terça-feira, 8 de janeiro de 2019

DIÁRIO DE UM REGIME TOTALITÁRIO E DITATORIAL E UMA ESCOLA DO CRIME ORGANIZADO


CONCLUSÃO


E assim vai indo este Portugal desportivo e civil, sem rei nem roque no que tange ao exercício legítimo das liberdades em certo espaço do seu território igualmente submetido a uma Lei Constitucional que diz consagrar a democracia e as liberdades fundamentais.

Vai no arrastão da verdade desportiva, finada e com jazigo de luxo após um retorno mais refinado e canalha aos tempos que culminaram num apito dourado. Apito dourado esse que se tornou de latão para essa verdade desportiva, conquanto as escutas telefónicas das confissões dos crimes perdurem na memória das gentes como o mais descarado crime sem punição! Tudo obra de uma justiça que, finando-se a si própria, lhe consagrou o sacrilégio da impunidade plena dos autores desses crimes. Uma justiça que goza da justiça de gozar, não de uma campa rasa mas de um cómodo camarote no estádio que, agora, até igualmente disfruta da fama e do proveito de lhe chamarem o estádio do ladrão, se já antes pelo furto da verdade desportiva, agora ainda com mais proficuidade, após os milicianos do crime cibernético terem roubado a correspondência privada, segredos negociais e vida íntima devassada, e tudo entregarem ao ditador chefe do conclave papal do crime organizado!

Pelo meio, o almocreve mor vai promovendo outros arrieiros que, bestas sendo ao serviço daquele, vão conduzindo ou tentando adestrar outras bestas amestradas, numa hierarquia de bestiagem que ordena os magarefes segundo a sua cada vez mais inferior qualidade bestiaga.



Um desses bestiagas, um tipo “porto on tour” – mais logo lhe darei, não “un tour mais un foot” – vem, na sua escrevinhadura, afirmar que a montanha irá parir uma toupeira … com um apito dourado agora mais encastrado de pérolas VARistas, no seu esmero da livre impunidade para os biltres. Remoendo frente à sua imagem desfocada de duas patas, pretende que uma Meritíssima tenha actuado sempre em defesa do Glorioso Benfica, dando como exemplo um seu, aliás e como sempre, brilhante desempenho no processo “Euroárea”, no ano de 2003, acrescenta a cavalgadura … «em que o então presidente do Benfica, Vale e Azevedo» …

Nenhum almocreve, ao menos, teve o cuidado de aliviar um pouco a asinina inteligência desta ralé, informando que o Presidente do Benfica em 2003 era o Dr. Manuel Vilarinho, tendo Vale e Azevedo sido escorraçado democraticamente, em eleições – verbo do qual ele desconhece o significado – em eleições democráticas e universais (para os sócios do Benfica, é óbvio), no ano de 2000. E compreende-se o lapso! A mentira é uma parte substancial da doutrina do totalitarismo criminoso!



Outro, não menos bestiaga tareco de carga e compincha do arguido Faria – também lhe dedicarei “un foot” – tarefeiro de escreveduras livrescas a meias, vem queixar-se de “impressões digitais”. De massa cinzenta minguada, não sabe que as impressões digitais que a Meritíssima Juíza Ana Peres detectou e analisou são as impressões digitais das patas do seu caudilho e dos seus capatazes milicianos, toda essa pandilha arguida e que se espera, finalmente, condenada pela Democracia e pelo Direito, pondo-se cobro a uma impunidade que é um sacrilégio para a Justiça!

Quer impressões digitais, das patorras, das manápulas, do palreio criminoso, da desonestidade, do aliciamento de chefes milicianos para assegurar o seu reino totalitário da corrupção, e não apenas da desportiva, não só para poder atacar reinos da liberdade, da democracia mas ainda para manter o seu reino da impunidade defendido?

São estes o esquemas de corrupção com que o seu palratório sonha?

Olhe que, neste caso, não é um cisma seu, não, é a realidade real, não a realidade da mentira em que foi doutrinado pelo seu caudilho.

Pois lave a remela dos olhos e veja, limpe as orelhas de burro e ouça! Veja e ouça as escutas telefónicas na primeira pessoa do seu papa da mentira na prática do crime! Veja e ouça este pequeno trecho que aqui lhe presenteio! Não terá, muito provavelmente, capacidade para entender mais do que a mentira da “verdade” com que lhe lavaram a serradura que tem dentro da cabeça! Mas, pelo menos, deleita-se ao ouvir a voz do seu amo e dono!

 O que a Meritíssima Juíza, como todo o mundo, encontrou de “impressões digitais” relevantes foram estas confissões telefónicas que os colegas desse território ditatorial desprezaram e que a envergonharam, tal como envergonharam todo o mundo civilizado!



Ainda outra escumalha da mesma escola terrorista ditatorial, enganando-se tentando enganar, vem dar à estampa da sua baderna uma foto em que tenta lançar a confusão – e, em especial, a insinuação torpe, mentindo como sempre – sobre a Honra, a Honestidade, a Dignidade, a Hombridade, a Nobreza de Carácter e Excelso Saber da Meritíssima Juíza Ana Peres, esforçando-se os badamecos dolosamente por confundi-la com a Ilustríssima Esposa do Dr. Domingos Soares de Oliveira.

Uma Meritíssima que tem feito, ao longo da sua Magistratura – e reconhecidamente por todas as mentes sãs que combatem o totalitarismo, a criminalidade impune, o terrorismo – a Justiça que é Justiça, aplicando o Direito que é Direito e que a tirania não consegue arregimentar, que ela só arregimenta os fracos de espírito, de logorreia sevandija, de cantorias desentoadas à “Zé Cabra” (com todo o respeito pela pessoa e sua memória) de plagiatos destrambelhados e furtivos à moda da casa!

Sem capacidades e categoria mais do que melgas de sarjeta infestantes da sociedade, são capatazes e milicianos rafeiros que o mais que podem é tentar arrastar os outros que não pertencem à escumalha para o seu rastejar, sem o conseguir, por mais terrorismo que tentem impor!



