quinta-feira, 25 de março de 2010

Sabado todos de colete,mas todos mesmo.

Quem puder e quem concordar obviamente.
* ideia (bem sugestiva) do amcslb


SLB4EVER Rumo****

sábado, 20 de março de 2010

PROCURA-SE …

Jogador escorraçado do seu estágio, jogador corrido à “pedrada” do “nós”, os homens do clube da pedrada nacional, parece ter-se refugiado no consulado da sua Pátria. Teria ido pedir asilo político não por perseguição do seu país mas por escorraçamento no país pequenino da servidão e do armamento “nuclear” dos mísseis do pedregulho.

Já alguém disse ou escreveu que um director desportivo é contratado para contratar jogadores. Este director desportivo do “nós” e da gestão “à porto” foi contratado para expulsar os melhores jogadores.
Sá Pinto, seu antecessor, não expulsou e escorraçou Liedson porque, assim, ficaria sem parceiro para o pugilato e o jogo do murro, conquanto só os olhos, sobrancelhas, nariz e dentes do “levezinho”, por ser “leve”, claro está, tenham sido derrotados.

O “ministro” também joga “à ministro”.
Não consta que o desaparecido tenha dotes de pugilato. Todavia, o "ministro", ao que se diz, parece que tem. De resto, isto só revela uma coerência. Pedrada e murro são jogos assim não muito distantes.
Depois, já muitos sportinguistas se queixaram e afirmaram que aquilo por Alvalade só vai ao murro … e à pedrada, naturalmente! De outro modo, não há forma de endireitar aquela servidão de migalhas.

Contam os escaparates da história que o nosso – nosso, não, deles e só deles – “ministro” disciplinador do “nós” tem sido um “expert” em desatar nós. E dão-se alguns exemplos do brio “profissional” que o “ministro” do “nós” já evidenciou, numa coerente sequência que, agora, já ninguém ousa desancar.

No Dínamo de Moscovo havia a directiva disciplinadora que impunha aos jogadores a limpeza das próprias botas.
Todos os jogadores cumpriam!
O “ministro” do “nós” achava que o “nós” – ele – nada tinha a ver com isso!
A sua brilhante “disciplina” do “nós” deu-lhe direito a sair pela porta da rua, talvez não escorraçado mas, ainda assim, sem deixar inquietudes em ninguém.

No Atlético de Madrid – que, sem o “nós” do “ministro”, agora eliminou o clube com o “nós” do “ministro” – conta-se que, num treino, tão exímio “disciplinador” teve entrada duríssima sobre um jovem companheiro de treino e de clube.
Quando este ousou pedir satisfações, levou os seus murros da ordem como troco!
Claro que os adeptos do Atlético de Madrid pediram ao “ministro” do “nós”, e também dos murros, que se dedicasse a jogar futebol e não ao pugilismo.
Como não foram ouvidos! ...

Mas não está completa a imagem histórica do “disciplinador” do “nós”. Deixou de se ver na selecção, ao que dizem, por causa, precisamente, de o “ministro” do “nós” ter presenteado o “nós” da selecção com uma noitada!

Por tudo isto, se não sabemos ainda onde encontrar o “desaparecido”, sabemos ao menos quais as razões do seu escorraçamento.
Izmailov não parece ter jeito, tanto quanto se sabe, para as artes do pugilismo e do murro!
Por conseguinte, não serve de parceiro ao “disciplinador” do “nós” porque não entra no “nós” do “ministro”.

Enquanto se aguarda por notícias do desaparecido escorraçado do “nós” do “ministro”, o “ministro” deles, do clube da pedrada, vai tendo nós para desatar!
Mas agora ainda vai ter mais tempo, tempo de sobra, uma vez que ainda há bem pouco, “o vento levou tudo” … o que por lá havia ainda para levar, que não era muito!
Mas ficaram as pedras! E os punhos do “ministro”!
E os adeptos para os torneios da pedrada!

sexta-feira, 19 de março de 2010

O CLUBE DOS VISCONDES DA PEDRADA

1. O Sporting Clube de Portugal parece que mudou de nome e passou a chamar-se o Sporting Clube da Pedrada. De facto, já desde há uns tempos para cá que temos visto e ouvido os seus dirigentes e adeptos a jogarem à pedrada, aqueles metaforicamente e estes no afã da concretização dos incentivos dos seus chefes.
Salema Garção tornou-se, neste contexto, o maior incentivador da pedrada quando apelou aos adeptos do Sporting para receberem Atlético de Madrid e Simão Sabrosa num ambiente “extremamente difícil”. Excelente incendiário dos ânimos, porta-se na linha de uma elite de viscondes que, com a sua “finesse”, lá vão continuando na busca de algum alívio para os seus infortúnios desportivos.
Os holigans deste e de outros países não escarnecerão certamente de tal chefe.
A pedrada tornou-se, para esta gente de “fina” linhagem, o único meio de tentar alcançar uma vitória desportiva, agora que até o seu celeiro de migalhas se consome na magreza do pão nosso de cada dia.
É certo que estes títeres das virtudes desportivas não estão apenas escanzelados com a fome de vitórias desportivas e de massa para conseguirem dar a volta à situação de insolvência notória. Eles estão também incentivados pelos homens da justiça desportiva dispostos a concederem-lhe títulos que ganharam à pedrada.
Talvez por isso não seja de admirar que, frustradas agora as suas expectativas da vitória à pedrada, venham a recorrer desta vez para as instâncias “uefeiras”, na esperança de que elas tenham “aprendido” alguma coisa com os exemplares conselheiros da justiça federativa portuguesa.

