sábado, 17 de novembro de 2018

UM LIBERTINO FEDELHO DE CUEIROS


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Recordo-lhe agora mais um pouco de História – de História, não de estórias que essas foram abocanhadas pela demencial e compulsiva mente de seu pontífice – sobre a democracia na sua agremiação desportiva.
Não tenho ilusões sobre a sua memória de rato e direcionada pelos mandamentos doutrinais do conclave a que deve obediência. Mesmo assim, é um descargo de consciência.

Não vou repetir-lhe a “democracia” que atafulha a boca do seu grão rabino e que ele implanta na prática!
A democracia da autoeleição, a democracia das assembleias-gerais de prestação de contas e de substanciais aumentos de vencimentos onde apenas a meia dúzia dos cardeais do conclave tem assento para proferirem o seu ámen agradecido à generosidade. Algumas dúzias de bispos, priores, abades, diáconos e sicários evangelizados comem e calam, lambem os beiços nos esgotos das sobras  e aplaudem a falência da sua SAD fruteira!
A democracia que ordena àqueles sicários macacos ameaçar jogadores com tiros nos joelhos, aqueles jogadores que não querem renovar contrato com a “fruta” contra a vontade do “democrata” seu pontífice e que fogem à pressa – tal a fuga para Vigo, lembra-se? – para o estrangeiro onde pedem asilo político!
A democracia que ordena aos ditos sicários dar uma tareia de pelo na venta aos jogadores que, não servindo ao conclave papal, se recusam a rescindir contratos de mão vazia de vencimentos e indemnização devidos, são enfiados em automóveis à semelhança dos filmes policias dos cowboys, levados ao aeroporto já com viagem só de ida marcada, aí despedidos com novo arraial de pancadaria para melhor recordação de que não há meia-volta nem repliques frente a câmaras e ou microfones!

O seu clube dá-se bem com esta “democracia” da fruta!
Nos tempos idos era “muito mal visto”(?!!!) pelo regime fascista, como pode verificar, se tiver olhos de ver!
Veja a foto acima! Menino de cueiros no seu publicitado ignorantismo, não conhece as personagens mas eu digo-lhe de bom grado!

À esquerda, Ângelo César Machado, 19º presidente do seu condenado clube! E a História só conta os presidentes do fcporto que foram presidentes do fcporto, desde 1908! Os anteriores estão todos engavetados pelo seu sumo pontífice debaixo das patas das suas estórias, não se conhecem, nunca se deles ouviu falar! Foi irradiado pela FPF, deputado na Assembleia Nacional, membro da Câmara Corporativa, organizador da Milícia Lusitana, membro da Liga Nacional 28 de Maio, adjunto político da primeira Junta Central da Legião Portuguesa no norte de Portugal! Tudo da boa “democracia” fascista, assim o grande “democrata” fascista que ele foi!
Depois, estão pela ordem, Salazar e Carmona – a sua memória raquítica da realidade Histórica sabe quem foram? – e mais à direita, Urgel Horta.
Urgel Horta foi presidente do fcporto em dois mandatos, deputado na Assembleia Nacional em três mandatos, no seu segundo mandato de presidente do clube da fruta inaugurou as antas com a ajuda de dinheiros do regime fascista, no dia 28 de Maio de 1956, 26º aniversário da revolução fascista, contando na cerimónia com o Chefe de Estado Craveiro Lopes!
E fascistas são os outros?!

Compare agora esta fascista “democracia” com aquele fascismo que obrigou o Glorioso Benfica a não poder ser chamado de vermelho mas só de encarnado, que obrigou o Benfica a não poder cantar o seu primeiro hino, “Avante”, que nunca permitiu que a Selecção Nacional jogasse qualquer encontro de futebol no seu campo de jogos, incluindo no Estádio da Luz!
Ao contrário da parlenga do seu lerdo papa da mentira, o Benfica nada teve com o fascismo! Pelo contrário, Salazar não o deixou vender Eusébio para o Inter de Milão porque todo o regime totalitário fascista também se esteia nas conquistas desportivas dos seus concidadãos, tal o caso da antiga República Popular Alemã, da URSS e até de Cuba do Fidel Castro.

Se quer falar de crimes, tem muito por onde escolher com apenas uma mirada para o lado!
Fale de crimes consumados que toda a sua organização criminosa impunemente cometeu … e confessou vangloriosamente!
Mais uns apontamentos retirados de um escrito travestido de livro, com confissão publicitada quanto baste!





Tem aqui muito para pensar, se é que pensa, fedelho de cueiros borrados de medo! Sempre será melhor que publicitar a sua ignorante patetice!


Só que seu cérebro raquítico está ligado ao seu mole intestino e o resultado é … a borrada dos cueiros!








quinta-feira, 15 de novembro de 2018

A COMÉDIA DE DOM OCTÁVIO RIBEIRO, SUAS CACHOPAS E CACHOPOS




Começo hoje introdutoriamente pelo palavreiro de encomenda que a si mesmo se julgou recomendado de almocreves da comédia com cénica da barateza!

Como um moçoilo, se tornou recadeiro dos ataques da escola papal do crime organizado e seu associado mundo lagarteiro de apelido, talvez manhoso no desejo que não na astúcia.

Um excelente suprimento do atarracado e sósia Saraiva da léria facebookiana palerma e mísera!

Na vacatura da personagem passada à clandestinidade, assim reputou o ensejo oportunista bem propício à volúpia dos confrades macacos de beiços arreganhados e delambidos, na egrégia convivência do palhaço do circo dois em um.



De leis ilustrado, é sagaz na denúncia e no condeno sem julgado! Tem o mérito de não permitir a desvergonha de um segredo de justiça que não é segredo da Justiça e de não deixar ninguém constrangido a pensar no direito fundamental da presunção de inocência. É um dito e feito no aviamento do judicioso do despacho!

De certezas arreado, estranha Benfica não ter apresentado queixa de Boaventura, presume-se pela divulgada carta de negociações de venda, numa dissimulação da simulada colagem prévia de Vieira ao mesmo festim do mais do que insidioso insinuado crime.