Todos já o sabemos, mas as bestialidades dos serventuários do regime totalitário de Contumil são de tal modo compulsivas que levam esse tal das cantorias de algibeira a efabular um penalti contra o Benfica no último jogo com o Aves, penalti que teria sido cometido por um jogador, Krovinovic, que nem jogou segundo algum porque nem do banco de suplentes saiu, a não ser para tomar banho, coisa que os cérebros da escassez da sapiência – se é que eles têm algum celulazinha cinzenta – destes serventuários da mentira, há muito que o não fazem, que eles foram lavados com a barrela das fossas de Contumil … e assim permaneceram!



Para o bestiaga do “on tour”, eis aqui o “foot” que lhe prometi, com original e tradução … e mesmo assim deixando muitas dúvidas de que consiga um soletrar algo que ele possa entender – duvida-se – ou possa ser entendido pelas gentes da sua manjedoura!



Revista francesa So Foot, n° 93, Fevereiro 2012 – A tradução

« Mulheres jovens e operações duvidosas, como Silvio Berlusconi, complexos de provincianismo e flirts com a polícia... 

O homem forte do Porto está com confiança porque ele sabe que desfruta, no país dele, de uma imunidade à maneira de Berlusconi e que a utiliza com frequência. Na prateleira dos casos o C.V. de Pinto da Costa está bastante cheio.

Só durante os últimos meses, o presidente dos Dragões foi surpreendido junto com o amigo , o pugilista Reinaldo Teles, a comer com Bjorn Kuipers, o árbitro da partida do dia seguinte para a Liga Europa Porto-Vilarreal, e agrediu fisicamente Valdemar Duarte, jornalista do canal português TVI, no seguimento de um Porto-Braga.
Mas especialmente, Da Costa arrasta um escândalo tão enorme que nós estamos admirados como é que ele saiu dele tão facilmente. Suspeito de ter organizado dois jogos durante os anos 2003-2004, Porto-Estrela da Amadora e Nacional-Benfica. Pinto da Costa foi apanhado nas escutas telefónicas onde o ouvimos encomendar a Antônio Araújo, agente de jogadores,"fruta", tanto para o árbitro Jacinto Paixão, como para os seus assistentes. A fruta eram três prostitutas. Estranhamente, o caso ficará esquecido até 2006 e a saída da autobiografia de Carolina Salgado, a ex-esposa dele que o conheceu seis anos mais cedo na boite O Calor da Noite. Uma das confidências era a de que o seu companheiro mais velho de quarenta anos, lhe fazia amor violentamente. O livro da hospedeira da boite, conta que um dia, Pinto da Costa teria recebido um árbitro para lhe entregar um envelope de dois mil e quinhentos euros.

Perseguido pela justiça, Pinto sai-se bem, dois anos suspenso de exercer as funções de presidente do clube – uma boa piada – e ao Porto retirado seis pontos – uma piada ainda melhor – porque o clube contava então com um avanço de vinte pontos sobre o segundo classificado».

De resto, lendo no original, a frase “un homme sûr de loi” tem um significado que denota bem, naquele contexto, o de “um homem acima da lei”.

Está certa a revista! Compararem-no a Berlusconi já diz tudo! Mas esse acabou por ser apanhado. Num caso, salvou-o o tribunal superior, noutro, salvou-o a prescrição e noutro – fraude fiscal – cumpriu pena! Mas o grosso da impunidade mantém-se!

Seja como for, e apesar da total impunidade do caudilho, conseguem as vossas desonestidades, minguadas de compreensão e não apenas intelectual que o vosso intelecto já, por si, é minguado, decifrar agora por que as impressões digitais não puderam ser tidas em conta pela Meritíssima Juíza?

É que, sendo elas apenas as impressões digitais das patorras do pezudo vosso pastrano, caudilho ditador e chefe da escola do crime organizado da qual v. exªs são apenas uns milicianos de pacotilha, a Meritíssima Juíza Ana Peres não podia, no processo em que interveio com Sublime Saber Jurídico, ir além da vergonhosa e ridícula quão incompetente matéria factual que o seu barregão da legião de Contumil, dito procurador do MP, efabulou na igual escassez da sua massa cinzenta!

Patenteasse-lhe, bestiaga Bragança, legionário de Contumil, estas “impressões digitais” todas que o vídeo revela na primeira pessoa e em directo, que ela tê-las-ia seguido e arrombado de vez com a escola do crime organizado e com a prosápia do impune e inimputável papa madaleno!

Mas nesse tempo v. ex.ª era ainda mais puto do que agora, conquanto a sua massa cinzenta tenha ficado a hibernar, não é verdade, Bragança legionário de Contumil e amigo de hackers que pilham a correspondência privada e a devassam criminosamente, com impressões digitais e tudo?



Mas não é só por se ser puto que se é estúpido! Claro que a doutrinação no crime e na mentira compulsiva é mais fácil de implantar em cérebros mesquinhos, naqueles cuja mesquinhez tem demasiado a ver com as reduzidas celulazinhas cinzentas destes bestiagas que fazem a devida publicidade à sua condição, numa tentativa de fazer prova de vida!

Mas não só de putos se faz a bestiagem dos sicários de Contumil! Há também bestiagas de muitos cabelos brancos e larga banhada na cintura – para bem compor o ramalhete da sevandija – que estão tão ou mais amassados na cloaca da velhacaria e do fantástico obsessivo sempre alerta à voz do dono para cheirarem os rastos da merda de que os incumbem! A bestiagem chega a este ponto de bestialidade, amofinada com o empate que os miúdos promissores do Glorioso Benfica lhe pespegaram:



«Tiveram que reforçar a equipa B com o central Ferro que tem ido à equipa A treinar, tirou o lugar a um jovem e promissor central que costuma jogar, o Francisco Ferreira...»



Aquela latrina de canal televisivo de Contumil e que, quase como tudo o que possui o clube da fruta, é pago compulsoriamente em grande parte por todos os portugueses para estar ao serviço da escola do crime organizado, só alberga pelintras, indigentes, morcões, que estúpidos, mentirosos e milicianos do crime são eles todos, de cima a baixo!

Não se preocupem com o facto de o promissor Francisco Ferreira – isso já nós bem sabemos, como o são todos os nossos meninos – ter sido substituído pelo igualmente menino promissor, o tal reforço menino Ferro! Temos, assim, mais opções, melhores defesas centrais no futuro, conquanto neste caso concreto a opção seja una!

