quinta-feira, 10 de março de 2016

OS “FERRARIS” E OS “PANDA”


O novato “visconde” das tácticas do futebol, um finório literataço
Assim se julgando ele, estrábico condutor de "Ferraris" encartado!
Enxofrou-se, o dito! «O Fiat de inepto aprendiz dá-me no cabaço»?
E mais afocinhou no chafurdo da prosápia nalguda, encabrestado!


Amorim, outro do título desmamado, prenha de vigor sua nortada,
Estrondeia o verbo da carta-branca ao treinador basco apatetado,
E, nas mínguas da “fruta”, mísero aguado, de nepotismo a avelhantada
Direcção sua arrasa! O alterne milionário sem causa é o seu cantado!


Oh! Que bazófia enfezada! A “menor”, no séquito dos oito campeões?!
Pequeninos! “Panda” do incapaz chauffeur, no literatejar do avençado!
E os “Ferraris” para o alto enxergando a “pequena”, tão sublime no voo,


Com a nalgada, e seu suserano frutedo, no complexo aziúme dos milhões
Lá vai desfiando sua prosápia no esquizofrénico émulo vesgo enciumado
Que na pequenez, os vocábulos são sapos engolidos e rosnando de enjoo!

segunda-feira, 7 de março de 2016

CERELAC E (SÓSIAS DE) BRUXOS

Hoje apetece-me falar de cerelac e de “bruxos” encartados no futebol nacional. Advirto já que os “meus” bruxos não são bem bruxos. E não porque os êxitos da sua “bruxaria” sejam semelhantes, são-no, aos êxitos do bruxo, bruxo com honras e publicidades patenteadas pela linda cidade de Fafe, mas apenas porque os “meus” bruxos, os que eu li e ouvi em magicações de magismo etéreo – não este “verbo” em modo figurativo, elevado inalcançável por estes “bruxos” – são daqueles “bruxos”, condescendamos, simpáticos, ao menos alguns atufados de cerelac e, em consequência, com o seu quê de nediez visível a olho nu!
Falemos, pois.


Quando aquele palreiro que alguns afirmam ser ainda presidente do Sporting – e da “maior potência desportiva” nacional, por inerência – aconselhou o Benfica a ter de comer muita papa cerelac para aspirar a aproximar-se de “tão grandiosa” potestade, fiquei a matutar! E cheguei a uma conclusão, humilde mas à mercê da minha míngua da dita papa, que detesto:
A tal “maior potência desportiva” nacional – restrição territorial certamente devida à penúria, ainda assim, dessa papinha cerelac na sua abrangência a território mais amplo – estará em mercê de uma catarsia vomífica no empanzinamento cerealífero, um daqueles intermezzos nesse empanzinamento que permitem o arroto bocal e anal, tão mísera de títulos a vemos alcançar, muito em especial neste último mais de meio século.
Esse, parece, pavoroso ingurgitar teve consequências, a olho nu, em coisa de titulação. Não admira, assim, a sua tentação palreira de aconselhamento aos que ele só enxerga, olhando para o alto!
“Empanzinem-se, pois, que não queremos a solidão da nossa penúria”, é o conselho do peidorreta facebookiano das nalgas.  


Mitroglou, esse foi certamente finório!
«Empanturramento cereláfico?! Puxa, isso é para anões, aqueles anões que urram como as raposas, “são verdes, são verdes”!!! …
“Verdes”?!!! Não estou por lá a empanturrar-me de cerelac porque eles não quiseram gastar papinha comigo?!!!
Co’s diabos!!!! São mesmo verdes, os “potentados”!!! E anões!!!
Então, tomem lá, vão buscar ao fundo das redes, com os cumprimentos da papa cerelac!
Mas homem do nalgudo nacional, não recolha tão depressa aos balneários! Agradeça primeiro aos adeptos! Ou estes adeptos não são adeptos cerelac?!!! Ou nem todo o cerelac dessas bandas chega para os seus jogadores de milhões, em cláusulas de rescisão, e de tostões, em vendas ou doações em despacho?!!! ».


Quem disse que a papa cerelac é sinónimo de potentado desportivo está a ver-se ao espelho da sua pequenez! Menos nas nalgas … que dominam o desporto nacional … na logorreia do açambarcador do fecebook!