Julgador sem julgado tão asinho, equivalente, só o que de facto esteve na origem do facto, tal a escuta e divulgação da conversa não notícia e que ele desejou notícia e foi notícia sem notícia.





Os pasquins, folhas de couve e tele ecrãs de Dona Tânia do Arranjo e seu eminentíssimo chefe, excelentíssimo director geral editorial, Dom Octávio Ribeiro, não ligam patavina às notícias da constituição de arguidos da praça da fruta das antas e à detenção do seu amantíssimo dr. Bruno do terceiro olho!

É um desaustinado reconhecimento ingrato que só se consegue divisar em quem sente estar próxima a vez de alguém os mandar em busca do terceiro olho que dr. Bruno deve ter perdido, quiçá, furtado no seio daqueles meliantes todos que querem ser seus soberanos na organização dos fatinhos às riscas.

Dom Octávio Ribeiro ainda dedicou alguns bitaites frente às câmaras do seu ecrã, feitas por deferência serviçal, espirituosas e muito coerentes, que apreciaremos mais em detalhe.



Rebuscar notícias de cabelos brancos, desmentidas pelos factos que não são factos para quem atenta apenas em factos que são factos do seu agrado, é uma indigente imagem que tem parecenças com as dos necessitados, estes a merecerem respeito que sua esfomeada pobreza pessoal é de ter em conta na solidariedade devida por uma sociedade consumista e desigual.

Desaçaimados, mordem nas canelas de quem passa, ilusionam dívidas fiscais que estão integralmente pagas mas cujo pagador, no seu sagrado direito, entende não serem devidas e as contesta no lugar adequado, os tribunais, e não na feira da ladra que é serventia de Dona Tânia do Arranjo e Dom Octávio Ribeiro!

E, de facto, os tribunais portugueses são imensamente mais lentos do que as arenas do circo romano que estes personagens montam impudicamente na praça pública, onde mordem, sentenciosos, as canelas que não lhes cheiram ao bodum que entranhado se encontra nos seus faros emporcalhados.



Por eles, todavia, não há que ser sôfrego no desmentido do desmentido!

Só se desmente quem sabe o que diz!





A Dom Octávio Ribeiro ouvimo-lo perorar, sentencioso, Bruno de Carvalho trouxe uma “liderança demencial” que não o preocupou nem aos seus cachopos e cachopas travestidos de jornalistas e muito menos ao conclave papal que lhe enviou um núncio arguido e indigente como seu embaixador da santa aliança.

E “é preciso acabar com a impunidades das claques e de dirigentes”, numa mea-culpa às suas deferentes orações sacrossantas ao papa e seu conclave, escola organizada do crime, com suas bênçãos nos pasquins que gere e influencia, mais claque legal de macacos que confessam crimes, numa glorificante impunidade e consagrada inimputabilidade demencial.

A mea-culpa é mais risível ainda na sua peroração, “os jornalistas devem deixar de lado as suas paixões clubísticas”, ele que é lugar-tenente de um grupo de dita comunicação social dos biscates da sua cor dragarta, onde campeou a censura de jornalistas que são Jornalistas, apenas por não alinharem na sua intifada criminosa contra o Glorioso Benfica, do vandalismo do segredo de justiça, da replicação de correspondência privada roubada e manipulada à maneira da difamação, bem sabendo que ela o era, e dos julgamentos sumários, seus e de seus sicários, na praça pública.

É contra as “guardas pretorianas”, um paparrotão serôdio, bacoco e imbecil na ausência de lembranças dos tempos em que seus cardeais do conclave papal rodeavam o papa da mentira, do crime e da aldrabice, de um circo de cães de fila quando chamado aos tribunais, ou quando o mesmo papa e conclave da praxe foram acusados e réus julgados por associação criminosa com essas “guardas pretorianas” e de novo consagrados na impune batotice de uma justiça a oeste de pecos, com os seus pasquins enlameados na merda e no sangue dos inocentes e que, se algo faziam no assunto era dar um pouco de alento aos referidos réus, no alinhamento das inocências conspurcadas até à raiz dos cabelos.

Ah! Mas, enfim, Dom Octávio Ribeiro deu-nos notícia do silêncio devotado de seus pasquins e tele ecrãs à constituição de arguidos dos principais cardeais e seu sumo pontífice, mais uma vez! Não foi uma – lagarto, lagarto, lagarto! – amnésia intempestiva ou falta de consideração por suas eminências! Foi porque Dom Octávio Ribeiro considera agora, tardiamente e um pouco a destempo – que toupeiras, elas existem mas nestes casos gozam do sol de São Martinho – “essencial acabar com a impunidade dos dirigentes desportivos”.



Bravo! Um incendiário que quer ser bombeiro enfatuado de fatinho e gravata!

No entretanto, estarão, entre esses, os dirigentes da LPFP que divulgaram os contratos dos jogadores do Benfica?

E também os responsáveis pela autêntica sabotagem arbitral e “VARista” da verdade desportiva das competições actuais onde, num descaramento completo sobre o manto da impunidade, se beneficiam escandalosamente dois clubes da associação criminosa de que se mostrou e mostra tão afecto, prejudicando-se sistematicamente a Maior Instituição Portuguesa, e não apenas do desporto?

A Maior Instituição que é a base substancial de todas as selecções de futebol portuguesas?

A Maior Instituição, a que eleva bem alto o nome de Portugal e do seu futebol que anda de rastos?

A Maior Instituição Portuguesa que sustenta esses dirigentes da corrupção da verdade desportiva e as suas claques ilegais “legalizadas”, segundo asseveram majestaticamente?



Dom Octávio Ribeiro, procurador-geral da república por sentença mui digna do lagarto ex-brunista Daniel Oliveira, agora que faz por parecer demitido dessas honrarias, busca sofregamente as mercês de sucedâneo do papa em seus dislates confessionais de abstinências melífluas.

