1. Já lá vai um certo tempo mas a graça da desgraça permanece em graça. Foi cómico ouvir, certamente, falar em moral dos outros quando a moral própria foi de férias ou melhor, nunca entrou ao serviço.
Não é de claques que se trata, é de instituições e de dirigentes de instituições. Há instituições que são condenadas por tentativa de corrupção desportiva, o vexame mais infame, conquanto o comportamento seja doutro. Há dirigentes, dirigentes máximos, acentue-se, que são igualmente condenados por terem feito batota, ou tentado, corrompendo e ludibriando a verdade desportiva.
São os únicos exemplares destes belos exemplos mas vêm pregar moral em quem tem percursos centenários sem mancha de vergonha!
Mas não é de pasmar! Afinal, só tenta falar de moral quem de moral só conhece e pratica o imoral!
2. “Uma sociedade que se baseia na iniquidade e na injustiça pode tornar-se no mais fértil terreno para um louco enraivecido” (Times Literary Supplement, acerca do romance de Steven Saylor, “VOLTEFACE”).
A senhora juíza da Madalena e os senhores juízes da Relação mostraram a sua justiça no convencimento de um “conselho matrimonial” a um “desesperado e bom chefe, perdão, filho de família” que quase teve de ser arrastada para chegar à entrevista conselheira. Era um “filho de família” tão desesperado por pedir conselho que alegou vezes sem conta não ter tempo para comparecer.
Percebe-se … mas não o percebeu a senhora juíza da Madalena nem os juízes da Relação! O desesperado … por dar o conselho, como é óbvio! … era o conselheiro, não o presuntivo “aconselhado”!...
Mas outras autoridades há “benfeitoras” desta sociedade. A PSP cujo comissário desmentiu o que todo o país viu, as autoridades que assistiram “sentadas” ao jogo de golfe e isqueiro, os homens de mão do futebol, com Madaíl à cabeça, mai-lo governante responsável.
Toda a gente bem disposta, nada incomodada, no descanso dos “justos”, promovendo a sociedade à sua maneira. Aplanando e confraternizando com o louco enraivecido, inimputável e impune por via disso, com salamaleques de esquizofrenia sem necessidade de conselho psiquiatra.
3. Benfica passou um terço do campeonato a jogar contra 10, é verdade! Mas nem assim os seus jogadores se pouparam de levar muita trancada, patada, marcação de pitons em todo o lado e de todo o feitio.
É o tributo aos grandes mas os pequenos são pequenos para enxergar a grandeza.
4. Como dizia, sabendo do que dizia, um dos chefes da banda que melhor os presenteia, “nem sempre se ganha apenas dentro do campo”.
A memória pode ser curta mas é boa. É um chefe que esteve bem por dentro dos meandros das páginas mais negras e atentatórias da verdade desportiva. Sabe bem do que fala.
E mais sabe do que fala depois de ter presenciado, certamente in loco e bem acompanhado, a equipa sua protegida a jogar fora de campo e a vencer com golos nascidos fora de campo!
O homem até queria mostrar o bandulho, tomando banho nuzinho no fontenário central da sua “quinta”. E desse desejo ficou-me um assaz breve remorso, de resto bem compensado com as alegrias correspondentes às tristezas do promitente dos banhos.
Assaltou-me uma certa pena não terem os seus conterrâneos podido assistir à amostragem do bandulho! Embora bem o saibam de bandulho cheio, melhor presenciariam onde se encontram partes significativas dos seus pesares contributivos.
5. Zé Quintela nunca se esquece de apregoar que o seu clube é o Sporting! Não por que o diz mas porque faz questão de demonstrar o seu anti, por um lado, e o seu pró, pelo planeta ou seus satélites. Um sportinguista que se preza demonstra-o pelo seu apoio ao FC Porto ou seus satélites.
Desta vez coube a Zé Quintela desejar que fosse o professor Marcelo a festejar. Esqueceu-se de duas coisas.
O professor Marcelo diz que é do Braga para se tentar distinguir, que ele de Braga não sei que costela tem.
O professor Marcelo, para festejar, tem de tomar um bom banho nas águas sujas do Tejo e o tempo ainda vai friote para isso.