2. Ainda relativamente à pedrada, a SIC deu uma amostra resplandecente do estado da actual credibilidade da informação dos “media” portugueses.
Efectivamente, foi-nos dado a ver pelas imagens dois pedreiros, um de camisola verde, a lançarem pedradas sobre uns autocarros de passageiros que estavam quase a parar. Depois, viram-se sair vários indivíduos do mesmo autocarro e, sem lançarem pedras, dirigirem-se para os que lhas estavam a arremessar, fazendo inclusive algumas piruetas para fintar a direcção que levavam as pedras a eles dirigidas. E só depois estes apedrejados começaram a ripostar, lançando pedras também.
Por conseguinte, as imagens mostram-nos dois indivíduos a arremessarem pedras contra os autocarros, mesmo antes de estes terem parado e de começarem a sair de lá os seus ocupantes.
Porém, para o lídimo repórter da SIC no local, as coisas não se passaram como as imagens nos mostram. Ou seja, este repórter quis fazer de vesgos todos os que viam as imagens e, então, vai de dizer que foram os ocupantes dos autocarros, adeptos do Atlético de Madrid segundo o seu relato, aqueles que deram início à peleja do arremesso das pedras.
Não sabemos com que intenção tais autocarros vieram parar naquele sítio e quais os desígnios dos seus ocupantes, não nos custando nada admitir que não vieram cheios de boas intenções. Todavia, as imagens que nos foram disponibilizadas mostram que dois atiradores, presume-se adeptos do Sporting, que já estavam a atirar pedras aos autocarros antes de eles terem parado completamente e antes de começarem de lá a sair os seus ocupantes.
O repórter da SIC tem outra verdade sobre a realidade e procura desmentir as próprias imagens da realidade.
Nada que neste país, em especial nos domínios do futebol, nos surpreenda já.

3. Ainda no reino do clube nacional da pedrada, foi engraçado ver e ouvir o mais tenro espécime da gestão “à porto”. Foi engraçado e curioso porque o homem chegou no meio de um silêncio sepulcral – talvez continuação das exéquias do treinador “forever” – e num silêncio de túmulo se tem mantido e para lá remetido a equipa de que dizem ser director desportivo.
O curioso da cena foi que o homem abriu o bico precisamente naquilo que a gestão “à porto” ensina dever estar de bico fechado, como coisa unicamente do foro interno.
E quando o homem necessita de, publicamente, se justificar, a coisa deixa muitas interrogações…
Tantas interrogações que já hoje pudemos ler um costumado opinador sportinguista que começa por perguntar no seu artigo de opinião se o jogador “matou alguém”.
Não há dúvida de que, para começar, o “ministro” está mesmo a ser ministro! Abre o bico quando o devia fechar, necessita de publicamente se justificar quando só deve justificação interna, escorraça um jogador que tem brilhado e … perde a eliminatória e tudo o que ao vento faltava levar!

4. Mesquita Machado continua a saga do desvirtuamento e mistificação da realidade, na senda de Tavares, Moreiras, Domingos e Salvadores.
E não deixa de ser curioso que se erija e esgrima a provocação como a mais miserável de todas as misérias, a responsável por todos os descaminhos e por todos os dislates.
Mas sabe-se que a provocação é o argumento dos que não têm argumentos!
A provocação não deixou de ser apenas um motivo de atenuação dos comportamentos que afrontam os valores do homem mas o mais pérfido dos crimes que santifica todas as outras actuações que, pensava-se, atentam contra tais valores.
A provocação justifica tudo! Nem é necessário que ela seja uma provocação injusta que os valores do direito penal exigem – pelo menos, no papel – para ser relevante, mas relevante apenas como atenuação de um comportamento criminoso. Só precisa de ser catalogada de mera provocação por quem lhe der na gana!
Depois, o Senhor Mesquita Machado também acha que um treinador não devia fazer queixa de um jogador por ele treinado e que o tenha agredido ou tentado agredir.
Também não deixa de ser “sui generis” este pensamento, principalmente numa altura em que tanto se discute a indisciplina escolar, em especial aquela que culmina na agressão de professores. Para Mesquita Machado, e na lógica do seu raciocínio – um treinado é um aluno do treinador e este um professor daquele – um professor, qualquer que seja, não deve nunca fazer queixa de um seu aluno, seja em que circunstância for.
É muito feio, diz o Senhor Mesquita Machado, na senda do treinador Paciência.
Por isso, alunos de, hipoteticamente, algum professor filho ou neto ou de qualquer modo familiar próximo do Senhor Mesquita Machado, podem arriar à vontade neste vosso professor que ele de vós não deverá fazer queixa porque é muito feio!
Já quanto aos outros professores, deveis ter calma porque estes podem não estar pelos ajustes e mandarem bugiar o Senhor Mesquita Machado e aquilo que ele diz.