Dom Octávio Ribeiro se mostra a coroa da moeda do putativo apagador de incêndios, qual o seu papa incendiário do ódio e da guerra no futebol português a perorar agora pela paz nesse mesmo futebol, numa néscia e malograda tentativa de salvar uma face toda enlameada numa organização criminosa continuada, tentado pacoviamente fazer crer que os Portugueses de bem, a esmagadora maioria dos milhões deles, têm memória curta!

Esperamos, primeiro, que saia fumo bem negro do conclave papal da escola do crime organizado!

Depois, que bispos auxiliares tais Dom Octávio Ribeiro também já tenham esperneado todo o fumo negro que constitui o seu intrínseco ADN.

Portugal e o futebol português, depois de consulado tão medonho, bem que anseia pelas exéquias de todo esse parasitismo pestífero!



Parasitismo pestífero que coloca o futebol português, vilmente pastoreado pelas autoridades, todas elas, desportivas, judiciais e estatais, no ridículo do fundo do poço. Veja-se a plateia internacional através da sua comunicação social mais eminente.


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

O PRESCIENTE DA DESGRAÇA E OS BRUXOS E/OU TOUPEIRAS DA TÂNIA DO ARRANJO





Que fique bem claro, desde início! Há séculos que não conecto televisões portuguesas daquelas que, sendo generalistas ou apenas noticiosas, pertencem ao núcleo da merda de comunicação social que temos! Há muito que não estou predisposto para ver e ouvir cloacas e etares, transformadas, elas mesmas, em escolas criminosas enquanto no prestamento do crime de divulgação replicada de correspondência privada. 

Por isso, também não estive plantado frente ao ecrã onde se desenrolou mais este episódio cénico medíocre, numa arena ordinária e cujos “dramas e tragédias” de trogloditas, anões e travestis, transformados embora em “comédias” da mediocridade intelectual, pelo palear dos comediantes saloios e cujo bafo fedúncio afugenta por atentatória a qualquer mente que preze a sua sanidade.  

Socorri-me de um vídeo por aí.


Como é costume, o circo estava montado. De um lado, dois asnos de cruzamento macaco. Um, enlameado na escola do crime, outro, servente daquela, sempre que ela precisa de magarefes.

Do outro, um presciente da desgraça e da traição, quando sem serventia de tacho.

No vértice e sem chicote, que nenhum dos asnos intelectualóides ele sabia iria desafinar do ensaio, o palhaço do circo, que circo e palhaço são um dois em um, complemento da chacota.



Tomei nota da desgraça do presciente da desgraça e da traição. De lengalenga da treta, vai passando trechos de léria idiota, paleando sobre o “aburguesamento da estrutura”, descendo na sua ordinarice até à “loucura” da mesma, passando pela visionária mui querida e tentada de colagem na idiota tentativa de venda do treinador, a meias com a insinuada – bom defensor da ladroagem criminosa bem conhecida – divulgação da conversa em causa própria.

Pelo meio, o caricato presciente da desgraça e da traição, mescla sua pantominice de parlapatão no desafino sobre as obras de acrescento do Seixal e da construção da cidade das modalidades em Oeiras.

E termina na bazófia do “tenho um projecto próprio” que ainda nenhum detective de gabarito lhes descortinou sequer os contornos, nem ele, presumo, vez alguma definiu, ainda que apenas em linhas mestras. E bem se desconfia que nem preciso era dar-se ao incómodo – e a personagem também terá isso em mente – porque a enorme maioria dos Benfiquistas já o conhece de ginjeira, embrulhado que esse “projecto próprio” está no assalto ao tacho.

Sim, porque o Benfica actual está muito apetitoso para os assaltantes de obra feita, tanto quanto os afugentou dos anos idos de reinado de Vale e Azevedo, quando precisa foi a reconquista dos tostões, até para pagar o papel higiénico dos vários cus, incluindo dos que tiveram o arrojo de pegar no leme do barco a afundar-se.

Mas os papagaios da omnisciência barata e pacóvia encontravam-se regaladamente ao sol da sua incompetência dos desafios do tudo ou nada mas em que o nada não podia admitir-se.



Os asnos de cruzamento macaco nem tugiam nem mugiam! Deliciados, relinchavam suavemente para não perturbar o palear, arreganhavam seus beiços de satisfação, que a desnecessidade de arreata para fazerem o trabalhinho sujo de apoucar e ofender o Glorioso Benfica era patente, que este sórdido trabalhinho estava a ser desempenhado, conquanto caricatural e bazofiamente, pelo que se dizia afecto … do tacho!

O palhaço, avisado do peso sem préstimo da arreatadura, ia igualmente arreganhando as fuças, lançando uns breves grunhidos para acentuar o seu patético deleitamento, revirava ele outrossim seus beiços e lambia o focinho de gozo que o palrante traiçoeiro debitava, sem qualquer embaraço colocado na sua parlapatice.





Dona Tânia do Arranjo sofre de desarranjo cerebral severo. Desferrada, no momento, de toupeira, olhos acometidos de estrabismo, recorre ao bruxo, o de Fafe, que lhe reenvia vesguice no palpite e no visionamento.

Compreende-se! Dona Tânia do Arranjo está entalada e sente-se entalada. Seus mentores da escola do crime organizado já foram apanhados. A arraia miúda a que ela pertence é a mais fácil.

Por isso, presumindo-se que a terrível doença de alzheimer ainda esteja bem afastada de seu cérebro apoucado – sem que signifique que suas adivinhações não estejam bem adequadas à terrível maleita – Dona Tânia do Arranjo não conseguiu reconhecer o empresário de Salvio porque ela não vê um elefante à frente da carinha de laró e de peixeirinha leiloeira de sardinha fresca d’areia!
Dona Tânia do Arranjo tem necessidade de fazer prova de vida, tão desacreditada está, mais o seu canalhadas da manhã. E tão infantil se mostra na sua ordinarice que imagina não terem os leitores dois dedos de testa.

De facto, O cagaço de Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves é tão medonho, tão medonho, que nem lhes passou pela cabeça fugirem à pressa, não para Vigo que essa estância está destinada ao chefe manitu da escola papal do crime organizado, mas para Badajoz que fica um pouco mais perto!

