terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O andor, a procissão e os mordomos

O sistema futebolístico corrupto condenado por tentativa – que designação mais eufemística da realidade! – bem tenta chamar os árbitros à razão para prejudicarem o Glorioso Benfica e beneficiarem o seu condenado clube e toda a corja dos seus satélites submissos.
Só que tal sistema e os seus tiranetes não contavam com a poderosa equipa do Benfica, símbolo de enorme competência técnica, de garra, de humildade e ambição, a jogar à Benfica. Esta equipa maravilhosa, a que melhor futebol pratica em Portugal, afora nos túneis e campos armadilhados da pedreira – satélite e submisso nº 2 na cadeia de submissão “papal” – e de Olhão – onde joga, de resto, a equipa B do FC Porto, treinada pelo treinador B do FC Porto mas que, ao que parece, é a melhor equipa do FC Porto – tem levado tudo à sua frente, desmontado a extrema agressividade dos adversários submissos aos poderes da cúria “papal” e as próprias tentativas arbitrais de a travar.

Esta Gloriosa equipa joga a maior parte das vezes contra 14, sendo que a equipa de negro, mesmo numericamente inferior, é a que mais dificuldades lhe tem colocado ao longo da sua Gloriosa cavalgada.


Durante a jornada futebolística finda, então o regabofe das ajudas ao clube corrupto condenado e ao seu satélite da pedreira foram infindas.

No jogo FC Porto-Paços de Ferreira, logo nos minutos iniciais, a besta Bruno Alves faz jus à sua fama de bestialidade branqueada e abençoada arbitralmente. Agride William e o árbitro do encontro mais uma vez não lhe mostra o cartão vermelho directo. E as “marradas” da besta foram a dobrar!

A imprensa submissa e ajoelhada, cala-se subservientemente, com excepção do “correio da manhã” que, desta vez, teve um hiato de sinceridade.
A seguir, Belluschi atira violentamente a bola à cara de um adversário, quando fazia um lançamento de linha lateral. Este adversário levou correctamente com o cartão amarelo mas Belluschi viu branqueada a sua bestearia merecedora também do cartão vermelho directo.

Neste caso, até o “tribunal de o jogo” fez eco do branqueamento arbitral.
Continuando nos imensos favores arbitrais, o dono do apito de ocasião resolveu expulsar Ozeia, jogador pacense, por este ter controlado a bola … com o peito! Como era o segundo amarelo, deixou a sua equipa em inferioridade numérica.

Mas a jóia da coroa estava ainda para vir. Então não é que o FC Porto estava a perder, muito próximo do fim do jogo, em sua própria casa?
Vai daí, toca a ajudar! Se aquela ave rastejante, subalterna e submissa da Imperial Águia Rainha, quer marcar um golo com a mão, o apito abençoa. O que é preciso é pegar no andor e colocar o FC Porto em cima dele e fazer a procissão.

Só as imagens conseguiram desmistificar esta trafulhice. Mas não as imagens da sporttv porque essas ou abafam as mordomias ou os seus operadores e realizadores têm o olho da rua como destino.

Porém, o mais engraçado disto tudo é que os pacenses, com especial destaque para o seu treinador, também se vergaram subservientemente e calaram. Nem colocado perante a evidência do facto, este treinador se quis pronunciar. Aliás, ele é aquele treinador que, fazendo-se de homem, comentou após a sua contratação para o Paços de Ferreira:


«Queria falar acima de tudo da minha experiência. E o que ela me diz é que viver a Norte e com as pessoas do Norte têm muito a ver com aquilo que eu defendo: frontalidade, honestidade, princípios, pureza das amizades. Encontrei isto tudo a norte»
.


Tudo bem! Se quer ou não respeitar os princípios que afirma e reafirma, é consigo! Mas, já agora, respeite as gentes do Norte!
Sabemos que a bênção “papal” pode trazer presuntivos benefícios aos crentes! Mas também sabemos que o “papa” também tem o poder de excomungar os renegados!
Se o cebola pode fazer isso sem qualquer problema, por que não há-de fazê-lo a ave rasteira?














É, aliás, risível ler um suposto opinador de “o jogo” acerca da ave que usa as mãos para marcar golos. Contrariando o próprio “tribunal” engendrado pelo jornal que lhe acolhe o seu junta letras, vem mostrar-se muito enfadado porque, lamuria, com o ênfase colocado nos fora de jogo bem ou mal assinalados e outras pequenas questiúnculas como as marradas da besta Alves, abafam-se os “altos” voos da ave rasteira, a qual, nos últimos dois jogos, teria marcado 6 – seis, pasme-se – golos “legais”!
Era caso, acrescenta o estrambótico junta letras, para tal ave já ter há muito no bolso a chamada “bola de prata”.
Pois bem, o tribunal do jogo considera bem assinalados os fora de jogo nos golos anulados. Três desses seis golos foram considerados “legais” e valeram. Mas, por azar do escrevinhador, um destes até foi marcado com a asa da ave rastejante.
Mas não desanime! Saviola marcou num só jogo 4 – quatro – golos e só um é que valeu para os pitosgas dos fiscais de linha! Foi no jogo Benfica-Nacional da Madeira, lembra-se?! O tal do 6-1! O tal em que até Jesus se enganou nos dedos que mostrou ao “pequeno Manel”, o do vintém e da cretinagem!

Em Coimbra, o satélite da pedreira também tinha o seu homem do apito abençoado. De facto, Lucílio, cansado de ouvir clamar – até pelo seu presidente arbitral – contra a não marcação do penalti ao “cebola”, jogador de andebol em jogo de futebol, resolve começar a assinalar penalti a tudo o que, na área ou fora dela, lhe parecer empurrão, embora tenha apenas sido um leve encosto no adversário, mais parecido com um cumprimento, de resto, até bem cortês pela lealdade e pela mansidão!

Só que Lucílio esqueceu-se de que estava a arbitrar duas equipas de dois treinadores, tudo gente pertencente à cúria papal! O que era preciso, terá pensado, era agradar de vez ao “papa” desagradado com a derrota na Luz frente ao seu inimigo figadal, ainda que o agrado fosse a um satélite de estimação daquele.

E resolver o que já estava a tornar-se bicudo de resolver!


A Nação Benfiquista, plasmada dos valores da nobreza, da verticalidade e da lealdade do Povo onde foi gerada e que a constitui, até admite o princípio do “errare humanum est”, ou seja, o erro razoável. Admite perfeitamente que o árbitro Rui Costa possa perfeitamente ter errado no golo da ave rasteira que, matreiramente – convicções concebidas e paridas na escola da corrupção e batotice desportivas - o enganou.

