quarta-feira, 6 de março de 2019

OS RECEPTADORES PORTUGUESES – “MEDIA” E QUEJANDOS – ENTRONIZAM OS ASSALTANTES


Rui Pinto presume-se inocente. Mas não temos de presumir a sua burrice. Antes pelo contrário:

- tem receio de máfias organizadas como a Doyen, segundo diz, mas não teve receio de negociar com ela, de se corresponder, de mandatar um advogado para estabelecer os termos de uma contrapartida financeira que receberia caso a mesma lhe tivesse sido paga;

- não tem nada a ver com os emails do Benfica, mas numa primeira fase preferiu dizer que não falava sobre o tema e viveu sem acionar judicialmente a revista Sábado que lhe atribuiu a autoria dos crimes informáticos consumados contra o Benfica;
- a justiça portuguesa é podre por causa do processo e-toupeira, mas revela muita saúde em manter impunes crimes de coação sobre árbitros, agressões sobre adeptos e incitamentos ao ódio e violência quase quotidianos; por outro lado, o estado de putrefação não lhe permitiria agir nem investigar as ligações entre a divulgação de correspondência e dados do Benfica em meios afetos ao Porto e Sporting, a intrusão do sistema informático da sociedade de advogados que representa o Benfica, o envolvimento de uma claque legalizada com Rui Pinto e a sua família;
- a humildade de Rui Pinto é excêntrica ao ponto de viver numa capital europeia, receber em casa advogados famosos para ver jogos de futebol, viajar pela Europa, ser recebido no Der Spiegel, ser identificado como uma das fontes de referência do Expresso e desafiar publicamente a Judiciária (catch me if you can);

- o “caso é de vida ou morte”, não é menos o que se espera que diga alguém que é indiciado por vários crimes que podem prescrever com o decurso do tempo;

- a cooperação com as autoridades francesas ficaria prejudicada, mas porquê? As ligações entre Portugal e França são excelentes e mais próximas que entre Paris e Budapeste;

- foi tudo por interesse público, como publicamente interessante seria a revelação das referências a Francisco Marques, divulgação ilícita de dados e a práticas desgostosas do F.C. Porto.


Enfim, o Benfica é o lesado desta história e só é envolvido noutro papel para justificar uma estratégia que tem na venda de títulos o principal móbil, associada ao encobrimento de uma associação criminosa.

O acionamento de meios do Expresso para este caso é evidência do comprometimento não apenas com o “footballeaks” mas com uma concertação ainda por definir, na totalidade, com figuras como Rui Pinto.

Em Portugal existem garantias de defesa processual e todas as condições para cumprir pena privativa da liberdade, em casos especiais. A este respeito o Estado pode convocar como testemunhas José Sócrates, Isaltino Morais, entre outros.


Rui Pinto já tem estatuto graças aos crimes que lhe são imputados, às suas vítimas e ao guião bem pago montado pela sua defesa.

Fosse outro arguido em processo de extradição e ninguém queria saber do assunto...   

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Com a minha humilde vénia, está tudo dito de forma assaz brilhante! 

segunda-feira, 4 de março de 2019

A REDE MAFIOSA DA PALERMO PORTUGUESA


Nos preparativos do jogo do Benfica no covil da fruta, a mafia da palermo portuguesa com sede no bairro de Contumil e sob a batuta do papa condenado por corrupção desportiva tentada, chefe supremo da escola do crime organizado implantada naquele reino sacralizado pela impunidade por quantas autoridades existem neste País que aceita e protege, por acção e omissão, um reinado independente da lei e acima dela, foi desenrolando a festança do crime impune, enquanto inchando e salivando na quimera da pança cheia de mais uma criminosa e corrupta vitória desportiva.

