No reino “papal” da corrupção desportiva portuguesa continua a haver grande azáfama. Detergentes, branqueadores, abrilhantadores, catequistas e deformadores conscienciosos de consciências e verdades, desportivas e históricas, confundem-se e atropelam-se numa cacofonia de auto lavagens cerebrais.
O reino das catacumbas das negociatas de manigâncias desportivas foi posto a nu, justiçado pela justiça do Povo depois de “injustiçado” pela injustiçosa justiça da Justiça.
Sofrendo de gripe “B”, uma gripe Gloriosa que sofreu profunda mutação de virulência para a qual o reino da corrupção desportiva não consegue “vacina” que lhe acuda, soltam-se as vozes das tropelias costumadas e sabidas, os aprendizes enfurecem-se e dão cornadas no que encontram na frente, em especial se vermelho for, os lídimos operadores do encabrestamento não conseguem exercer o professorado do cabresto, o mestre dos mestres falha a faena e há touros – ou gladiadores?! – que recusam a arena, mestres da servidão batem com a porta febrilmente.
Detergentes, abrilhantadores, branqueadores, catequistas e deformadores tentam aplacar a epidemia, sem sucesso. A Gloriosa gripe “B”, transportada nas asas da sua Rainha dos Céus, não dá de si e ataca cada dia mais acrimoniosamente.
Não! Detergentes, abrilhantadores, branqueadores, catequistas e deformadores ao serviço da cúria “papal” condenada por corrupção desportiva portuguesa já foram “chão que deu uvas”! Eles próprios já se sentem tão epidémicos de si mesmos que, em reviramentos esotéricos, cuidam do mal cuidando do bem.
O catequista e deformador – da realidade histórica dos factos – filho da Mui Nobre e Insigne Poetisa de Portugal, é um dos epidémicos que rumina do mal intuindo a cura. Escreve ele que os réus do túnel da Luz estão trocados e nós acreditamos. E acreditamos que este catequista e deformador não acredita naquilo que intuitivamente acredita.
Os verdadeiros réus do túnel da Luz, antes que o incrível macaco, o sapo não sei onde, o cebola, o galinheiro dos frangos, são o mestre “papa” do ódio e das manigâncias desportivas, do regionalismo e do centralismo bacocos, acompanhado do seu “professor” que, se ensina, se é que ensinar é preciso, seus aprendizes na arte do pugilato, os devia ensinar nos comportamentos, não nos comportamentos descomportados mas nos comportamentos comportados.
Verdadeiros réus são também todos aqueles detergentes, branqueadores, abrilhantadores, catequistas e deformadores que lhes branqueiam e abrilhantam as roupagens, catequizam as cabeças e deformam as suas acções.
Pelo que, em concordância com a discordância deste catequista e deformador, devemos concluir, ainda assim, que ele intui a verdade nas inverdades que catequiza e deforma.
Em “o jogo” há um grande jogo de encobrimentos. Também detergentes branqueadores, abrilhantadores, maus catequistas e bons deformadores.
Vejamos um tal Maia de nome, detergente saloio se julgando de humorista sem humor. A sua peça de roupa suja, a que ele quer mais suja para puxar os méritos do branqueamento, é a hipotética confusão da CD da LPFP relativa ao sapo não sei onde.
Teria hipoteticamente esta CD, num lapsus calami evidente, confundido o clube a que pertence este que dizem de jogador de futebol que pratica artes marciais indevidas mas devidas à sua toleima, esteja ou não entrado na pinga?
Teria a CD confundido, de facto, o planeta com o satélite?
Seja como for, Maia já percebeu sem perceber que para esta CD “tanto faz castigar um jogador do FC Porto como um jogador do Braga”. Por isso, pica e repenica que “vai tudo sempre dar ao mesmo”…
Como se vê e lê, nem preciso sendo grande meditação, outro que, atacado com a epidemia que deixa os tolos atoleimados, diz o óbvio! Cuida bem do mal cuidando que é mal e intuindo da cura.
Vai tudo dar ao mesmo porque o mesmo é tudo!... Planeta e satélite rodam em torno de si mesmos, sendo que satélite retorna ao planeta o que leva do planeta. Apesar de, disse o “papa” do reino do detergente e branqueador Maia, em dístico desconforme mas conforme à sua asnice, o adversário do planeta ser o satélite.