Mas o banhadas BB é que pode ficar em maus lençóis! Reconhecer qualidades promissoras em algo que entorta o olhar esgazeado e odiento do papa chefe do crime, se não é um pecado capital à doutrinação daquela escola, estará lá bem perto!


Por último, apenas um pequeno arrimo ao rasteirinho Santos. Rasteirinho na míngua do físico – daí as almofadas para tentar ser gente – na míngua de coluna vertebral e no desarranjo do seu palreio!

Um anti-Benfiquista pedante que ditador aproveita para, em televisão maldita nos inícios – quando amiga de Vale e Azevedo – adestrada nos finalmente, lhe oferecer o aprazado cargo de almocreve. Um almocreve dos Gonçalos, dos Garcias e demais escumalha que por lá saltita, bem como dos seus (poucos) apaniguados que estão predispostos a ver e ouvir as suas canalhices, numa bestiagem patranhosa e cheiinha de ramalhetes que toda aquela burricada provoca na sua infinda zurraria.

Ficam-lhe bem os adereços, igualmente anões, mas adereços, enfim, que as almofadinhas lhe conferem!

No resto, vomita a bílis que lhe revolta o estômago e a mioleira!

Mas dá-se bem com o vómito que, por mais que vomite, mais a sua decadência mental se incumbe de lhe ordenar nova vomiturição propiciadora de um vomitório assíduo!
É a sublimação da sua congénita idiotia!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

SE UM BENFIQUISTA INCOMODA MUITA GENTE


O título deste texto é, neste caso, mais do que um título! É um “seu a seu dono”, uma vez que se trata de uma brilhante peça literária que, ao melhor estilo do Mestre Gil Vicente, o pai do teatro português, com a sua sátira a uma sociedade onde se começavam a subverter os bons costumes, faz uma crítica contundente às autoridades deste País, a todas elas, desportivas e civis, da magistratura da justiça até às autoridades do Estado, incluindo seus governantes, em sentido lato.

Faz-nos sentir que estamos no seio, como na realidade estamos, de uma mafia siciliana de Palermo, o verdadeiro, em que os tentáculos estão totalmente ramificados em todas as esferas da vida desportiva e civil, movimentando-se num à vontade que lhe fornecem as ligações criminosas e que lhe possibilitou, e possibilita, a total impunidade que começou, de modo escandaloso num dito Estado de Direito, pela sacralização do caudilho mor desta mafia portuguesa. Se alguém tem de pedir meças ao modus operandi e operacionalidade real desta mafia não é ela à mafia siciliana mas esta à mafia portuguesa cujo núcleo é o bairro de Contumil, na nobre cidade do Porto.

O autor deste texto retrata e critica, através de uma sátira excepcional, toda a podridão que coenvolve uma escola do crime organizado, com um caudilho ao comando e com um vergonhoso conjunto tentaculífero em todas as esferas das autoridades portuguesas que dão a sua cobertura impune a um totalitarismo em que a violência, física e moral, se tenta impor num Estado democrático no qual o Direito , e só o Direito, devia comandar fazendo a Justiça que a liberdade democrática exige para que essa liberdade responsável se imponha como marca essencial de uma democracia.   



Para além do apelo necessário à tomada de posições que se oponham a esta mafia do crime organizado, dever de todas as pessoas de bem e, em especial, dos Benfiquistas que são os alvos principais, se não os únicos, desta organização criminosamente impune, apenas vou acrescentar, numa singela homenagem e com a devida vénia, alguma formatação que possa pôr mais em realce os trechos deste brilhante texto.



Todos os méritos, pois, apenas e só ao Ilustre Benfiquista que assina sob o pseudónimo de:


“SE UM BENFIQUISTA INCOMODA MUITA GENTE”…



::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::   



«Vou partilhar uma história de ficção.

Num País que não existe, um profissional de uma cidade contacta um colega de outra cidade. Invoca uma necessidade urgente de conversarem.

Presencialmente!

E qual era o tema?

Uma investigação que decorria nas autoridades da sua Cidade, movida por afinidades clubísticas assumidas por fanáticos.

O fanatismo e ódio a membros de outros clubes e Cidades – desse País de fantasia – eram os valores sociais reinantes, segundo disse.

E por aí podia ganhar-se muito!

O ambiente era o de uma espécie de Gotham City, para evitar extensas descrições.

Em síntese, eram frequentes as atividades criminosas impunes! Mesmo os processos que chegavam a julgamento acabavam com a absolvição de arguidos fortemente indiciados!

Ultimamente, já nem abriam inquéritos sobre notícias de crime divulgadas publicamente.



Segundo o profissional dessa animada Cidade, foi delineado um plano de longo prazo que passava por esgotar os recursos públicos da ação criminal, através de frequentes denúncias anónimas contra outros clubes da outra Cidade. A par disso, tinha sido organizada uma milícia que recorria à violência constante para criar um ambiente de intimidação junto da comunidade desportiva e não só.

A execução deste plano seria ocultada com a imputação falsa destas práticas aos outros clubes vítimas das mesmas.



Durante a reunião, o profissional contactado ouviu uma história na qual os factos não eram muito precisos mas indiciavam que um dos Clubes da sua cidade manteria contactos com empresários e dirigentes de outros clubes, para estes serem muito competitivos em determinados jogos.

Era esta a tese de mais um caso! Nada de muito original, portanto!

Mas o sumo da abordagem era a possibilidade de afetar investigações que poderiam ser perturbadoras, a troco de dinheiro! Com pilim tudo mudaria. Até o ódio! Seriam pagos serviços em ambiente internacional. Esses fluxos seriam depois distribuídos por canais de confiança.



A questão óbvia foi colocada: como é que isso sobrevive à jurisdição soberana?

A resposta foi tranquila, existiam laços familiares que fortaleciam a rede. Paralelamente, existia ainda um meio de comunicação disposto a pagar uma choruda prestação por um exclusivo.

Para que tudo corresse bem, ainda havia uma proposta de parceria para partilha de oportunidades.



O profissional contactado ouviu e transmitiu a quem de direito.

Nunca mais se disponibilizou para conversas deste tipo e chegou a interrogar-se se teria sido ameaçado. Mesmo no plano da ficção, ficou a pensar se isto seria possível...

Encolheu os ombros e desejou que fosse tudo uma mistificação. Só num País muito corrupto seria possível uma tal degradação de valores institucionais.