Na canhestra e criminosa tentativa – como são todas elas com a bênção suprema das autoridades deste pobre País que alguns ainda afirmam ser um Estado de Direito em que o Direito, e com ele a Justiça, são colocados na fossa das mais execráveis ditaduras – começam por insinuar nos outros o que é do seu quotidiano mafioso, na tentativa de esconder as idas ao bruxo curandeiro milagrório e na invencionice dos pagamentos para ensinar a traulitada lesiva, num desavergonhado abafadiço dos ingredientes e do modus operandi de uma receita de que só a sua escola criminosa é detentora dos segredos.

Vários servos da gleba, repetindo a oratória do papa rei da matilha mafiosa, foram lançando ditotes de sapos inchados, numa demonstração aos seus compadres do Lumiar.

É ganhar para demonstrar de vez quem é o rei – da VARdade na mentira desportiva – e acabar com as esperanças!

Nós já lhe ganhámos na taça da liga em que a VARdade da mentira deu um dos seus mais famosos e mafiosos festivais de bem fazer!

O treino com o Benfica B correu bem! Pode vir o Benfica A!

E o Benfica, não o A ou o B, mas Todo o Glorioso Benfica, foi!

Saudado com o foguetório do crime como é dos costumes daquela gentalha criminosa e impune!

Saudado com aquelas pedradas que são uma marca indelével da palermo portuguesa naquele bairro acantonado!

Mas o Glorioso Benfica foi!

E derrotou a máfia trauliteira e criminosa com seu milagrório e tudo!

Derrotou a VARdade da mentira!

Derrotou, com onze corajosos e intrépidos combatentes – enquanto a VARdade da mentira o permitiu – e depois apenas com dez, ferido um dos Maiores – aquela tralha criminosa de, (agora), dezasseis, uns trauliteiros, outros agressores descarados, ainda outros cobardes, e, finalmente, outros em soneca direcionada ao benefício de toda aquela mafia de palermo, apalermada!



Uma certa vez, não há muito, um certo que dizem presidente de uma certa federação foi fazer um responsório perante uns ditos deputados da Nação, na casa dita da Democracia mas em que a Democracia não raras vezes tem sido espezinhada.

Recitou um breviário mais que sabido de todos e não apenas do diácono que, em tempos, se ocupava da facturação da fruta servida nos bacanais do calor da noite da palermo portuguesa.

Num palreio de sacristão tentando fazer a sua prova de vida, debitou a reza das ameaças aos árbitros, há que tempo conhecidas e não pelo seu, dele, sacristão, silêncio conivente, dizendo-se mais que apresentou provas tamanhas dos feitos criminosos.

Ninguém lhe ouviu o responsório!

Não o ouviram os deputados porque é bem mais cómodo assinar presenças em ausências para receber os proveitos!

Não o ouviram as autoridades civis que a sacrílega ordenança da manutenção da impunidade no salão do crime está sacralizada nos juramentos!

Não o ouviram aqueles órgãos que, imaginávamos, escolhidos pelo sacristão, CD e CA, e que, sendo embora independentes na deontologia da sua profissão, pensávamos politicamente dependentes de quem os escolheu!

Nem sequer o ouviu o próprio diácono do responsório que, entrando mudo, de lá saiu calado até ao presente, muito mais empenhado, agora não na facturação da fruta mas na obtenção do penacho nos órgãos que, corruptamente em tempos não assaz antigos, ordenam no futebol de que os ameaçados fazem parte!

E, por fim, nem o ouviu aquele organismo que dizem ser o representante desses mesmos ameaçados, uma dita APAF, sempre mais muda e calada do que o próprio sacristão, cúmplice ao menos pelo silêncio sepulcral da mafiosa teia ameaçadora dos seus bazofiamente representados, tendo apenas acordado do seu sono profundo quando Luís Filipe Vieira deixou bem claro o que toda a gente sabia! Então, sabichosos e bastardos quanto baste, julgaram poder exigir as provas das ameaças, coisa que não fizeram ao dito sacristão e nem isso lhes era necessário não fosse a sua conivência, uma vez que não apenas Nandinho das facturas – pseudónimo carinhoso por que é tratado em certos círculos – apresentou, ao que disseram, todas essas provas, como elas são bem conhecidas de quem as quer e pode conhecer – nem sempre quem quer, pode, que a massa cinzenta dos cérebros amacacados não passa, bastas vezes, de pó defecado nas bufas – através de publicidade e bem concretizadas em actos vergonhosos de arbitragem!



