sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

AS CANALHADAS DA AUTO PRESUMIDA COMUNICAÇÃO


A prisão do reconhecidamente hacker Rui Pinto na Hungria já revelou mais um naco bem anafado dos métodos canalhas e trafulhas da comunicação em Portugal, não de toda, naturalmente, porque há sempre excepções à regra.

Alegadamente – e apenas alegadamente, no momento presente – o hacker que entrou no sistema informático do Benfica, roubou a correspondência privada e a entregou para que fosse revelada, por certa dita comunicação, replicada e repenicada por outra de igual jaez, é agora pintado e repintado ao gosto das canalhices de cada canalha e mentalmente trafulha da palavra, quando não trafulha real e verdadeiro.



Se olharmos para os canalhas de alguns jornais, os da cofina à cabeça, como sempre se apresentam nestes métodos mas muito bem acompanhados dos que estão apenas ao serviço da escola do crime organizado, veem-se escritos em título vários exemplos como este:

« O HACKER DO BENFICA» …

A vilania é um método próprio, e para ficarmos apenas por isto, da pataratice intelectual dos autores, mas tem um efeito prático. Efeito prático que, tendo em conta toda a baixeza revelada pela dita e auto presumida comunicação, mais parece um móbil efectivamente pretendido pela mesma:

«Ludibriar por métodos rasteiros as mentes sãs, confundi-las propositadamente, fazer crer que o hacker é do Benfica, interpretada esta frase, com deve ser, em termos objectivos e à letra, que foi contratado por ele e que está de conluio com o Glorioso».



Na realidade, o hacker NÃO é do Benfica!

Alegadamente, apenas e mesmo que se confirme e deixe de ser alegadamente, será:

O hacker que ROUBOU TODA A CORRESPONDÊNCIA ELECTRÓNICA DO BENFICA!

É e será sempre o hacker que ROUBOU!

E nunca por nunca o HACKER DO BENFICA como de modo absolutamente canalha e trapaceira essa comunicação intitula o agora detido Rui Pinto!

Pode ser o hacker deles, dos trapaceiros comunicacionais e dos seus amos e senhores, mas NUNCA do Glorioso Benfica!

Não vale a pena tentar propalar a insidiosa designaçãoOs Benfiquistas jamais deixarão que o façam os trastes presumidamente comunicativos e sujos com a lama da trapaça que é o revestimento permanente e congénito destes artistas ditos comunicadores!



O hacker, que antes era designado de «fontes de informação», passou a ser agora, para estes piratas da comunicação de sarjeta, um «pirata informático»!

Todavia, sabendo eles que essas “fontes de informação” era um “pirata informático” e, mesmo assim, divulgaram, ainda que só replicando – crime esse também previsto e punido por lei – então tornaram-se cúmplices dessa por si designada pirataria!

Além do mais, seja ele ou não “pirata informático”, a verdade nua e crua e que, por mais que se esforcem na barrela, nunca conseguirão lavar, é que ele, o agora “pirata informático” para os comunicadores da intrujice e para outros que tentam desesperadamente retirar o cu do mocho, sempre tem sido um parceiro de eleição, um manancial das suas aldrabices e charlatanices!    



Outra canalhice que a dita auto presumida comunicação – que, de social, nada tem – assumiu foi a sua tacanha tentativa de fazer do enredo muito mal explicado do dito processo Football Leaks, tentando de novo ludibriar a opinião pública – são processos estes que estão na sua congenial estrutura endémica – um processo em que os únicos prejudicados teriam sido não o Benfica mas a escola do crime organizado e seu capacho esverdeado.

E não o Benfica, para esses capatazes da vilania intrujona, como se, no fim de contas … não tivesse sido este Glorioso Clube aquele a quem foi roubada toda a sua correspondência electrónica, criminosamente divulgada e replicada nessa mesma comunicação!



A prisão do alegado hacker que roubou a correspondência do Benfica também deixou muito nervosos, quer o insolvente Marques, quer toda a estrutura – uma multidão de arguidos – da escola do crime organizado.

Por um lado, esforçam-se por dizer que a correspondência electrónica roubada ao Benfica lhes caiu do Céu e a encontraram no caixote do lixo porque gemendo como se bebé abandonado pela mãe e, consequentemente, a sua recolha tenha algo a ver com actos de mitológica compaixão.

O alegadamente hacker – eles mesmo até parece que, nas suas diatribes da mentira, consideram já o real e não o alegado – que roubou a correspondência electrónica do Benfica é um rapaz que, na intenção dos mesmos, mais na da sua repenicada e presumida comunicação, merece um título de benemérito e eis senão quando, mesmo uma estátua em Contumil e um espaço no museu da fruta!

É como se ele já não tivesse roubado um banco … à procura de pipocas e de … croquetes!


E, por falar em croquetes, o Benfica esclarecerá, não aos croquetes mas à Justiça, como já o afirmou por diversas vezes, tudo o que tiver de esclarecer!
O que os croquetes devem esclarecer, e não esclareceram nem esclarecem, são os actos de que foram acusados pelos próprios implicados no processo cashball, mais os 63 mil euros encontrados pela PJ na gaveta do arguido André Geraldes, um alto quadro da sua estrutura!




De resto, os advogados do dito hacker, pirata informático ou seja lá o que lhe quiserem chamar, até pretendem que ele seja considerado um herói nacional, que ele, dizem, com crime traz à ribalta alegados crimes, num doutrinamento efabulado que nos querem impingir à colagem da máxima, criminoso que rouba criminosamente, não é vilão, é criminoso que merece as honras de herói mundial e 100 anos de perdão!

De facto, é pungente a imaginação da trapaça! Um homem que rouba um banco certamente que se tornou no novo Robin dos Bosques!



Fazendo-se de amofinados heróis ainda da purificação dos valores da sociedade, aqueles que têm toda a sua vida enlameada nos truques da mentira e da intrujice de que as confissões na primeira pessoa dos crimes que todo o mundo ouviu, enfeitadas no apito dourado como sua coroa de glória, agora mais brilhante apesar dos custos actuais da onça de ouro, pretendem na aldrabada contínua fazer crer que apenas divulgaram a correspondência privada e roubada … por serviço do interesse público!

