O sistema futebolístico corrupto condenado por tentativa – que designação mais eufemística da realidade! – bem tenta chamar os árbitros à razão para prejudicarem o Glorioso Benfica e beneficiarem o seu condenado clube e toda a corja dos seus satélites submissos.
Só que tal sistema e os seus tiranetes não contavam com a poderosa equipa do Benfica, símbolo de enorme competência técnica, de garra, de humildade e ambição, a jogar à Benfica. Esta equipa maravilhosa, a que melhor futebol pratica em Portugal, afora nos túneis e campos armadilhados da pedreira – satélite e submisso nº 2 na cadeia de submissão “papal” – e de Olhão – onde joga, de resto, a equipa B do FC Porto, treinada pelo treinador B do FC Porto mas que, ao que parece, é a melhor equipa do FC Porto – tem levado tudo à sua frente, desmontado a extrema agressividade dos adversários submissos aos poderes da cúria “papal” e as próprias tentativas arbitrais de a travar.
Esta Gloriosa equipa joga a maior parte das vezes contra 14, sendo que a equipa de negro, mesmo numericamente inferior, é a que mais dificuldades lhe tem colocado ao longo da sua Gloriosa cavalgada.
Durante a jornada futebolística finda, então o regabofe das ajudas ao clube corrupto condenado e ao seu satélite da pedreira foram infindas.
No jogo FC Porto-Paços de Ferreira, logo nos minutos iniciais, a besta Bruno Alves faz jus à sua fama de bestialidade branqueada e abençoada arbitralmente. Agride William e o árbitro do encontro mais uma vez não lhe mostra o cartão vermelho directo. E as “marradas” da besta foram a dobrar!
A imprensa submissa e ajoelhada, cala-se subservientemente, com excepção do “correio da manhã” que, desta vez, teve um hiato de sinceridade.
A seguir, Belluschi atira violentamente a bola à cara de um adversário, quando fazia um lançamento de linha lateral. Este adversário levou correctamente com o cartão amarelo mas Belluschi viu branqueada a sua bestearia merecedora também do cartão vermelho directo.
Neste caso, até o “tribunal de o jogo” fez eco do branqueamento arbitral. Continuando nos imensos favores arbitrais, o dono do apito de ocasião resolveu expulsar Ozeia, jogador pacense, por este ter controlado a bola … com o peito! Como era o segundo amarelo, deixou a sua equipa em inferioridade numérica.
Mas a jóia da coroa estava ainda para vir. Então não é que o FC Porto estava a perder, muito próximo do fim do jogo, em sua própria casa?
Vai daí, toca a ajudar! Se aquela ave rastejante, subalterna e submissa da Imperial Águia Rainha, quer marcar um golo com a mão, o apito abençoa. O que é preciso é pegar no andor e colocar o FC Porto em cima dele e fazer a procissão.
Só as imagens conseguiram desmistificar esta trafulhice. Mas não as imagens da sporttv porque essas ou abafam as mordomias ou os seus operadores e realizadores têm o olho da rua como destino.
Porém, o mais engraçado disto tudo é que os pacenses, com especial destaque para o seu treinador, também se vergaram subservientemente e calaram. Nem colocado perante a evidência do facto, este treinador se quis pronunciar. Aliás, ele é aquele treinador que, fazendo-se de homem, comentou após a sua contratação para o Paços de Ferreira:
«Queria falar acima de tudo da minha experiência. E o que ela me diz é que viver a Norte e com as pessoas do Norte têm muito a ver com aquilo que eu defendo: frontalidade, honestidade, princípios, pureza das amizades. Encontrei isto tudo a norte».
Tudo bem! Se quer ou não respeitar os princípios que afirma e reafirma, é consigo! Mas, já agora, respeite as gentes do Norte! Sabemos que a bênção “papal” pode trazer presuntivos benefícios aos crentes! Mas também sabemos que o “papa” também tem o poder de excomungar os renegados!
Só que tal sistema e os seus tiranetes não contavam com a poderosa equipa do Benfica, símbolo de enorme competência técnica, de garra, de humildade e ambição, a jogar à Benfica. Esta equipa maravilhosa, a que melhor futebol pratica em Portugal, afora nos túneis e campos armadilhados da pedreira – satélite e submisso nº 2 na cadeia de submissão “papal” – e de Olhão – onde joga, de resto, a equipa B do FC Porto, treinada pelo treinador B do FC Porto mas que, ao que parece, é a melhor equipa do FC Porto – tem levado tudo à sua frente, desmontado a extrema agressividade dos adversários submissos aos poderes da cúria “papal” e as próprias tentativas arbitrais de a travar.
Esta Gloriosa equipa joga a maior parte das vezes contra 14, sendo que a equipa de negro, mesmo numericamente inferior, é a que mais dificuldades lhe tem colocado ao longo da sua Gloriosa cavalgada.
Durante a jornada futebolística finda, então o regabofe das ajudas ao clube corrupto condenado e ao seu satélite da pedreira foram infindas.