Por vezes, os desaVARgonhados magicam que devem fazer prova de vida da desVARgonha que acobertam. Então, tornam pública uma conversa entre o VAR da VARgonha e os seus colegas de apito para fazer crer que não prejudicam o Glorioso.

A partir daí, caladinhos que nem ratos de esgoto a jogar às escondidas com o gato faminto alapado junto aos buracos das cavernas.

Todavia, eis senão quando e passados séculos de desVARgonha, vêm de novo com o responso dos nados-mortos, numa palração que apontava 9 (nove) erros grosseiros do VARgonhoso mentireiro da verdade desportiva!

Os mais desconfiados e menos atreitos à VARdade do responsório do que São Tomé, afirmaram condescendentemente:

«SÓÓÓÓÓÓÓÓ … 9 (noveeeeee)!!!...»

Outros, não menos desconfiados do que aqueles, solicitaram que o responso fosse mais concreto, que apontasse quais os erros, em que jogos foram cometidos, quem foram os beneficiados.

É claro que estes, e todos os outros que como eles pensavam, já sabiam que o sono eterno da cumplicidade ia poupar os ouvidos moucos dos serventuários da mafia da palermo portuguesa, doutrinados que estão naquela escola criminosa de Contumil!

Mas nem de palavras eles precisavam e precisam para saber os factos pertinentes!

É de todos os Benfiquistas bem sabido que o silêncio fala muito mais, muito melhor e com muita mais VERDADE do que qualquer responso dos diáconos da escola criminosa daquela mafia.

Devido à já bem conhecida peregrinação do papa chefe do reino pelos bancos dos réus de vários tribunais, com julgamentos sacramentais da sua impunidade, ele, chefe supremo, sabe bem e bem sabe doutrinar de que o réu não é obrigado a incriminar-se!

Calado e mudo incrimina-se mais, no entretanto, que num responsório presuntivamente defensor de uma VARdade na mais desaVARgonhada mentira!   



E por falar em sapos, será que os lagartos ainda estão todos derretidos e enfardados de bazófia para conseguirem chegar … ao segundo lugar?!
Respeitinho, muito respeitinho pelo compadre do que resta do osso!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

“XICO” MARQUES E A TRAULITADA ENCOMENDADA … E PAGA


“Xico” Marques, sabichoso, anunciou frente ao ecrã da televisão subsidiada pelas Câmaras Municipais amigas com dinheiro dos contribuintes nunca consultados para o efeito – nem sequer os informaram do provérbio, paga e não bufes – televisão a que chamam de fruta canal, de que nos jogos do clube da fruta se exercia extrema agressividade de modo a parecer que o querido era diminuir a capacidade física dos jogadores. Falou em faltas cirúrgicas, entradas claramente às pernas intencionais para ferir, tipo de entradas assassinas, roçando a violência algumas, outras mesmo violentas.

Mais insinuou em certo passo da sua lengalenga de boina estendida à porta da capela – não esquecer que ele é um dos criados, sem libré por insolvência, do papa GPS da Madalena e chefe da escola do crime organizado de Contumil – que era o Glorioso quem estava por detrás do pagamento dessas entradas às pernas, verdadeiramente assassinas, nunca com intenção de jogar a pelota mas numa confusão agressiva de pernas, costados, queixadas, narizes partidos.


Todos conhecem estes peditórios de mendigo intelectual que não de espelhos onde se reflecte e reflecte os recados do seu amo, bem como toda a tralha dos ditos cultores da agressividade que o seu clube da fruta agasalha.


Também a todos parecerá comedido que não seja nem o clube da fruta nem “Xico” Marques a efectuarem os insinuados pagamentos!