Maia, pensar-se-ia, deveria, assim, estar agradecido como agradecido deveria estar o seu “pontífice” das manigâncias desportivas já condenadas.
Mas Maia está infectado e julga desinfectar-se … infectando-se!
O reino das catacumbas das negociatas de manigâncias desportivas foi posto a nu, justiçado pela justiça do Povo depois de “injustiçado” pela injustiçosa justiça da Justiça.
Sofrendo de gripe “B”, uma gripe Gloriosa que sofreu profunda mutação de virulência para a qual o reino da corrupção desportiva não consegue “vacina” que lhe acuda, soltam-se as vozes das tropelias costumadas e sabidas, os aprendizes enfurecem-se e dão cornadas no que encontram na frente, em especial se vermelho for, os lídimos operadores do encabrestamento não conseguem exercer o professorado do cabresto, o mestre dos mestres falha a faena e há touros – ou gladiadores?! – que recusam a arena, mestres da servidão batem com a porta febrilmente.
Detergentes, abrilhantadores, branqueadores, catequistas e deformadores tentam aplacar a epidemia, sem sucesso. A Gloriosa gripe “B”, transportada nas asas da sua Rainha dos Céus, não dá de si e ataca cada dia mais acrimoniosamente.
Não! Detergentes, abrilhantadores, branqueadores, catequistas e deformadores ao serviço da cúria “papal” condenada por corrupção desportiva portuguesa já foram “chão que deu uvas”! Eles próprios já se sentem tão epidémicos de si mesmos que, em reviramentos esotéricos, cuidam do mal cuidando do bem.
O catequista e deformador – da realidade histórica dos factos – filho da Mui Nobre e Insigne Poetisa de Portugal, é um dos epidémicos que rumina do mal intuindo a cura. Escreve ele que os réus do túnel da Luz estão trocados e nós acreditamos. E acreditamos que este catequista e deformador não acredita naquilo que intuitivamente acredita.
Os verdadeiros réus do túnel da Luz, antes que o incrível macaco, o sapo não sei onde, o cebola, o galinheiro dos frangos, são o mestre “papa” do ódio e das manigâncias desportivas, do regionalismo e do centralismo bacocos, acompanhado do seu “professor” que, se ensina, se é que ensinar é preciso, seus aprendizes na arte do pugilato, os devia ensinar nos comportamentos, não nos comportamentos descomportados mas nos comportamentos comportados.
Verdadeiros réus são também todos aqueles detergentes, branqueadores, abrilhantadores, catequistas e deformadores que lhes branqueiam e abrilhantam as roupagens, catequizam as cabeças e deformam as suas acções.
Pelo que, em concordância com a discordância deste catequista e deformador, devemos concluir, ainda assim, que ele intui a verdade nas inverdades que catequiza e deforma.
Em “o jogo” há um grande jogo de encobrimentos. Também detergentes branqueadores, abrilhantadores, maus catequistas e bons deformadores.
Vejamos um tal Maia de nome, detergente saloio se julgando de humorista sem humor. A sua peça de roupa suja, a que ele quer mais suja para puxar os méritos do branqueamento, é a hipotética confusão da CD da LPFP relativa ao sapo não sei onde.
Teria hipoteticamente esta CD, num lapsus calami evidente, confundido o clube a que pertence este que dizem de jogador de futebol que pratica artes marciais indevidas mas devidas à sua toleima, esteja ou não entrado na pinga?
Teria a CD confundido, de facto, o planeta com o satélite?
Seja como for, Maia já percebeu sem perceber que para esta CD “tanto faz castigar um jogador do FC Porto como um jogador do Braga”. Por isso, pica e repenica que “vai tudo sempre dar ao mesmo”…
Como se vê e lê, nem preciso sendo grande meditação, outro que, atacado com a epidemia que deixa os tolos atoleimados, diz o óbvio! Cuida bem do mal cuidando que é mal e intuindo da cura.
Vai tudo dar ao mesmo porque o mesmo é tudo!... Planeta e satélite rodam em torno de si mesmos, sendo que satélite retorna ao planeta o que leva do planeta. Apesar de, disse o “papa” do reino do detergente e branqueador Maia, em dístico desconforme mas conforme à sua asnice, o adversário do planeta ser o satélite.
Maia, pensar-se-ia, deveria, assim, estar agradecido como agradecido deveria estar o seu “pontífice” das manigâncias desportivas já condenadas.
Mas Maia está infectado e julga desinfectar-se … infectando-se!