Como se fossem do interesse público as criminosas quão falsas imputações que, segundo os criminosos, estariam insertas na correspondência roubada, divulgando apenas partes que, fora do seu contexto, levassem à interpretação que eles lhes quiseram colar e que desejaram fosse divulgada pelos seus serventuários da presumida comunicação da canalhada.

É, para os ditos da escola do crime organizado, a divulgação manipulada, intrujona, trapaceira, que tudo isso eles prepararam para assim ser divulgado, que é do interesse público!

Esquecendo-se até de que a simples divulgação de correspondência privada, sem autorização do seu autor ou destinatário, é de per se um crime punido autonomamente de uma obtenção da mesma, seja por meios fraudulentos e criminosos ou não!

Isto é um país que está a ficar bem anafado de heróis … do crime!

E defendem-se com argumentos, por falta deles, que nada têm a ver com o caso, mas apenas com o VAR da VARdade na mentira desportiva e da sorte protegida pelas bolas quentes e frias!

Argumentos – como quem diz! – que, curiosamente, até são muito posteriores à criminosa divulgação do que o bebé vindo do Céu e lhes caiu nos braços por obra e graça do Divino Espírito Santo trazia no interior das suas fraldas sujas, cuja coisa é o que menos os surpreende, não só por viverem enlameados na cloaca da mentira que é uma sua imanência congénita, como porque estão muito bem habituados!



É comovedor, de facto, a sua preocupação em virar o bico ao prego! Tão preocupados que eles estão!

Por que não deixam a justiça em paz, de modo que ela faça Justiça?

Estão cheios de medo de que já não consigam manipular a máquina da justiça a seu bel-prazer?!
Fujam para Vigo!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

UM PEDAÇO DO MUNDO DESPORTIVO-CRIMINOSO DA ESCOLA DO CRIME ORGANIZADO



Quando uma parte da Nação foi avocada por um terrorista que, num bairro de Portugal, montou uma escola do crime organizado – foram dois os fundadores, como se sabe, mas um deles finou-se bem cedo, conquanto com desenvoltura asinha substituído por discípulos da mesma igualha – estendendo os seus tentáculos à justiça portuguesa, ninguém tente sonhar com um Estado de Direito e em gozo das suas Liberdades Fundamentais – tudo o que julgou adquirido com a conquista da Democracia – a imperar em todos os recantos do território nacional e em todos os sectores da vida económica – o futebol é uma das principais indústrias portuguesas – lúdica e desportiva.

A escola do crime organizado apoderou-se, em primeira mão, da verdade desportiva através dos seus capatazes nos órgãos decisórios, incluindo neles a arbitragem e os seus executantes, o principal escopo para conseguir os resultados pretendidos, ganhar a qualquer preço, fora do campo e não dentro dele.

Baseando-se sempre na verdade da mentira como elemento fundamental do seu império criminoso, foi estendendo as suas garras a sectores da vida civil, captando esbirros nas forças de segurança do bairro e seus arredores, lançando de igual modo sobre a máquina da justiça do mesmo território os seus tentáculos para momentos de dificuldade que a sua criminosa escola naturalmente pudesse atravessar, impulsionados eles por alguém da mesma Justiça mas mais escrupuloso.

Montou uma milícia, uma ralé de milicianos do crime para proteger o seu reinado e para, fundamentalmente, espalhar o terror sobre todos os agentes, desportivos ou civis, que não se quisessem vergar ao seu domínio ditatorial da verdade na mentira desportiva. Alguns desses milicianos, demonstrando a sua verdadeiramente congenial natureza, foram apanhados mas por crimes fora da alçada dos interesses criminosos do chefe e fundador da respectiva escola e que, então e como não ofereciam perigo para o seu regime, foram condenados em penas bem pesadas, desprotegidos da imunidade de que gozava e goza este império do mal, impune, por isso, às penas da lei!

A Justiça, fraca, desorganizada num levitar de exigências egoísticas, encastrada num corporativismo de que ainda se não livrou, aquele Órgão do Estado com a missão específica, por verdadeiramente essencial na defesa e manutenção do Estado de Direito e das Liberdades Fundamentais, com a missão de aplicar a justiça que consagrasse e fizesse triunfar a Justiça e o Direito, demitiu-se, boa parte dela, do seu dever intrínseco. E, corrompendo-se na sua apendicular ligação a esta escola do crime organizado, foi mais fundo na sua abjecta sacralização da impunidade que concedeu ao cometimento de crimes de verdade desportiva confessados na primeira pessoa pelos principais criminosos, incluindo o chefe fundador que, a partir de então, se viu impulsionado, depois de um hiato de algum receio no abuso, para requintar mais e mais os métodos criminosos, quando a sua imanente pretensão de corrupção da verdade desportiva não obteve os objectivos que sempre lhe estiveram no ADN da manipulação criminosa da verdade desportiva.

A partir do momento em que a Maior Agremiação desportiva de Portugal, após recuperar do definhamento por que passou na década de 90 do século passado e ter levado outra década a construir um futuro triunfante que pôs em causa a supremacia criminosa da inverdade desportiva, até então sem obstáculos que suas tramoias vigárias não conseguissem facilmente superar, esta ditadura criminosa recorreu aos métodos mais refinadamente criminosos para voltar a impor a sua lei, a lei do desportivamente mais fraco e que só é forte na criminalidade dos métodos que emprega para se tentar de novo tornar, na trafulhice obviamente, o desportivamente mais forte.



No entretanto e por volta de meados dos anos 80, coincidindo cronologicamente com o lançamento da primeira pedra dos fundamentos da escola do crime organizado, uns proxenetas da sua prestimosa, até então, agremiação desportiva, deixaram de se conseguir impor no triunfo desportivo, após a saída da sua Presidência de um Grande Homem e Grande Presidente que não foi nas torpezas de um dos ditos fundadores daquela escola do crime. E por culpa exclusiva de um reclamado deslumbramento de classe que os tornou mais atentos ao seu umbigo do que à obra que urgia implementar na reconquista de um prestígio adiado, tudo isto bem acompanhado de uma dor de cotovelo e numa demonstração de inveja que cada vez mais sobressaía em azia contaminante que os lançou no mais profundo buraco do êxito desportivo.