Um está indigente, foi-lhe declarada e consumada a insolvência, deixando os credores a sonhar com a massa que um dia desperdiçaram com peça tão desafinada!

O outro está intervencionado pela troika da UEFA para evitar chegar à mesma indigência porque a massa não chaga para fruta, calor da noite, viagens de férias, quinhentinhos, cafés com leite, conselhos matrimoniais e agora ainda o sustento da VARdade da mentira desportiva.



Tudo o que se disse é certo, tal como o indigente “Xico” Marques, o maior sabichoso destas coisas e das coisas ligadas com a criminosamente truncagem de correspondência privada surripiada, truncagem para que ele, na sua sabichona aldrabice, a conseguisse criminosamente ler na sua fossa televisiva.

Não se metem no mesmo saco as insinuações indigentes tal o rosnador “Xico” Marques, que aí será o tribunal a decidir da prova das suas escarradelas na câmara do ecrã da sua igualmente pedinte televisão.

 “Xico” Marques, todavia, não se fica só pelo palreio tagarela!

Ele apresenta as provas irrefutáveis do que aconteceu e do que ele rosnou em frente ao seu frutafone. Provas do antes (das suas rosnadelas) e provas do depois, que se pode ser indigente e ter alguns fogachos de sabichosa imaginação futurológica! Naquele clube da fruta e comandado por um papa chefe do reino do crime organizado, com a prestimosa ajuda de um bruxo das vizinhanças, tendo em conta todo um historial de factos Históricos e não de historietas insertas nos salmos e no breviário papal, o mais fácil é prever o futuro com muita assertividade.

EIS AS PROVAS DO ANTES  



EIS AS PROVAS DO DEPOIS


E contra factos, perdão, provas, não há (mais) argumentos!
Só latidos do “Xico” Marques!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

OS ESQUISOFRÉNICOS DO DOPING E DA TRAULITADA ENCOMENDADA


As trafulhices que são a génese de todo o reino do bairro de Contumil subtraído à ordem nacional, fundado e reinado desde então pelo papa fugitivo quando preciso é assegurar a sua impunidade sacrílega, já atingiram a maturidade própria da meia-idade.

Cerca de 40 anos de vida impune na aldrabice, na intrujice, na vigarice, tudo dons permitidos pelos poderes duma Nação que tolerou e mesmo consentiu mais do que uma mera autonomia de bairro, concedendo uma independência total face à lei, à ordem e ao direito regentes no Estado supostamente uno, não apenas acomodam todas as volúpias da insanidade mental como as publicitam delirantemente de modo destrambelhado que é a consequência natural dos mesmos delírios insanos.

A idade sénior no meio de uma lixeira de falcatruas que tem todas as suas cloacas entupidas de tanto desvario gera inconveniências naturais no senso geneticamente inexistente do próprio papa do reino e que obviamente contamina os contaminados cardeais, arcebispos, bispos, abades, priores, curas de aldeia, diáconos, ratos da sacristia, milicianos, serventuários, serviçais servos da gleba, escravos do amo, idiotas úteis.

A congénita epidemia papal é altamente contagiosa e não tanto pela doutrinação e lavagem cerebral da corja mas por uma predisposição hereditária que consegue potenciar a níveis quase etéreos a alucinação e o desvario à ilusão esquizofrénica efabulada.



É sobejamente sabido por todo o cidadão que nem física, nem mentalmente pertença a este reino do crime organizado e impune – e não necessita de qualquer informação médica – que a alucinação esquizofrénica não reconhece a doença porque para ela o doente é sempre o outro, associando-lhe no seu desvario ilusionista o seu próprio tresvario.