Com tantos lugares sossegados para se encontrarem, longe dos espiões da canalha da manhã, Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves fizeram questão de actuarem em público, num hotel de prestígio e bem à vista de todos para demonstrar o seu terror!

Dona Tânia está em maré de azar. Até o seu primo record de mentiras teve um ligeiro afrontamento na sua saga de mentireiro consumado e compulsivo … e resolveu desmenti-la!   
 No meio de um silêncio sepulcral da cofina, tão diligente na espera dos pê jotas em casa do Desembargador Rui Rangel, em casa do Dr. Paulo Gonçalves ou em visitas ao Estádio da Luz, foram constituídos arguidos o papa e seus principais cardeais, que é com quem diz, o principal do conclave papal da escola do crime organizado.

Desta vez as Tânias dos Arranjos e seus prestimosos consortes, mais o expresso das encomendas, jota enes, onojo, todos estavam distraídos, sem toupeiras e sem adivinhos e bruxos. Ou então talvez estivessem a preparar o seu “vale dos caídos” – com o respeito devido ao verdadeiro monumento espanhol – que, ao contrário do que possa pensar-se, foi erigido por Franco para “recordar aos vencidos que foram vencidos”.



Desta vez, é dever respeitar o supremo princípio da presunção de inocência?

Não é para farsantear julgamentos na praça pública?

Pelo cerimonial das capas e debates de TVês, parece que toda essa coisa de a escola do crime organizado começar a responder por alguns dos mais tenebrosos crimes que cometeram é coisa de somenos!

Mas não deixa de ser um grande desrespeito ao papa e seu conclave não dar a mínima importância à arguição de personagens tão “distintas” e farsantes!



Compreende-se! Com o presciente tachista da traição tão prestimoso no seu papagueio, a peixeirada bacoca, ridícula e raquítica da merda de comunicação social de ordinarice tamanha fica saciada!    





Uma pergunta àquele que já denominaram de militar fugitivo, senhor Varandas presidente dos lagartos. A detenção do ex-presidente da sua agremiação, seu antecessor abandonado por v.exª – dando de barato que ao “legal” Mustafá, chefe da sua mui legalizada claque, aconteceu o mesmo – também é uma vergonha nacional? 

Eu respondo por si a quantos me perguntarem e tantas quantas vezes me perguntarem – e não apenas relativamente ao engavetamento do seu ex, mas ainda ao assalto a alcacete pela sua, repito, mui legalizada claque e ainda à confessa corrupção desportiva inserta no “cashball”:



É UMA VERGONHA NACIONAL!  




Um aniversário bem consagrado pela semente da doutrinação do conclave papal em busca da sua “verdade desportiva”.

Para que a consagração fosse mais pomposa, o convite aos doutrinadores e doutrinados já consagrados, todos no activo, todos bem imbuídos da doutrina papal da criminosa corrupção da verdade desportiva em Portugal que grassa nesses campos em que jogam o clube da fruta e seu recadista dos restos recicláveis, onde as indulgências se manifestam pela sua opulência impudente de desfaçatez na mesa farta destes clubezinhos de bairro, comparsas da “verdade desportiva” da mentira das competições portuguesas.

O quadro é inelidível, conquanto repugnante! Mas não é, nem de perto nem de longe, algo que surpreenda!
A miserável encenação das arbitragens em favor dos dragartos, neste fim de semana, não é um culminar de uma indigência miserabilista que os órgãos que gerem o futebol português vão sacralizando, em obediência à sacrossanta ordem reinante no estado papal de Contumil.

Os árbitros do apito e do VAR são apenas míseros mandaretes cobertos de bênçãos e não sentem carência de tentar dissimular a sua incompetência congénita. É tudo tão cristalino, tal a desvergonha e desaforo que campeia no futebol português.



Perante todos estes factos bem palpáveis e comprovados, que arrastam para a lama, em todo o mundo civilizado, as autoridades judiciais portuguesas, mais do que as escutas do apito dourado, pela sua constante inacção e desinteresse, pergunta-se:

Para que continuar a farsa de um campeonato totalmente viciado e com vencedores de encomenda e recomendação?

Para mais envergonhar e afundar a reputação do futebol em Portugal, perante os organismos futebolísticos internacionais?



Cremos bem que esta tarefa de afundamento é já um desígnio inerme! O apoucamento manifesto no desconhecimento de uma arbitragem em Portugal para os grandes palcos europeus é equivalente ao conhecimento das incompetências manifestas e à bandalhice reinante no reinado futeboleiro.



Sir Alex Ferguson bem alertava já há muito! Não é a citação exacta das palavras de um grande Senhor do futebol, mas é a consagração do seu sentido.

O clube da fruta compra campeonatos no supermercado, tal como compra uma costeleta para o almoço!

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O CRETINO BRANQUEAMENTO DE RODAPÉ NA BAÍA DOS PORCOS E OS TRAIDORES


A dita comunicação social do nacional e sórdido emporcalhamento tem as palas dirigidas apenas para o Glorioso Benfica. Julgando-se toda poderosa, apanhando bitaites de hackers e toupeiras de estimação, debitando-os em troca de telenovelas de meia tijela e com actores de rebeca e almofadas, gaguejando no português e na sua representação ao nível do chiqueiro que enlameia as cloacas das suas perorações, vai-se tornando famosa na perda diária de ouvintes, leitores e tele-visores!

Hoje em dia, são as medidoras de audiências que nos informam, só as velhas e os velhos, nem por isso e necessariamente apenas os de cabelos brancos mas ainda e sempre sequazes da ordinarice seguidora das escolas do crime em que aquela comunicação social se tornou, a que se juntam uns traidores de pacotilha, lá vão ocupando seu tempo, nos intervalos de novelas a que chamam novelas, importadas há uns bons tempos já da rasquice que sempre foi delícia pelos lados de lá do Atlântico!

Mas as notícias que são notícia, essas passam por vezes nos rodapés, letras pequeninas, tão pequeninas quanto as fontes de divulgação, envergonhadas com a cacha da bacorada que anima a paródia ordinária em relevo, como espelho bem medido dos bácoros que grunhem.