Tanta azia acumulada ao longo de anos, apenas guiados pela inveja ao seu rival desportivo, toldou-lhes os cérebros de tal modo que só se julgaram e julgam seguros no seu poleiro, os pretendentes à reconquista esfumada, se, numa invencionice em que também são diplomados, falarem aos seus apoiantes, à maioria deles, sempre mal do Glorioso Benfica em termos toldados pela intolerância, pela mesquinhez e mesmo por uma cada vez mais desavergonhada ofensa ao seu bom nome. Sem capacidade para olhar para dentro e lançar mãos à obra em busca do prestígio perdido, o que lhes sobra é a desesperada tentativa de, através da vilania, conseguirem aqueles fins que têm visto desde há vários anos apenas pelo cano de um funil cada vez mais apertado.



No meio de todo este lodaçal, trafulhas de um lado, escanzelados de títulos desportivos do outro, o chefe mor da escola do crime organizado, doutorado e lente na universidade do crime, vê ali ao sul, na terra dos “mouros” que só queria ver a arder – falar em arder vem a propósito mas fica para mais abaixo – um aliado que ele, o doutorado, sabe de sobra que não tem o mínimo argumento que lhe possa fazer sombra mas que é um bom capacho para limpar as patas, quando precisa, descartando as trapaças de que foi único lente impulsionador e de que sua pandilha foi executora.

Sabe que do outro lado a apetência contra o rival tornado inimigo comum é infinda! E os antes proxenetas transformam-se agora nuns prostitutos da sua agremiação, correndo a lançar-se nos braços do seu satânico patrono, numa chico esperteza que nem os anos lhes conseguiram abrir os olhos, uma vez que o agora proxeneta da sua agremiação, bem doutorado nas universidades mafiosas do crime organizado, apenas quer serventia e nem um pífio pedaço de cartilagem óssea deixa cair nos dentes dos esfomeados e submissos postos a rastejar nas lamas e poeiras de uma escanzelada sordidez faminta de êxitos.

Servem o crime organizado, inventam crime que a doutrina da lavagem cerebral sempre surte alguns efeitos práticos, fazem eco de uns e outros … e tornam-se uns alarves na assistência da estrumeira da diplomada escola do crime organizado, enquanto esta, no desvio do foco da Justiça, tenta colar nos outros, agremiações desportivas de bem, a sua infinda sujidade criminosa que conhece de cor e salteado pela prática constante e reiterada, já de cabelos brancos revestida e de sólido know-how, nem preciso sendo colocar-se diante do espelho das suas tramoias, que esse espelho lhe está sempre à frente dos olhos.



Constantemente em demonstrações de criminalidade consubstanciada em actos criminosos próprios e em actos criminosos reflexos de actos crimosos próprios preparativos de reiterada actuação – o justiceiro Meirim, relativamente ao Benfica, falaria em reincidência – de actos criminosos contra a verdade desportiva, através de lacaios da escola do crime organizado, previamente bem licenciados para o efeito, vai-nos surgindo dia-a-dia a constelação dos actos concretos dessa licenciosidade.



Por falar no doutor Meirim, vemo-lo timidamente a multar o clube da fruta – e ao serviço do qual se encontra a escola do crime organizado – em 383 euros por cânticos nos quais os seus adeptos confundiram a mãe do Presidente do Glorioso com as suas – deles, adeptos do clube condenado por corrupção desportiva tentada – digníssimas mães.

Já foi, no entretanto, um pequeno progresso do mestre-escola Meirim, que os 19,13 euros por apertão de gasganete nem sequer são esmola de jeito para colocar nas velhas capelinhas chamadas “alminhas” das nossas aldeias mais ancestrais.

Mas nada que se compare a um bom e alegre Paso Doble, uma música de festa e de salão de dança, que justiceiro Meirim não está para bailinhos.

O SLB filhos da p …, mãe deles, esse não lhe provoca a mínima insónia.



O VAR foi uma profícua invenção da dissimulação da verdade desportiva pela escola do crime organizado, com a ajuda dos compadres capachos. Sublimou-se o apito dourado e requintaram-se os métodos ínvios, que a impunidade é para se gozar, não para se desleixar.

Preparam-se bem os árbitros, os do apito e os “VARistas”, ameaçando-se-lhe os costados, seus e de familiares. Depois, bem, depois, demonstrando o seu apurado refinamento da verdade na mentira, dissolvendo a “herança” pelos irmãos Calheiros do tempo presente, das duas, uma.

Se um árbitro erra em prejuízo do Benfica, o VAR fica na sua soneca redentora. Se um árbitro “erra”, acertando na verdade desportiva, com o Benfica beneficiado por essa verdade, o VAR acorda sobressaltado e, pressuroso, vai repor de novo a VARdade da mentira desportiva.

Se um árbitro atropela, constantemente, a verdade desportiva a favor do clube do papa e chefe da escola do crime organizado que o doutrinou, o VAR mantém o sono dos justos e deixa em paz a verdade da mentira desportiva. Se o árbitro, num hiato de lembrança dos mandamentos, acerta por acaso com a verdade desportiva em desfavor do clube da mentira, logo o VAR, sempre atento à sua catequização, faz com que esse árbitro reponha a VARdade da mentira desportiva no seu devido lugar.

Não há dúvida, o VAR, que envergonha o desporto-rei português, cá dentro e lá fora, foi um expediente e sacrílego sublimatório para auxiliar a verdade da mentira desportiva que é o supremo mandamento que o papa arguido congeminou e consagrou na prática da sua trapaceira “verdade desportiva”.

Onde estaria o clube do papa da mentira e da corrupção desportiva – e o próprio papa, por arrasto – se a VARdade da mentira desportiva se tornasse, como virtude pregada na sua génese, na VARdade da verdade desportiva?!