Livrai-nos, Senhor, de tão “ilustres pedagogos”!

quinta-feira, 18 de março de 2010

BOÇALIDADES E DESONESTIDADES

1. Em termos literários, o escritor Miguel Sousa Tavares tem sido muito desancado pela crítica especializada por via da mistificação da realidade histórica que impressiona muitos dos seus romances. Não se trata, tanto quanto se depreende das críticas, de uma ficção romanceada de factos inverosímeis. Trata-se pura e simplesmente de uma invenção de datas e realidades históricas, ou por ignorância, ou simplesmente por mera desorientação memorial.
A questão não tem, só por si, grande significado no desenrolar normal da História ou mais concretamente da Humanidade, nem mesmo as invenções mirabolantes que, à custa desta mistificação, Miguel Sousa Tavares vai arrecadando.
Depois, também se percebe esta sua tendência que arremete sem êxito, naturalmente, contra a ditadura dos factos. Ela provém-lhe da escola futebolística implantada no seu clube que foi perito em desencantar factos que pretende históricos mas que só trapaceiam a História.

Indo ao fundo da questão e porque na actualidade a mentira muitas vezes repetida já não se transforma em verdade, a necessidade desta mistificação factual da História assenta, como é óbvio, em bases que tentam subverter a verdade e a realidade das coisas e é recurso à mão dos que não têm por si recursos da realidade histórica.
No fundo, estes mistificadores ou são mentalmente mentirosos da realidade ou são meros ignorantes e de intelecto obtuso que não têm consciência da realidade, não por responsabilidade própria mas por responsabilidade dos recursos de que o seu intelecto dispõe.
Os primeiros são intelectualmente desonestos, são os criadores da mentira e da consequente aldrabice. Não provocam grande dano na sociedade porque o estado civilizacional actual desta cria em si anticorpos próprios que arremessam com tais boçalidades para a cloaca dos detritos nauseabundos.

Não sei em que categoria devemos colocar Miguel Sousa Tavares, nem com isso estou muito preocupado. Não tem a mínima importância a sua catalogação em qualquer das categorias enunciadas, nem em quaisquer outras que se arrimem. São por demais sabidas as suas mentiras negatórias de um factualismo real que impõe a sua ditadura e que, por via disso, não admite argumentos que o contrariem.
Devemos, porém, ter em conta o esforço de Miguel Sousa Tavares para a originalidade das suas lucubrações na sua mistificação da realidade, originalidade essa que muito naturalmente não alcança. Não é, pois, à falta de labor intelectual que as suas mentiras sobre a realidade factual evanescente nas suas mirabolâncias nos aparecem na sua crueza de desonestidade intelectual.

A pretendida originalidade que Miguel Sousa Tavares tenta emprestar às suas comédias sobre a realidade histórica faz, todavia, com que aquelas até tenham algum sentido. Um sentido que não é, obviamente, coincidente com o querido pelo autor, mas que existe na factualidade que ele recria no seu imaginário.
Vejamos, a título de exemplo, as frases escritas no seu artigo de opinião em “a bola”, da passada terça-feira. Escrevia ele que a equipa do FC Porto não mais devia atravessar o túnel da Luz sem uma escolta de polícia, testemunhas e operadores de filmagens.

Mas, naturalmente!
A escolta de polícia poderia, nomeadamente, impedir um qualquer jogador daquela equipa de danificar a estrutura do mesmo túnel, que custou dinheiro ao Benfica! Se tal escolta não estivesse disposta a fazer apenas “ofício de corpo presente”, talvez um Fernando qualquer posteriormente fosse, se não castigado disciplinarmente pelas instâncias da Liga, ao menos responsabilizado civilmente pelos estragos causados com a patada.
Quanto a testemunhas, e partindo-se do princípio, falacioso é certo tendo em conta o seu promotor, de que elas testemunhariam apenas a verdade dos factos, talvez que Hulk e Sapunuru não ficassem apenas pela fraqueza das punições relativamente à força das suas brutas bestialidades. E mais, talvez que outros comparsas seus também tivessem de responder perante a justiça disciplinar da Liga!
E o mesmo se diga quanto à necessidade da equipa de filmagens, conquanto os relatos do ocorrido nos tenham transmitido a excelência daquelas filmagens que ficaram gravadas, que não foram aceites pela justiça do futebol mas que o serão pela justiça penal, se esta não estiver a dormir e for cega.