Só que elas existem e com dignidade para serem divulgadas, em letra de forma, legítima e fora do jugo do grosseirismo que as aprisiona.

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«O Ministério Público vai «analisar e investigar os factos» de uma denúncia apresentada no DCIAP e «proceder criminalmente contra os seus autores, se para isso houver fundamento». A denúncia, anónima, dá conta, no documento que o Portal de Notícias teve acesso, de que o agente desportivo da cidade do Porto Pedro Pinho, o antigo árbitro e comentador atual do Porto Canal António Perdigão, o administrador da SAD do FC Porto Adelino Caldeira e o agente de jogadores de futebol e filho do presidente do FC Porto Alexandre Pinto da Costa serão «suspeitos» de «oferecerem 200 mil euros por vitória às equipas que jogarem contra o Benfica».

«200 mil euros por vitória, 145 mil por empate»


«Três testemunhas serão chamadas ao Ministério público nas próximas horas», revela fonte ao nosso site, para investigação da denúncia apresentada do DCIAP. «Nesta época», 2018/19, terá havido já «ofertas aos jogadores do Belenenses e do Moreirense». «Pagaram esse valor», afirma o denunciante. «Em caso de empate, ofereceram 145 mil euros. Segundo fonte chegada à administração, o FC Porto tem cerca de 6 milhões de euros para gastar em incentivos esta época». O «Sporting CP fica fora destas ofertas», lê-se na denúncia que o MP estará já a investigar.»

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A espelhada comunicação social que temos não busca as verdades. Vamos nós em busca ao Google e ao Youtube e deparamos com a porcaria que sabemos existir há muito, há cerca de 35 anos, desde que o papa e seu conclave resolveu reescrever as doze tábuas da escola do crime organizado, com respectiva doutrina e sua catequização adequada, mais seus sacralizados mandamentos.

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Esta escola do crime, um pouco zonza após o cagaço do assento do papa no banco dos réus onde foi julgado, deixou alguma liberdade à verdade verdadeira do desporto em Portugal. Mesmo a sua consagração e condecoração judicial com a medalha do “mérito” da impunidade criminal, levou-lhe algum tempo até refinar nos modos difusores da sua doutrina e respectiva excomunhão dos pecadores que não seguem os mandamentos.





Já vem muito de trás a refinada “cortesia” que os superdragões costumavam fazer reincidentemente às chamadas “estações de serviço” das autoestradas. O hábito faz o monge e a macacada não foge à regra, sabe aperaltar o hábito.

Daí que não espante a “cortesia” à loja do Benfica em Matosinhos, conquanto de efeitos mais benéficos. Os macacos fazem sempre publicidade ao circo mas há coisas fora do circo, embora a contragosto da palhaçada macaca, que igualmente podem beneficiar.

Há poucos dias, que os hábitos continuam bem arreados nos lombos, foi a vez de um supermercado no Funchal receber a visita dos macacos. Aí a coisa voltou ao “normal”, até pelo incentivo gustativo da famosa banana da ilha.

E descontemos algumas cortesias praticadas em viagens de avião, que a TAP ficou toda derreada pela excomunhão do papa da mentira.

Some-se a tudo isto a “cortesia” que a macacada fez ao Centro de Treinos dos árbitros na Maia e os aconselhamentos, não matrimoniais porque os macacos não foram ordenados priores com dignidade para serem ungidos, mas de desejos de continuação de boa saúde, deles, árbitros, e seus familiares, desejos sempre preferíveis à necessidade de apresentar condolências, acrescentaram os símios.

É um refinamento mui subido às touradas em campos de jogos de futebol, jogadores do clube da fruta quais forcados em correrias para pega de cernelha do touro fugidio, árbitro do apito de Pratas.

Há ainda, no meio de todas estas lides, tauromáquicas e circenses, as “cortesias” feitas aos talhos dos árbitros e pais dos árbitros, a especial solicitude de condução das meninas e dos meninos à escola ou ao liceu, etc.

Tanta e tanta coisa sabida que seria estultícia estar a enumerar de novo.           



Mas o mandamento mais refinado do actual apito dourado foi o VAR! Fortunatos Azevedos, Calheiros, Coroados, Benquerenças, Proenças e tantos e tantos mais são uma miragem no nosso imaginário perante o deus VAR do papa e seu conclave, incluindo o bruno corrido das nalgas!

O VAR foi o anjo satânico da propagandeada verdade desportiva!

A sua angelitude é tal que todos os de bom senso, e são a esmagadora maioria, são unânimes na sentença de que o VAR, em Portugal, foi uma invencionice papal e brunalguista, ajudados pelo anão das almofadas, para repor a verdade da mentira dos tempos que conduziram ao apito dourado.





Muitos ainda se embriagavam, por vezes, sobre a “competência” dos árbitros actuais, a qual estaria viciada, diziam, pela coacção das “cortesias” macacas, relevando os erros repetidos e grosseiros, semana a semana, quais angelinos na esperança de alguma beatitude trazida pelo vento suão e não por uma nortada qualquer!

Hoje, todos os não sócios e não adeptos da escola do crime organizada pelo conclave papal, ou lagartos submissos aos pés do papa em busca de algum osso que sobre, estão conformados! Os árbitros, do apito e do VAR, não são incompetentes nem estão condicionados, que os aparentemente mais afectados nem queixa-crime apresentaram!

Distribuem uns pelos outros, árbitros do apito e do Var, a sua dissimulação pedante na catequese da doutrina papal do crime organizado.

Como escrevia Eça de Queirós, estes árbitros, alguns agora só VAR, vão de incompetência em incompetência até se tornarem ministros do conclave papal!

Fontelas Gomes é um dos primeiros e mais flagrantes exemplos, de árbitro rasca das categorias dos distritais, onde exercia o seu mester raras vezes. Mas lá foi andando, incompetência atrás de incompetência, até primeiro-ministro nomeador dos seus confrades árbitros com os quais vai tendo, ele o diz, encontros e conversas normais com aqueles que, no seu raquitismo representativo e cénico, teatralizam cenas como as do primeiro golo do clube da fruta ao Feirense.