                                                                                                              

O indigente J. Marques ainda pensa que lhe prestam atenção, aquela atenção que é devida aos insulsos. Com os olhos em bico, culpa do cabresto que lhe enfiaram, comete a aldrabice de julgar estupidamente aquilo que só os seus correligionários não sabem. Isto é, que as pessoas que realizam as transmissões na BTV e na sporttv são as mesmas e que as imagens do VAR não dependem da realização!

Também não se lhe pode pedir mais do que pode dar … e que é bem pouquinho! Aldrabice, trafulhice e coisas do género, que o digam os seus credores! Acresce a imensa inveja de ver uma televisão daquele Clube que ele odeia, por ser Enorme face à pequenez do seu e à sua própria pequenez, ser a única no Mundo Desportivo, incluindo em jogos de competições internacionais e com o beneplácito das respectivas autoridades que as dirigem, a transmitir os jogos do Clube Glorioso a que pertence.

E sempre distinguida com CINCO ESTRELAS, o que a torna, pelo terceiro ano consecutivo, como a melhor televisão desportiva, coisa aliás bem natural na sua Grandiosidade íntima com a Grandiosidade do Glorioso Benfica de quem é pertença exclusiva!

E sabe-se que tem o cérebro lavado com a imundice da sua escola criminosa mas, pelo menos, tenta-se – em vão – que não diga tolices de garoto malcriado. Quer os números para ver o tamanho da pequenez do seu clube, apesar dos aviões carregados de milicianos do crime que ele pagou?

Aí tem! (foto amigavelmente partilhada de "INFERNO DA LUZ")

Chico Marques, por saberes fazer tão bem as contas é que tens os teus credores à perna!

No entretanto, o treinador boneco dos bonecos – do VAR e dos que ele impinge aos pés de microfone – já se pode orgulhar da proficiência das suas lições que o colocam por diversas vezes borda fora dos campos de futebol, conquanto sem grandes implicações, que justiceiro Meirim nem se recorda do que é reincidência, no seu caso de escandalosas reincidências.

Das diatribes do garoto dito treinador dos miúdos juniores nem vale a pena falar. Transmite a grande lição na formação de Homens que recebeu e que ele lhes transmite por dever de herança dos herdeiros dos mandamentos da libertina devassidão criminosa. É, pois, a formação que teve na escola do crime organizado! E quem sai aos seus … cumpre os mandamentos!

Os árbitros é que metem dó! De rabo entre as pernas, com as pulsações sabe-se lá a quanto por minuto, só querendo que aquele espectáculo degradante acabe e que possam chegar inteiros a suas casas, a pele sem beliscaduras e os ossos todos no seu devido lugar! A lição fica aprendida, a doutrinação vai recolher os seus frutos! Ou vida curta na missão, ou o dobrar da espinha na prática da verdade na mentira desportiva, às ordens do chefe supremo da escola do crime organizado.

A criminalidade “purificada” pela impunidade no seu esplendor! Observe-se:

O pasquim recorde das aldrabices – não estou para inglesices de lhes chamar “fake news”, gosto muito da minha língua de Camões e nem sirvo os brasileirismos com que alguns pensadores, pese o devido respeito, a deterioraram – só acerta nas … aldrabices que debita, enquanto vai definhando nas suas tiragens. Sai-lhe tudo ao contrário do que o seu blasfematório profetisa.

Escrevia ele há uns tempos, em letras garrafais – curto de vistas, publicita-se ao menos: 

«Vieira deixa cair Salvio»! …

Salvio renovou pelo Benfica … com  Vieira ao leme!

«Benfica pode perder Camará»! …

Camará assinou contrato profissional … com Vieira ao leme!

«Tiago Dantas a caminho de Manchester City»! …

Tiago Dantas renova contrato com o Benfica, até 2023 … e novamente com Vieira ao leme!

Em especial neste último caso, recorde de aldrabices está bem acompanhado pelo pasquim “a burla” … e o ápodo não engana!

Como outros Benfiquistas, também pergunto se querem continuar a dar bolotas a porcos ou se não é preferível continuar a espreitar as aldrabices Anti-Benfica por cima do ombro do vizinho, até que a insolvência dos pasquins nos separe ou uma réstia de vergonha na cara deslavada – uma empresa que antevejo mui, mui difícil – nos volte a unir!



Por falar em fogos, vamos ao assunto.

A maior parte da comunicação social que temos – auto proclamada 4º poder, que o devia ser, sim senhor, mas não é, infelizmente e por exclusiva responsabilidade sua – aquela que é uma autêntica imundice, seja na informação, sua autenticidade, sua forma e conteúdo, seja na formação dos leitores que é uma das funções que lhe cabe, fartou-se vilmente de apregoar a fábula de um fogo que os adeptos do Glorioso teriam ateado nas bancadas do campo de futebol de Portimão.

Os bombeiros de serviço ficaram em pulgas, viraram e reviraram os olhos à procura do dito fogo, até conseguirem compreender que se tratou de um fogo mitológico inventado pela acima dita comunicação social da sordidez noticiosa.

Hoje, num jogo entre amigos da onça – que o clube dos viscondes ainda se não apercebeu, por tão abrutalhados que se tornaram os seus prostitutos – existe um fogo real e não de artifício e ninguém dá conta dele nos seus noticiários da realidade alternativa que professam, talvez por isso, por efeito dessa mesma realidade alternativa em que vivem!

A propósito, bem se pode poetar, como o fazia um Grande Benfiquista, «entre um fogo que não arde e um fogo que arde sem se ver» … nas redações da imundice informativa …

Mas, enfim, tal como não se leva a sério esta comunicação social, dá-se-lhe ainda um desconto! Foi um jogo entre amigos em que a única preocupação era a de saber qual o prostituto chefe visconde que teria o privilégio de se sentar no colinho do papa da mentira. É que havia, diziam, o fundado receio de Brunalgas, o verdadeiro, reclamar para si esse assento eclesiástico. Como ele não apareceu, sentou-se o novo Brunalgas na varando do colinho abençoado pela impunidade.