A esperança era que nesse País, que não existe, a opinião pública resistisse aos estímulos básicos do crime organizado, apesar de réplicas desta história aparecerem noticiadas de quando em quando.

Por exemplo, quando as atividades criminosas contínuas eram mais evidenciadas (fraudes nas arbitragens de jogos, agressões a adeptos de outros clubes no espaço público) logo surgia um título num jornal a insinuar que o criminoso seria a vítima.



Caramba, que história! Isto nunca aconteceria entre um povo de brandos costumes! A ficção e a realidade não coincidiriam numa miséria tão decadente!

Só que, quem não gosta de Gotham City, tem de estar preparado para tudo!»



::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


Mais uma vez, a minha sincera e devida vénia ao seu autor!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

DIÁRIO DE UM REGIME TOTALITÁRIO E DITATORIAL E UMA ESCOLA DO CRIME ORGANIZADO

CONTINUANDO …


PARTE CINCO



Apreciar o papel das autoridades desportivas é um exercício lunático quando se sabe, desde há muito, que todas elas, com seus apêndices, foram capturadas pela ditadura e pelo regime totalitário que por lá distribui os seus capangas, os seus pides, os seus capatazes, não permitindo que os mesmos sofram qualquer barrela que lhes limpe os cérebros conspurcados na doutrina totalitária de um ditador que tudo ordena e em tudo manda.



A Liga, comandada por antigo árbitro tornado numa nebulosa fantasmagórica e pensador em silêncio eterno, é gerida por uma real criada sacerdotisa da escola totalitária do crime organizado, com cachecol à maneira e tudo.

Por isso, perante uma difamação de um cachorrinho legionário do regime madaleno sobre ofertas (vouchers) que, na sua pretensão de atingir um Clube que lhes ganha em verdade desportiva os pergaminhos que há longos anos apenas conseguem lobrigar por um canudo e na sublimação da récita “para o ano é que é”, atinge apenas a dignidade, honorabilidade e honradez dos árbitros de futebol – dos poucos que, não contaminados nem receosos de represálias, ainda conservam essas virtudes – essa dita Liga nem uma palavra de apoio ou de solidariedade ela vomita! Um antigo árbitro seu presumido presidente, marimba-se para a ofensa – aliás, em conformidade com suas tarefas arbitrais, que ele não faz parte daqueles poucos não contaminados que supra se ressalvaram – se bem que também foi um beneficiário duma cortesia que até lhe era imerecida, e mantém-se na dormência meditabunda da sua levitação terrena.

Por isso, um árbitro e sua família podem ser ameaçados de morte quando aquele, no Centro de Treinos aos árbitros destinados, se treinava, e essa Liga de futebol mantém-se calada e muda, uma Liga da vergonha que continua sem um simples gesto de arrimo de solidarização pessoal.

Por isso, a mesma Liga dita de Portugal que vem anunciar presunçosamente ter-se batido um recorde de assistências, esquece-se deliberadamente que um desses assistentes, integrante de um Clube, o Maior, que nesse número reclama quase 40%, foi barbaramente agredido por um bando de milícias criminosas da tal escola do crime do ditador papal, ficando gravemente ferido e a sofrer da prática criminosa do terrorismo impune.

Uma Liga que tudo tem feito contra os adeptos de futebol, em especial os desse Clube Maior – por isso, este é o alvo que o terror totalitário tenta abater – pela bênção que presta a quem lhes proíbe ilegitimamente a liberdade de expressão pelos adereços não ofensivos da lei e da moral pública em zonas não restritas pela mesma lei e moral à expressão dessa liberdade!

Um presidente fantasma que no seu sono etéreo apenas acorda para mostrar a sua presença na mentira, no entrega taças da mentira histórica de uma data fantasma de um pretenso nascimento, quando celebra o aniversário mitológico dessa data da fundação da mentira, esquecendo-se que está igualmente a pisar os corpos e os espíritos relevantes, com as honras que lhes são devidas pela fundação real e não fantasmagórica, e que, pela História, a real, em relação ao mesmo clube, da morte se libertaram! E não é o fabulário de um papa da mentira e chefe da escola do crime organizado que consegue, por mais encíclicas pecaminosas da divulgação da mentira criminosa que tente promulgar e divulgar entre os seus sicários, abafar na sua cloaca nojenta e nauseabunda!

Uma Liga que tudo tem feito contra os adeptos de futebol, em especial ou exclusivamente os desse Clube Maior, permitindo que esses adeptos tenham de pagar preços exorbitantes e especulativos para exercerem a sua constitucional liberdade de exprimirem o seu apoio à associação desportiva a que, ainda constitucionalmente em liberdade, escolheram para apoiar, bem sabendo que eles são o abono de família fundamental dos outros clubes todos e do desporto em Portugal.

Pois essa Liga dita de Portugal, mas que não passa de uma liga da vergonha deste mesmo Portugal, nem uma palavra amiga dedica a esse adepto inocente que sofre numa cama de hospital na luta pela vida e pela sua integridade física!

Pela sua inacção, pelo seu silêncio cúmplice, é tão criminosa moralmente, na esteira do seu dono e senhor, como o são os cobardes executantes do crime!

Esta é a Liga original que temos! Todos os dias, a todas as horas, minutos e segundos, consegue surpreender os papalvos que ainda gostam de surpresas vindas das cloacas bem definidas! Agora já nem é a Liga que fala, ou melhor, a sua criada sacerdotisa, que o dito presidente, talvez como efeito secundário do seu sono profundo, tem mantido uma insistente insónia relativamente ao verbo.

De facto, a invenção, ou invencionice, não se detém! Estamos na era supersónica da tecnologia do anexim e, nestes momentos conformes, dá-se a palavra à fonte! A fonte tornou-se o oráculo da divindade casta do sabichoso cismático da sapiência do seu rifão!

Por isso, quando muita gente se pode ter interrogado sobre o incumprimento dos regulamentos que regem a Taça da Liga pela equipa da ditadura – que substituiu um jogador obrigado a estar em campo e que saiu a correr, com reprimenda e tudo, a fonte, pressurosa, logo regulou os regulamentos aos interesses do amo e senhor, afirmando que sim, o rapazote estava lesionado! Uma lesão dos recordes de vitórias do VAR e da estadia da equipa do totalitarismo de Contumil na fase final dessa Taça, antes a taça da carica e que este ano se tornou na taça da contusão intrujona da verdade desportiva!