Praticar a catequese e cumprir os mandamentos do papa “santifica-os” no trilho milagreiro das honrarias da escola do crime organizado, lugar onde o recatado mas excelso núncio, Manuel Tavares, assume nas trevas o guião condutor dos bispos e priores da catequização e a macacada, com indigente e tudo, o seu ministério predatório. 





Quem não segue os mandamentos, agora também nas modalidades, é ameaçado pelo conclave papal de «medidas drásticas»!

Significa isto que vão abandonar?

Revisitando os relatórios e contas do clube do conclave, o abandono é a conclusão mais apropriada! Não há dinheiro, não há vícios! As tais «medidas drásticas» são apenas o embalar da macaca!

Não que o abandono provoque um sismo de magnitude superior a zero na escala de Richter! Podem os sofredores de insónia dormir descansados!

Todavia, ainda há quem desconfie, e não debalde, de que as “insignes” «medidas drásticas» anunciadas pelo conclave papal mais não são de que uma mensagem encriptada aos macacos para que eles tentem descobrir Centros de Treinos de árbitros de andebol, de hóquei ou de basquete, e lhes façam as costumadas visitas de “cortesia”! 





Muitos dos blogues criminosos, do frutismo e do brunalguismo, andam numa azáfama tremenda, apagando e despedindo todos os criminosos e toda a criminalidade praticada, como se o crime se esvaísse numa prescrição redentora apenas pelo seu serôdio esforço de debandada!

Encurralados e descobertos, colocados de patas no ar no estrebucho de finados, serão, como diz a nossa Gloriosa Leonor Pinhão, todos apanhados à mão!





Os cavaleiros do apocalipse, sempre cheios de razão e que transpiram sapiência por todos os poros, quais traidores a quem Miguel de Vasconcelos pediria meças, se vivo fosse, anseiam agora pelo sebastianismo do Natal (já viram meteorologia e tudo, que nevoeiro é preciso para encenar a tragédia) que lhes ponha nas bentas aquele Jesus que eles odiaram e quiseram na rua tantas vezes. E, em especial, estou a lembrar-me, precisamente depois de ele, jota, jota, ter perdido escandalosamente dois campeonatos para o clube da fruta, ser o responsável pelo espaço Kelvin no museu de Contumil e se ter ajoelhado, qual palhaço a exorcizar o próprio demónio que ele criou com sua incompetência mas por ora em remontada de competência.

São mais do que palhaços, de facto!

São verdadeiros traidores do Glorioso Benfica de que se dizem sócios e adeptos!

Traidores, sem tirar uma vírgula, tal Miguel de Vasconcelos que também se dizia e era português e se vendeu miseravelmente aos espanhóis!



Ninguém está mais chateado e irritado do que eu e milhões de Benfiquistas, sempre que o Benfica perde ou não ganha! Mas daí até atraiçoar o Glorioso Benfica vai um passo enorme que nenhum Benfiquista que se preze dá!

Já não se lembram das alegrias que estes jogadores e outros que já foram nos deram?

Quem ganhou mais títulos nos últimos 3 anos?

Quem foi o Presidente ou o treinador que ganhou sempre e tudo o que havia para ganhar?

Isso tudo é para atraiçoar só porque existe um tempo menos bom, que a todos os Benfiquistas irrita de sobremaneira?

Leia-se e medite-se, só um pouco, neste comentário de um dito Benfiquista, em resposta às palavras de Grimaldo:



«Não são os adeptos que não estão com vocês. São vocês que não estão connosco».



Afinal, quem é que tem de estar com quem?

Nós, milhões de Benfiquistas, pelo nosso Benfiquismo, pela nossa Paixão, sempre aprendemos e sempre nos sentimos impelidos a estar com as nossas equipas, as que nos representam em campo! Nós é que devemos estar sempre com quem nos representa! Foi assim que conseguimos as nossas vitórias, as nossas vitórias que superam em muito as vitórias dos nossos adversários! Vitórias dos nossos adversários que são derrotas nossas! Porque nós não podemos ganhar sempre! Porque algumas dessas derrotas aconteceram influenciadas por raros exemplos, felizmente, que os ora traidores nos patenteiam!

  

E foi assim, com o apoio constante, que tornámos o Glorioso Benfica no Enorme, no Maior!

E nos tempos em que nos comportámos como estes traidores, aqui há cerca de duas dezenas de anos, andámos onze anos, repete-se, onze anos sem ganhar nada! Nem em futebol, nem noutra coisa qualquer!

Foi nos tempos em que quase deixámos morrer o Benfica, lembram-se, traidores de todos os tempos?



Mas alguém pode pensar que despedir uma equipa, uma equipa que pode ter jogado mal, que pode não ter dado o litro, acenando-lhe com lenços brancos ou assobiando, consegue ganhar alguma coisa?

Mas alguém pode pensar que os próprios jogadores não ficam tão irritados, chateados com as não vitórias como nós, Benfiquistas?



Proceder como o autor daquele comentário  é traição ao Glorioso Benfica, é dar palha a porcos que querem a sua destruição!



E não me venham com a treta de que o Benfica é um clube democrático!

Eu sei, já tenho cabelos brancos há muitos anos!

Eu sei, eu lutei pela democracia no país, sofri com isso na pele!

E nunca me senti impedido de dizer e escrever o que sentia, no tempo de todos os perigos!



E, por ser democrata, sei que há regras claras e próprias da democracia! Por exemplo, elegem-se os dirigentes para que eles dirijam, não se nomeiam!

E a bandalheira da democracia é essa da traição! Meia dúzia de traidores querer derrubar quem, legitimamente e porque o Benfica é um clube democrata, foi eleito por milhares de eleitores legítimos!

O Glorioso Benfica é um clube democrático para que meia dúzia de traidores queiram sobrepor-se aos milhares que, democraticamente, elegem quem os represente?