Porém, as carpideiras por compulsão, sejam elas “lagartas” ou “andrades”, a essas, tal princípio não diz absolutamente nada, quando o erro razoável possa favorecer o Benfica. De resto, eles até são capazes de inventar erros arbitrais a favor do Benfica, e fazem-no por devoção aos seus princípios maltrapilhos, em lances de futebol em que o árbitro mais não faz do que aplicar correctissimamente as leis de jogo.
Estes apóstatas da verdade querem que os árbitros façam mais contra o Glorioso do que simplesmente aplicar as leis do jogo! Querem que os árbitros prejudiquem deliberadamente o Benfica!

Atente-se, por mero exemplo, no palavreado fedúncio e mentecapto do filho da insigne poetiza, D. Sofia de Mello Breyner, para citar o grande Benfiquista António Melo. Quando o FC Porto ganha, ele farta-se de arrotar postas de pescada contra os que ousem pôr em causa o mérito das vitórias do seu clube, mesmo face à evidência dos factos que as escutas revelaram e a justiça desportiva condenou, reveladores dos favores arbitrais.
Pois quando este seu corrupto e condenado clube tem de olhar para cima, para o Benfica, aquele mistificador da verdade, e não só da desportiva, transforma-se de imediato na maior carpideira contra as arbitragens, que, segundo ele, levam o Benfica “ao colo”. E nem uma palavra sobre o mérito, pois ela só faz parte do seu léxico quando olha para o seu umbigo.

Bem, a verdade é que o Povo Benfiquista, o Povo de Portugal, já há muito sabe que tais princípios e valores apenas se detectam naqueles que, sendo grandes, se tornam cada vez maiores.
Não naqueles que, sendo pequeninos, se esforçam denodadamente por se tornarem ainda mais pequeninos.

Assim se distingue a Nação Benfiquista!
Assim cobra toda a sua pertinência a afirmação do Presidente do Sport Lisboa e Benfica:

“O Benfica não é do Norte nem do Sul!

O Benfica é Portugal”!


Certos, certos, continuam os super dragões comandados pelo “macaco”. Pois que continuem a orar ao seu mestre da pantominagem e a recitar-lhe:


“Pedroto, ainda há igrejas de benquerenças, baptistas e paixões, sempre a roubar em prol dos mesmos cabrões”!


Todavia, para poderem estar completamente actualizados, devem acrescentar aos “benquerenças, baptistas e paixões”, ainda os “costas”!

Sim, os “costas” que tanto podem ser os “ruis” do apito como o seu “papa” condenado!

A menos que este último já eles o tenham englobado nos seus “cabrões”, o que é até mais do que provável!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Estapafúrdios directoriais e outros que tais

1. Tropelias directoriais

Na sua crónica de opinião de sábado, o indizível director do recorde de mentiras e das mentiras vem lamuriar-se das fracas assistências que se verificam na Liga de Honra, a também denominada Liga Vitalis.
Depois, pareceu-lhe que a coisa, na Liga Sagres, apesar de um pouco mais feia do que em anos anteriores, ainda estaria assim, assim…

Até aqui, tudo bem! Mas a objectividade, o rigor e a verdade é que andaram arredias do senhor director! De facto, no dia anterior à crónica deste director que também sofre de estrabismo factual, o jornal o “público” trazia um artigo informativo no qual, entre outras coisas, se dizia que o Benfica era este ano o 17º clube no ranking de clubes europeus em assistências na respectiva Liga principal, com uma média de 46.737 espectadores por jogo.
O FC Porto ficava-se pelo 40º lugar com uma média de 34.428 espectadores por jogo e o Sporting conseguia o 52º lugar com uma média de 27.259 espectadores por jogo.
O Benfica supera mesmo clubes da dimensão do Chelsea, do Milão, do Liverpool ou do Valência, clubes em que o espectáculo e a verdade desportiva imperam e que jogam em países de muito maior dimensão do que o nosso e de poder de compra e nível de vida bem superiores.

A verdade dos factos não mente, como se pode observar pelo quadro a seguir:

SLBenfica - FCPorto 58.659
SLBenfica - Maritimo 54.103
SLBenfica - Nacional 47.011
SLBenfica - Leixões 43.283
SLBenfica - Naval 41.981
SLBenfica - Académica 41.206
SLBenfica - V.Setubal 40.915
MÉDIA = 46.737 espectadores.

Sabem os Benfiquistas quais os números apresentados pelo senhor director?

“A média do Sporting em Alvalade está nos 26 mil esta época” …

“Quanto ao Benfica, começou por ter 54 mil na Luz para ver o Marítimo, mas só voltou a ultrapassar a fasquia dos 50 mil quando recebeu o FC Porto.
Vai com uma média de 35 mil”!!!...

E o FC Porto … “têm a melhor média da Liga: 38 mil”!!!...

Este director, com o seu pífio artigo de opinião, deixa-nos na dúvida sobre se o recorde de mentiras e das mentiras que dirige é um recorde de mentiras e das mentiras por vocação genética ou se é um recorde de mentiras e das mentiras por forças das mentiras que o seu inefável director nele escarrapacha.
Não nos admira que um sportinguista prefira rebaixar até os fracos predicados do seu clube e bajular os predicados do parceiro clube corrupto condenado desde que, com isso, retorça a verdade dos factos para que o Benfica não fique no pódio … e destacadíssimo!
Daí que este director não se importe de retirar ao Sporting mais de 1.200 espectadores em média o que, num clube tão minguado de assistências não deixa de ser significativo e que, em contrapartida, arranje à pressão mais 4.000 espectadores em média para aquele que é o parceiro e ofertante ao seu domado clube das migalhas e da colher da sopa dos pobres que lhe vai matando a fome. Em 7 jogos disputados no Dragão, dá qualquer coisa como mais 28.000 espectadores em termos absolutos.
Por outro lado, ao Benfica achou por bem retirar-lhe cerca de 12 mil espectadores em média. Transposto este número para valores absolutos, o Benfica, na estapafúrdia informação deste director, teria tido menos cerca de 84.000 espectadores nos 7 jogos disputados na Luz.
O narrador de factos virtuais não fez a coisa por menos! São números que correspondem a mais do que duas “casas” médias, na opinião deste pobrete mistificador dos factos.

Se alguém tinha dúvidas sobre a credibilidade da informação deste pasquim, o seu director achou por bem vir pressurosamente desfazê-las!
E logo no dia a seguir à divulgação da verdade dos factos noticiada no público!
É mesmo de quem tem convicções!...

2. O manjar dos papalvos

Continuando na sua saga de ajoelhar aos pés do seu amo e senhor, o Sporting mais uma vez foi comido pelo FC do Porto. Mas isso é coisa que não perturba demasiado os seus dirigentes e, em especial, o seu presidente.
Diz Rui Alves, presidente do Nacional da Madeira, que informou Bettencourt do novo rumo das negociações para a transferência de Ruben Micael e que sentiu, nessa altura, ter o presidente do Sporting “ficado com pena”.