No jogo FC Porto-Paços de Ferreira, logo nos minutos iniciais, a besta Bruno Alves faz jus à sua fama de bestialidade branqueada e abençoada arbitralmente. Agride William e o árbitro do encontro mais uma vez não lhe mostra o cartão vermelho directo. E as “marradas” da besta foram a dobrar!
A imprensa submissa e ajoelhada, cala-se subservientemente, com excepção do “correio da manhã” que, desta vez, teve um hiato de sinceridade.
A seguir, Belluschi atira violentamente a bola à cara de um adversário, quando fazia um lançamento de linha lateral. Este adversário levou correctamente com o cartão amarelo mas Belluschi viu branqueada a sua bestearia merecedora também do cartão vermelho directo.
Neste caso, até o “tribunal de o jogo” fez eco do branqueamento arbitral. Continuando nos imensos favores arbitrais, o dono do apito de ocasião resolveu expulsar Ozeia, jogador pacense, por este ter controlado a bola … com o peito! Como era o segundo amarelo, deixou a sua equipa em inferioridade numérica.
Mas a jóia da coroa estava ainda para vir. Então não é que o FC Porto estava a perder, muito próximo do fim do jogo, em sua própria casa?
Vai daí, toca a ajudar! Se aquela ave rastejante, subalterna e submissa da Imperial Águia Rainha, quer marcar um golo com a mão, o apito abençoa. O que é preciso é pegar no andor e colocar o FC Porto em cima dele e fazer a procissão.
Só as imagens conseguiram desmistificar esta trafulhice. Mas não as imagens da sporttv porque essas ou abafam as mordomias ou os seus operadores e realizadores têm o olho da rua como destino.
Porém, o mais engraçado disto tudo é que os pacenses, com especial destaque para o seu treinador, também se vergaram subservientemente e calaram. Nem colocado perante a evidência do facto, este treinador se quis pronunciar. Aliás, ele é aquele treinador que, fazendo-se de homem, comentou após a sua contratação para o Paços de Ferreira:
«Queria falar acima de tudo da minha experiência. E o que ela me diz é que viver a Norte e com as pessoas do Norte têm muito a ver com aquilo que eu defendo: frontalidade, honestidade, princípios, pureza das amizades. Encontrei isto tudo a norte».
Tudo bem! Se quer ou não respeitar os princípios que afirma e reafirma, é consigo! Mas, já agora, respeite as gentes do Norte! Sabemos que a bênção “papal” pode trazer presuntivos benefícios aos crentes! Mas também sabemos que o “papa” também tem o poder de excomungar os renegados!
É, aliás, risível ler um suposto opinador de “o jogo” acerca da ave que usa as mãos para marcar golos. Contrariando o próprio “tribunal” engendrado pelo jornal que lhe acolhe o seu junta letras, vem mostrar-se muito enfadado porque, lamuria, com o ênfase colocado nos fora de jogo bem ou mal assinalados e outras pequenas questiúnculas como as marradas da besta Alves, abafam-se os “altos” voos da ave rasteira, a qual, nos últimos dois jogos, teria marcado 6 – seis, pasme-se – golos “legais”!
Era caso, acrescenta o estrambótico junta letras, para tal ave já ter há muito no bolso a chamada “bola de prata”.
Pois bem, o tribunal do jogo considera bem assinalados os fora de jogo nos golos anulados. Três desses seis golos foram considerados “legais” e valeram. Mas, por azar do escrevinhador, um destes até foi marcado com a asa da ave rastejante. Mas não desanime! Saviola marcou num só jogo 4 – quatro – golos e só um é que valeu para os pitosgas dos fiscais de linha! Foi no jogo Benfica-Nacional da Madeira, lembra-se?! O tal do 6-1! O tal em que até Jesus se enganou nos dedos que mostrou ao “pequeno Manel”, o do vintém e da cretinagem!
Em Coimbra, o satélite da pedreira também tinha o seu homem do apito abençoado. De facto, Lucílio, cansado de ouvir clamar – até pelo seu presidente arbitral – contra a não marcação do penalti ao “cebola”, jogador de andebol em jogo de futebol, resolve começar a assinalar penalti a tudo o que, na área ou fora dela, lhe parecer empurrão, embora tenha apenas sido um leve encosto no adversário, mais parecido com um cumprimento, de resto, até bem cortês pela lealdade e pela mansidão!
Só que Lucílio esqueceu-se de que estava a arbitrar duas equipas de dois treinadores, tudo gente pertencente à cúria papal! O que era preciso, terá pensado, era agradar de vez ao “papa” desagradado com a derrota na Luz frente ao seu inimigo figadal, ainda que o agrado fosse a um satélite de estimação daquele.
E resolver o que já estava a tornar-se bicudo de resolver!
A Nação Benfiquista, plasmada dos valores da nobreza, da verticalidade e da lealdade do Povo onde foi gerada e que a constitui, até admite o princípio do “errare humanum est”, ou seja, o erro razoável. Admite perfeitamente que o árbitro Rui Costa possa perfeitamente ter errado no golo da ave rasteira que, matreiramente – convicções concebidas e paridas na escola da corrupção e batotice desportivas - o enganou.
