida financeira que receberia caso a mesma lhe tivesse sido paga;

- não tem nada a ver com os emails do Benfica, mas numa primeira fase preferiu dizer que não falava sobre o tema e viveu sem acionar judicialmente a revista Sábado que lhe atribuiu a autoria dos crimes informáticos consumados contra o Benfica;
- a justiça portuguesa é podre por causa do processo e-toupeira, mas revela muita saúde em manter impunes crimes de coação sobre árbitros, agressões sobre adeptos e incitamentos ao ódio e violência quase quotidianos; por outro lado, o estado de putrefação não lhe permitiria agir nem investigar as ligações entre a divulgação de correspondência e dados do Benfica em meios afetos ao Porto e Sporting, a intrusão do sistema informático da sociedade de advogados que representa o Benfica, o envolvimento de uma claque legalizada com Rui Pinto e a sua família;
- a humildade de Rui Pinto é excêntrica ao ponto de viver numa capital europeia, receber em casa advogados famosos para ver jogos de futebol, viajar pela Europa, ser recebido no Der Spiegel, ser identificado como uma das fontes de referência do Expresso e desafiar publicamente a Judiciária (catch me if you can);

- o “caso é de vida ou morte”, não é menos o que se espera que diga alguém que é indiciado por vários crimes que podem prescrever com o decurso do tempo;

- a cooperação com as autoridades francesas ficaria prejudicada, mas porquê? As ligações entre Portugal e França são excelentes e mais próximas que entre Paris e Budapeste;

- foi tudo por interesse público, como publicamente interessante seria a revelação das referências a Francisco Marques, divulgação ilícita de dados e a práticas desgostosas do F.C. Porto.


Enfim, o Benfica é o lesado desta história e só é envolvido noutro papel para justificar uma estratégia que tem na venda de títulos o principal móbil, associada ao encobrimento de uma associação criminosa.

O acionamento de meios do Expresso para este caso é evidência do comprometimento não apenas com o “footballeaks” mas com uma concertação ainda por definir, na totalidade, com figuras como Rui Pinto.

Em Portugal existem garantias de defesa processual e todas as condições para cumprir pena privativa da liberdade, em casos especiais. A este respeito o Estado pode convocar como testemunhas José Sócrates, Isaltino Morais, entre outros.


Rui Pinto já tem estatuto graças aos crimes que lhe são imputados, às suas vítimas e ao guião bem pago montado pela sua defesa.

Fosse outro arguido em processo de extradição e ninguém queria saber do assunto...   

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Com a minha humilde vénia, está tudo dito de forma assaz brilhante! 

segunda-feira, 4 de março de 2019

A REDE MAFIOSA DA PALERMO PORTUGUESA


Nos preparativos do jogo do Benfica no covil da fruta, a mafia da palermo portuguesa com sede no bairro de Contumil e sob a batuta do papa condenado por corrupção desportiva tentada, chefe supremo da escola do crime organizado implantada naquele reino sacralizado pela impunidade por quantas autoridades existem neste País que aceita e protege, por acção e omissão, um reinado independente da lei e acima dela, foi desenrolando a festança do crime impune, enquanto inchando e salivando na quimera da pança cheia de mais uma criminosa e corrupta vitória desportiva.

Na canhestra e criminosa tentativa – como são todas elas com a bênção suprema das autoridades deste pobre País que alguns ainda afirmam ser um Estado de Direito em que o Direito, e com ele a Justiça, são colocados na fossa das mais execráveis ditaduras – começam por insinuar nos outros o que é do seu quotidiano mafioso, na tentativa de esconder as idas ao bruxo curandeiro milagrório e na invencionice dos pagamentos para ensinar a traulitada lesiva, num desavergonhado abafadiço dos ingredientes e do modus operandi de uma receita de que só a sua escola criminosa é detentora dos segredos.

Vários servos da gleba, repetindo a oratória do papa rei da matilha mafiosa, foram lançando ditotes de sapos inchados, numa demonstração aos seus compadres do Lumiar.

É ganhar para demonstrar de vez quem é o rei – da VARdade na mentira desportiva – e acabar com as esperanças!

Nós já lhe ganhámos na taça da liga em que a VARdade da mentira deu um dos seus mais famosos e mafiosos festivais de bem fazer!

O treino com o Benfica B correu bem! Pode vir o Benfica A!

E o Benfica, não o A ou o B, mas Todo o Glorioso Benfica, foi!