Continuando pela sua dissertação, extensa mas dizendo pouco, encontramos ainda a original conclusão sobre o golo do Benfica no seu jogo com o Nacional da Madeira. É original e ainda inédita, não apenas porque ninguém a descortinou a não ser ele próprio mas ainda porque ela afronta de novo a ditadura da realidade factual que a desmente e permite chamar intelectualmente mentiroso ao seu autor.

Alguns poderão dizer que Miguel Sousa Tavares se permite estas originalidades porque, no âmbito do futebol, ele tem propensão para a palermice.
Não vou tão longe. Creio que Miguel Sousa Tavares sofre apenas de uma vesguice intelectual direccionada para todas as coisas que impliquem o seu FC Porto, pela positiva ou pela negativa, sendo neste caso abrangidos os supostos adversários do seu clube e o não suposto mas real inimigo erigido por tais intelectos.


2. Houve alguém, não tenho agora a certeza se Miguel Sousa Tavares ou não, que escreveu, relativamente ao “penta” nos “emiratos” londrinos, esta rábula sem lhe desvendar os segredos dos seu significado.
“Se Jesualdo Ferreira estivesse no lugar de Venger e este no lugar daquele, o resultado teria sido mesmissimamente igual”!

Mas é claro!...

Concordando quase inteiramente com a conclusão, retiro daí o significado de que a equipa de futebol profissional do FC Porto não presta para nada!
Para nada, não! Para alguma coisa presta, tal como ficou sobejamente comprovado no túnel da Luz!
Ela não presta é, dizem muitíssimos e eu concedo, para jogar futebol que se veja!
Socorrendo-me de um jogador da mesma que afirmou jogar ela “de forma espectacular”, tenho de concluir que o espectáculo que ela proporcionou no seu jogo, com este parodiante à cabeça, foi deveras espectacular e deve ter feito saltar de satisfação no seu túmulo o destinatário dos prometimentos do “penta”, que, enfim, fora alcançado!


3. O Senhor Vítor Pereira, responsável pela nomeação dos árbitros para jogos da Liga, é, como a grandíssima maioria dos responsáveis deste país, um esquecido! Um esquecido com memória sectorial, fazendo apelo aos recônditos desta nas situações que lhe interessam e remetendo para os abismos do esquecimento a realidade que importa, ou sonegar ou mistificar.
Compreende-se, assim, que o Senhor Vítor Pereira venha dizer que “as preocupações sobre a ocorrência de novos incidentes no túnel do estádio, depois da partida ou durante o intervalo, como os que aconteceram no jogo entre o Sp. Braga e o Benfica, também orientado pelo mesmo árbitro, são exageradas”!

De facto, elas “são exageradas” é na sua mente porque o que aconteceu no túnel de Braga foi apenas aquilo que este árbitro – e, já agora, o seu auxiliar Ramalho – quis que tivesse acontecido.
Mais ninguém soube de nada, só o que a ditadura decisória do árbitro, agora alvo de tantos encómios pelo Senhor Vítor Pereira, ditou que tivesse acontecido.
É que o senhor Vítor Pereira devia ter referido o que toda a gente viu e ele certamente também!
E o que toda a gente viu – menos o senhor Ramalho, claro, apesar de estar junto aos acontecimentos e de frente para eles, como o comprovam, sem deixarem a mínima dúvida, as imagens televisivas – foi o jogador Cardozo, mais o seu treinador adjunto, a serem barbaramente agredidos!
E o que toda a gente viu foi em plena luz da noite, dos holofotes do campo e das televisões!
E o que toda a gente viu aconteceu no relvado, bem às claras, não nos túneis!
Por isso, o Senhor Vítor Pereira pode estar descansado sobre a existência ou não existência de túneis no estádio do Algarve!
E pode estar descansado porque a regra da ditadura decisória do árbitro, ainda que túnel houvesse, imporá o seu critério!
Assim, ainda que os acontecimentos tenham lugar à vista de todos os participantes, árbitros incluídos, e das televisões presentes, o seu tão elogiado árbitro fará maneira de esquecer o que aí se passar e ditará a sua lei nos esconsos lugares que lhe permitem reinar!

quarta-feira, 17 de março de 2010

JÁ NAO PODES VIVER MAIS TEMPO CONNOSCO (parte II)