E tudo ficou na paz do senhor … chefe do crime organizado! Árbitro subalterno da casa do cuspe e da fruta, dividindo os encómios desportivos pela irmandade em desalinho de propósitos desportivos entre manos e no alinho de propósitos desportivos do Anti! VAR na sua soneca, em descanso pela beneficência repartida de “Macron”!

Ficou em paz o boneco treinador que não quis perder, isso lhe bastava!

Ficou em paz o lagarto treinador que, já adestrado na doutrina do “para o ano é que é”, não quis mais do que demonstrar que o Sporting não sofre golos quando quer, só quando os outros, com o VAR a dormir a sesta, os metem todos lá dentro! Acresce que ele já sabe a doutrina dos actuais “viscondes”! O Sporting adiciona sempre um título ao seu pecúlio de ganhador, perdendo, desde que o Glorioso o não ganhe, ou desde que ele consiga ganhar um jogo ao Glorioso!

Até a CMTV teve a sua glória! Os seus “meninos” lagartos fizeram-lhe birra e desobedeceram à “maminha” que tão desvelado carinho lhes dedica!

E tudo isto por culpa do Glorioso Benfica que, de tão Enorme que é, até o Beto, que esperou dez anos pela transferência prometida – pela comunicação social da aldrabice – para o grande Real Madrid, fez besteira por culpa de uma azia que lhe revolta o bandulho na sua ruminação incessante … desde esses tempos em que ele mesmo se encarregava de dar vitórias ao Sempre Glorioso!      



Rui Gomes da Silva é um homem de palavra! Aqui há uns anitos, bem poucos, na SIC, afirmava isto:

«O Presidente do Benfica sabe que conta comigo e não tenho de esclarecer mais ninguém. Em reuniões de direcção tenho reiterado que nunca me candidatarei contra Luís Filipe Vieira … Contará com o meu voto e nunca com a minha oposição»!

Pouco tempo depois, recorde de aldrabices, quiçá, fruto de nova patranha, escrevia:

«Rui Gomes da Silva estica a corda: quer ser o nº 2 … ou então sai»!

Dito e feito, não obteve o tal poleiro e novamente recorde, agora sem qualquer pataratice, noticiava:

Rui Gomes da Silva deixa a direcção»!

Todavia, segundo a sua estação televisiva predilecta, RGS continuaria reafirmando, mais do que uma vez:

«Nunca serei candidato à presidência contra LFV»!

Na actualidade, Gomes da Silva cumpre a palavra dada, não se sabe a quem mas muito poucos Benfiquistas então o levaram a sério. Não apenas exige eleições antecipadas como diz claramente que é candidato, nessas, para já, apenas ansiosamente (por ele, RGS) antecipadas ou nas normais!

Penso que esta não é, todavia, a grande questão que se coloca. O cerne do problema é que um Benfiquista que se preze, livre de fazer a crítica (construtiva) que lhe aprouver, deve resguardar-se para a apresentar nos lugares próprios e não na praça pública porque é aí que está a dar bolotas a porcos, a fazer o jogo dos inimigos do Benfica que tanto o têm atacado, ofendido, difamado!

Com a devida vénia a RGS, um Benfiquista que se preze tem sempre nos olhos o Glorioso Benfica, por mais que não goste deste ou daquele que o dirige, deste ou daquele que o serve, como empregado ou como dirigente!

RGS nasceu na invicta cidade do Porto. Será que, inspirado nos “Aliados”, não lhe faz mossa ao seu Benfiquismo a diatribe difamatória e criminosa que é aliada dos inimigos do Benfica?

Mal por mal, venha o diabo e escolha. Será preferível pensar assim ou recordar aquele velho rifão, “em toda a família que se preze existe sempre uma ovelha ranhosa”?



Finalmente e por agora, como bem escrevia o Grande Benfiquista, “Guachos Vermelhos”, também espero bem que não saia escarrapachada na 1ª página do CM a notícia de que Cristina Ferreira está a ser investigada pela PJ de Contumil, uma vez que, havendo provas inequívocas de que recebeu uma camisola do Benfica com o seu nome gravado, isso é meio caminho andado para que o ex.mo procurador do MP, sr. Valter Alves, acuse o Benfica de corrupção desportiva! …

E também espero que a D. Tânia Laranjo algum dia não saia frustrada da sua contínua canalhice e que, por falta de tema, deixe o canalhismo de requentar canalhadas que já ruminou e mastigou! D. Tânia do Arranjo, aproveite a alcunha e arranje-as como deve ser!

O Glorioso Benfica não pagou ao Marítimo para ganhar ao Sporting!

Pagou ao Sporting, perdão, ao Rui Patrício para perder com o Marítimo!

Então v. exª não viu aquele galo – na gíria desportiva, alcunhado de grande frango – que Rui Patrício concedeu ao clube insular?!
Devia estar na soneca com o VAR da verdade na mentira desportiva!

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

DIÁRIO DE UM REGIME TOTALITÁRIO E DITATORIAL E UMA ESCOLA DO CRIME ORGANIZADO


CONCLUSÃO


E assim vai indo este Portugal desportivo e civil, sem rei nem roque no que tange ao exercício legítimo das liberdades em certo espaço do seu território igualmente submetido a uma Lei Constitucional que diz consagrar a democracia e as liberdades fundamentais.

Vai no arrastão da verdade desportiva, finada e com jazigo de luxo após um retorno mais refinado e canalha aos tempos que culminaram num apito dourado. Apito dourado esse que se tornou de latão para essa verdade desportiva, conquanto as escutas telefónicas das confissões dos crimes perdurem na memória das gentes como o mais descarado crime sem punição! Tudo obra de uma justiça que, finando-se a si própria, lhe consagrou o sacrilégio da impunidade plena dos autores desses crimes. Uma justiça que goza da justiça de gozar, não de uma campa rasa mas de um cómodo camarote no estádio que, agora, até igualmente disfruta da fama e do proveito de lhe chamarem o estádio do ladrão, se já antes pelo furto da verdade desportiva, agora ainda com mais proficuidade, após os milicianos do crime cibernético terem roubado a correspondência privada, segredos negociais e vida íntima devassada, e tudo entregarem ao ditador chefe do conclave papal do crime organizado!