Saudado com o foguetório do crime como é dos costumes daquela gentalha criminosa e impune!

Saudado com aquelas pedradas que são uma marca indelével da palermo portuguesa naquele bairro acantonado!

Mas o Glorioso Benfica foi!

E derrotou a máfia trauliteira e criminosa com seu milagrório e tudo!

Derrotou a VARdade da mentira!

Derrotou, com onze corajosos e intrépidos combatentes – enquanto a VARdade da mentira o permitiu – e depois apenas com dez, ferido um dos Maiores – aquela tralha criminosa de, (agora), dezasseis, uns trauliteiros, outros agressores descarados, ainda outros cobardes, e, finalmente, outros em soneca direcionada ao benefício de toda aquela mafia de palermo, apalermada!



Uma certa vez, não há muito, um certo que dizem presidente de uma certa federação foi fazer um responsório perante uns ditos deputados da Nação, na casa dita da Democracia mas em que a Democracia não raras vezes tem sido espezinhada.

Recitou um breviário mais que sabido de todos e não apenas do diácono que, em tempos, se ocupava da facturação da fruta servida nos bacanais do calor da noite da palermo portuguesa.

Num palreio de sacristão tentando fazer a sua prova de vida, debitou a reza das ameaças aos árbitros, há que tempo conhecidas e não pelo seu, dele, sacristão, silêncio conivente, dizendo-se mais que apresentou provas tamanhas dos feitos criminosos.

Ninguém lhe ouviu o responsório!

Não o ouviram os deputados porque é bem mais cómodo assinar presenças em ausências para receber os proveitos!

Não o ouviram as autoridades civis que a sacrílega ordenança da manutenção da impunidade no salão do crime está sacralizada nos juramentos!

Não o ouviram aqueles órgãos que, imaginávamos, escolhidos pelo sacristão, CD e CA, e que, sendo embora independentes na deontologia da sua profissão, pensávamos politicamente dependentes de quem os escolheu!

Nem sequer o ouviu o próprio diácono do responsório que, entrando mudo, de lá saiu calado até ao presente, muito mais empenhado, agora não na facturação da fruta mas na obtenção do penacho nos órgãos que, corruptamente em tempos não assaz antigos, ordenam no futebol de que os ameaçados fazem parte!

E, por fim, nem o ouviu aquele organismo que dizem ser o representante desses mesmos ameaçados, uma dita APAF, sempre mais muda e calada do que o próprio sacristão, cúmplice ao menos pelo silêncio sepulcral da mafiosa teia ameaçadora dos seus bazofiamente representados, tendo apenas acordado do seu sono profundo quando Luís Filipe Vieira deixou bem claro o que toda a gente sabia! Então, sabichosos e bastardos quanto baste, julgaram poder exigir as provas das ameaças, coisa que não fizeram ao dito sacristão e nem isso lhes era necessário não fosse a sua conivência, uma vez que não apenas Nandinho das facturas – pseudónimo carinhoso por que é tratado em certos círculos – apresentou, ao que disseram, todas essas provas, como elas são bem conhecidas de quem as quer e pode conhecer – nem sempre quem quer, pode, que a massa cinzenta dos cérebros amacacados não passa, bastas vezes, de pó defecado nas bufas – através de publicidade e bem concretizadas em actos vergonhosos de arbitragem!



Por vezes, os desaVARgonhados magicam que devem fazer prova de vida da desVARgonha que acobertam. Então, tornam pública uma conversa entre o VAR da VARgonha e os seus colegas de apito para fazer crer que não prejudicam o Glorioso.

A partir daí, caladinhos que nem ratos de esgoto a jogar às escondidas com o gato faminto alapado junto aos buracos das cavernas.

Todavia, eis senão quando e passados séculos de desVARgonha, vêm de novo com o responso dos nados-mortos, numa palração que apontava 9 (nove) erros grosseiros do VARgonhoso mentireiro da verdade desportiva!

Os mais desconfiados e menos atreitos à VARdade do responsório do que São Tomé, afirmaram condescendentemente:

«SÓÓÓÓÓÓÓÓ … 9 (noveeeeee)!!!...»

Outros, não menos desconfiados do que aqueles, solicitaram que o responso fosse mais concreto, que apontasse quais os erros, em que jogos foram cometidos, quem foram os beneficiados.