A fonte é soberana! O delegado ao jogo não tem – tinha, antes da regulação dos regulamentos – por missão ser o cura, nem do corpo, nem da alma, dos axes dos jogadores de futebol! Foi falta de senso, pois bem que podiam ter logo informado o cura do banco lagarto, em tempos de exaltação brunalguista e agora elevado ao trono do brunalguismo! Ficava tudo mais nos conformes! Assim, o miúdo que se cuide!

Mas também, para que tanto se fadiga e afadigou a senhora fonte da Liga? A ditadura de Contumil alguma vez cumpriu regulamentos? Se ela nem as leis deste País cumpre e tem por elevados merecimentos o sacramento da impunidade!

O que também não espanta ninguém é que não tenha havido um clube que empertigadamente se candidatasse a assistente do processo! Sim, porque, se todos os anos esses clubes se afadigam numa nova versão dos regulamentos a preceito, como excelsos legisladores de normas que a ditadura nunca cumpre, apesar da sua determinação para exumar preceitos que entalem os outros, por acções e inacções iguais às que ela pratica, bem me parecia que esses afanosos e iminentes legisladores, porque o foram ou fizeram de conta e levantaram o braço na votação, achassem por bem deitar falação! Mas o terror tem as suas marcas bem gravadas no fundo das costas!

Todos sabem o que é o Tarrafal do papa nas descidas de divisão de quem não cumpre, com orações ou com o rabo entre as pernas!

Todos sabem o que o caudilho dono da arbitragem, da disciplina e da jurisdição desportivas, com seus servos da gleba executando todas as suas directivas, pode fazer aos conspiradores contra a ditadura!

Por isso é que a nova versão de muitos desses clubes é eleger sócios do clube da fruta e da escola do crime, sócios com posição privilegiada ou de referência na respectiva SAD do calor da noite, para presidentes das suas SAD.s do faz de conta ou dos clubes que ainda se regem pelo modelo antigo!

Têm, assim, garantida a sua permanência na divisão de elite, na Liga da vergonha, na Liga do rolha, um rolha de brilhantina que se revela, afinal – e assim revelando a fonte da fonte da Liga, fonte da qual, de resto, todos já sabiam qual era o rosto, apesar do capelo – um cura jumento sem juramento de Hipócrates, um diagnosticador de lesões corporais, encartado na taverna do infante e no aconchego do calor da noite da escola de Contumil!

Claro, o Benfica seria logo acusado pelo ditador, seus ministros, magarefes, lambe-botas e milicianos de estar com medo. Mas mesmo ele que, se se esquecer de uma vírgula, leva logo em cima com uma pesada sanção para servir de exemplo, devia ter reagido. Sujeitava-se ao terror do justiceiro Meirim, naturalmente!



A FPF é igualmente presidida por um símbolo da ditadura, um símbolo que foi, em tempos de opulência de “fruta” copulosa, perdão, copiosa, o cobrador das facturas pelos serviços prestados e de cujo mester lhe adveio o carinhoso apelido, “nandinho das fraldinhas, peço desculpa, das facturas”.

Mas o verdadeiro mandante e executante da doutrina totalitária é o que, não dando abébias, dá no cravo … e na ferradura! Esse é que é o real executante mordomo da ditadura papal!

Solidariedade para com os árbitros, e suas famílias, ameaçados, zero! A cumplicidade é a virtude! No fim de contas, as milícias do terror eram da casa!

No seio deste pequeno conclave, o seu apêndice justiceiro é um burrico que doma seus princípios na orla debruada a oiro da doutrina papal. E empenha-se tanto na sua prova de vida servente que até condena presidentes finados da função e não deixa por menos de 19,13€ um aperto de gasganete!

Quanto ao seu palreio estrábico sobre reincidência, é isso mesmo, estrábico! Assiste penosamente ao expulsar compulsivo de caixeiros e de bonecos da ditadura, várias vezes num ano, dorme o sono dos justos sem Justiça e cobra-lhe o suficiente para poder ir roendo umas broinhas de Natal. Peru e bolo-rei é para os enraivados do banco, reincidentes … quer dizer, em linguagem justiceira enviesada na conveniência de Meirim, os que gostam de ser impelidos constantemente para a sombra dos coios, que estes, os deles, não foram infectados por cheiros nauseabundos e intoxicantes, sob reserva da famosa “amarelinha” de que falam televisivamente os Casa Grandes de outro país e os anoréticos e pequenos Mendes (esverdeados) deste cantinho!

Meirim está amofinado por ter de mendigar incessantemente uns trocos aos cónegos da raiva e aos priores do boneco!

Acabem, então, lá com essa penitência do justiceiro! Presenteiem-no com o treinador do Benfica em conversa educada conquanto desgostosa com um árbitro no final de um jogo, não enquanto o mesmo decorria, que isso é para os “abençoados” bonequeiros! Agora sim, Meirim consegue sacar uns cobres de jeito que dão para umas jantaradas de leitão, cabrito, peru, bife mirandês e demais nobres iguarias, sem esquecer as entradas de lagosta, sapateira, ostras, gambas, tudo bem regado com tinto ou branco do douro ou do esporão – fica tudo em família – sei lá, aquilo que os abades conseguem comer e beber que, pelos ditos do povo, não costuma ser nada minguado!

Enquanto isso e em consonância cumulativa, mete-se o treinador abono da jantarada na bancada durante uns largos dias – não têm 100 anos até porque o corifeu do centenário não tem jeito nenhum embora julgue que é um declamador de meia tijela de poetas envergonhados e aos saltos nos seus túmulos perante tamanha pedantaria – para não voltar a ter a ousadia da conversa fiada … custosa no pagamento!

O seu caudilho agradece a mercê do servente justiceiro!

Existe por lá também, que o ramo só fica deveras brilhante na tumba onde repousa a verdade desportiva, um tal Fontelas que, de árbitro dos areais, em feriados e fins de semana, é elevado a ministro da nomeação dos árbitros controlados, dos árbitros ameaçados – devassa de hackers, ao que já se comenta nos corredores, que a ditadura nunca dorme nem desleixa a sua pidesca muleta – e dos árbitros medrosos … e com razão de o estar, posto que o medo não devia sobrepor-se à dignidade e à honra, sendo mais honorável desistir, quebrando, do que continuar, se dobrando!