Alguns são bem capazes de pensar que o novo “fidalgo” de Alvalade andava faminto de papinha! Bem, ao que parece uma papinha que era mais de cifrão do que de cerelac!
Mas é nítido que ele também teve a sua empapagem, não somente e propriamente de cerelac mas de verborreia! E se ele sempre foi um literataço na sua pretensão literatiqueira, a sua tramontana indicia bastas vezes o empanturramento cerealífero, assim a modos como o virtual do, dizem alguns, ainda presidente da nadegada nos presenteia nos seus esgares de bobo da corte.


Quem não esteve para se enfrascar do pantomineiro cerelac foram alguns profissionais Benfiquistas que o dito novo “fidalgo” convidara a acompanhá-lo. As bufadas bafientas já eram conhecidas vindas lá do norte e só um asno mesmo asno é que não conhecia o apego “visconde” nalgudo do pretensioso imitador de meia tijela e sem alguidar às conhecidas bufas, conquanto ele tenha vindo a tentar disfarçar aquele genético sentimento sujeitório dos mandaretes da agora inventada ou ao menos clarificada “maior potência desportiva” nacional!


Não é de pôr de parte, certamente, o enfartamento que enfrascou as contas do Alvalade XXI! E não me refiro ao “cantinho dos cegos”, com toda a deferência, consideração e estima reservada a estes que, em boa hora e desconfiados da papa, devolveram à procedência a magnânima oferta!
De facto, dizem alguns, decerto ainda não contaminados pelo cerelac, (“expresso” de 07/06/2014), que o Alvalade XXI custou mais 80 milhões do que o orçamentado!
Com tamanho acrescento em euros, parece-me de algum modo abusiva a designação de “Alvalixo”!


Dias da Cunha e Vasco Lourenço, Sportinguistas de estofo e coluna vertebral, consideraram em tempos que o, dizem alguns, ainda presidente do SCP, devia ir para um manicómio e que ele era um caso de psiquiatria. “Ele não tem condições para dirigir o Sporting” e “é um caso de psiquiatria”, citei.
Considerem agora se não foi altamente maléfico o excesso de cerelac, nuns, e o défice de que outros – outros deles, no caso – “padecem”!


O Dr. Barroso não se cansa de nos tentar demonstrar sua sapiência em adivinhação! Não é bem igualzinho a Serrão, a não ser no anafado quanto baste, embora permanecendo uma réstia de dúvida sobre se a nediez deste se deve à papinha milagrosa!
O Dr. Barroso é mais subtil e parcimonioso! Não entra nas certezas absolutas e pindéricas de Serrão, conquanto os resultados da bruxaria sejam igualmente desastrosos! Fica-se mais pelos “ses”! “Se nós despacharmos o Benfica[i], o Braga encarrega-se do resto”!
E encarregou-se … logo na eliminatória seguinte!!!...
“Se ganharmos os próximos dois jogos[ii], somos campeões”!
Lá os dois jogos?!!! … Foram vitórias (“morais”) em catadupa! E cá com uma azia! …
É da papa, é da papa, senhor adventício de adivinhador!


Neste atafulhamento de papa cerelac, quem agora tem dúvidas, e dúvidas metafísicas, é este acanhado escriba!
Será que tanta papinha cerelac, em suas consequências, se fica pela abastada protuberância abdominal ou também sobe à cabeça e infecta a desbragada mioleira sentimental clubística de quem nela tanto se empanturra?!
Cuidado, pois, com tão desinteressados aconselhamentos do, dizem alguns, ainda presidente da “maior potência desportiva” nacional!
Se já mui mal nos soaram os enfastiosos “aconselhamentos familiares” de antanho!...



[i] Taça de Portugal, no caso em apreço.
[ii] Contra Vitória de Guimarães e Benfica.

quarta-feira, 2 de março de 2016

O ILUSIONISMO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL


O leitor normal não tem ou tem escasso poder meditativo sobre a racionalidade de um contexto real assolapado na informação que os detentores da comunicação dita social, em regra, obliteram à mercê dos seus interesses e sentimentos, incompatíveis com esse mesmo contexto.
O leitor normal lê o sentido literal do termo e é isto que o autor do mesmo conhece e pretende, sentindo-se inimputável na sua mascarada da realidade, da verdade factual.
Inimputável se considerando o dito autor, sente-se objectivo na sua subjectividade e rigorista na sua aberração ao rigor informativo. Assim, ele pode insinuar um motivo ou situação ilusórios através do verbo, consoante a intencionalidade iníqua e parcial correligionária, na fútil tentativa de enaltecer o desvalor do seu afectivo e apoucar o valor de quem o ensombra no seu sentimentalismo fundamentalista e no seu interesse de mercenário.