Pois! Que mais poderia fazer Bettencourt? E que mais esperava dele Rui Alves?
Perante as ordens do parceiro a quem presta vassalagem, o Sporting só pode lamentar-se de que o seu amo e senhor, Pinto da Costa, não tenha considerado Ruben Micael uma das migalhas sobejantes. Se alguma esperança aquele clube de “viscondes” ainda teve com a ladainha do “papa” de que não precisava de reforços, que o que tinha era “bom” e se “recomendava”, isso só demonstra como são papalvos estes sportinguistas e mais propriamente os seus dirigentes máximos.
Se Bettencourt tivesse aprendido alguma coisa já com o “modus operandi” do “papa”, deveria saber que se deve escrever e considerar sempre o contrário da “oração papal”. Não mentiu ele ao próprio Papa, o verdadeiro, apresentando-lhe a amásia como sua filha?
Mas se a Bettencourt pouca importa que o “papa” mentiroso se tenha gabado para os seus amigalhaços, em telefonemas tornados públicos pelas “escutas”, de que tinha deixado o “gajo” (leia-se, Bettencourt) de mão estendida, ele só pode mesmo demonstrar pena por não lhe ter calhado mais essa migalha “papal”.
No fundo, Bettencourt é tão anjinho como anjinha foi a juíza que julgou o encontro do “papa” com o árbitro como um simples e angelical pedido de “aconselhamento familiar”.
Mas a (in)justiça portuguesa está, desde há alguns anos já, tão cheia de anjinhos que há muito também deixou de impressionar.
E Bettencourt e o Sporting conseguem encaixar-se bem na fotografia!

sábado, 16 de janeiro de 2010

O TOQUE A RECOLHER DA CÚRIA “PAPAL”

O “papa” e seus “muchachos” domadinhos e amestrados na propagandeação da doutrina da “cúria” condenada por tentativa de corrupção desportiva estão pouco acostumados a olhar de esguelha e de baixo para o cimo da classificação. Aproveitando-se da domação dos tiranetes do futebol português que se dobram à bênção “papal”, em especial os de apito na boca, foram dominando a seu bel prazer os títulos de futebol em disputa.
Estes amestrados doutrinados e doutrinadores por incumbência e submissão ao “papa”, virgens ofendidas com a revelação da verdade do seu desfloramento, apregoam que o FC Porto conquistou os títulos com mérito, que argumentar com favores arbitrais era um choradinho dos que não conseguiam demonstrar em campo a sua superioridade.
Todavia, logo que se encontram numa posição subalterna, a primeira escolha que os seus cérebros encabrestados e aparvalhados recitam é precisamente aquela que condenam nos outros. Tratando-se do Benfica, que não é seu adversário desportivo mas o seu inimigo figadal, o coro de lamúrias é infernal e atroante. Pouco se preocupam que seja o seu condenado clube o que é sempre favorecido pelos árbitros e que nunca é por eles prejudicado. E reconhecer algum mérito na equipa que muito melhor futebol tem praticado, sendo ela a do Benfica, isso nem pensar. Não lhe reconhecem mérito algum e muito menos reconhecem o demérito da sua equipa que se tem arrastado pelo campo e vencido alguns jogos apenas por via da bonança arbitral.

A estratégia dos doutrinadores amestrados do reino “papal” consiste sempre em desmentir factos reais, factos passados à vista de toda a gente e que eles, num desespero advindo da sua falta de verticalidade, tentam sempre desmentir.
E não se ficam pelo desmentido, verborreicamente propalam aos quatro ventos, através da comunicação social ajoelhada e dobrada às suas manigâncias, a intenção de processar quem ouse dizer a verdade.
Depois, arranjam sempre uma provocaçãozinha para mistificar a realidade de uma indisciplina e um regabofe que corre pelo seu balneário sob o comando do assustado, medroso e pitosga professor Jesualdo.
Todos viram a mão do “cebola” no jogo da luz, merecedora da respectiva penalidade e do consequente segundo amarelo.
Mas o prejudicado foi o FC Porto!
Toda a gente viu, reafirmaram-no pela palavra e pela escrita insuspeitados – muito poucos – comentadores, que no jogo com o União de Leiria o guarda-redes leiriense foi injustamente expulso e que o penalti a favor desta equipa deveria ter sido repetido porque Helton se adiantou alguns passos antes da bola partir.
Mas o prejudicado foi o FC Porto!

A situação muito periclitante do FC Porto, que corresponde ao valor de uma equipa que, na palavra do professor pitosga e dos amestrados doutrinadores do reino “papal” da corrupção desportiva condenada, já anda há quase um ano em “construção” justificante do seu mau futebol, “construção” essa que a outros é exigida de imediato, obrigou o “papa” e a sua cúria de serventuários ao toque de reunir. Todos os peões da brega da cúria têm de estar e mostrar-se subservientemente disponíveis na operação de branqueamento e na torcedura dos factos. O mau perder, a indisciplina e o carácter brutesco dos figurões abrutalhados da sua equipa de futebol, as suas investidas taurinas contra o físico de quem se lhes depara pela frente, tudo tem de ser benzido pela doutrina do seu caudilho “papal” e branqueado pelo detergente da cúria e dos seus espúrios e obscenos aliados externos.
A sua razão sem razão é a famigerada provocação. Foi Lucílio que, na Luz, provocou o “cebola” e o fez jogador de andebol em jogo de futebol pela sua extrema condescendência contra as marradas deste. Foi o guardião do Leiria quem provocou Elmano ao ter o descaramento de levar com aquela bolada nas fúcias. Foi Roney que nunca mais marcava o penalti do desespero quem provocou Helton, e o fez adiantar-se alguns passos, bem como de novo provocou o nosso Elmano criativo de novas leis no futebol.
Foram os seguranças que estavam no túnel da Luz quem provocou a fúria brutamontes daquelas bestas a quem chamam de seus jogadores.

Com excepção de quem recolheu as imagens e de quem tem o respectivo processo disciplinar em segredo de justiça, mais ninguém, presume-se, as conseguiu vislumbrar. Para os peões da brega da cúria “papal” corrupta, no entanto, a provocação é um facto indesmentível. Não um facto real porque estes apóstatas da doutrinação do mal não querem factos reais, não querem a verdade mas apenas factos virtuais, aqueles factos que as suas obtusas e conspurcadas mentes magicam para lhes servir de branqueamento.
Depois, a provocação é que é a condenável! As bárbaras e abrutadas agressões são um acto benzido “papalmente” de legítima defesa.
A provocação arranja-se sempre. Aqui há alguns anos, combinava-se telefonicamente a sua cozedura. Só que houve alguém ousado e não doutrinado que lhe deu para escutar essas conversas telefónicas nunca desmentidas na sua existência e no seu conteúdo mas contestadas por não terem sido baptizadas com a água benta “papal”.
Mas, pelo menos, toda a gente ficou a saber os segredos da sua confecção, pelo que, actualmente, já ninguém se surpreende.