No espetro do doping, pouco mais há a acrescentar. Alguns que conseguiram manter a sanidade, apesar dele, bem como o sossego do físico porque afastados da milícia trauliteira do reino – e até pistoleira, no caso de joelhos que não ajoelham aos ditames papais que ordenam a renovação no vício que abominaram, dando aso à fuga, não para Vigo, evidentemente – servem de testemunho real confessado ao mundo inteiro



 Na área da traulitada que molesta o físico, o reino da escola papal do crime organizado começou por desencantar uma filial em que predominam os seus milicianos dos assaltos às áreas de serviço das autoestradas. O “Canelas” faz jus ao nome e as canelas dos adversários são disso o testemunho que fez abandonar da liça muitas das que se quiseram preservar, mantendo as distâncias apropriadas.

Milicianos ilegais, todavia, mas sacramentados pela impunidade que tiveram e têm uma escola-mãe já com a maturidade bem sedimentada pela meia-idade de que desfruta.

O desvario pela imaginosa fábula dos assalariados na lesão dos doutorados nos procedimentos é a mais delirante fase da esquizofrenia que consegue imaginar alucinatoriamente um duende invisível – para o cidadão comum ajuizado – a lesionar o coiro daquele que passa atestados de menoridade sapiente aos terapeutas do reino!

Nem a seta do cupido é tão invisível … e certeira!

Só vendo!



E mais não digo que a prodigalidade o testemunha!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A APAF DESLEMBRADA, O PAPA DA MENTIRA E O CIENTISTA DA RELVA


Depois da roubalheira descarada dos árbitros, os do apito e das bandeiras, mais os do ecrã, no jogo Benfica-FCP das meias-finais da Taça da Liga que ninguém queria – já nos livrámos desta, dizia o papa sempre que era eliminado, conquanto tivesse perdido para o Benfica por 3-0 na primeira final da mesma a que foram – o Presidente do Glorioso arrasou aqueles árbitros, em especial o árbitro principal do ecrã.

E disse, sem peias, a verdade pura e dura! Há árbitros que foram ameaçados, árbitros que estão condicionados pelas ameaças, a eles e suas famílias, que sofreram. Diligente, como todos aqueles a quem o chapéu serve, logo veio a associação dos resguardados na galeria dos salões exigir a prova da existência dessas ameaças.

Estúpida que baste, a que se denomina APAF nem sequer se lembrou de que o Presidente da FPF tinha dito o mesmo meses antes, perante os deputados da Nação, na Assembleia da República! E apresentou exemplos e provas dessas ameaças!

Quer mais testemunhos e provas?

Peça aos seus faz de conta todos, aqueles que são os seus dirigentes, que peguem no apito ou vão para detrás do ecrã e arbitrem jogos do clube da fruta, sem os beneficiarem em nada! Não se lhes pede que prejudiquem o clube papal! Pede-se-lhes que não o beneficiem! E pede-se-lhes, igualmente, que não prejudiquem o Glorioso Benfica! Não se pede que beneficiem o Maior de Portugal! Pede-se-lhes apenas que não o prejudiquem!

Depois, podem ter a absoluta certeza de que terão um alforge acrescido de provas mais do que evidentes!

Se tivessem um pouco de vergonha nas caras, os dirigentes dessa coisa que se afirma associação dos árbitros, teria antes de tudo e no momento adequado estado ao lado dos que foram ameaçados, eles e suas famílias, dos que viram os seus bens, os seus e os dos seus familiares, vandalizados.

Isso, sim, eram cumprirem o seu dever, era fazer alguma coisa de útil em favor dos seus associados que dizem – pretendem – representar!

São os senhores da APAF e todas as autoridades competentes para investigar, acusar, levar a julgamento e julgar, as nódoas e os principais responsáveis pelas ameaças sofridas e pela coacção moral e física!

Porque, apesar do que disse – e cremos que fez – o Presidente da FPF, nada fizeram para combater esses actos criminosos, tornando-se cúmplices dos mesmos o que, de resto, não surpreende, sabendo-se que a doutrina papal também sacramentou a maioria deles, enquanto outros são idiotas úteis da mesma doutrina.

A APAF faz-se esquecida do que lhe não apraz! Mas nós partilhamos!


Muitos dizem e dirão que o clube da fruta comandado pelo chefe papal da escola do crime organizado da palermo portuguesa com sede em Contumil mentiu à FIFA!