Desprezo nesta apreciação, naturalmente – seria um mérito disforme a um conspurcado demérito – a parcialidade desbragada, de fossa a céu aberto, que essa (des)informação nos patenteia quase ininterruptamente, sendo ela tão impudente e petulante que até os mais cegos a topam a quilómetros, situados eles, ou não, naquele cantinho estratosférico aos mesmos reservado no Alvalade XXI. De resto e a talhe de foice, este cantinho, se cego o não quer usufruir, só serve para lixo e talvez por tal se já tenha lido conhecer-se o recinto total de que faz parte por “alvalixo” em vez de Alvalade.


O que especificamente se aprecia nesta análise são os títulos com que se encimam as respectivas notícias sobre os resultados económicos das SAD.s dos ditos três grandes. O meio informativo é o “jornal de negócios” de ontem.
Relativamente ao SCP, temos o seguinte título, bem ilustrativo da camuflagem pretendida:

«Caso Doyen leva Sporting para prejuízos de 18 milhões».

Tomado à letra, o título é eufemisticamente sugestivo. A responsabilidade pelos 18 milhões de prejuízo é da Doyen, não da administração da SAD do Sporting. Esta, na tentativa sibilina do noticiador, será uma “santinha” bem arredia da maldade gestionária sua. O facto de essa mesma administração ter sido a causadora do “caso Doyen” não lhe carimba a mínima mácula, conquanto e segundo a decisão de um tribunal competente os milhões “contagiosos” dos resultados à Doyen pertençam.
E o aumento de quase 100% nos custos com o pessoal, neles incluindo o ordenado do administrador e palrador facebookiano mor, este, aliás de 100% limpinhos, limpinhos?!
Por este andar, será surpresa que um dia – por acaso e só por acaso, naturalmente – seja noticiado pelo mesmo noticiador ou outros equivalentes, que os há em turba, que a SAD sportinguista deu prejuízos porque os bancos credores – e só sublinhamos estes, também por acaso! – resolveram exigir o que lhes pertence e aquela deve?!


Passemos à notícia sobre os prejuízos da SAD do FCP, mais sibilina na sua camuflagem e menos compassiva no seu concreto:

«FCP mais do que duplica perdas no primeiro semestre fiscal».

O FCP não teve prejuízos, teve “perdas”! E “perdas” é o que pode acontecer a qualquer do comum dos mortais, nada que espante! Os Super-Dragões não precisam de se aborrecer por tão pouco, muito menos com o também relevante aumento de despesa com a rapaziada que serve o seu clube, muito bem compensada por zero títulos nestes últimos dois anos! Pode ser que à terceira seja de vez!
Mas hás aqui nítidas e atentatórias – comparativamente ao tratamento dado a “lagartos” – maldades! Em primeiro lugar, escarrapacha-se o verbo “duplica” o que, em tais desventuras, não tem piada nenhuma! Ninguém precisava ser chamado à atenção para as equivalências! Acresce que o noticiador não conseguiu aprontar nenhum bode expiatório dessas desditas, numa mesquinha dualidade de acolhimento! E aqui, sim, os Super-Dragões já têm motivos para se enfadar!


Debrucemo-nos, finalmente, sobre a notícia relativa aos resultados obtidos pela SAD do Benfica, de resto, a primeira a dar à estampa, assim tipo para-choques, um airbag de amparo e camuflagem das desgraças vizinhas.

«Lucros do Benfica caem 61,6% no primeiro semestre».

Como se vê, o enfoque da notícia não recai sobre os lucros da SAD. O que se destaca é o número percentual, um número “bombástico e arrepiante”, de uma queda. Não é insinuar sequer a irrelevância do resultado económico positivo! Naturalmente, a intencionalidade do título é acentuada na frase da notícia que desenvolve aquele:
«a SAD do clube das águias registou perdas de 7,23 milhões de euros no segundo semestre».
Exigir do autor noticioso – uma autora, por sinal – que desse ênfase ao facto de a SAD do Benfica ter sido a única que deu lucros seria demasiado para a sua paixoneta assolapada na pequenez dos seus amores e na grandeza do seu arreigado complexo de inferioridade.