Quem ousar desmistificar as mentiras engendradas pela doutrinação “papal” e afirmar a verdade dos factos leva logo com a ameaça de um processamento. Que o digam os “Gatos”, que o diga Quintela que ousou desmentir o já denominado escritor da mistificação histórica e da verdade, mostrando-lhe que ele desmentia numa sua desnorteada “nortada” aquilo que afirmara noutra igualmente desbragada “nortada”.
MST é aquele que mais se insurge contra o subterfúgio vitimizante da ajuda arbitral, quando ela é erigida como causa fundamental das conquistas desportivas do seu clube!
É também o que mais se contradiz publicamente, o que não causa admiração alguma!
De facto, vemo-lo agora como o maior chorão, carpindo as suas mágoas precisamente com os subterfúgios que condenava.

Um tal de cirurgião que, ao que dizem as más-línguas – ou as boas?! – cobra comissões por operações a que assiste … ausente, vem escrever, alinhando com o “papa” a quem presta também a sua vassalagem subserviente, que a entrega na Assembleia da República da petição para a introdução dos meios tecnológicos auxiliares da arbitragem dos jogos de futebol foi uma palhaçada!...
Há poucas vezes em que tais biltres conseguem, inconscientemente é certo, ter razão. Efectivamente, foi uma “palhaçada” porque os dois grandes palhaços estavam ausentes. E já imaginou o leitor uma “palhaçada” sem os seus grandes palhaços? Só pode ser mesmo uma “palhaçada”!...
Tal como é uma palhaçada – proveitosa! – receber comissões por intervenções cirúrgicas em que o recebedor se encontra ausente.
Palhaçada não é aquela que os lídimos representantes do Povo a quem chupam até ao tutano montam numa espécie de girândola carnavalesca bem regalada para as panças chupistas e bem regada pelo tinto catequético, sedutivo e subornante, palhaçada esta que tenta o branqueamento das condenações por corrupção desportiva na forma tentada do seu abençoado e homenageado “papa”. O Palhaço chefe está presente, tal como presentes estão os outros palhacinhos devotados.

Palhaços não são os comandados do macaco quando, no seu antro de batotice desportiva, exibem uma tarja com estes dizeres:

«Pedroto, ainda há igrejas de benquerenças, baptistas e paixões, sempre a roubar em prol dos mesmos cabrões».

Nem os próprios apóstolos apóstatas da doutrinação corrupta do “papa” diriam ou escreveriam melhor!
Mas a corja do macaco ainda consegue, inadvertidamente, ver com regalo o “papa” e a sua manhosa e sebenta prole ao espelho!
E, depois, contar publicamente a verdade do que viu!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O MASOQUISMO DE MUITOS BENFIQUISTAS

Sabem muito bem os Benfiquistas que a podridão do futebol português é na sua esmagadora maioria sustentada pelos Benfiquistas.
São as alianças político-desportivas simbióticas e impudicas dos dinheiros e favores públicos entre a política e o reino da corrupção desportiva portuguesa já condenada por tentativa; são os diversos agentes pontas de lança desse reino que se governam no seio dos órgãos dirigentes do futebol nacional; são os clubes em grande parte satélites e meros paus mandados do clube corrupto condenado e do seu presidente, igualmente condenado por tentativa de corrupção desportiva, clubes que só conseguem minimizar a suas subsistência e subserviência em dia de visita do Benfica; é a comunicação social que rende com o nome do Benfica, através da captação de audiências e de vendas de jornais e pasquins.

Em Portugal existem dois clubes grandes e muitos pequenos e pequeninos que só servem para carne de canhão do reino da corrupção condenada. São eles o Sport Lisboa e Benfica, este o Maior e o Melhor Clube do Mundo, e o clube português do Anti Benfica, com alguma dimensão mas muito pequenino nos actos e comportamentos, um clube que vive na sombra parasitária do Benfica e que se perpetua no poder devido às alianças simbióticas mas espúrias, à domação dos órgãos e outros agentes desportivos, à constantes desconstrução bota-baixista propagandeada nos jornais, rádios e televisões pelos seus comentadores e opinadores amestrados e bem doutrinados na maledicência compulsiva e obsessivamente psicótica e direccionada.

Concedo que, quanto ao “bolo-rei” que o Benfica proporciona na sua visita aos adversários, a maioria satélites e marionetas do reino da corrupção desportiva condenada, o seu custo seja suportado pelos Benfiquistas. Não preconizo um boicote dos adeptos e simpatizantes porque o valor do apoio à nossa equipa é um valor que bem mais alto se alevanta. É um valor essencial do Benfiquismo, um valor elevado demais para poder ser colocado em causa.

Mas há imensas coisas que os Benfiquistas podem e devem fazer para combater a perseguição que o clube Anti Benfica faz ao Enorme e Glorioso Benfica.
E não fazem, tornando-se cúmplices das imensas bacoradas insidiosas que contra o seu Benfica são constante e reiteradamente cometidas, ajudando a manter a imensa camarilha dos que recebem a bênção “papal” do presidente condenado por tentativa de corrupção que provocou e ainda provoca enormes prejuízos ao nosso clube, e para a verificação dos mesmos somos altamente contribuintes líquidos.

As notícias da comunicação social, as parangonas ilusórias e mal intencionadas dos seus títulos, os comentários insidiosos dos relatores dos jogos televisionados ou radiodifundidos, os comentários maldizentes dos painéis televisivos e jornalísticos, tudo isso é pago na sua esmagadora maioria pelos Benfiquistas ouvintes, telespectadores e consumidores de jornais.

Que posição devem tomar os Benfiquistas, todos os Benfiquistas, em relação a esta porcaria?
Muito fácil, como muitos já expuseram e mesmo apelaram.

Com efeito, acerca desta imensa propaganda anti Benfica temos lido apelos de boicote através da não audição, audiência ou consumo de jornais, em especial os pasquins que estão bem identificados pelos Benfiquistas.
Após a entrada em cena da nossa queria Benfica TV, assistimos a muitas intervenções telefónicas em que as queixas por todo este despudorado comportamento e falta de elevação que, de resto, não pode ser exigível a seres que colaboram na batotice e que rastejam em buscas das sobras migalheiras da mesa “papal”.
Perante alguns dos telefonemas, já ouvimos o nosso Presidente, o alto responsável que incarna e representa o nosso Benfica, a declarar frentes às câmaras da nossa querida Benfica TV que façam como ele, não ouçam os comentadores televisivos – em especial os da sporttv – e não comprem os jornais.