Pelo meio, o almocreve mor vai promovendo outros arrieiros que, bestas sendo ao serviço daquele, vão conduzindo ou tentando adestrar outras bestas amestradas, numa hierarquia de bestiagem que ordena os magarefes segundo a sua cada vez mais inferior qualidade bestiaga.



Um desses bestiagas, um tipo “porto on tour” – mais logo lhe darei, não “un tour mais un foot” – vem, na sua escrevinhadura, afirmar que a montanha irá parir uma toupeira … com um apito dourado agora mais encastrado de pérolas VARistas, no seu esmero da livre impunidade para os biltres. Remoendo frente à sua imagem desfocada de duas patas, pretende que uma Meritíssima tenha actuado sempre em defesa do Glorioso Benfica, dando como exemplo um seu, aliás e como sempre, brilhante desempenho no processo “Euroárea”, no ano de 2003, acrescenta a cavalgadura … «em que o então presidente do Benfica, Vale e Azevedo» …

Nenhum almocreve, ao menos, teve o cuidado de aliviar um pouco a asinina inteligência desta ralé, informando que o Presidente do Benfica em 2003 era o Dr. Manuel Vilarinho, tendo Vale e Azevedo sido escorraçado democraticamente, em eleições – verbo do qual ele desconhece o significado – em eleições democráticas e universais (para os sócios do Benfica, é óbvio), no ano de 2000. E compreende-se o lapso! A mentira é uma parte substancial da doutrina do totalitarismo criminoso!



Outro, não menos bestiaga tareco de carga e compincha do arguido Faria – também lhe dedicarei “un foot” – tarefeiro de escreveduras livrescas a meias, vem queixar-se de “impressões digitais”. De massa cinzenta minguada, não sabe que as impressões digitais que a Meritíssima Juíza Ana Peres detectou e analisou são as impressões digitais das patas do seu caudilho e dos seus capatazes milicianos, toda essa pandilha arguida e que se espera, finalmente, condenada pela Democracia e pelo Direito, pondo-se cobro a uma impunidade que é um sacrilégio para a Justiça!

Quer impressões digitais, das patorras, das manápulas, do palreio criminoso, da desonestidade, do aliciamento de chefes milicianos para assegurar o seu reino totalitário da corrupção, e não apenas da desportiva, não só para poder atacar reinos da liberdade, da democracia mas ainda para manter o seu reino da impunidade defendido?

São estes o esquemas de corrupção com que o seu palratório sonha?

Olhe que, neste caso, não é um cisma seu, não, é a realidade real, não a realidade da mentira em que foi doutrinado pelo seu caudilho.

Pois lave a remela dos olhos e veja, limpe as orelhas de burro e ouça! Veja e ouça as escutas telefónicas na primeira pessoa do seu papa da mentira na prática do crime! Veja e ouça este pequeno trecho que aqui lhe presenteio! Não terá, muito provavelmente, capacidade para entender mais do que a mentira da “verdade” com que lhe lavaram a serradura que tem dentro da cabeça! Mas, pelo menos, deleita-se ao ouvir a voz do seu amo e dono!

 O que a Meritíssima Juíza, como todo o mundo, encontrou de “impressões digitais” relevantes foram estas confissões telefónicas que os colegas desse território ditatorial desprezaram e que a envergonharam, tal como envergonharam todo o mundo civilizado!



Ainda outra escumalha da mesma escola terrorista ditatorial, enganando-se tentando enganar, vem dar à estampa da sua baderna uma foto em que tenta lançar a confusão – e, em especial, a insinuação torpe, mentindo como sempre – sobre a Honra, a Honestidade, a Dignidade, a Hombridade, a Nobreza de Carácter e Excelso Saber da Meritíssima Juíza Ana Peres, esforçando-se os badamecos dolosamente por confundi-la com a Ilustríssima Esposa do Dr. Domingos Soares de Oliveira.

Uma Meritíssima que tem feito, ao longo da sua Magistratura – e reconhecidamente por todas as mentes sãs que combatem o totalitarismo, a criminalidade impune, o terrorismo – a Justiça que é Justiça, aplicando o Direito que é Direito e que a tirania não consegue arregimentar, que ela só arregimenta os fracos de espírito, de logorreia sevandija, de cantorias desentoadas à “Zé Cabra” (com todo o respeito pela pessoa e sua memória) de plagiatos destrambelhados e furtivos à moda da casa!

Sem capacidades e categoria mais do que melgas de sarjeta infestantes da sociedade, são capatazes e milicianos rafeiros que o mais que podem é tentar arrastar os outros que não pertencem à escumalha para o seu rastejar, sem o conseguir, por mais terrorismo que tentem impor!



Todos já o sabemos, mas as bestialidades dos serventuários do regime totalitário de Contumil são de tal modo compulsivas que levam esse tal das cantorias de algibeira a efabular um penalti contra o Benfica no último jogo com o Aves, penalti que teria sido cometido por um jogador, Krovinovic, que nem jogou segundo algum porque nem do banco de suplentes saiu, a não ser para tomar banho, coisa que os cérebros da escassez da sapiência – se é que eles têm algum celulazinha cinzenta – destes serventuários da mentira, há muito que o não fazem, que eles foram lavados com a barrela das fossas de Contumil … e assim permaneceram!



Para o bestiaga do “on tour”, eis aqui o “foot” que lhe prometi, com original e tradução … e mesmo assim deixando muitas dúvidas de que consiga um soletrar algo que ele possa entender – duvida-se – ou possa ser entendido pelas gentes da sua manjedoura!



Revista francesa So Foot, n° 93, Fevereiro 2012 – A tradução

« Mulheres jovens e operações duvidosas, como Silvio Berlusconi, complexos de provincianismo e flirts com a polícia... 

O homem forte do Porto está com confiança porque ele sabe que desfruta, no país dele, de uma imunidade à maneira de Berlusconi e que a utiliza com frequência. Na prateleira dos casos o C.V. de Pinto da Costa está bastante cheio.