Não nos incomoda esta disfunção noticiosa. Damos-lhe apenas o relevo consentâneo com a nossa congénita necessidade de rir e sorrir, que riso e sorriso são saudáveis ao quotidiano do ser. Acresce que o bobo da corte já nos enfrascou de tanto riso e sorriso que agora suas momices e lengalenga facebookiana até nos enfastia pela saciedade com que tais divertimentos nos foram servidos por tão pitoresca e pacóvia personalidade.
Certo, muitos de nós, a maioria dos portugueses que se encontra agregada no colinho da Família Benfiquista – e alguns outros, mais alérgicos à patusca informação que nos pretendem impingir – pensariam que seria muito mais verdadeiro, objectivo e rigoroso que se confrontassem, por exemplo, os proveitos operacionais das três SAD.s. Se confrontassem os proveitos da SAD do Benfica – 64,87 milhões de euros – com os das outras SAD.s em destaque – os míseros 37,5 milhões de euros da SAD lagarta, pouca acima de metade da do Benfica, e os bem pouco superiores 42,75 milhões de euros da SAD do FCP.
Mas escapava-nos a diversão que a ficção ilusionista dos pontas de lança do complexo de inferioridade nos proporciona! 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

AS "CERTEZAS" DOS AVENÇADOS E A VERDADE


O CIRCO DA TVI24



O RESULTADO DO "VIRA DOS PALHAÇOS"



O"FADO DO PÁTIO DAS CANTIGAS"



OS ANÕES A CAIR DAS CHAROLAS



OS VIRA-LATAS



O PORTA-VOZ DO ACTUAL "PRESIDENTE DO PÁTIO DAS CANTIGAS"





quinta-feira, 16 de julho de 2015

Aimar: o adeus do ídolo de Messi que encantava Maradona

Aimar: o adeus do ídolo de Messi que encantava Maradona


O argentino de 35 anos que representou o Benfica entre 2008 e 2013 decidiu abandonar o futebol profissional devido às lesões. 

Quando deixou a Luz, Vieira abriu-lhe as portas a um regresso.
(Nuno Fernandes, DN, 16/7/2015)


"As lendas nunca nos abandonam. Serás sempre um dos nossos! #GraciasAimar."
(Glorioso Benfica, nas páginas sociais)



Por que nos havemos de lembrar, BENFIQUISTAS, de coisas tão pequeninas?

Tão só para saborearmos o que é verdadeiramente GRANDE!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

MINI PEREIRA

Tenho a certeza de que não ficas surpreendido por ter-te apodado de mini e de que o diminutivo nominal por que te deixaste apelidar não corresponde à tua hominalidade, ao contrário de que pensávamos, os Benfiquistas, até há uns tempos atrás. Faço-te, ao menos, a mercê de crer que não és tão estúpido como o deixam transparecer os teus actos e palavras e que, excepcionalmente na comprovação natural da regra, consegues uma catarse nesse teu estado essencial em que descobres alguma luz, pardacenta embora.
Mais à frente te explicarei o por quê, o meu por quê, desse apodo. Antes, todavia, a minha “carta de interesses”.

Não me move a mínima inveja ou o menor ressentimento por teres deixado o Glorioso Benfica e por teres ido para onde quer que quisesses, incluindo o clube, o único clube que, em Portugal, carrega o estigma de ter sido condenado por corrupção desportiva tentada.
De facto, o Benfiquismo de que todo o Benfiquista é imbuído desde o berço não se preocupa com coisas mesquinhas desse jaez. O Benfiquista tem um Clube Glorioso que lhe enche em plenitude todo o seu ser, não precisa nem lhe cabe, por manifesta deficiência de espaço sentimental, lugar para lá desse Benfiquismo.
Certamente que irás notar essa diferença, mais vezes irás ouvir falar do Glorioso entre os que ora escolheste do que do aplauso ao esforço em que tu e teus companheiros estejam empenhados. 
É a abissal diferença entre os que têm uma Bandeira Gloriosa própria e os que só têm o Anti para se embeberem.