Eis a receita simples veiculada pelo representante máximo do nosso Glorioso Benfica.
Boicote económico a toda essa caterva de parasitas que vivem à custa dos Benfica somente para dizer mal do nosso Benfica.

Todo o Benfiquista que se preze não deve subscrever a sporttv. Somos sensíveis apenas aos que têm um negócio para seu sustento e em que a subscrição de tal televisão é importante para manter o nível dos rendimentos daí provenientes.
Dessa necessidade podem aproveitar os outros Benfiquistas vizinhos mas, se puderem, peçam para retirar o som à televisão.

Todo o Benfiquista que se preze não deve contribuir para as audiências de painéis televisivos ou radiofónicos em que a ementa é sempre a mesma: os vómitos nojentos dos adeptos do clube Anti Benfica, com a mordomia cooperante, benevolente e agraciada dos pivots. É ementa que não pode minimamente interessar a qualquer Benfiquista e que continua a ser servida porque a audiência o permite. Deixem os Benfiquistas de contribuir para essa audiência que a verão baixar a pouco mais do que o nível zero. E sem audiências não há publicidade. Sem publicidade não há quem pague os custos da cozedura da ementa e, consequentemente, a própria ementa.

Todo o Benfiquista que se preze não deve comprar jornais e particularmente os pasquins. Se puderem, leiam o jornal do café, do bar ou da tasca ou leiam as notícias na internet. Se a esmagadora dos Benfiquistas deixarem de comprar os jornais ou os pasquins devidamente referenciados, eles ficam nas bancas. As empresas suas proprietárias só podem tomar, depois, duas opções. Ou fecham a tasca, ou alteram as suas linhas editoriais e demonstram alguma gratidão por quem lhes paga a sopa de que se alimentam.

Não deixa de constituir um enorme masoquismo haver tanto Benfiquista a queixar-se de que a comunicação social só diz mal do Benfica e continua a comprar, a subscrever, a contribuir para audiências, isto é, para que os maledicentes insidiosos continuem regaladamente na sua saga em prol do reino da corrupção desportiva condenada e no gozo Anti Benfica pago esmagadoramente pelos Benfiquistas.
Ouvimos até telefonicamente Benfiquistas a dizerem que ouviam esses painéis de imundice obscena só para ficarem a saber as coisas porcas que esses pandilhas vomitavam da sua cloaca fedorenta.
E igualmente, outros a dizerem que compravam o jornal pelo mesmo motivo.

Benfiquistas, o masoquismo custa muito caro ao nosso Glorioso Benfica. No meio deste reino emporcalhado pela corrupção desportiva, o Benfica só pode competir à custa de muito maiores custos económicos. Temos de ter equipas muito mais caras e com os melhores dos melhores jogadores. Só assim conseguimos superar os obstáculos colocados nos campos desportivos em que temos de competir, normalmente, contra a equipa adversária e contra a arbitragem e precavermo-nos contra as tramóias engendradas nas sombras dos gabinetes e dos túneis.

E é tão fácil dar a devida lição, nós que somos muitos mais do que os do Anti Benfica!
Basta que aprendamos e que não sejamos masoquistas!
A imensa força da Família Benfiquista Unida chega e sobra para ganhar, seja em que modalidade for, reduzindo o Anti Benfica à vulgaridade da sua pequenez e tacanhez doutrinária.
Assim os benfiquistas o queiram e saibam estrangulá-lo economicamente.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A misteriosa rendibilidade da “Pedreira” e do “Olival”

Num tão folclórico quanto dispendioso e depauperante eleitoralismo, construíram-se para o Euro 2004 estádios municipais quase em cada esquina que prometesse votos, aos políticos e aos donos do futebol.
Ninguém se preocupou, então, com a “insignificância” que consistia na sua rendibilidade futura capaz de suportar os custos de manutenção e amortizar os relativos à sua construção. E não se refere apenas a vertente económica mas em grande medida a sua utilização na formação educacional desportiva da juventude portuguesa.

Neste cenário em que, quer poder central, quer poder autárquico se demitem da formação desportiva da sua juventude, não é, pois, com surpresa, que de há uns tempos para cá se tenham multiplicado as notícias sobre um imenso rol de dores de cabeça dos responsáveis autárquicos que têm os seus elefantes brancos às moscas como, de resto, era bastante previsível.
Temos assistido a poderes autárquicos que já colocam em equação a hipótese de implodir os seus estádios. Outros, com a mudança de cores políticas na respectiva autarquia, vão dizendo que só assumiram o encargo da construção ou remodelação para honrar compromissos anteriormente assumidos e que mais custosos seriam se fossem rasgados.
O rol das notícias referencia os estádios de Aveiro, Coimbra, Leiria e Algarve.

No meio deste vendaval de lágrimas existem dois poderes autárquicos completamente indiferentes quantos aos custos das suas generosas dádivas, quiçá mesmo satisfeitos e de sorriso aberto.
São eles o de Braga e o de Vila Nova de Gaia.

Curiosamente mas sem qualquer espanto, a autarquia de Braga continua satisfeita da vida, muda e queda sobre o famoso estádio da “pedreira”, assim apodado pelo seu desconforto ventoso, para além de muitos dos espectadores nas bancadas necessitarem de binóculos para conseguirem assistir, em pormenor e com a comodidade que os seus olhos reclamam, aos espectáculos desportivos que se desenrolam lá nas profundezas. Acresce que aqueles que sofrem de vertigens ou têm a fobia das alturas fogem dele a sete pés.

O facto de a “pedreira” ter custado praticamente - se não mais - o dobro de qualquer um dos outros estádios individualmente considerados, conquanto não tenha capacidade para mais público do que estes, não preocupa os respectivos autarcas, até porque não são eles os mais sacrificados mas sim os seus paroquianos que têm de suportar resignadamente as despesas da mania das grandezas e as ofertas magnânimas de compadrio de quem é, por lei, seu mero representante e para a oferenda das quais não foi tido nem achado.
Constatadamente, sobre os horrendos custos de conservação e os não menos descomunais custos de amortização – não esquecendo o tremendo serviço da dívida em especial quando os juros do capital investido estiveram e voltarem a estar nos máximos – nem uma linha ou queixume dos responsáveis. A “res publica” só é acarinhada em promessa de eleições. Depois, arrota o “zé povinho”.

Os poderes autárquicos não bracarenses queixam-se amargamente da baixeza das rendas que os clubes que desses estádios usufruem pagam mensalmente, rendas tão minguadas relativamente aos aludidos custos que, se pretendem elevá-las um pouco mais, logo são confrontados com as ameaças de abandono por parte dessas instituições clubísticas inquilinas.