Tiveste, pois, Pintinho, em tua casa da Madalena, A.Duarte para te pedir conselhos matrimoniais...para o Pai, que tem uma amante em...Lisboa, ele que até é de...Braga. ë mais comedido que tu que as mandas vir do Brasil.Procedeste à partilha do bolo das Ligas; determinaste o lugar que cada Clube ocuparia nas tabelas classificativas. Afirmaste que por ti, Lisboa já estaria a arder.Tudo isto eu vim a saber pela coragem de um tal Luís Filipe Vieira.
Conheces?
Das reunioes que tens com a tua gente donde saem verdadeiras bostas dirigidas ao GLORIOSO, guarneci e reforcei,tranquei-lhes a porta. Outros procedessem de igual modo.
Sendo assim, prossegue, Pinto da Bosta,o caminho encetado; sai do País de uma vez para sempre; as portas estão abertas; põe-te a caminho. Há muito que te reclamam como papa esses teus acompanhantes manhosos.
Leva também contigo todos os teus; se não todos, pelo menos o maior número possível. Limpa a cidade. Libertarás o País dum cancro galopante.
Já não podes conviver por mais tempo connosco; não o suporto, não o tolero, não o consinto.
Grande deverá ser o nosso reconhecimento para com os deuses imortais, por termos escapado a esta peste tão abominável, tão horrorosa e tão hostil à Pátria. Nunca mais a suprema segurança do Futebol deve ser posta em perigo por causa de um homem apenas. De tantas vezes que tu, Pintinho das Bufas, armaste ciladas ao honestíssimo BENFICA, a última das quais a medonha táctica dos tuneis, que tiveste o cuidado de fazer aprovar a suspensao de quem fosse "apanhado" a andar á traulitada, nos túneis dos estádios. E nao é que foram os teus gladiadores a serem apanhados pela tua própria lei, que agora e só agora pedes para ser considerada inconstitucional?
Mas agora é a todo o País do Futebol que tu diriges abertamente o teu ataque; são as casas das pessoas, como a de Luís Filipe Vieira que já mudou de casa por três vezes, é a vida de todos os cidadãos,é o Portugal inteiro, é tudo isto que tu arrastas para a ruína e a devastação. E, uma vez que não ouso ainda pôr em prática o que se imporia em primeiro lugar, pedir que tenhas uma doença incurável, tomarei uma posição mais moderada quanto ao rigor, porém mais útil no que toca à salvação comum. É que, se a doença te matar, continuará no Futebol o restante bando dos teus conjurados; mas, se tu saíres, como já há muito te estou convidando, o País ficará vazio dos teus sectários, dessa profunda sentina que empesta o Estado.
Então, Pinto da Bosta, que se passa? Hesitas em fazer por nosso desejo o que tu já deverias realizar por tua livre vontade? É a um inimigo público que o vulgar cidadao manda sair do País.Perguntas-me se para o exílio?
Não to ordeno, mas, se pedires o meu parecer, aconselho-to.
Que há, ó Pinto da Bosta, que ainda te possa causar prazer neste País, em que não há ninguém, fora dessa conjuração de homens depravados, que te não odeie, ninguém que te não deteste?
Que nódoa de escândalos familiares não foi gravada a fogo na tua vida? Que ignomínia de vida particular não anda ligada à tua reputação?
Que sensualidade esteve longe de teus olhos?
Que acção infamante deixaram de perpetrar as tuas mãos algum dia? Que torpeza esteve ausente de todo o teu corpo? Que jovem alternadeira haverá a quem não tenhas ilaqueado nas seduções da tua imoralidade,na libertinagem?
Pois quê? Há pouco, quando, com os cornos que te pôs a tua primeira mulher, esvaziaste a tua consciência como se um menino de côro fosses, bêbado de luxúria e comprimidos azuis, pelo novo (ou novos?) relacionamentos.
Nem menciono a perda dos teus campeonatos, que tu verás todos confiscados nos próximos anos, se a Justiça, como deve ser, tiver mao pesada.
Refiro-me a factos que dizem respeito não à infâmia pessoal dos teus vícios, não à tua penúria doméstica e à tua má fama, mas, sim, aos superiores interesses do Estado e à vida e segurança de todos nós.
Podes tu, Pinto da Bosta, sentir prazer na luz deste dia ou no ar deste céu que respiras, ao saberes que ninguém dos portugueses desconhece que, na véspera do BeiraBeira-FCPorkos,durante o consulado de Pinto de Soiza, Azelha Duarte se apresentou submisso e servil em tua casa, e dizias primeiro para tomar um cafezinho e conversar sobre nada, depois dizias para pedir conselhos matrimoniais.
Tens um grupo de homens preparado para dar a morte aos que a ti nao se submetam, ou que vejas como "perigo" em portência.
E já nem conto pois que não são nem desconhecidos nem poucos os delitos cometidos. Quantos golpes, vibrados de tal maneira, que parecia impossível escapar-lhes!
Nada adiantas, nada consegues, e, contudo, não desistes de tentar e de querer.
Quantas vezes a tua bífida língua qual punhal ignominioso a usas quando julgas necessário, para cravá-la no corpo e na alma de outrém.
E agora, que vida é esta que levas? Desejo neste momento falar-te de modo que se veja que não sou movido pelo rancor, que eu te deveria ter, mas por uma compaixão que tu em nada mereces. Se os meus amigos me temessem da maneira que todos os teus concidadãos te receiam, eu, por Hércules!, sentir-me-ia compelido a deixar a minha casa; e tu, a esta País, não pensas que é teu dever abandoná-lo?
E se eu me visse, ainda que injustamente, tão gravemente suspeito e detestado pelos meus concidadãos, preferiria ficar privado da sua vista a ser alvo do olhar hostil de toda a gente; e tu, apesar de reconheceres, pela consciência que tens dos teus crimes, que é justo e de há muito merecido o ódio que todos nutrem por ti, estás a hesitar em fugir da vista e da presença de todos aqueles a quem tu atinges na alma e no coração?
Se teus parceiros te temessem e odiassem e tu não os pudesses apaziguar de modo nenhum, retirar-te-ias, penso eu, do seu olhar para outra qualquer parte. Pois agora é a Pátria, mãe comum de todos nós, que te odeia e teme,e sabe que desde há muito não pensas noutra coisa que não seja o seu parricídio; e tu, nem respeitarás a sua autoridade, nem acatarás as suas decisões, nem te assustarás com o seu poder?