Após cumprires o acordo laboral a que em liberdade plena de consciência, crê-se, te submeteste, eras livre de escolher a via que desejasses, nela incluída a de mudar de entidade patronal. Só que havia duas maneiras à tua disposição para o fazeres: uma, a de escolheres alternativa com dignidade, digamos, à Homem; outra, a que resolveste adoptar e que se casa muito bem com a pequenez de atitude.

Desde que, e já lá vai muito tempo, tempo demais na minha opinião, te recusaste a renovar contrato, podias ter-te assumido, fazendo jus ao maxi, esclarecendo de vez que querias mudar de ares, como sempre quiseste! Era teu direito!
Escolheste o empata recheado de hipocrisia com que ias parlapateando de vez em quando. Isto já não está no teu direito mas na essência, já redita, do teu ser. É acção de tua exclusiva responsabilidade, ficas com ela.

Tantos e tantos que se mudaram do Benfica em glória, que manifestaram ao Benfica o desejo de sair e ir trabalhar para outras bandas e a quem o Benfica nunca tolheu, alguns mesmo ainda em tempo de obrigatoriedade laboral e se foram sem outra exigência que a hombridade! Porque procederam com dignidade, como Homens!
Por isso, ficaram e ficarão sempre na História do Glorioso!
Tu, mini Pereira, não!  



Se não fosse exigir mais de ti, que nem sei se o que tens por teu empresário te informou ou não – já agora, aproveito para te dizer que, nesse aspecto, escolheste a dedo, um espelho fiel do que te vieste a revelar – saberias que o Benfica nunca entra em leilões, pelo que não tens sequer o direito de te considerares surpreendido.
Será que, em oito anos, nunca ouviste o Presidente do Glorioso e teu patrão dizê-lo e repeti-lo milhentas vezes?!
No Benfica só fica quem deseja ficar no Benfica! Quem não deseja vai à vida dele!

O Benfica já perdeu muitos Heróis! É a lei da vida! E sempre continuou cada vez mais engrandecido, Maior, tão Maior que até chegou e é o MAIOR CLUBE DO MUNDO no que a sócios, adeptos, simpatizantes e amor clubístico diz respeito!
E tu, mini Pereira, nem sequer quiseste ser um desses Heróis! E não por teres saído mas por saíres sem dignidade para assumir que esse era o teu desejo desde há muito!



Contrariando, possivelmente, algum pensamento Benfiquista mais acrítico, quero terminar, mini Pereira, dizendo que não te agradeço nada, que não te agradeço teres ajudado a conquistar títulos para o Glorioso Benfica.
Fizeste apenas a tua obrigação, trabalhando para o teu Patrão que sempre e a horas te pagou tudo o que te era devido! Se, e apenas neste último pormenor, vieres a ter a mesma sorte no futuro, tal não me incomoda nada! Mas, cuidado …
Tu, sim, é que deverias agradecer, se é que os Benfiquistas esperavam algum agradecimento, o “colinho” fervoroso com que eles sempre te apoiaram, a ti e aos teus companheiros de labuta.
Estás mais do que pago, portanto!

terça-feira, 19 de maio de 2015

A Oração do Patego, Os Bruxos do Futebol e os Migalheiros das Bufas

No ano da Graça do Senhor de 2014, o futebol sénior do Glorioso ganhou tudo o que havia para ganhar intramuros. E se mais não ganhou foi porque o colete de preto não precisou nem se aventurou a ser bruxo. Já tinha a lição da adivinhação bem encomendada e foi só executá-la na perfeição.
Perante tamanha façanha, o “dono” do futebol português e da sua corrupção plasmada nas escutas, aprovadas por unanimidade e aclamação no seu doutoramento “honoris causa” mundialmente condecorado no youtube – só os regateiros titulares de camarotes “anteiros e dragonistas” fizeram de contas – lembrou-se de abrir os cordões à bolsa (dos outros) como não há memória em tamanhas lides. A par da sua “generosidade”, convidou um moleque moço de recados para pinotear no seu rosnar linguístico maternal e dotado de latinaduras destinadas a que os da pandilha pudessem babusar os beiços espumejantes.