Ninguém daquelas bandas mafiosas mentiu à FIFA!

O que se limitaram a fazer foi continuar a apresentarem-se como sempre se têm apresentado desde que aquele papa sacralizado pela impunidade instituiu, montou e dirige aquela escola criminosa impune! Toda aquela corja se limitou a mostrar-se à FIFA sem estar mascarada, antes no seu ADN cristalino, sem embustes a embaciar o mesmo!

A grande diferença entre a FIFA e as ditas autoridades nacionais, todas elas, políticas, civis e judiciais, com especial ênfase nas desportivas que, de palas dirigíveis, se afadigam numa verdadeira perseguição ao Glorioso Benfica que parece já dever merecer uma atenção especial de modo a tentar-se que, na Justiça, se faça Justiça, mas a grande diferença, dizia, entre a FIFA e estas autoridades todas – sem autoridade perante a dita escola do crime e a corja que a enxameia – é que aquela entidade já conhece a máscara de ginjeira e não se impressiona com a falta dela!

Mentir à FIFA ou a outrem qualquer que lhes convenha?!

Não, os donos da estória que metem a História no sepulcro da impunidade, agora da impunidade intelectual dos Historiadores em silêncio cúmplice enquanto os ficcionistas das historietas fazem a sua estória e a debitam impudicamente, esses nunca mentem! Apenas não sabem o que é a Verdade mas somente as fábulas do seu ficcionismo, de tão imbuídos de esquizofrenia da mentira eles se encontram embutidos nas suas taradas tentativas de impingidelas.





O mago da bola, óptimo cientista da relva, filósofo mui encartado no EU, nos ganhos, e no ELES, nas perdas, por vezes escorrega nos percalços da calçada.

Dita ele, para gáudio orgástico dos avençados da palavra – desde que o mestre abandonou o Glorioso – que o Benfica não ganhou seis pontos ao clube da fruta!

Pelo contrário, o clube da fruta é que perdeu esses seis pontos!

Não há dúvida, o cientista da relva não é desmemoriado … embora o pareça! Ele está relembrado de como o clube da fruta foi campeão em anos dele à frente do Glorioso!

No entretanto, conquanto se tenha ajoelhado confessamente contrito, não solicitou então ao papa a sua absolvição, não!

É que foram ELES – só o mago da bola sabe quem são nesta história – que perderam esses campeonatos, que a derrota é dos outros e a vitória só dele!

Desiludam-se, pois, os que pensem estar ele agora a confessar-se perdedor!
Um cientista da relva nunca é um derrotado, é só um (eterno) vitorioso do seu ilusionismo!

sábado, 16 de fevereiro de 2019

LEONOR PINHÃO E OS "ACONSELHAMENTOS" MATRIMONIAIS DO "PAPA"



“Só haverá a lamentar que os eventuais conselhos matrimoniais prestados a Jorge Sousa não sejam já do domínio público”

16 de Fevereiro, 2019

Foi uma boa semana da comunicação do Benfica. E nem foi preciso suar para que tudo corresse de feição.
Foi, por outro lado, a pior semana da comunicação do FC Porto desde que entraram em vigor as coordenadas nascidas daquele concílio com o Sporting num quarto de um hotel em Lisboa e fotografado à socapa pelos serviços secretos sabe-se lá de quem. Antes de revisitarmos os passos trocados da comunicação do comandante da Liga desde o preciso instante em que Jorge Sousa deu por findo o jogo em Moreira de Cónegos, 100 minutos depois do apito inicial, é justo proceder ao reconhecimento do supremo laconismo do treinador Benfica ao longo da semana.
Até no futebol-falado da guerrilha ocorrem, por vezes, situações, em que menos é mais.

Recapitulemos, então, o minimalismo do antigo treinador da equipa B da Luz.

