segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Só os ratos é que fogem ...

Mito ou verdade?

VERDADE!

Uns fogem da PSP, outros fogem das matracas dos macacos, outros fogem dos arrastões das estações de serviço nas autoestradas, outros fogem do afundanço das contas!...


Ah! E já me esquecia!!!


OUTROS FOGEM DA JUDITE PARA VIGO!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A coerência trintona da justiça desportiva portuguesa

Ninguém do Sporting me pediu para ser seu advogado de defesa nem eu me sentia com dotes técnicos para o efeito. Mas, mais do que isso, nem eu jamais aceitaria ser seu defensor. Posto isto, o que me interessa aqui criticar é a pobreza de uma argumentação jurídico-factual, ainda por cima de juízes que o foram até de instâncias superiores. Deixo só este exemplo que é significativo:

«A relativa insignificância deste atraso ( 3,5 minutos) cria óbvias dificuldades em perceber como é que o mesmo pode ter sido provocado dolosamente, com o objetivo de prejudicar o SCP, pois, dois minutos numa partida de futebol é obviamente muito pouco tempo para gizar um qualquer plano de contingência e o aplicar» (SIC).

Ainda há poucos anos, o MU virou o resultado de 0-1 em 2-1 em um minuto já dos descontos. E ganhou a Liga dos Campeões.

Já neste campeonato português, O Benfica virou o resultado de 0-1 em 2-1, num minuto e já no fim dos descontos, ganhando o jogo contra o Gil Vicente. 

O FC Porto acabou de classificar-se, segundo os "eméritos" juízes da CD da FPF, para as meias da Taça da Liga ... nos últimos segundos dos descontos. Ou seja, a menos de um minuto do fim do jogo, o FC Porto estava eliminado. 
Podemos assim concluir que, ao contrário do que escrevem os doutos juízes da CD da FPF - alguns de camarote no "Dragão" - em alguns segundos apenas, dos 3,5 minutos de atraso, o FC Porto "gizou um plano de contingência e aplicou-o". Afinal, perante uns míseros segundos que faltavam para acabar um jogo, os 3,5 minutos de atraso foram uma eternidade para o FC Porto.

Mas, se os meritíssimos juízes podem afirmar que os 3,5 minutos de atraso "é obviamente muito pouco tempo", por que não afirmar o seu contrário que até está cheio de exemplos e de que o próprio atraso que eles, juízes, julgaram constitui expoente mais significativo de comprovação?

São juízes com "dotes sapientes" de treinador. Que, pelo menos, não acudam, com tais "dotes" ao confundido treinador que empata com um clube e tem a certeza de que vai eliminar outro, julgando ter até jogado com um terceiro. 
Deixem lá este treinador sossegadinho com suas alucinações.


Concluindo, só os ingénuos é que ainda podem acreditar no Pai Natal da justiça desportiva portuguesa. A conclusão só a esses pode ter surpreendido.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A Liga da imbecilidade


Quando o Sábio aconselhou o imbecil a ficar calado porque ninguém se iria esquecer de assim o considerar, manifestando-o incondicionalmente, não contou com as variáveis de uma caquexia no Dragão nem com a bazófia empenachada e balofa do bairro do Lumiar.
No fundo, no fundo, o Mestre não considerou na sua equação a ordinarice mestrada de cretinice que coenvolve doentiamente os complexos de inferioridade perante a Suprema Majestade que é o Glorioso Benfica.

O imbecil, de facto, não cala a sua imbecilidade, apregoa-a! E esforça-se, até com o êxito apropriado ao idiota, por sublimar 0 imbecil seu comparsa na idiotia um sustentáculo da pataratice!

A idiotice ordinária não se vende pela metade, exalta-se no limbo da sua superação! Bem pode a ordinarice confrade lamentar-se de que, no que lhe tange, o vendedor o não tenha sublimado a nível tão elevado! Caquexia à parte, há uma ordinarice mais igual do que outra ordinarice!

Não se pronuncie o Sábio pela excepção. Moutinho foi apenas uma “ausência” da cerebrastenia. A celebração da imbecilidade exultava apenas a submissão incomplacente.
Em Hulk, o custo da ordinarice sobrestimava as várias agências da promoção imbecil. E, esmifrado, não se pode concluir que o preço tenha sido pela metade. A carteira de acolhimento é que é diferente.

Certamente que o Mestre se não esqueceu de Danilo!   

Temos, assim, que, nos tempos mais próximos passados, os imbecis se empatam na disputa da sua superação publicitária.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A ordinarice


Há, todos o sabemos, algumas personagens – ou com presunção de o serem – que nos patenteiam de uma forma cristalina a sua ordinarice. Nos seus gestos, nas suas mesuras, nas suas cretinices, na sua impertinência, nas suas presunçosas prosápias, nas máscaras das suas invejas mesquinhas, nas suas desesperadas tentativas dissimulatórias do seu provincianismo e do seu complexo de inferioridade que, de tanto se esforçarem por o esconsar, mais o evidenciam.