Mas no reino totalitário, o caudilho entende, como Eça, que quem vai andando de asneira em asneira na embriaguez de seus preceitos papais, deve no mínimo ser coroado ministro!

Depois, resolvem engendrar um VAR para celebrar as missas devidas à defunta verdade desportiva, com diáconos do “portoaocolo” e da assanhada perseguição ao Glorioso Benfica. Diáconos sequazes na sublimação da avareza que divide a responsabilidade pela morte ilegal daquele cadáver a que chamam, repete-se, de verdade desportiva, recostados em sofás de soneca, se necessário, despertados para remendar e amarfanhar um arrimo de ressuscitação da mesma verdade na mentira … e a ditadura retira os proveitos jogo a jogo, num descaro que nunca lhe foi alheio!

A máscara da repartição irmãmente da responsabilidade pelos “profits”, mais os consequentes e convenientes  “intérêts”, numa irmandade à Calheiros – as viagens de férias ao Brasil são para toda a família – é o subterfúgio mais desmascarado (isto é, sem máscara) da história deste ditador e do seu pontificado!

O VAR tornou clara, na esteira de um enorme comunicador da verdade que é Verdade (opinião essa que perfilho integralmente) e perante a desfaçatez das decisões, a incompetência dos árbitros, ou a sua “competência” em prol dos interesses combinados. Sem VAR, a dúvida era legítima. Casos havia, nem muitos já, em que o princípio do benefício da dúvida podia dissimular a incompetência congénita. Com o VAR, que possibilita a visão dos lances de todos os ângulos, feitios e formas possíveis, só erra esses lances quem quer, em especial porque a imagem é obtida em tempo real, antes que a despudorada mercenária chamada sportv chame o sôr inginheiro macaco, mestre nas rachas, e lance os seus engenhos nos ardis da entortadura das linhas e na mudança de imagens de acontecimentos idos.

Agora já não é a competência, ou falta dela, a que comanda! É, como nos deixa entender a prova dos nove VARista, ainda e sempre a ditadura do caudilho. Caudilho este que, segundo o que um grande Benfiquista disse um dia: «grande parte do currículo de 30 anos que tem devia ser apresentado como cadastro»!
Ah! Pois devia! E o sacramento sacrílego da impunidade que lhe foi espargido, não na pia baptismal mas quando estava de cu assentado no banco dos réus?! 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

DIÁRIO DE UM REGIME TOTALITÁRIO E DITATORIAL E UMA ESCOLA DO CRIME ORGANIZADO

CONTINUANDO …


PARTE TRÊS



Como se sabe e aqui foi explanado, a ditadura começou intramuros, não era bonito mas era entre os próprios, era, aliás, a continuação dos métodos arreigados vindos do seu ADN totalitário de pertença ao regime salazarista.

Enquanto apenas isso, que se amanhassem, que se espolinhassem, era só com eles!

Só que essa ditadura se foi extrapolando e enraizando em todos os meios de decisão desportiva, nas instituições e autoridades desportivas cujos dirigentes eram meros capatazes da ditadura papal. Aos poucos, o totalitarismo instituído no clube da fruta enraizou-se e tomou conta de toda a organização desportiva nacional.

E a verdade desportiva finou-se!



Mas a ditadura não se confinou apenas nestas vertentes, saltou muros e foi-se estendendo à área civil, tentando ganhar território, assim se tornando num verdadeiro estado totalitário, com ditador, ministros capatazes, pides que agora se valem do meio cibernético para devassar a vida dos adversários, prostituindo-se cada vez mais refinadamente no lodo do crime, para provocarem o terror e imporem a sua doutrina, tropa sob a forma de milícias organizadas, espalhando o terrorismo à volta do bairro, uma escola criminosa sempre bem organizada e activa.

Acantonado, primeiro, num bairro da cidade do Porto vai tentando, através de todos os métodos terroristas possíveis, espalhar-se e impor-se nos seus arredores. Por vezes, faz incursões noutros locais (v.g., áreas de serviço de autoestradas), numa demonstração invariável dos métodos e propósitos.

E tudo isto sem repressão de um Estado que se assume, cá dentro e lá fora, como um Estado de Direito!

  

Como se compreende, isto só tem sido possível porque se criou, ao redor desse estado totalitário do crime organizado, um verdadeiro estado de espírito que se tornou real e que se assume pela total impunidade de que gozam todos os magarefes, desde o seu presidente ditador – ele o primeiro abençoado com a mesma impunidade, civil e criminal – e alastrando a todos os tarefeiros, os criados mensageiros e os braços armados da ditadura do crime em Portugal.

E qual tem sido o papel de todas as autoridades, governamentais (PR, AR, Governo), as autoridades administrativas (PSP, GNR), os institutos mais ou menos presumidos independentes como ERC (em relação à imprensa canina da divulgação do crime, cometendo crime) e CMVM (para os ataques empresariais porque o crime atingiu o sigilo dos negócios entre empresas cotadas e feriu de morte a deontologia negocial) as autoridades judiciais (Magistratura judicial e do MP, mais sua muleta PJ), e as autoridades desportivas (FPF, Liga e demais apêndices que dirigem), todas elas, à sua maneira e dentro das suas competências específicas, as grandes responsáveis por todo este cancro totalitário e criminoso que grassa impunemente neste Portugal de brandos costumes?





PARTE QUATRO



Comecemos pelo PR.

As liberdades fundamentais que definem uma democracia, tais como o direito à vida e à integridade física, o direito de opinião, o direito de manifestação, o direito de associação, o direito de reunião, o direito ao credo religioso ou clubístico, o direito de livre circulação, estão consagradas na Constituição da República Portuguesa.

No acto de posse do PR ele presta a seguinte declaração de compromisso:

«Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa» (sublinhado próprio).

Quando existem atropelos ao livre exercício das liberdades constitucionais e ninguém com funções de execução lhes põe cobro, é adequado e até talvez obrigatório que o PR, supremo garante do cumprimento da Constituição e, em consequência, garante do pleno exercício dessas liberdades, tome a palavra e chame a atenção do País para esses atropelos, tendo as autoridades executivas na mira da inacção com que (não) assumem as suas responsabilidades.