Mas o “dono” caquético contentou-se de novo … com nada! Bem que foi desembolsando os milhões (não os dele, naturalmente), até na compra de bruxos que abundam lá daqueles lados. Já antes lhe não valera a oração funéria ao seu amigo Zé, deve ser a tempestade da desgraça que já lhe enviou como emissário vento suão que o lançou no lento espernear de finados no reino da “máquina inigualável da pureza” da condução dos destinos futeboleiros nacionais.

A caquexia parece ser tão obtusa que, com um bruxo Serrão ali dedicado, aprontado e gracioso – isto é, não exigindo mais do que um olhar de comiseração – vai gastar dinheiro com bruxos de profissão, não sei se de afeição a não ser à massa que escorre, conceda-se.



Serrão é, de facto, um bruxo de estimação. No ano transacto, perdido o título com seu amásio tão longínquo que nem com mira telescópica se divisava, afirma frente à câmara televisiva do seu encanto: “o Benfica já não ganha mais nada este ano, já ganhou o que tinha a ganhar”!...
Estava-se em vésperas da 2ª mão da meia-final da Taça de Portugal, o FC Porto ia jogar à Luz … e levar 3-1 para amesquinhar a adivinhação de bruxos com diploma comprado na feira da ladra.
Este ano, lança nova adivinhação em vésperas de Benfica-FC Porto: “Jesus vai novamente cair de joelhos, é limpinho, limpinho”!…
Demonstrou aqui ser um bruxo de excelência canina. Tá bem, enganou-se no treinador que ajoelhava, mas adivinhou que haveria ajoelhações. Não profetizou que o ajoelhado fosse um treinador que, em oração de bruteza – condição genética, crê-se – espumejante de latinice erudita, investisse contra os curros em que assentava os traseiros.

O bruxo Serrão não é, naturalmente, um adivinho sabido mas o bruxo de Fafe não lhe leva a palma. Todavia, parece um bruxo decente! Faz-se pagar, dizem, que é condição persuasiva em sua crendeirice.

O Patego também fez de bruxo um certo dia. Acabava de chupar 2-0 e em sua cloaca mas afirmou, perenptoriamente: “a jogar assim, vamos ser campeões, de certeza”!...
Errou?
Mas ele não é menos bruxo do que os outros!...



Choveram por aí notícias de um pasquim, dizem, digital diário das dragonadas afilhadas do apito dourado, que o Glorioso tem colinho e manto protector.
Não acerta no número porque o Benfica tem milhões e milhões de colinhos e mantos protectores nos seus milhões e milhões de adeptos. Mas a dor de cotovelo de não terem, nem jamais poderem ter, os milhões e milhões de colinhos e de mantos não é um motivo convincente para não estenderam ao menos o colinho do adjunto ao seu latinório treinador.

Bem, a verdade é que não têm colinhos e mantos. Mas têm pás e picaretas, o que nos deixa indecisos! Serão o indício de uma profecia real funérea?
Não faz mal! Das duas, uma! Ou as pás e picaretas são para aprofundar as covas do requiem a ser preparado com a antecedência mínima de uma máquina agora mui deficientemente oleada, ou são para ajudar a plantar árvores que possam voltar a fornecer a “fruta” que Deus tem!



Na sabichosa cloaca dos migalheiros da flatulência pintista ou das nádegas de Bruno, o Benfica parece ter sido, e continuar a ser, a pior equipa dos três ditos grandes, conquanto um só o possa ser, quiçá, no tamanho das nádegas.
O Benfica foi a equipa que mais jogos ganhou mas isso, em tais “subidas sapiências”, deveu-se apenas aos reiterados e concomitantes erros dos seus adversários vencidos. Golo marcado, erro do adversário, equipa vencida era equipa fraquinha, fraquinha!
Mérito do vencedor, ZERO!
Fazemos por nos admirar para não nos rirmos de tanta palermice que, se o riso faz bem, a vida não é feita só de riso!

O problema dos sabichosos é que há estatísticas e tais migalheiros, de “tão sapientes”, nem sabem o que isso é, bem menos o que representa. Se as consultassem – e soubessem ler e não somente soletrar aos gaguejos – verificariam que a equipa de futebol do Benfica foi, de longe, a que mais faltas sofreu dos seus adversários.
Mais um colinho oferecido por estes?