Só durante os últimos meses, o presidente dos Dragões foi surpreendido junto com o amigo , o pugilista Reinaldo Teles, a comer com Bjorn Kuipers, o árbitro da partida do dia seguinte para a Liga Europa Porto-Vilarreal, e agrediu fisicamente Valdemar Duarte, jornalista do canal português TVI, no seguimento de um Porto-Braga.
Mas especialmente, Da Costa arrasta um escândalo tão enorme que nós estamos admirados como é que ele saiu dele tão facilmente. Suspeito de ter organizado dois jogos durante os anos 2003-2004, Porto-Estrela da Amadora e Nacional-Benfica. Pinto da Costa foi apanhado nas escutas telefónicas onde o ouvimos encomendar a Antônio Araújo, agente de jogadores,"fruta", tanto para o árbitro Jacinto Paixão, como para os seus assistentes. A fruta eram três prostitutas. Estranhamente, o caso ficará esquecido até 2006 e a saída da autobiografia de Carolina Salgado, a ex-esposa dele que o conheceu seis anos mais cedo na boite O Calor da Noite. Uma das confidências era a de que o seu companheiro mais velho de quarenta anos, lhe fazia amor violentamente. O livro da hospedeira da boite, conta que um dia, Pinto da Costa teria recebido um árbitro para lhe entregar um envelope de dois mil e quinhentos euros.

Perseguido pela justiça, Pinto sai-se bem, dois anos suspenso de exercer as funções de presidente do clube – uma boa piada – e ao Porto retirado seis pontos – uma piada ainda melhor – porque o clube contava então com um avanço de vinte pontos sobre o segundo classificado».

De resto, lendo no original, a frase “un homme sûr de loi” tem um significado que denota bem, naquele contexto, o de “um homem acima da lei”.

Está certa a revista! Compararem-no a Berlusconi já diz tudo! Mas esse acabou por ser apanhado. Num caso, salvou-o o tribunal superior, noutro, salvou-o a prescrição e noutro – fraude fiscal – cumpriu pena! Mas o grosso da impunidade mantém-se!

Seja como for, e apesar da total impunidade do caudilho, conseguem as vossas desonestidades, minguadas de compreensão e não apenas intelectual que o vosso intelecto já, por si, é minguado, decifrar agora por que as impressões digitais não puderam ser tidas em conta pela Meritíssima Juíza?

É que, sendo elas apenas as impressões digitais das patorras do pezudo vosso pastrano, caudilho ditador e chefe da escola do crime organizado da qual v. exªs são apenas uns milicianos de pacotilha, a Meritíssima Juíza Ana Peres não podia, no processo em que interveio com Sublime Saber Jurídico, ir além da vergonhosa e ridícula quão incompetente matéria factual que o seu barregão da legião de Contumil, dito procurador do MP, efabulou na igual escassez da sua massa cinzenta!

Patenteasse-lhe, bestiaga Bragança, legionário de Contumil, estas “impressões digitais” todas que o vídeo revela na primeira pessoa e em directo, que ela tê-las-ia seguido e arrombado de vez com a escola do crime organizado e com a prosápia do impune e inimputável papa madaleno!

Mas nesse tempo v. ex.ª era ainda mais puto do que agora, conquanto a sua massa cinzenta tenha ficado a hibernar, não é verdade, Bragança legionário de Contumil e amigo de hackers que pilham a correspondência privada e a devassam criminosamente, com impressões digitais e tudo?



Mas não é só por se ser puto que se é estúpido! Claro que a doutrinação no crime e na mentira compulsiva é mais fácil de implantar em cérebros mesquinhos, naqueles cuja mesquinhez tem demasiado a ver com as reduzidas celulazinhas cinzentas destes bestiagas que fazem a devida publicidade à sua condição, numa tentativa de fazer prova de vida!

Mas não só de putos se faz a bestiagem dos sicários de Contumil! Há também bestiagas de muitos cabelos brancos e larga banhada na cintura – para bem compor o ramalhete da sevandija – que estão tão ou mais amassados na cloaca da velhacaria e do fantástico obsessivo sempre alerta à voz do dono para cheirarem os rastos da merda de que os incumbem! A bestiagem chega a este ponto de bestialidade, amofinada com o empate que os miúdos promissores do Glorioso Benfica lhe pespegaram:



«Tiveram que reforçar a equipa B com o central Ferro que tem ido à equipa A treinar, tirou o lugar a um jovem e promissor central que costuma jogar, o Francisco Ferreira...»



Aquela latrina de canal televisivo de Contumil e que, quase como tudo o que possui o clube da fruta, é pago compulsoriamente em grande parte por todos os portugueses para estar ao serviço da escola do crime organizado, só alberga pelintras, indigentes, morcões, que estúpidos, mentirosos e milicianos do crime são eles todos, de cima a baixo!

Não se preocupem com o facto de o promissor Francisco Ferreira – isso já nós bem sabemos, como o são todos os nossos meninos – ter sido substituído pelo igualmente menino promissor, o tal reforço menino Ferro! Temos, assim, mais opções, melhores defesas centrais no futuro, conquanto neste caso concreto a opção seja una!

Mas o banhadas BB é que pode ficar em maus lençóis! Reconhecer qualidades promissoras em algo que entorta o olhar esgazeado e odiento do papa chefe do crime, se não é um pecado capital à doutrinação daquela escola, estará lá bem perto!


Por último, apenas um pequeno arrimo ao rasteirinho Santos. Rasteirinho na míngua do físico – daí as almofadas para tentar ser gente – na míngua de coluna vertebral e no desarranjo do seu palreio!

Um anti-Benfiquista pedante que ditador aproveita para, em televisão maldita nos inícios – quando amiga de Vale e Azevedo – adestrada nos finalmente, lhe oferecer o aprazado cargo de almocreve. Um almocreve dos Gonçalos, dos Garcias e demais escumalha que por lá saltita, bem como dos seus (poucos) apaniguados que estão predispostos a ver e ouvir as suas canalhices, numa bestiagem patranhosa e cheiinha de ramalhetes que toda aquela burricada provoca na sua infinda zurraria.