Quanto à “pedreira”, um silêncio sepulcral na comunicação social. No seio do povo, o povo que é o verdadeiramente pagante, vai surgindo um ruído surdo, que ele é confrontado todos os meses com as taxas dos impostos municipais sempre no máximo, com os preços da água e as taxas de esgotos e outros serviços municipais a baterem no tecto do permitido por lei.
Mas da Câmara Municipal e respectivos autarcas nem um queixume, apesar de ninguém acreditar que o Sporting Clube de Braga possa pagar e pague renda compensadora de tão altos custos.

Há uma possível explicação para o facto. O Presidente da Câmara Municipal é um “ponta de lança” no futebol desde que Pinto da Costa instituiu o sistema futeboleiro português. Com Valentim Loureiro, juiz Mortágua e tantos outros, fazia parte da comandita que governava os meandros do futebol português, com a suprema bênção dos poderes políticos subservientes às suas tácticas eleitoralistas.
Ora, todos sabemos que fazer parte do sistema futeboleiro comandado pelo “papa” condenado e com subserviência aos ditames deste, era estar “abençoado” não apenas por ele mas por toda a corja política e justiceira deste país.

Está aí a milagrosa rendibilidade da “pedreira”. Quem vier a seguir, que o actual presidente tem de, por lei, deixar o poleiro que ocupa desde o 25 de Abril – caso que parece único – vai pôr as mãos à cabeça e, se não tiver as mesmas cores partidárias, vai pôr também a boca no trombone.
No entanto, quem vai pagando é o povo e, como não podia deixar de ser, o Povo Benfiquista em maioria.
É a Nação benfiquista a subsidiar mais uma vez, como nós todos já bem sabemos, a parasitagem e corrupção futeboleira nacional.


No mesmo nível, aparece-nos o “Olival”.
Se quiseram usufruir de Centros de Estágio, Benfica e Sporting tiveram de os construir e agora têm de os conservar e pagar.
O FC Porto usufrui de um Centro de Estágio conseguido através dos dinheiros públicos, pagando uma renda pela sua utilização que é uma miséria. Já foi dito que esta renda miserável mal chega para pagar a décima parte só dos custos de manutenção.

Todavia, os poderes autárquicos parecem estar todos felizes da vida e nada de choradeiras. Mais, segundo já foi noticiado em alguma comunicação social, a Câmara Municipal de Gaia prepara-se para, encapotadamente, o doar ao seu inquilino. De resto, escreveu-se nessa comunicação social que quem administra o complexo arrendado não é o senhorio mas o inquilino, tendo este direito a dois administradores numa “testa de ferro” a que deram o nome de fundação, enquanto aquele senhorio se contenta com um administrador somente. Seria um fenómeno a nível mundial, se não estivéssemos em Portugal e mais propriamente no reino futebolístico condenado por corrupção desportiva na forma tentada.
Esta, suponhamos, fundação – que as boas, não as más, línguas dizem ser a cobertura para a concretização da doação – até tem a sua sede na Torre das Antas.

Os poderes autárquicos de Gaia não soltam um gemido. Os verdadeiros donos do empreendimento, os munícipes – e também aqueles que viram terrenos seus expropriados por tuta e meia e “utilidade pública” a favor de um privado mero clube de bairro, ainda por cima condenado por tentativa de corrupção desportiva – esses pagam os favores dos seus representantes, ao que se sabe até agora, sem queixumes também.
No meio deles, mais uma grande parte de Benfiquistas a pagar para o reino do futebol corrupto.

Não pense o caro Benfiquista que estas excepções são mesmo excepções. Elas são a concretização normal de manobras obscuras à custa do erário público e que favorecem estes dois clubes – algumas ainda em investigação fiscal e judicial, mas que o Povo, com a sua experiência bem vivida e a sua natural sabedoria, não acredita que daí resulte qualquer desfecho punitivo para os responsáveis – cometidas pelos poderes cinzentos deste futebol nacional, em simbiose perfeita com os poderes políticos e partidários.
Os benfiquistas são os subsidiadores maioritários e compulsivos por imposição, restando-lhes neste entrementes pagar, refilar e denunciar … para ouvidos moucos.
Mas que acreditem que “água mole em pedra dura” … e nunca abandonem o combate pela verdade e pela justiça, na denúncia constante destes atropelos. Para isso, há que se manterem unidos em torno do seu Glorioso Benfica, premiando os poderes que o merecerem e rejeitando aqueles que são os principais pontas de lança do reino futebolístico corrupto que se perpetua através de tais esteios.
Benfiquistas, não se esqueçam de que constituímos o maior partido político português.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O ASSUSTAMENTO DOS CORVOS

Em tempos que já lá vão, juntou-se um pantomimeiro com um guerrilheiro, fazendo uma súcia no assalto ao poder e, muito em particular, à domação encabrestada dos bigorrilhas desse poder, homens de mão da domação induzida e direccionada.
O guerrilheiro preparou os caminhos da domação com as suas constantes e perversas invectivas doutrinais a todo o que não pertencesse à nova ordem do “estado novo” do futebol português. Disléctico no verbo e dismenorreico na ofensa, arregimentou parelha à altura, insuflou-lhe e treinou-o na libertinagem da guerrilha e na dislexia da palavra. Em suma, nomeou-o seu lugar tenente, o executivo cafajeste da sua doutrina.
O pantomimeiro agradeceu o arrimo, esmerou-se na arte da guerrilha e foi aprimorando o pontapé na gramática. Tomou o poder através da revolta das suas tropas e ofereceu-o ao guerrilheiro arrotador da má educação. À míngua da guerra interna, tomado e domado o poder nessa frente de batalha, engendra a guerra norte-sul dos seus labirínticos e esquizofrénicos neurónios.
Esta trupe de apóstatas da verdade desportiva consegue, enfim, domar todo o aparelho do futebol e, na sua sombra benéfica e benzida, arregimenta ainda aliados políticos e de outros quadrantes, quais detergentes branqueadores e compreensivos das suas manigâncias.
E estava instalado o reino da corrupção desportiva, o também chamado sistema futeboleiro nacional.

Lançada a guerra no reino da Águia, enfraquecendo-a através dos golpes arbitrais, directos e indirectos, o reino da corrupção da verdade desportiva aproveitou ainda grandemente o rifão, “casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”.

Cedo o pantomimeiro ficou órfão do seu mentor guerrilheiro. Mas as luzes da pantomimice estavam lançadas e iriam ser prosseguidas sem desvio de rumo. A doutrinação fundamental fora concluída.

Instalado no poder dominado e domado, protegido pelos “aliados” branqueadores nos reinos da política, da investigação e da justiça, publicitada a sua verborreia provinciana e bacoca por uma comunicação social prostituída, propensa à vulgaridade e falha de imaginação, o pantomimeiro foi-se mantendo calado à luz do dia mas conspirando ininterruptamente pela calada. Nada mais se lhe ouvia do que uma arrotadela a verborreica de vez em quando para encher de brios e gáudio uma imprensa amestrada, com seus junta letras de rastejadura.