segunda-feira, 15 de março de 2010

JÁ NAO PODES VIVER MAIS TEMPO CONNOSCO ( I PARTE)*

Até quando, ó Pinto da Bosta, abusarás da nossa paciência? Por quanto tempo ainda há-de zombar de nós essa tua loucura?
A que extremos se há-de precipitar a tua audácia sem freio? Nem a polícia de Palermo, nem a ronda nocturna do calor da noite, nem os temores do povo, nem a afluência de todos os homens de bem, nem em nenhum local, nem o olhar e o aspecto dos portugueses, nada disto conseguiu perturbar-te? Não sentes que os teus planos estão à vista de todos?
Não vês que a tua conspiração a têm já dominada todos estes que a conhecem? Quem, de entre nós, pensas tu que ignora o que fizeste durante 30 anos , em que locais estiveste,a quem subornaste, que deliberações foram as tuas?
Oh tempos, oh costumes! A Justiça Desportiva e a Justiça Civil tem conhecimento destes factos, o CD tem-nos diante dos olhos; todavia, este homem continua vivo! Vivo?!
Mais ainda, até na Assembleia da República ele aparece, toma parte no almoço de Estado, aponta-nos e marca-nos, com o olhar, um a um, para a chacina. E nós, Benfiquistas Gloriosos, cuidamos cumprir o nosso dever para com o Futebol,
se evitamos os dardos da sua loucura. Pinto da Bosta, é que tu deverias, há muito, ter sido arrastado por ordem do Tribunal, contra ti é que se deveria lançar a ruína que tu, desde há muito tempo, tramas contra o BENFICA.
Pois não é verdade que uma personagem tão notável. como era Joao , pontífice máximo do BENFICA. mandaste ameaçar de morte por um tal de guarda Abel, que exibia a sua israelita Uzi no malfadado túnel das Antas??
E já não falo naqueles casos de outras eras, como o facto de agressoes a jornalistas Carlos Pinhao e colegas?
Por suas próprias mãos, espetou umas lambadas valentes a uma tal de Filó, com quem recasou e, que agora alimenta. Havia, havia outrora nesta República, uma tal disciplina moral que os homens de coragem puniam
com mais severos castigos um cidadão perigoso do que o mais implacável dos inimigos.
Temos umas leis contra ti, Pinto da Bosta, contra ti e os teus serventuários, uma lei rigorosa e grave, que a ti nao se aplicam; não é a decisão clara nem a autoridade do Tribunal aqui presente que falta à República; nós, digo-o publicamente, nós, os cidadaos, é que faltamos.
Decidiu um dia o Tribunal que o mafioso Peidoso fosse presente no caso do apito dourado. Pois nem um campeonato passou, para que os árbitros das escutas, aliviados do medo lhe voltassem a dar mais campeonatos.
Pouco faltou para que Bexiga de tão nobre postura,nao tivesse sido limpo.
Limpo mesmo segundo Carol alternadeira.
Nós, porém, há já há mais de vinte anos que consentimos no enfraquecimento do vigor de decisão destes homens. Temos leis neste País, mas estao fechadas nos arquivos como espada metida em bainha;e, segundo essas leis, tu, Pinto da Bosta, deverias ter sido imediatamente condenado à prisao. E eis que continuas vivo, e vivo, não para abdicares da tua audácia, mas para nela te manteres com inteira firmeza.
Nao é meu desejo, Benfiquistas, ser clemente; é meu desejo, no meio de tamanhos perigos para o futebol tuga, não parecer indolente; mas já eu próprio de inacção e moleza me acuso.
Há processos em Itália contra a Juve, e em todos os Países da Europa as condenaçoes sao mais que muitas por corrupçao no Futebol.
O que quiseste fazer ao BENFICA contra ti se vira: aumenta em cada dia o número dos inimigos; e, no entanto, és o general desses trogloditas da Ribeira, o comandante desses inimigos do BENFICA,
muitos deles os vemos no interior das nossas muralhas e dentro do próprio CLUBE, urdindo a cada instante algum atentado contra o GLORIOSO. Se, neste momento algum Juiz te mandar prender, Pintinho das Bufas,
se decretar a tua exclusao da sociedade, o que sobretudo me faria feliz, tenho a certeza, é que todos os bons cidadãos censurariam por uma actuaçao tardia, e não que haja alguém a dizer que se usou de crueldade excessiva.
Hás-de ser vencido, sim, mas temo que possivelmente só no momento em que já não for possível encontrar-se ninguém tão perverso, tão depravado, tão igual a ti, que não reconheça a inteira justiça desse acto.
Enquanto houver alguém que ouse defender-te, continuarás a viver, e a viver como agora vives, cercado pelas meninas do calor da noite, das carolinas e das filós.
Até os olhos e os ouvidos de muita gente, sem disso te aperceberes, te hão-de espiar e trazer vigiado.
Que há, pois, ó Pintinho das Bufas, que ainda agora possas esperar, se nem a noite com suas trevas pode manter ocultos os teus criminosos conluios, nem uma casa particular pode conter, com suas paredes, os segredos da tua conspiração,
se tudo vem à luz do dia, se tudo irrompe em público? É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das intrigas e dos discursos incendiários. Estás apanhado por todos os lados.
Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia, e importa que os recordes comigo nesta hora.
Não te lembras de pores as maos no lume por um outro Pintinho, o dos árbitros? De um Verme Aguiar um lacaio e instrumento da tua audácia?
Serás capaz de negar que montaste um esquema para subornar árbitros?
Insurges-te contra o centralismo de Lisboa, em prol do Norte?
Que Norte? Quem és tu para falares duma nobre Regiao se o teu clube nao passa dum clube de bairro?
Que és sempre derrotado por um Rio de votos?
Disseste seu louco, que passaste pelo Hospital da C.U.F. e viste lá meio BENFICA moribundo?
Só a nossa morte, dos Benfiquistas, bastava para te contentar? Mas tu irás primeiro
E sabes bem disso.
Recorda comigo, os envelopes vazios com 2500€ dentro, os cafezinhos e os chocolatinhos, as viagens de árbitros ao Brasil, a fuga para Vigo depois de avisado que te iam revistar a casa, ofertas de relógios de ouro a ex-primeiro ministros
e a famigerada manobra na uefinha para poderes ir à champions, e logo verás que eu velo com mais ardor pela verdade no futebol, que tu pela sua ruína.
Afirmo que tu, és o mentor de pidás e companhia, tenebrosa guarda pretoriana da Ribeira.
Ousas, porventura, negá-lo? Porque evitas falar das escutas? Se o negas, eu to provarei, pois que tal como "todo o Mundo" também eu ouvi as celebérrimas escutas.
Oh deuses imortais! Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?
*baseado nas Catilinárias de Cícero