No domingo passado, o Benfica venceu o FC Porto, como todos sabem e os actores da cretinice ordinária também. Foi Jorge Jesus, foram alguns jogadores entrevistados findo o evento que sublinharam: “o Benfica ainda nada conquistou apenas ganhou três pontos”.
Primeiro no tempo e mais claras ainda foram as palavras de Luís Filipe Vieira:

«O Benfica só ganhou três pontos, já no próximo domingo há outro jogo para ganhar».

Para vender jornais e colher audiências, as fanfarras do costume orquestraram os mais diversos arranjos, cada qual à medida da sua orquestra e do seu coro. “O Benfica é o campeão de inverno para aqui, o Benfica é o campeão de inverno para ali”.
Sinfonia desarmoniosa e sem criatividade que, para o Benfica e para os Benfiquistas, não tem sumo que lhes mereça um olhar sequer de desdém.

Mas já o tem, e suculento, para a ordinarice que se baba na cloaca dos dejectos que ela considera pitéu do seu dejejuadoiro.
Não direi que a diferença se percebe porque a diferença é diáfana e não autoriza a mera percepção.
O Benfica celebra as suas vitórias!
A ordinarice celebra as derrotas dos outros!

Seria fácil de concluir como o grande pensador:

«Bem te podes calar. Os outros irão falar que és imbecil mas, pelo menos, escusas de dizê-lo»

Mas a ordinarice vive endemicamente unida à sua auto publicidade.

domingo, 5 de janeiro de 2014

O MONSTRO SAGRADO






quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O vermelho e a prosápia da … diferença


Anda para aí um alarido sobre as cores da bandeira nacional porque, ao que parece, alguém (é o que alguns dizem), não quer o vermelho como parte integrante desse símbolo pátrio.

Chegam a pedir prisão para o falante(?) por, afirmam, falta de respeito devido a este emblema sagrado da portugalidade.

Desculpem-me todos os “ofendidos” e indignados deste país, mas não entro na onda! A falação que originou a celeuma e a consequente repulsa é, afinal, a normalidade do palrante e do que ele representa.

Eu justifico.

 

Muito tenho ouvido sobre um presumido, “somos um clube diferente”, ou, “somos diferentes”. Ora, a bazófia deve ser convertida em actos e comportamentos para ter, (e tem), algum significado!
E o exemplo deve vir de cima!

Não é por possuir memória curta que recordo factos não muito remotos. Lembro-me, a título de exemplo, de um recém eleito presidente de tal agremiação desportiva andar a pinotear a maraca, enquanto se preocupava mais com o vizinho do que com a tarefa para que, presuntivamente, teria sido eleito. Foi um sujeito que, pública e chocarreiramente chacoteado pelo “Madaleno” condenado por corrupção desportiva tentada, não se coibia do seu modo, diferente, de submissão rastejante ao chacoteador.
Fazia-me relembrar o “fiel amigo” do homem que, pontapeado pelo dono, logo se apressa a lamber-lhe a mão.

Era uma afirmação mais da diferença!
 

O graçolas ora opinante(?) do colorido nacional do nosso símbolo maior também, noticiam, foi eleito no meio de cacos e dos cacos da diferença. Não pode causar admiração que procure sublimar essa diferença, diferenciando-se não se diferençando.
Presumindo-se janota de fato e gravata, é-lhe legítimo perante a sua turba abocanhar a bacoquice.

Perante o facto, diferente, por que motivo a sua prosápia há-de enxovalhar o que quer que seja?!
Crime as suas truanices?!

Só comete um crime quem é capaz de avaliar a ilicitude do facto e de se determinar de acordo com essa avaliação.

Alguém pode considerar ter o bazófias categoria para ofender quem quer e o que quer que seja?

Por amor de Deus, o homem é diferente e é presidente de um clube diferente! Demonstrando a sua antipatia ao vermelho, só está a acentuar a sua diferença! Se por ali houvesse, junto dele, alguma bandarilha, ele arremetia com outros propósitos e outra coreografia … diferentes!  

A sua alergia ao vermelho, por outro lado, é uma manifestação mais da sua diferença e de como a sua agremiação é diferente. Ela apenas representa o reconhecimento da diferença que existe numa pequenez natural colocada perante a grandiosidade do vermelho e dos símbolos, pátrios e desportivos, que essa cor maravilhosa representa em Portugal!
E a capacidade de tal reconhecimento, conseguida somente por via e à custa de uma ingénita e tormentosa dor de cotovelo bem recheada de inveja natural agregada, é a tentativa de diferenciar-se no natural do seu anânico.


Perante estas realidades, que ninguém, em especial os Benfiquistas, se enfade com o presumido espirituoso. Se algum crime ele cometeu foi apenas para com a sua agremiação por não ter sabido sequer tornar-se diferente e fazer a diferença da sua diferença e da diferença da sua agremiação!