A dada altura, foi apanhado em escutas que comprovaram sobejamente todos os truques baixos e a extensa e extrema batotice que, no reino da noite, o seu império do mal instituiu e manteve na sombra da prova do facto.
Nunca desmentiu o seu conteúdo, a verdade dos factos que aquelas comprovavam, antes se insurgiu contra o facto de os ouvintes as terem ouvido sem a sua bênção
papal.

Não ganhou o seu périplo de encobrimento das verdades ouvidas.
No plano penal, não lhe advieram daí grandes consequências. Conseguida a fuga à detenção e audição surpresas e, fundamentalmente, à apreensão de prova relevante, com o auxílio dos tais aliados com farpela de bufos que lhe permitiram sonegá-la e destruí-la, a justiça portuguesa houve por bem manter-se na rota da auto flagelação da sua credibilidade, ilibando o prócere da batotice desportiva portuguesa sob a capa nevoenta da “falta de prova”.


Mas que fique bem assente. Por um lado, a sábia justiça popular já o julgou e condenou, tal como por ele condenada está tal justiça há muito tempo, que nela o Povo deixou de acreditar já há décadas. Por outro, não ficou provado que ele fosse inocente.
Finalmente, na justiça disciplinar desportiva, que se rege por outros princípios e por outro rigor – nos últimos tempos em que ela conseguir escapulir-se, em primeira instância, do domínio do mal – julgou-o e condenou-o, assim como à instituição que dirige, de forma definitiva.
O pantomimeiro “papa” foi condenado pela justiça desportiva por ter cometido a infracção disciplinar desportiva do crime de corrupção desportiva na forma tentada. Não há verborreia nenhuma, do chefe ou dos seus sicários, que consiga conspurcar este “selo” da vergonha.

Na presente época desportiva, tudo se alterou. A Águia voltou, enfim, a demonstrar a força do seu enorme passado Glorioso. A princípio, o sistema “papal” instalado pareceu manter-se comedido. Delegou nos seus esbirros, satélites de Alvalade e da “pedreira” as despesas da guerrilha contra o Glorioso.
Então, o presidente do Sporting não só encomendou lágrimas sem fim à sua carpideira de serviço – até a despachar no cumprimento da promessa “forever” – como ele próprio resolveu juntar-se à carpidura. O mote foi a pujança da Águia em contraste com os resultados miseráveis do lagarto. Era a euforia dos Benfiquistas, as boas exibições da sua equipa e as consequentes conquistas que haviam deixado o reino do lagarto submisso em estado de agonia depressora.
Os males não provinham da falta de competência futebolística da sua equipa nem das consequentes exibições miseráveis. Os males não resultavam da descida da sua equipa mas da subida da equipa adversária.

A pedreira armadilhou, espancou à luz do dia e puniu à luz da sombra o melhor marcador do Benfica, o jogador espancado. Já há meses que se esperam as devidas punições dos infractores à luz do dia mas aqui ninguém reclama pressa, a não ser o próprio Benfica.

A verdade é que estes choradinhos não deram o mínimo resultado. A Águia mantém-se imperturbável lá no alto do seu voo.
Porém, o clube “andrade”, que antes, pela voz do seu pantomimeiro presidente e seus compinchas amestrados, dizia que o Braga era o seu principal adversário, vê a coisa mal parada e começa a escoicinhar. Acresce que o seu satélite lagarto teve enfim alguma réstia de siso e resolveu virar-se para outra frente e acabar com o choradinho vitimizante que não lhe agourava futuro nenhum porque as causas estavam em casa própria e não na casa do vizinho.

É neste cenário que o pantomimeiro tenta escoucear, quando verifica que o terreno lhe foge debaixo dos pés. Lança primeiro os seus capangas amestrados da comunicação social começarem a dedilhar o que melhor sabem. Vitimizam o seu clube condenado por corrupção, arengando que o Benfica está a ser levado ao colo. E é verdade, mas ao colo dos seus adeptos e contra as arbitragens, que essas ainda prestam uma enorme vassalagem ao “papa” da “fruta”!
Atacam as arbitragens que os favorecem descaradamente, apenas para encobrir esse descaramento favorerecedor. Para não recuar muito e maçar o leitor, viu-se no jogo com o Rio Ave um prestativo apito a marcar um penalti fantasma mas salvador … que os deuses abjuraram.
Viu-se no jogo da Luz em que, entre outras coisas, o “cebola” jogou a bola com a mão à vista de todos os mortais não invisuais ou pitosgas, jogada que teve a bênção do árbitro.
Mas a arbitragem prejudicou … o FC Porto!..
Viu-se agora no jogo com o Leiria em que um árbitro, junto à jogada e de frente, consegue confundir a cara e o nariz com os braços. E nem consegue ver o sangue a escorrer das narinas e o nariz mais vermelho do que o interior de uma romã. Talvez tenha sido o vermelho que o incomodou …
Nada que nos impressione já, sabendo que se trata de um árbitro para quem as linhas que demarcam o campo de jogo não contam. Ainda se lembram, caros Benfiquistas, daquele segundo golo do Sporting em Setúbal?
Mas a arbitragem prejudicou … o FC Porto.

O principal arauto da publicidade destes “prejuízos” é o professor pitosga que faz jus à sua pitosguice. Para isso, não há blackouts nem blackouts de blackouts.

A camarilha amestrada da comunicação social consegue a sua invencionice “genial”. Se os jogadores da equipa do reino corrupto são bebedolas e agressores, é porque houve horrendos criminosos provocadores. Sem estes, aqueles seria figuras angelicais e bem comportadinhas.
Por isso, punam-se os hipotéticos provocadores e santifiquem-se os cordatos agressores!

O chefe pantomimeiro também salta para a arena, acha que as orações e as novenas dos seus crentes não lhe bastam, tal é o medo que o alto voo da Águia lhe provoca. Aproveita o ofício fúnebre ao seu compincha guerrilheiro para lhe prometer o título que já parece intuir vê-lo por um canudo, e daí o seu escoucinhamento parolo.
Derrotado na sua psicótica guerra norte-sul porque o povo do norte rejeitou ser soldado dos interesses trampolineiros do “papa” guerrilheiro e fez-lhe ver que a guerra não era com ele, desviou o seu discurso para aquilo a que chama de “centralismo” de Lisboa.
Atribulado nas suas desditas pelo poderio da Águia, seu principal combate, sentindo que está prestes a perder a sua verdadeira guerra, vira-se para os amigalhaços aliados, pedindo a todos os seus santinhos branqueadores ajuda no seu infortúnio. Na falta do seu compincha Valentim, vira-se para o compadre da política, Laurentino sem tino que o impeça de ser detergente das falcatruas da pantomima papal.
E pede-lhe um apito! Pode ser encarnado, mas isso é de somenos, concede que seja de outra cor qualquer à escolha do senhor bigorrilha da sua prece.