Ficam-lhe bem os adereços, igualmente anões, mas adereços, enfim, que as almofadinhas lhe conferem!

No resto, vomita a bílis que lhe revolta o estômago e a mioleira!

Mas dá-se bem com o vómito que, por mais que vomite, mais a sua decadência mental se incumbe de lhe ordenar nova vomiturição propiciadora de um vomitório assíduo!
É a sublimação da sua congénita idiotia!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

SE UM BENFIQUISTA INCOMODA MUITA GENTE


O título deste texto é, neste caso, mais do que um título! É um “seu a seu dono”, uma vez que se trata de uma brilhante peça literária que, ao melhor estilo do Mestre Gil Vicente, o pai do teatro português, com a sua sátira a uma sociedade onde se começavam a subverter os bons costumes, faz uma crítica contundente às autoridades deste País, a todas elas, desportivas e civis, da magistratura da justiça até às autoridades do Estado, incluindo seus governantes, em sentido lato.

Faz-nos sentir que estamos no seio, como na realidade estamos, de uma mafia siciliana de Palermo, o verdadeiro, em que os tentáculos estão totalmente ramificados em todas as esferas da vida desportiva e civil, movimentando-se num à vontade que lhe fornecem as ligações criminosas e que lhe possibilitou, e possibilita, a total impunidade que começou, de modo escandaloso num dito Estado de Direito, pela sacralização do caudilho mor desta mafia portuguesa. Se alguém tem de pedir meças ao modus operandi e operacionalidade real desta mafia não é ela à mafia siciliana mas esta à mafia portuguesa cujo núcleo é o bairro de Contumil, na nobre cidade do Porto.

O autor deste texto retrata e critica, através de uma sátira excepcional, toda a podridão que coenvolve uma escola do crime organizado, com um caudilho ao comando e com um vergonhoso conjunto tentaculífero em todas as esferas das autoridades portuguesas que dão a sua cobertura impune a um totalitarismo em que a violência, física e moral, se tenta impor num Estado democrático no qual o Direito , e só o Direito, devia comandar fazendo a Justiça que a liberdade democrática exige para que essa liberdade responsável se imponha como marca essencial de uma democracia.   



Para além do apelo necessário à tomada de posições que se oponham a esta mafia do crime organizado, dever de todas as pessoas de bem e, em especial, dos Benfiquistas que são os alvos principais, se não os únicos, desta organização criminosamente impune, apenas vou acrescentar, numa singela homenagem e com a devida vénia, alguma formatação que possa pôr mais em realce os trechos deste brilhante texto.



Todos os méritos, pois, apenas e só ao Ilustre Benfiquista que assina sob o pseudónimo de:


“SE UM BENFIQUISTA INCOMODA MUITA GENTE”…



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«Vou partilhar uma história de ficção.

Num País que não existe, um profissional de uma cidade contacta um colega de outra cidade. Invoca uma necessidade urgente de conversarem.

Presencialmente!

E qual era o tema?

Uma investigação que decorria nas autoridades da sua Cidade, movida por afinidades clubísticas assumidas por fanáticos.

O fanatismo e ódio a membros de outros clubes e Cidades – desse País de fantasia – eram os valores sociais reinantes, segundo disse.

E por aí podia ganhar-se muito!

O ambiente era o de uma espécie de Gotham City, para evitar extensas descrições.

Em síntese, eram frequentes as atividades criminosas impunes! Mesmo os processos que chegavam a julgamento acabavam com a absolvição de arguidos fortemente indiciados!

Ultimamente, já nem abriam inquéritos sobre notícias de crime divulgadas publicamente.



Segundo o profissional dessa animada Cidade, foi delineado um plano de longo prazo que passava por esgotar os recursos públicos da ação criminal, através de frequentes denúncias anónimas contra outros clubes da outra Cidade. A par disso, tinha sido organizada uma milícia que recorria à violência constante para criar um ambiente de intimidação junto da comunidade desportiva e não só.

A execução deste plano seria ocultada com a imputação falsa destas práticas aos outros clubes vítimas das mesmas.



Durante a reunião, o profissional contactado ouviu uma história na qual os factos não eram muito precisos mas indiciavam que um dos Clubes da sua cidade manteria contactos com empresários e dirigentes de outros clubes, para estes serem muito competitivos em determinados jogos.

Era esta a tese de mais um caso! Nada de muito original, portanto!

Mas o sumo da abordagem era a possibilidade de afetar investigações que poderiam ser perturbadoras, a troco de dinheiro! Com pilim tudo mudaria. Até o ódio! Seriam pagos serviços em ambiente internacional. Esses fluxos seriam depois distribuídos por canais de confiança.



A questão óbvia foi colocada: como é que isso sobrevive à jurisdição soberana?

A resposta foi tranquila, existiam laços familiares que fortaleciam a rede. Paralelamente, existia ainda um meio de comunicação disposto a pagar uma choruda prestação por um exclusivo.

Para que tudo corresse bem, ainda havia uma proposta de parceria para partilha de oportunidades.



O profissional contactado ouviu e transmitiu a quem de direito.

Nunca mais se disponibilizou para conversas deste tipo e chegou a interrogar-se se teria sido ameaçado. Mesmo no plano da ficção, ficou a pensar se isto seria possível...

Encolheu os ombros e desejou que fosse tudo uma mistificação. Só num País muito corrupto seria possível uma tal degradação de valores institucionais.

A esperança era que nesse País, que não existe, a opinião pública resistisse aos estímulos básicos do crime organizado, apesar de réplicas desta história aparecerem noticiadas de quando em quando.

Por exemplo, quando as atividades criminosas contínuas eram mais evidenciadas (fraudes nas arbitragens de jogos, agressões a adeptos de outros clubes no espaço público) logo surgia um título num jornal a insinuar que o criminoso seria a vítima.



Caramba, que história! Isto nunca aconteceria entre um povo de brandos costumes! A ficção e a realidade não coincidiriam numa miséria tão decadente!

Só que, quem não gosta de Gotham City, tem de estar preparado para tudo!»



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Mais uma vez, a minha sincera e devida vénia ao seu autor!