A sua palrice foi mais e somente um manifestar incessante de um modo de ser e estar, a vivência de uma agremiação que mantém a sua diferença, na sua contínua identidade … diferente!

domingo, 10 de novembro de 2013

O dia do ceguinho e o dia do mascarado



Não sei se posso ou não concordar com a frase constantemente repetida, “Portugal é um país cada vez mais descompensado”, porque penso que a realidade teima em a desmentir.
Vejamos.

É verdade que falta dinheiro, que falta emprego, que falta saúde, que falta educação.
Mas sobra corrupção, sobra pantominice, sobra pobreza, sobra miséria.

Há ainda, todavia, uma falta importante para os nossos tribunais e para os nossos juízes, para as nossas comissões disciplinares, para os nossos conselhos de justiça.
Não, não me estou a referir à falta de aplicação da justiça, nada disso, seja ela embora também uma falta que falta no Portugal de hoje.
Eu concretizo apenas com alguns, muito poucos, exemplos.

Arquivam-se os processos do apito dourado por … falta de prova!
Arquivam-se processos de jornalistas agredidos física e verbalmente pelos mandaretes e patrono mor da prática – ou tentativa, para ouvidos mais sensíveis – de corrupção desportiva por … falta de prova!
Arquiva-se o processo de agressão dos mesmos mandaretes e patronato a um dirigente de uma associação de futebol por … falta de prova!

Relativamente a este último arquivamento por … falta de prova … atentemos num pormenor realmente divertido que sobressai do que foi vertido como fundamentação dos senhores julgadores: “nenhum dos presentes na tribuna terá visto; o responsável (ou responsáveis) pelo relatório do jogo não referiu qualquer palmada ou insultos” … presume-se … porque nada terá visto!
Como este pormenor comprova, o “papa” condenado por corrupção desportiva tentada está em vias de atingir as graças de, pelo menos, sua beatificação. Há algumas semanas, ele proclamou um advento, o advento do dia do ceguinho. E o dia do ceguinho chegou, enfim, tal como o adventista “pontífice” da corrupção desportiva tentada pronunciou!

Foi este um primeiro “milagre” dos que é costume sacral exigir para a investidura em tais comendas, comendas que nada têm de comum com as que lhe concedem mortais não consignados nessa investidura, eles que mais não foram do que mandaretes do potestativo beato.  
Pode haver, porém, um contratempo. O Papa verdadeiro pode decidir apagar o “milagre” do adivinho em retaliação pelo apagamento da “sobrinha” no museu “brasileiro” de Contumil. Afinal, foi uma “sobrinha” que recebeu tanta bênção quanto o “papa” da corrupção tentada e condenada. Para o Papa, o verdadeiro, a família é um bem preciosíssimo e insubstituível, tanto como a famiglia para o “papa” condenado.  



A quem nada faltou foi ao Belenenses. Não lhe faltou o Benfica – e o árbitro, ele, um ceguinho da famiglia do adventista – e não lhe faltou o “arouca”, aquele “arouca” regional que igualmente foi condenado por corrupção desportiva.
Ao Belenenses sobrou-lhe arte – e, no caso do Benfica, árbitro amigo – para conquistar pontos aos clubes que em Portugal estão a jogar bem, assim o prognosticou o bruxo em tentativa de beatificação.



Quem também entrou em tempos de advento – preparando a festividade do entrudo – foi aquela prosápia de presuntuoso que julga fato engomado e graçola chocarreira a máscara à medida do seu entranhado complexo de inferioridade clubística.
“Um treinador é para treinar”, apregoa o mascarado!
Pois é!

O treinador seu subalterno confirmou, ele que, discípulo da prosápia, dizia que os treinadores dos chamados grandes não tinham por que se queixar dos árbitros e, além disso, seria correcto que, queixando-se das desgraças, se admitissem nobremente as graças.
Pois ele tentou beatificar-se também! Muitos entenderam, mal, que ele atirava a máscara ao chão e festejava antecipadamente o carnaval, rebolando-se nas entrudadas do “mau dia” do árbitro de ontem, coisa que eu, particularmente, não consigo julgar porque não sei se ele, o tal árbitro, apanhou chuva ou sol no seu desempenho.
Eu não entendi isso, do seu desmascarar. O que eu entendi, porque advogo que nem sempre o povo tem memória curta, foi que ele assumia a tal nobreza por si sacralizada e estava em penitência acerca das graças do árbitro que dirigiu o Sporting-Benfica para o campeonato.

Na mesma onda estava o seu desmascarado patrão. A tal “nobreza” do treinamento para o treinador virou em “nobreza” do dirigente para os favores arbitrais. De máscara ao léu na vivência da sua essência, ele se masturbou na penitência dos favores dos golos concedidos em fora de jogo, nutrientes que bastavam ao crescimento da sua prosápia mal amanhada.
O árbitro de ontem não permitiu os fora de jogo aos seus vira-latas em piruetas entrudescas por conta da brisa que soprava.
Errou! E para o mesmo lado porque nem sequer era folgança da época que errasse de caras … e de coroas!



No meio de tantas faltas, que ninguém se desespere, que há uma falta que não falta.
É a falta da falta de vergonha.