O que o pantomimeiro quer é um apito!
E compreende-se. Como, apesar dos muitos favorecimentos apitais dos homens vestidos de negro, ainda há alguns que nem sempre põem uma venda nos olhos e relatam as agressões dos agressores, expulsando-os, o “papa” condenado por corrupção desportiva tentada quer o apito para apitar a seu bel prazer.
O “papa” pantomineiro quer o apito para ensinar a música aos senhores do apito que mijam fora do penico e desautorizam as suas rezas e as suas juras – não são como os juízes do apito dourado – e rejeitam a “fruta” que ele tem de sobremesa.
Ou até são capazes de a comer e depois cagar nela e no fruteiro!

O pantomineiro está assustado, muito assustado! A equipa do Benfica não se parece nada com aquelas duas equipas de anjinhos que o julgaram na (in)justiça penal e foram na lengalenga dos aconselhamentos matrimoniais.
A equipa do Benfica arreia e condena a equipa do clube corrupto condenado ao seu lugar de subalternidade natural!

Para nós, Benfiquistas, é um gozo este afligimento nauseante do “papa”. Isto significa que ele não consegue dominar o reino e tem de fazer oratórias pacóvias e ridículas a todos os santos e santinhos.
E não consegue dominar o reino porque a Águia lhe está a dar bicadas tremendamente Gloriosas.
Só falta que lhe acerte bem em cheio na careca “papal”, que o papa tem a mania de andar sem a sua mitra
Mas não tardará e nem as preces à Divina Providência lhe aproveitarão!

O Benfica não precisa de apitos nenhuns, nem dourados, nem vermelhos, nem verdes, nem rosas, nem pretos, nem brancos, Nem precisa de apelar ajuda a amigalhaços compinchas que dispensa.
Tem a sua Enorme Família de fiéis sócios, adeptos e simpatizantes. Basta-lhe utilizar essa Enorme Grandeza para, muito naturalmente, ganhar.
Só os pequeninos e insignificantes necessitam de manigâncias e batotices para conseguirem ganhar alguma coisa!
E das ajudas convenientes!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Miguel abre o bico … e bota mexerico! …

Na coscuvilhice, Miguel é artista no diz-se, diz-se. De língua afiada no que diz, não aprendiz mas fadista na arte de tesourar na farpela do vizinho. Destarte, não há míngua, é asinho padre no altar, na sua nortada apologética e desbragada, apopléctica comadre na ralhada contra a heresia.
Miguel não tem ninho de embalar, que Da Costa tem a mania de açambarcar o clubezinho de bosta da sua afeição. Miguel, sem capela de oração, vira rezingão! É tanta a azia que o Glorioso lhe cria, tão grandioso ao pé do seu “regional”, pequenino e banal! Órfão de amores clubísticos, só vê o vermelho para meter o bedelho nos seus artísticos pudores de moralão.


Desta vez, até é descortês com a balela sobre o Quintela. E, rezingoso, de novo é mentiroso!
Fazedor de promessas, lá diz o povo, anda às avessas! Bem qu’é merecedor porque a sua nortada, além de trapalhada é uma desonestidade mentirosa. Promete não falar do favor das arbitragens, mas logo uma arengosa desafinada o acomete. A necessidade – será das aragens? – de cantar num desafino em que se mete, que ele de novo perdeu o tino, como diz o povo ao aprendiz. Mai’ nada?!

Por que tão amargurado se bota?! Por que tanta congeminação e bisbilhotice à sua razão?! Ainda por cima, numa aldrabada tão bem aviada!
É batota! E intenção desvairada!


Miguel cacarejou prometimentos dos arbitrais calar! E o relembrou, em prosa de cordel e respigando ais de seu penar! Em sua glosa de fingimentos, vai resmungando, mas não acertando ou mandando tais promessas passear. É que a Miguel, tudo acontece às avessas! Títere de papel ensandecendo na sua prece! É um sortudo!
Ressabiado, eis Miguel na arte de congeminar! Reminiscências de bíblia “papal”! Recita a prece da “famiglia”! Ela merece este pau mandado e seu escrevinhar é um evangélico redondel das excrescências à compita no “regional”, tão famélico e feio de verdade desportiva, mas cheio de vaidade incontida no seu paleio.

Miguel está ferido! O seu regional tão querido anda aos soluços e desanda cá por trás! Não faz mal, a culpa é da falta dos tostões. Franceses, Russos, é igual! O qu’é preciso é fregueses, malta que não olhe ao fio dental e ao que colhe, que não tenha siso que lhe avenha.
Miguel, surpresa … às vezes tem olho! Venham os milhões na falta doutro vintém! Uma beleza! Que venha, cá se apanham! E que bem!
Mas é ser zarolho! O “regional” não é só sorrisos! Cifrões são comidos todos os anos! A “fruta é cara, cada truta um milhão. Depois ... só tostões!
Miguel rezingão, mete dó! Os tempos idos dos milhões vai ser coisa rara! É só ver os contratempos!


Miguel não é otário, é sabichão! Padece de azia! Mas merece! Depois, cacareja como galo em campanário à luz do dia.
Enraivecido com o relembrar da corrupção do regional, ensandecido, a jurar em oração. Xelindró p’ró minoral do Quintela que tem a costela de lagarto servente. Ele é um pato que desatina da saltadela do seu chefe trotão quando em alcateia. Não é gente! Cadeia sem dó para tal desamor, que no reino servidor é um macatrefe só!

Miguel podia não ser intrometido, coscuvilheiro, mas comedido, mais sagaz e cavalheiro. Em “sua casa”, muito havia a fazer e preocupar … e depois falar. Não é capaz! A Águia, na sua altivez, bate a asa e faz ver a Miguel a pequenez do seu regional onzeneiro.
Miguel anda desaustinado na sua nortada desnorteada de cordel. Com seu lamento de pau madado, vai mitigando seu tormento, seu padecer. E vai andando! A sua lábia não é nada sábia! Na clubite, Miguel é ressabiado daquele brilhante passado do Glorioso!
E o seu “regional” tão miserento! Quem é que então sabia que ele existia?!
Um, cintilante, outro, bafiento!


Miguel é vaidoso, um sentido pau mandado! É também um medroso, pois sabe bem que, brevemente, virado o mais dorido capítulo do passado, nova aragem fará voar a Águia lá nas alturas com colorido e irá lançar novamente o regional à margem do título, no seu devido lugar de servidão, numa viagem sem volta!
Eis a razão da revolta e das agruras de Miguel rezingão em sua nortada de redondel e de tremuras tão desbragada!