Julga essa meia dúzia de traidores que o Glorioso Benfica é só deles e não dos milhares que, democrata e legitimamente elegem os seus representantes?

Não seria preferível que esses traidores guardassem a sua “extrema sapiência do sabe-tudo”, quiçá, se não para conduzirem melhor suas vidas, ao menos para tentarem ganhar no euromilhões?



Eu, que sofri na pele pela implementação da democracia que só vivia no Glorioso Benfica, sempre aprendi, concomitantemente, que lutar pela democracia, pela liberdade de opinião, está de braço dado, umbilicalmente ligado à responsabilidade!

Liberdade sem responsabilidade é libertinagem!

E é esta libertinagem que espelha um bom exemplo destes traidores do Benfiquismo!

terça-feira, 6 de novembro de 2018

«UMA ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA FORMADA PARA SUBVERTER O FUTEBOL»



Foi assim que a definiu a Procuradora do Ministério Público no julgamento do processo “JOGO DUPLO”, em que está acusada uma quadrilha chefiada por mais um dirigente super dragão, “Aranha” de sua alcunha.

É “coincidência” que em todos os processos-crime que têm sido julgados ou estão a sê-lo, haja sempre gente da organização criminosa de Contumil pertencente ao clube da fruta.

A Procuradora alega que toda a acusação está provada e pede pena de prisão efectiva para todos os julgados.



Como o processo, desta vez, correu por Lisboa e foi julgado em Lisboa, a esperança cresce no que concerne ao resultado. Espera-se que, desta vez, a Justiça faça mesmo Justiça e que o manto da impunidade não consiga cobrir a distância.

Pelo menos, relativamente o Ministério Público do Porto, nota-se uma diferença enorme.

O MP de Lisboa não pediu a absolvição mas Justiça, com a aplicação das respectivas sanções.

O MP do Porto teve o descaramento de pedir a absolvição e ter sido ouvido nessa sua gritante denegação de justiça.

É certo que neste processo-crime do Porto, o papa chefe da organização criminosa era réu, estava com o traseiro sentado no banquinho apropriado ao seu ADN. Mas escapou, graças a um MP parecido com o que foi agora condenado por serviços à escola do crime.

Diz-se que a escandaleira foi tão vergonhosa para a instituição do MP que o de Lisboa, envergonhado, teria abocado o processo. Mas não se conhecem ainda desenvolvimentos.

Claro que o que se passou no julgamento no Porto não surpreendeu ninguém, pelo menos em Portugal. Depois do que se passou com o julgamento do apito dourado, pelo qual se consagrou judicialmente a impunidade do papa e seus acólitos, no mínimo os mais chegados, o resto é mera conversa de que os impunes se gabam.



Todos já sabem que não são apenas os Procuradores do MP do Porto os que enxameiam os camarotes em conclave papal no campo de jogos do clube da fruta. Juízes, investigadores da PJ, chefes da PSP e outros que tais, compõem o ramalhete para que as rezas da impunidade da escola criminosa continuem a preservar a continuação do crime impune, e não apenas o desportivo.

Tendo-se escapado a fruta dos anais das chamadas telefónicas, conquanto a taverna do infante mantenha o calor da noite bem vivinho, árbitros de futebol são fotografados mui ufanos de publicitação de sua proeza como parte integrante daquele conclave papal criminoso.

Não é coisa, pois, que espante ouvir-se afirmar que a PJ do Porto, com a ajuda da PSP de localidade não especificada, faz escutas ilegais sobre conversas tidas entre dirigentes e quadros do Benfica e terceiros, sejam estes jogadores ou empresários de jogadores e treinadores. A sua divulgação criminosa também faz parte da actividade do crime organizado, sem a mínima preocupação das autoridades judiciárias, pelo menos daquelas não contaminadas e que não fazem parte do conclave do crime.





Parece que Dona Tânia do Arranjo também vai sentar o seu enfunado traseiro no banquinho dos réus. Não é que ela não mereça sentir o quão fofo é esse banquinho, por diversas vezes, tantas quantas ela fez clonagem criminosa da divulgação, tão criminosa quanto aquela, de correspondência privada roubada, a que acrescem as vezes em que ela difamou, depois de infringir o dito segredo de justiça, o Glorioso Benfica e seus dirigentes e demais funcionários atingidos.

Não que o dito sigilo de justiça tenha tido alguma vez segredo para ela. As suas toupeiras sempre a serviram com devoção, toupeiras que ainda agora lhe podem valer porque apenas existe, para as autoridades judiciais, vesgas ou de rabo entalado, uma toupeira criminosa.





O capacho da manhã, pela pena enlameada na sua cloaca de merda, empunhada pela Dona Tânia do Arranjo ou por outras Tânias do Arranjo ou respectivos consortes que também navegam na mesma ETAR, quando não debita parangonas sobre violação grosseira e criminosa do sigilo de justiça, entretém-se na sua invencionice ordinária e cretina, tudo um reflexo do que vão vendo ao seu espelho, rumina que Jesus vem pelo Natal! …

Capacho da manhã tem toda a razão! Pelo menos, desde há dois mil anos que se celebra a vinda de Jesus pelo Natal!

Capacho da manhã não noticia novidade nenhuma. Mas talvez queira pôr em destaque a festividade! E com razão! Vejamos.

Vaca já arranjou! Dona Tânia do Arranjo representará o papel, cremos, sem a mínima dificuldade ou repugnância!

Burro também lá há na caserna! O Ex.mº Director Geral Editorial, Dom Octávio Ribeiro, enquadra-se bem na figura!

Acrescente-se, para acabar, que os festivais de presépios vivos estão na moda! Só deixo à vossa imaginação a representação das personagens do Menino Jesus, da Virgem e de S. José, não esquecendo os pastores e os cordeirinhos!  





O papa, chefe manitu da escola do crime organizado, está muito chateado com as arbitragens das modalidades de andebol, basquete e hóquei em patins!

Só não está chateado com a modalidade de futebol profissional!...