A AR, por intermédio dos seus parlamentares ditos representantes do povo, dedica-se muitas das vezes a tricas, a discussões de “lana caprina”, a levantar o braço à ordem do chefe do partido político, a observar a ausência dos que nela deviam cumprir a sua função, mesmo à falsificação de presenças em ausências confirmadas, a receber os tiranos e ditadores chefes da escola criminosa de Contumil em almoços e jantares, ela, AR, de quem se diz e se mútuo ufana de ser a casa da democracia!

Legislar e impor a aplicação pelos órgãos e entidades com o dever de aplicar essa legislação que defenda e faça cumprir a democracia e as liberdades fundamentais, que actue contra o crime organizado e que grassa impunemente, parece-lhe algo próprio do domínio do extraterrestre, conquanto faça por vezes simulações e dissimulações de conclaves de pretensiosa regenerescência com personagens chefes de autoridades desportivas, dissimulados mandantes que não passam da servência, nada mais do que capatazes do totalitarismo instalado mas que sentem hipocritamente a necessidade de tentar fazer prova de vida para continuarem agarrados ao tacho que lhes foi destinado na engrenagem pidesca do mesmo regime ditatorial.



O Governo, o executor que o devia ser, assegurando a vivência e a plenitude da democracia e das suas liberdades fundamentais, mostra-se igualmente alheio ao totalitarismo, ao terror e ao esmagamento dessa democracia e das suas liberdades, tudo o que jurou implementar, executar e fazer executar na sua tomada de posse.

Não se insinua a sua intromissão na Justiça a quem compete, com total independência, implementar e aplicar a Lei que salvaguarde os valores fundamentais de um Estado de Direito. 

Mas as autoridades administrativas, Senhor Governo, por que lhes permitis tanta inacção, por que padecem assim de pedantismo sobranceiro naquela conspurcada nação totalitária, ao ponto de tentarem negar, perante câmaras de TV, os actos criminosos cometidos por milicianos do crime? Elas que têm por superior missão a defesa de pessoas e bens, a defesa da paz pública e do constitucional exercício pelos cidadãos da sua liberdade?

E quando um Presidente de um Clube não alinhado com o totalitarismo e a ditadura é agredido, inclusive por um dos elementos dessas autoridades administrativa, o pavoroso facínora guarda Abel, o que faz o Ministro que as tutela?

E quando um carro em que viaja o Presidente do clube não alinhado com a escola criminosa é atingido na autoestrada através de pedregulhos, o que faz o mesmo Ministro da tutela?

E quando um autocarro que transportava jogadores do Clube adversário e não alinhado com o totalitarismo e a ditadura é vandalizado com pedras da calçada e alguns daqueles jogadores são agredidos com as mesmas pedras, o que faz o Ministro da tutela, até perante afirmações de um alto responsável da segurança que nega esses actos criminosos documentados por câmaras televisivas?

E quando um autocarro, que transporta adeptos do Clube que usa como um dos seus símbolos a cor com que o seu (do papa do crime) regime salazarista marrou, juntamente com seus apaniguados, entre os quais e com prevalência farta figuraram antepassados do actual chefe da escola do crime organizado, seu herdeiro do marranço, através dos seus milicianos, é aterrorizado em plena autoestrada? Ataque que provocou graves danos físicos e morais que só não foram mortais por acaso da fortuna e não por vontade dos terroristas que surgiram do capim da poltronaria e se foram mato dentro julgando-se laureados, para lá da impunidade garantida pelo seu dono, da mesma pérfida cobardia?

Faz de conta que muda o chefe supremo dessas autoridades … para ficar tudo na mesma! Nem os agentes que, por acção e omissão, permitem o terror e não defendem, como é seu dever, as pessoas e os bens, são castigados! Mantêm-se sempre às ordens do chefe da escola do crime organizado, seja para simular uma paz pública por eles apodrecida, seja para dissimular mais um vandalismo cometido pelas milícias dessa escola criminosa!



Compete à ERC e seus órgãos, entre outros deveres, «assegurar que a informação fornecida pelos prestadores de serviços de natureza editorial se pauta por critérios de exigência e rigor jornalísticos», «assegurar a protecção dos direitos de personalidade individuais sempre que os mesmos estejam em causa no âmbito da prestação de serviços de conteúdos de comunicação social sujeitos à sua regulação», «garantir o respeito pelos direitos, liberdades e garantias», «o conselho regulador, oficiosamente ou a requerimento de um interessado, pode adoptar directivas genéricas destinadas a incentivar padrões de boas práticas no sector da comunicação social», o conselho regulador, oficiosamente ou mediante queixa de um interessado, pode adoptar decisões em relação a uma entidade individualizada que prossiga actividades de comunicação social».

Perante tanto despudor e violação da deontologia jornalística, apenas se lhe assinala, no campo restrito que analisamos, uma intervenção, de resto, mui meritória mas feita a pedido e após um grande interregno no fundo de uma gaveta de um mandarete do ditador e chefe da escola do crime organizado. E só depois desse capanga ter sido chutado do tacho, que ele estava a cumprir as ordens e os princípios fundamentais da ditadura, tal como o crime de não dar andamento à queixa apresentada!

No resto, não se nota que tenha sequer tentado que a digna profissão jornalística não tenha baixado ao nível do esterco, tantos são os aprendizes de feiticeiro, alguns mesmo ao nível da canalha, que a atropelam e que defecam em cima dela, profissão jornalística! Aprendizes que embora possam possuir um mero canudo de papelão, de saber jornalístico são uns analfabetos do ignorantismo.

Porque os jornalistas devem respeitar os limites da sua função, nomeadamente, saberem que «o direito de acesso às fontes de informação não abrange os processos em segredo de justiça, os documentos classificados ou protegidos ao abrigo de legislação específica, os dados pessoais que não sejam públicos dos documentos nominativos relativos a terceiros, os documentos que revelem segredo comercial, industrial … »!

Porque os jornalistas têm o dever de «informar com rigor e isenção, rejeitando o sensacionalismo e demarcando claramente os factos da opinião», «de se abster de formular acusações sem provas e de respeitar a presunção de inocência»!