sábado, 13 de março de 2010

Elogios, ingratidões, investimentos “à Benfica”

1. O elogio do pataqueiro

A cara rubicunda do menino reguila apresentada por Domingos Paciência, naquele seu aspecto de mofineza a que já nos habituou desde há muito, continua na sua senda de excelsar a agressão, num abominar oprobriosamente da vítima.
Já imaginávamos que Domingos Paciência, bom aprendiz das artes e das doutrinas cultivadas no reino “papal” onde se formou, consagrava a “virtude” patética que até a justiça civil portuguesa comove. Mas ele não se cansa de nos mostrar que tão “eminente virtude” faz parte do seu escapulário de sentimentos e de afeições.
Daí que não nos surpreenda quando ele considera “infeliz” um treinador apresentar queixa de um jogador. Pouco lhe importam os motivos que os fins tudo justificam. E que ninguém se esforce no sentido de poder considerar que um treinador é também um condutor de homens. Para Domingos, um jogador não é um homem e um treinador segue-lhe as pisadas. Daí que as nossas crenças na defesa da vítima e concomitante condenação do criminoso sejam para Domingos Paciência uma questão despicienda.
No reino de Domingos Paciência vale tudo. Os seus jogadores têm permissão para agredir a seu bel-prazer. Se o agredido for um treinador, é muito feio, no catecismo das “virtudes” teológicas de Domingos Paciência, que este se tente defender, pelo menos de acordo com os princípios de uma sociedade civilizada que esconjura a acção directa como regra de defesa de direitos, mesmo os mais fundamentais.
Mas, pelo que Domingos Paciência deixa implícito e também por via da sua sabida formação nas “virtudes” futebolísticas, estamos em crer que a defesa directa exercida por um treinador sobre um jogador … de Domingos Paciência, seria por este catalogada nos recônditos do mais absoluto das coisas execráveis!
Um jogador de Domingos Paciência tem permissão para fazer tropelias, as mais perversas e abomináveis, que a sua conduta será sempre de uma “candura inocente”.
O que Domingos Paciência não evita é que as pessoas que o vêem e o ouvem o considerem sempre um ser reles e sem a mínima estatura de decência numa civilização que ainda cultiva algumas das virtudes fundamentais do viver em sociedade, olvidadas e aviltadas por uma safadeza de pensamento prostituído no seu parturejar.
Por muito que a rabugice de menino birrento custe a Domingos Paciência.