Todo o mundo percebe os lamentos do papa! Os dirigentes e os árbitros, por vezes, só por vezes, resistem à doutrinação do conclave, cometem os pecados de se esquecerem dos mandamentos! E faz questão e ameaços de abandonar! Quer a “verdade” desportiva de sua feição, daquela que ele implantou com o apito dourado, com ameaças a árbitros, mesmo com traulitadas nos adversários, tipo equipa do Canelas dos seus superdragões que mais não são do que uns meros e simplórios discípulos dos que militam na equipa de futebol principal!



Ora vejamos! Que diabo, os anõezinhos também têm o direito de tentarem falar com voz grossa! Tome-se só como exemplo o anão das almofadas! Os anõezinhos também têm o direito de julgar que as provas em que não competem sofrem um rombo, tipo em publicidade e audiências!

Lembram-se de o Glorioso Benfica, sem necessário ameaçar mas passando logo à prática, ter abandonado a Liga de Basquetebol e aderido à agora chamada de Pró Liga?

Equipas desta Pró Liga, que tinham ganho o direito à subida à Liga, imediatamente abandonaram e disseram que ficavam com o Benfica. Outras equipas da Liga disseram que também a abandonavam e alinhavam na competição em que estava o Benfica.

Conclusão: a Liga, para ter 8 equipas para competir – o mínimo dos mínimos – teve de fazer convites até arranjar quem quisesse! Arranjou equipas do fundo da tabela da Pró Liga, ufanas, não por se juntarem ao clube da fruta mas por estarem na Liga, coisa que nem em sonhos julgaram algum dia acontecer!

Os problemas vieram depois! Foi a televisão dos direitos desportivos da competição em causa, foram os patrocinadores da publicidade, foi tudo! No meio da competição da Liga assim remendada, outros clubes ameaçaram deixá-la! Até que dirigentes da respectiva foram tomar banho no olho da rua e tudo voltou ao lugar!



Só que o Glorioso Benfica mobiliza gente para os pavilhões e campos de futebol onde joga! Mobiliza audiências televisivas para assistir aos seus jogos!

O Benfica é Enorme! E nunca os anões, por mais que esperneiem, por mais almofadas que empilhem, lhe chegam sequer aos calcanhares! 

E o rombo nas assistências, nos campos ou frente aos ecrãs de televisão, é grande, é enorme!

O clube da fruta só é gigante na prática criminosa e não só na área desportiva! Neste campo, pode estar descansado que o Glorioso Benfica nem sequer pretende fazer-lhe a mínima sombra! O Glorioso Benfica e os Benfiquistas não têm nem nunca tiveram escola de crime, por mais que a actividade criminosa do conclave papal lance, criminosamente, atoarda sem fundamento baseada em roubo porque à sua, deles, medida!



Bem tenta o clube da fruta pôr-se em bicos dos pés que nem assim chega sequer a mediano! O rombo nas audiências e assistências é insignificante! Lembram-se da oferta do clube da fruta ir jogar ao algarve, campo do Farense, para ajudar já nem me lembro em quê?

Foi aceite o “meritório” oferecimento! Só que a receita dos assistentes foi de tal modo que nem chegou para pagar à segurança do jogo!

Depois daí, a idênticos oferecimentos do papa, a resposta é, «vai-te ganho que me dás perca»!



O clube papal da escola do crime organizado fica muito mal impressionado quando os dirigentes e os árbitros cumprem a lei! Ele nunca soube o que isso era!

Por isso, já nem se lembra, embora tão recente, de que o mesmo árbitro de hóquei em patins de quem se queixa agora foi o mesmo árbitro que lhe deu, há ano e meio, de mão beijada e em forma de fruta, um campeonato!

Berrem pelo VAR, carago! Onde há VAR tudo está óptimo porque de acordo com a doutrina da escola do crime organizado!

É aí que a “verdade” desportiva se tem espelhado bem desde que ele existe e funciona!

Aliás, nem é preciso que funcione, que esteja conectado! A “verdade” desportiva da corrupção da escola papal do crime organizado, com o VAR, vem sempre ao de cima!

O apito dourado agora já nem precisa de se esconder!

Actua completamente às claras nos ecrãs televisivos e são um modelo mais refinado do que aquele que funcionava no tempo das escutas!



Mas o berreiro papal só ganha completo relevo à luz do relatório e contas que o clube da fruta apresentou! E diz-se que nem umas certas “habilidades” de que foram vítimas – “euroantas” considerada por inteiro quando só pertence menos de metade – conseguiram tirar do esgoto da pré insolvência o clube da fruta!

Da falência técnica já ninguém os livra!

Daí até à insolvência vai um pequeno passo, tal a degradação que aquela demonstra!



E vamos esperar pelo que sai daqui. Continuará o conclave papal embrulhado na capa protectora da impunidade criminoa?





As autoridades judiciais não conseguem, sem ninguém saber ou sequer acreditar por quê, descobrir os responsáveis pelo blogue “mercado de benfica”, coisa que não oferece a mínima dificuldade à Dona Tânia do Arranjo e aos vários jornais da cofina.

E ainda mais quando este blogue lhes expõe na calçada da merda da comunicação social que temos os seus processos ditos em segredo de justiça. Depois queixem-se que o Povo Português os considere, essas autoridades judiciais, pelas ruas da amargura. Façam apenas uma sondagem séria a todos as classes profissionais deste País para as classificar pelo seu desempenho e veremos em que posição aquelas são classificadas.

O segredo de justiça já nem é, foi uma miragem!

De facto, o blogue mais criminoso de Portugal dos últimos anos continua a derramar, agora não correspondência roubada, mas processos-crime que dizem, estão no tal ido segredo de justiça.

E, dizem os especialistas, esta difusão nem é proveniente de hackers mas de toupeiras! Só que não são as ditas toupeiras do Benfica!





“Quo vadis”, Estado de Direito Português?

Quem pode estar sossegado com as autoridades – que têm por missão zelar pelos valores e lutar contra a actividade criminosa – que deixam o crime, organizado ou não, campear à nossa volta?
Ou que o embalam no manto da impunidade?