Sobre a goleada imposta ao adversário da 21.ª jornada do campeonato, disse: “O Benfica são as pessoas.” Quanto à interdição do Estádio da Luz por 4 jogos por requisição do Sporting – …e que lhe valerá por outros 4 títulos a reconhecer pela Assembleia da República –, afirmou Lage, sem dramas: “Jogaremos onde quer que seja.” No que diz respeito à primeira vitória do Benfica em solo turco com recurso a mais de meia-equipa de garotada formada em casa, anunciou burocraticamente: “Amanhã há treino.”

E basta porque o importante é vencer no campo e, vencendo no campo, quanto menos conversa e menos explicações, melhor.



Outros, porém, não vencendo no campo no decorrer de uma semana (atípica), viram-se forçados a um registo inaudito de conversas a mais e, sobretudo, de explicações a mais.

E, assim, lá foi obrigado – pelas circunstâncias e pelo patronato – o treinador das crianças do FC Porto a vir a terreiro explicar ao país as razões ponderosas e sábias que o levaram a excluir o Félix da “cantera” local e a despachá-lo para o Padroense.

Como se não bastasse, no dia seguinte, lá se viu forçado – pelo patronato e pelas circunstâncias – o valente defesa central Filipe a vir a terreiro acrescentar à explicação oficial fornecida por F. J. Marques a sua própria explicação oficiosa para o gesto (atípico) que dirigiu ao seu treinador mal terminou o jogo em Roma.



Numa semana menos risonha em termos de resultados, de linguagem gestual e de outras coisas – bem melhor na delação do que na competição estiveram, por exemplo, os parceiros do Altis –, deu-se por feliz o patronato por não ter de dar explicações a ninguém.

Patrão é patrão. Fala quando quer e visita quem quer sem que lhe exijam carta de intenções. E se foi à cabina dos árbitros no fim do jogo em Moreira de Cónegos só haverá a lamentar que os eventuais conselhos matrimoniais prestados a Jorge Sousa não sejam já do domínio público porque muita gente, árbitros e não-árbitros, beneficiaria certamente com tanto “know-how” acumulado.

Isto é que não foi nada atípico.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

A PERSEGUIÇÃO INSTITUCIONAL AO GLORIOSO BENFICA



TEXTO ESCLARECEDOR DE UM GRANDE BENFIQUISTA






Se um Benfiquista incomoda muita gente

 

A base da mais recente ofensiva contra o Benfica são sete jogos realizados entre Janeiro e Abril de 2017, nos quais o Glorioso recebeu o Boavista, Tondela, Nacional, Arouca, Chaves, Belenenses e Porto.

Foi a época do TETRA e “triplete”.


As imputações da Comissão de Instrutores da Liga, ou seja, os fundamentos factuais invocados para a punição, são:


a) Os NN e os DV são Grupos Organizados de Adeptos (GOA), para efeitos de aplicação da Lei n.º 39/2009, de 30 de Julho;

b) O Benfica apoia estes alegados GOA, com permissão de entrada de bandeiras de grandes dimensões e afixação de faixas;

c) Os relatórios dos delegados nesses jogos relatam ocorrências de deflagração de potes de fumo, tochas e outro material pirotécnico, insultos a um guarda-redes de uma equipa visitada, arremesso de cartolinas, invasão de campo pacífica por parte de um adepto;

d) Destas ocorrências resultaram processos sumários por comportamento incorreto do público, com a aplicação de multas ao Benfica;

e) Do alegado apoio do Benfica a supostos GOA resulta uma intensa cobertura noticiosa que causa alarme social;

f) No regulamento de Segurança do Estádio de 2014 a planta anexa identificada o espaço destinado aos NN e aos DV; No regulamento de segurança de 31 de Julho de 2017 o Benfica contempla a permissão de entrada de bandeiras e tarjas com símbolos e mensagens de apoio ao SLB para os setores onde se sentam os NN e os DV.