É claro que estes, e todos os outros que como eles pensavam, já sabiam que o sono eterno da cumplicidade ia poupar os ouvidos moucos dos serventuários da mafia da palermo portuguesa, doutrinados que estão naquela escola criminosa de Contumil!

Mas nem de palavras eles precisavam e precisam para saber os factos pertinentes!

É de todos os Benfiquistas bem sabido que o silêncio fala muito mais, muito melhor e com muita mais VERDADE do que qualquer responso dos diáconos da escola criminosa daquela mafia.

Devido à já bem conhecida peregrinação do papa chefe do reino pelos bancos dos réus de vários tribunais, com julgamentos sacramentais da sua impunidade, ele, chefe supremo, sabe bem e bem sabe doutrinar de que o réu não é obrigado a incriminar-se!

Calado e mudo incrimina-se mais, no entretanto, que num responsório presuntivamente defensor de uma VARdade na mais desaVARgonhada mentira!   



E por falar em sapos, será que os lagartos ainda estão todos derretidos e enfardados de bazófia para conseguirem chegar … ao segundo lugar?!
Respeitinho, muito respeitinho pelo compadre do que resta do osso!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

“XICO” MARQUES E A TRAULITADA ENCOMENDADA … E PAGA


“Xico” Marques, sabichoso, anunciou frente ao ecrã da televisão subsidiada pelas Câmaras Municipais amigas com dinheiro dos contribuintes nunca consultados para o efeito – nem sequer os informaram do provérbio, paga e não bufes – televisão a que chamam de fruta canal, de que nos jogos do clube da fruta se exercia extrema agressividade de modo a parecer que o querido era diminuir a capacidade física dos jogadores. Falou em faltas cirúrgicas, entradas claramente às pernas intencionais para ferir, tipo de entradas assassinas, roçando a violência algumas, outras mesmo violentas.

Mais insinuou em certo passo da sua lengalenga de boina estendida à porta da capela – não esquecer que ele é um dos criados, sem libré por insolvência, do papa GPS da Madalena e chefe da escola do crime organizado de Contumil – que era o Glorioso quem estava por detrás do pagamento dessas entradas às pernas, verdadeiramente assassinas, nunca com intenção de jogar a pelota mas numa confusão agressiva de pernas, costados, queixadas, narizes partidos.


Todos conhecem estes peditórios de mendigo intelectual que não de espelhos onde se reflecte e reflecte os recados do seu amo, bem como toda a tralha dos ditos cultores da agressividade que o seu clube da fruta agasalha.


Também a todos parecerá comedido que não seja nem o clube da fruta nem “Xico” Marques a efectuarem os insinuados pagamentos!

Um está indigente, foi-lhe declarada e consumada a insolvência, deixando os credores a sonhar com a massa que um dia desperdiçaram com peça tão desafinada!

O outro está intervencionado pela troika da UEFA para evitar chegar à mesma indigência porque a massa não chaga para fruta, calor da noite, viagens de férias, quinhentinhos, cafés com leite, conselhos matrimoniais e agora ainda o sustento da VARdade da mentira desportiva.



Tudo o que se disse é certo, tal como o indigente “Xico” Marques, o maior sabichoso destas coisas e das coisas ligadas com a criminosamente truncagem de correspondência privada surripiada, truncagem para que ele, na sua sabichona aldrabice, a conseguisse criminosamente ler na sua fossa televisiva.

Não se metem no mesmo saco as insinuações indigentes tal o rosnador “Xico” Marques, que aí será o tribunal a decidir da prova das suas escarradelas na câmara do ecrã da sua igualmente pedinte televisão.

 “Xico” Marques, todavia, não se fica só pelo palreio tagarela!

Ele apresenta as provas irrefutáveis do que aconteceu e do que ele rosnou em frente ao seu frutafone. Provas do antes (das suas rosnadelas) e provas do depois, que se pode ser indigente e ter alguns fogachos de sabichosa imaginação futurológica! Naquele clube da fruta e comandado por um papa chefe do reino do crime organizado, com a prestimosa ajuda de um bruxo das vizinhanças, tendo em conta todo um historial de factos Históricos e não de historietas insertas nos salmos e no breviário papal, o mais fácil é prever o futuro com muita assertividade.

EIS AS PROVAS DO ANTES  



EIS AS PROVAS DO DEPOIS


E contra factos, perdão, provas, não há (mais) argumentos!
Só latidos do “Xico” Marques!