2. A ingratidão do professor Jesualdo

Há pessoas para quem a recompensa não passa de uma ninharia ou de um luxo dispensável. Cabe neste rol o professor Jesualdo.
De facto, todos se lembram ainda do elogio da loucura que o jogador Fucile teceu acerca da forma de jogar da sua equipa. Disse ele a dada altura, referindo-se à sua equipa, “estamos a jogar de forma espectacular”!
É claro que isso sucedeu na sua antevisão ao jogo Benfica-FC Porto de Janeiro passado. Logo aí se viu que a equipa de Fucile estava a jogar “de forma espectacular”! Devemos ter na conta devida que ele, ao fazer o seu próprio panegírico, não especificou se essa “jogatana espectacular” se desenrolava dentro ou fora dos relvados!
Também é verdade que Fucile já fez o seu discurso há dois meses e que as memórias no reino do futebol são muito curtas.
Todavia, logo após o FC Porto ter “jogado de forma espectacular” nos “emiratos” de Londres e Fucile ter dado uma enorme contribuição para tamanho feito, tendo então toda esta equipa correspondido às promessas do “papa” aos mortos e conseguido o tão almejado “penta”, o professor Jesualdo compensou tal devoção e fervor com a ignomínia da ignorância e do obscurantismo, atirando com tão emérito jogador para o saco das coisas esquecidas!
Não se faz, professor Jesualdo!

3. O investimento “à Benfica”

Surpreendentemente, o nosso chefe dos comerciantes e lídimo vendedor de banha da cobra futebolística, Senhor Dr. Rui Moreira, vem suplicar ao concílio “papal” que o FC Porto invista “à Benfica” na sua equipa de futebol, a fim de superar as “espectaculares” – não queremos deixar Fucile envergonhado – exibições e consequentes conquistas da equipa de futebol do seu clube na decorrente época.
Não sabemos bem qual o sentido da sua frase mas a nossa surpresa inicial prende-se apenas com o facto de uma organização sacralizada por todos os “entendidos” e avençados da cúria “papal” precisar de copiar algo a ela externo e, para cúmulo, do seu erigido inimigo de estimação.
Tão grande blasfémia até pode “premiar” o desavergonhado chefe com uma excomunhão do reino, valendo-lhe talvez a senilidade intelectual do “papa” para a esconjurar!
Seja como for, a menos que o chefe dos comerciantes não saiba fazer contas – coisa abominável no domínio da competência que tamanho mester requer – o FC Porto já investiu em grandura de euros não menos que o Benfica. Mas eu dou uma ajuda ao chefe dos comerciantes.
Belushi …………… 5, 0 milhões apenas por 50% do passe;
Prediguer ………… 4,2 milhões;
Álvaro Pereita …… 4,5 milhões apenas por 80% do passe;
Tomas Costa …….. 4,0 milhões de euros;
Ruben Micael (mais conhecido por “chorona”) … 2,5 milhões por apenas 50% do passe;
Mais uns “trocados” em Falcão, Valeri, Bolati, Miguel Lopes e outros, dá um total de quase 35 milhões de euros.
Posto isto, onde é que está a diferença?
Esta é possivelmente a melhor entrada para o segundo sentido da expressão do comerciante chefe. Investir à Benfica não significa tanto investir em jogadores analfabetos que necessitam, em regra, de cinco minutos para borratarem aquilo a que chamam de assinatura própria, mas sim investir em jogadores de qualidade, em sábios, artistas e artífices do futebol.
Mas aqui temos de novo o Senhor Dr. Rui Moreira em “palpos de aranha” com o seu reino e as excomungatórias pragas “papais”. Como é possível que o reino da ordem, da sabedoria, da excelsitude gestionária tenha, no fim de contas, de imitar uma administração que, na óptica dos comendatícios e avençados do regime, era uma administração desgraçada, estéril e suicida?

4º O “reaccionário” do reino dos “viscondes”

Numa primeira abordagem da questão, não deixa de ser absurdo, paradoxal e obtuso que um gestor supremo de um clube subserviente e que rasteja o favor de umas migalhas de um reino agora na penúria como ele, venha apregoar seguir uma administração “à porto”, quando os “cardeais”, “arcebispos”, chefes da banda ou meros paus mandados desta administração “à porto” proclamam a imitação de um investir “à Benfica”!
No entretanto, apurando um pouco mais a vista, comprovamos que tal arauto da récita da administração “à porto” actua sempre por reacção.
É saltitão por reacção, é chefe das maracas e dos saiotes folclóricos por reacção, despe o casaco, desabotoa as mangas, arregaça a camisa e cresce de peito feito para os adeptos por reacção, enfim, toda uma reactividade própria de um mero aprendiz de feiticeiro acostumado a andar na babugem.
Que lhe faça bom proveito.