E isto são pequenos exemplos dos seus deveres e da extensão ou restrição das suas funções jornalísticas!



A CMVM, dita guardião dos princípios empresariais das empresas cotadas, calada e muda, espreguiça-se assanhadamente apenas quando os pés de microfone, na sua invencionice magicada no reino da fábula em que se movem, resolvem assobiar nomes, contratações ou vendas para a única empresa de desporto cotada e não falida mas com a sua vida comercial completa e criminosamente devassada na praça pública, enquanto continuam sua soneca no que diz respeito aos pouco concorrentes por via da indigência por que passam, fruto da incompetência dos seus gestores, incompetência a favor dessas empresas que não a favor dos seus próprios proveitos.

Que à CMVM compete, entre outros deveres, «assegurar a adequada defesa das entidades emitentes, dos intermediários financeiros e, em especial, dos investidores contra as actuações fraudulentas, ilícitas ou irregulares que possam afectar os seus legítimos interesses»!

A CMVM é tal o Banco de Portugal perante os banqueiros corruptos que levaram a banca à falência e obrigaram os portugueses a pagar os desmandos e a inacção de quem, devendo, não exerceu os poderes para que foi empossado. 



E os Magistrados do MP «a quem compete representar o Estado e defender os interesses que a lei determinar … participar na execução da política criminal definida pelos órgãos de soberania, exercer a ação penal orientada pelo princípio da legalidade e defender a legalidade democrática»?  

Alguns deles ajudam o ditador e o seu regime ditatorial, convencendo vítimas do mesmo regime a não exercerem o seu direito de queixa e a verem reposta a Justiça de que foram criminosamente espoliadas, ficando aqueles praticamente impunes e mantendo todas as prerrogativas inerentes ao seu ofício de apoio à ditadura e ao crime.

Outros pedem a absolvição do ditador e seus capangas em julgamentos nos quais estes eram acusados do recurso ilegal a milícias criminosas, parece que com provas suficientes, de tal forma que foi dado eco a um sururu de escândalo pelos superiores hierárquicos daqueles Magistrados, aparente indignação que tudo isso foi, até ao presente, abafado, não se tendo mais notícia de que tenha produzido algum efeito.

Há outros que inventam ridícula e desavergonhadamente processos ilegítimos contra pessoas de bem, apenas por serem Ministros do Governo e adeptos de um Clube que sempre combateu, combate e combaterá todas as ditaduras, as antigas e as hodiernas, e só por estarem a assistir a um jogo de futebol!

Temos ainda os que fazem “pastar” os processos que lhes são entregues e que se destinam (destinariam) a investigar os crimes do regime ditatorial em causa, ou dos seus apêndices esverdeados com aquele regime conectados, até que todos se esqueçam e os mesmos prescrevam, conquanto documentados por confissões e por outras provas indiciárias bem fortes, sendo lestos na invencionice de processos contra os “inimigos” da ditadura papal, com o espalhafato dos amigos pés de microfone e ecrãs de televisão, a quem previamente dedicam a sua “adoração” pelo segredo de justiça.

Ainda outros, de olhos em bico por via da sua doutrinação totalitária e portando-se como verdadeiros pides, cismam, à volta de uma mesa de puro magismo e num exercício imundo de futurologia e adivinhação, crimes fantasmas que o cosmos possa parir num futuro incerto, tão incerto quanto o pedantismo de bruxaria do feiticeiro de Oz. Estes arautos da vergonha justiceira, num rumorejo soprado por alguma dose de feitiçaria do bruxo da corte da criminalidade (ou bruxo de Fafe para os menos despertos nestas artes de bruxaria), enfeitiçaram a preceito da ditadura a antiga frase de Descartes do “penso, logo existo” para um conveniente, “existes, logo és um criminoso”. Isto significa, de forma clara e irreversível, o intuito imundo do princípio ridículo de se poder praticar um crime antes de crime haver!

O terror justiceiro ao serviço da ditadura totalitária da escola do crime organizado!

Um MP que se move comandado pelo pedantismo de uma comunicação social enlameada e igualmente impune na violação do segredo de justiça, ao seu serviço nos julgamentos populares de pessoas que os actores daquela Magistratura, em processos a que deram vida e que, ou por serem total e cristalinamente aberrações jurídicas, ou por deplorável ignorância e pura incompetência, não conseguem reunir prova digna de um julgamento condenatório por órgãos legítimos! E assim mitigando as suas frustrações da incompetência, com aqueles que se lhes tornaram amigos do peito, enquanto extravasam por ínvios caminhos, os deles, a sua vingança contra os que não alinham na escola criminosa da ditadura papal! 



E a Magistratura Judicial?

«Na administração da justiça incumbe aos tribunais assegurar a defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos, reprimir a violação da legalidade democrática (sublinhado próprio) e dirimir os conflitos de interesses públicos e privados».

E ao que temos vindo a assistir?

Comecemos pelo célebre apito dourado em que os juízes, como todo o mundo, ouviram na primeira pessoa as confissões integrais, e com todos os detalhes do canalhismo, dos crimes em julgamento, através de escutas telefónicas, legitima e legalmente autorizadas por quem detinha a inerente competência para o efeito.

Deitadas as mesmas no caixote do lixo da desfaçatez de uma justiça da Injustiça, sacralizaram uma irresponsável impunidade que galvanizou a escola do crime e os comissários criminosos, espezinhando despudoradamente a aplicação e consagração do Direito que era sua missão defender.

Depois e em novo julgamento, avalizam o pedido impúdico de absolvição do ditador e do seu conclave mais próximo, continuando na senda da sacralização de uma impunidade embriagada na mais indecente irresponsabilidade.



A Magistratura Judicial e o MP, sem esquecer a sua muleta PJ, ao arrepio da sua nobre missão, têm contribuído, no reino onde vigora o regime totalitário, para que a ditadura do crime organizado imponha as suas leis do terror, do vandalismo, da agressão de pessoas e bens, num passeio cada vez mais descarado pela bênção com que o têm sacramentado.

Falar-se nesse reino da impunidade do crime organizado num Estado de Direito que a eles, Magistrados, lhes competia implementar aplicando a Lei e fazendo triunfar a Justiça é o mais genuíno dislate da abstrusidade legal.

CONTINUA ...