6. A Tavares o que é de Tavares! Deixem-lhe o prémio de consolação de pensar que a ave de rapina que lá tem é melhor do que Cardoso! Que diabo! Se Cardoso ganha os prémios do melhor, que ele fique satisfeito com o seu prémio de consolação!
São os únicos exemplares destes belos exemplos mas vêm pregar moral em quem tem percursos centenários sem mancha de vergonha!
Mas não é de pasmar! Afinal, só tenta falar de moral quem de moral só conhece e pratica o imoral!
2. “Uma sociedade que se baseia na iniquidade e na injustiça pode tornar-se no mais fértil terreno para um louco enraivecido” (Times Literary Supplement, acerca do romance de Steven Saylor, “VOLTEFACE”).
A senhora juíza da Madalena e os senhores juízes da Relação mostraram a sua justiça no convencimento de um “conselho matrimonial” a um “desesperado e bom chefe, perdão, filho de família” que quase teve de ser arrastada para chegar à entrevista conselheira. Era um “filho de família” tão desesperado por pedir conselho que alegou vezes sem conta não ter tempo para comparecer.
Percebe-se … mas não o percebeu a senhora juíza da Madalena nem os juízes da Relação! O desesperado … por dar o conselho, como é óbvio! … era o conselheiro, não o presuntivo “aconselhado”!...
Mas outras autoridades há “benfeitoras” desta sociedade. A PSP cujo comissário desmentiu o que todo o país viu, as autoridades que assistiram “sentadas” ao jogo de golfe e isqueiro, os homens de mão do futebol, com Madaíl à cabeça, mai-lo governante responsável.
Toda a gente bem disposta, nada incomodada, no descanso dos “justos”, promovendo a sociedade à sua maneira. Aplanando e confraternizando com o louco enraivecido, inimputável e impune por via disso, com salamaleques de esquizofrenia sem necessidade de conselho psiquiatra.
3. Benfica passou um terço do campeonato a jogar contra 10, é verdade! Mas nem assim os seus jogadores se pouparam de levar muita trancada, patada, marcação de pitons em todo o lado e de todo o feitio.
É o tributo aos grandes mas os pequenos são pequenos para enxergar a grandeza.
4. Como dizia, sabendo do que dizia, um dos chefes da banda que melhor os presenteia, “nem sempre se ganha apenas dentro do campo”.
A memória pode ser curta mas é boa. É um chefe que esteve bem por dentro dos meandros das páginas mais negras e atentatórias da verdade desportiva. Sabe bem do que fala.
E mais sabe do que fala depois de ter presenciado, certamente in loco e bem acompanhado, a equipa sua protegida a jogar fora de campo e a vencer com golos nascidos fora de campo!
O homem até queria mostrar o bandulho, tomando banho nuzinho no fontenário central da sua “quinta”. E desse desejo ficou-me um assaz breve remorso, de resto bem compensado com as alegrias correspondentes às tristezas do promitente dos banhos.
Assaltou-me uma certa pena não terem os seus conterrâneos podido assistir à amostragem do bandulho! Embora bem o saibam de bandulho cheio, melhor presenciariam onde se encontram partes significativas dos seus pesares contributivos.
5. Zé Quintela nunca se esquece de apregoar que o seu clube é o Sporting! Não por que o diz mas porque faz questão de demonstrar o seu anti, por um lado, e o seu pró, pelo planeta ou seus satélites. Um sportinguista que se preza demonstra-o pelo seu apoio ao FC Porto ou seus satélites.
Desta vez coube a Zé Quintela desejar que fosse o professor Marcelo a festejar. Esqueceu-se de duas coisas.
O professor Marcelo diz que é do Braga para se tentar distinguir, que ele de Braga não sei que costela tem.
O professor Marcelo, para festejar, tem de tomar um bom banho nas águas sujas do Tejo e o tempo ainda vai friote para isso.
6. A Tavares o que é de Tavares! Deixem-lhe o prémio de consolação de pensar que a ave de rapina que lá tem é melhor do que Cardoso! Que diabo! Se Cardoso ganha os prémios do melhor, que ele fique satisfeito com o seu prémio de consolação!