Por tudo isto, considera o órgão de instrução da Liga que o Benfica não cumpriu regulamentos e normas legais e que dessa sua conduta resultou uma situação de perigo para a segurança dos agentes desportivos ou dos espectadores de um jogo oficial, de risco para a tranquilidade e a segurança públicas, de lesão dos princípios da ética desportiva ou da verdade desportiva ou de grave prejuízo para a imagem e o bom nome das competições de futebol...


Não sou um otimista militante, mas, porque acredito no direito e na justiça, tenho confiança em que o Benfica obterá provimento do pedido de anulação deste infeliz Acórdão do Conselho de Disciplina, no Tribunal Arbitral do Desporto, ou no Tribunal Central Administrativo Sul, porque:

a) Os NN e os DV são sócios do Benfica, adeptos de futebol, pagantes de ingressos; ninguém os obrigará a constituírem uma espécie de associação juvenil, pelo menos enquanto vigorar esta Constituição; o Benfica não o fará, nem tem meios legais para o fazer; os NN e os DV não são GOA, são sócios que apoiam intensivamente o Benfica e é esse o seu único e suficiente registo;

b) Em todos os regulamentos do estádio, registados e aceites no IPDJ, esteve sempre prevista a permissão de entrada de bandeiras e tarjas, antecipadamente submetidas a controlo de conformidade; quaisquer sócios do Benfica podem ter essa iniciativa e no próximo jogo até sugiro que todos juntos exibamos uma faixa: “NÃO NOS VERGAM, NEM NOS INTERDITAM”!;

c) Os relatórios dos delegados nos referidos jogos, referem ocorrências causadas por adeptos, do Benfica e não só; mas em nenhum deles, em nenhum, se associa o adepto a sócios NN ou DV; tudo o resto são suposições que terão o destino que se dá às suposições em processos sancionatórios;

d) Em todas as jornadas, vários clubes são sancionados com multas, por comportamento incorreto do público; em muitas dessas situações são os cânticos alusivos à grandiosidade do SLB o pretexto da punição (SLB, SLB, SLB…); em termos de prevenção destes comportamentos, por iniciativa da Liga e da FPF, nada se sabe de concreto; assim, não peçam ao Benfica que seja competidor, regulador e sancionador; essa é a aspiração de outros, dos impunes, não é a nossa;

e) A cobertura noticiosa do Benfica e dos seus adeptos, como causa de alarme social, é o fundamento mais ridículo que imaginei ser invocado numa acusação; os títulos dos jornais anti-benfiquistas valem o que valem, mas não valerão rigorosamente nada para imputar ao Benfica o que quer que seja; alarme social é o que sinto pela impunidade da perseguição institucional e mediática dirigida contra o maior clube de Portugal, o nosso;

f) O Benfica atuou de boa fé perante o IPDJ, apresentou regulamentos que foram sendo aceites; foi a partir dessa aceitação que o Benfica competiu no Estádio da Luz; aliás, os jogos usados para esta temerária ofensiva realizaram-se todos ao abrigo de um regulamento que só veio a ser declarado nulo em Julho de 2017 e que, até ao final desse mês, foi substituído por outro que viria a ser aceite, sem que fossem postos em causa os efeitos produzidos; o Regulamento do Estádio da Luz é o mesmo que enquadra a realização dos jogos da equipa da Federação Portuguesa de Futebol que, amiúde, aí compete, apoiada por claques nominalmente legais.


O Benfica não cede a chantagens ou intimidações, venham elas de onde vierem. O Benfica ganhou e vai continuar a ganhar!

Em campo!

E ganhará fora dele porque tem a razão do seu lado. Antes de lhe ser dada razão, será o decurso do tempo a ditar a prescrição destes intuitos punitivos. Desfecho que o Conselho de Disciplina conhece, mas que não tem a lisura de assumir. O Conselho de Disciplina prefere ver engrossar o maço imenso de decisões revogadas a deixar o Benfica em paz.


Apelo, como adepto, que a Benfica SAD e o Benfica despoletem os mecanismos processuais de que dispõem para que seja também julgada a responsabilidade disciplinar e civil dos envolvidos em mais esta intentona.