Porém, as carpideiras por compulsão, sejam elas “lagartas” ou “andrades”, a essas, tal princípio não diz absolutamente nada, quando o erro razoável possa favorecer o Benfica. De resto, eles até são capazes de inventar erros arbitrais a favor do Benfica, e fazem-no por devoção aos seus princípios maltrapilhos, em lances de futebol em que o árbitro mais não faz do que aplicar correctissimamente as leis de jogo.
Estes apóstatas da verdade querem que os árbitros façam mais contra o Glorioso do que simplesmente aplicar as leis do jogo! Querem que os árbitros prejudiquem deliberadamente o Benfica!
Atente-se, por mero exemplo, no palavreado fedúncio e mentecapto do filho da insigne poetiza, D. Sofia de Mello Breyner, para citar o grande Benfiquista António Melo. Quando o FC Porto ganha, ele farta-se de arrotar postas de pescada contra os que ousem pôr em causa o mérito das vitórias do seu clube, mesmo face à evidência dos factos que as escutas revelaram e a justiça desportiva condenou, reveladores dos favores arbitrais.
Pois quando este seu corrupto e condenado clube tem de olhar para cima, para o Benfica, aquele mistificador da verdade, e não só da desportiva, transforma-se de imediato na maior carpideira contra as arbitragens, que, segundo ele, levam o Benfica “ao colo”. E nem uma palavra sobre o mérito, pois ela só faz parte do seu léxico quando olha para o seu umbigo.
Bem, a verdade é que o Povo Benfiquista, o Povo de Portugal, já há muito sabe que tais princípios e valores apenas se detectam naqueles que, sendo grandes, se tornam cada vez maiores.
Não naqueles que, sendo pequeninos, se esforçam denodadamente por se tornarem ainda mais pequeninos.
Assim se distingue a Nação Benfiquista! Assim cobra toda a sua pertinência a afirmação do Presidente do Sport Lisboa e Benfica:
“O Benfica não é do Norte nem do Sul!
O Benfica é Portugal”!
Certos, certos, continuam os super dragões comandados pelo “macaco”. Pois que continuem a orar ao seu mestre da pantominagem e a recitar-lhe:
“Pedroto, ainda há igrejas de benquerenças, baptistas e paixões, sempre a roubar em prol dos mesmos cabrões”!
Todavia, para poderem estar completamente actualizados, devem acrescentar aos “benquerenças, baptistas e paixões”, ainda os “costas”!
Sim, os “costas” que tanto podem ser os “ruis” do apito como o seu “papa” condenado!
A menos que este último já eles o tenham englobado nos seus “cabrões”, o que é até mais do que provável!
Era caso, acrescenta o estrambótico junta letras, para tal ave já ter há muito no bolso a chamada “bola de prata”.
Pois bem, o tribunal do jogo considera bem assinalados os fora de jogo nos golos anulados. Três desses seis golos foram considerados “legais” e valeram. Mas, por azar do escrevinhador, um destes até foi marcado com a asa da ave rastejante. Mas não desanime! Saviola marcou num só jogo 4 – quatro – golos e só um é que valeu para os pitosgas dos fiscais de linha! Foi no jogo Benfica-Nacional da Madeira, lembra-se?! O tal do 6-1! O tal em que até Jesus se enganou nos dedos que mostrou ao “pequeno Manel”, o do vintém e da cretinagem!
Em Coimbra, o satélite da pedreira também tinha o seu homem do apito abençoado. De facto, Lucílio, cansado de ouvir clamar – até pelo seu presidente arbitral – contra a não marcação do penalti ao “cebola”, jogador de andebol em jogo de futebol, resolve começar a assinalar penalti a tudo o que, na área ou fora dela, lhe parecer empurrão, embora tenha apenas sido um leve encosto no adversário, mais parecido com um cumprimento, de resto, até bem cortês pela lealdade e pela mansidão!
Só que Lucílio esqueceu-se de que estava a arbitrar duas equipas de dois treinadores, tudo gente pertencente à cúria papal! O que era preciso, terá pensado, era agradar de vez ao “papa” desagradado com a derrota na Luz frente ao seu inimigo figadal, ainda que o agrado fosse a um satélite de estimação daquele.
E resolver o que já estava a tornar-se bicudo de resolver!
A Nação Benfiquista, plasmada dos valores da nobreza, da verticalidade e da lealdade do Povo onde foi gerada e que a constitui, até admite o princípio do “errare humanum est”, ou seja, o erro razoável. Admite perfeitamente que o árbitro Rui Costa possa perfeitamente ter errado no golo da ave rasteira que, matreiramente – convicções concebidas e paridas na escola da corrupção e batotice desportivas - o enganou.
Porém, as carpideiras por compulsão, sejam elas “lagartas” ou “andrades”, a essas, tal princípio não diz absolutamente nada, quando o erro razoável possa favorecer o Benfica. De resto, eles até são capazes de inventar erros arbitrais a favor do Benfica, e fazem-no por devoção aos seus princípios maltrapilhos, em lances de futebol em que o árbitro mais não faz do que aplicar correctissimamente as leis de jogo.
Estes apóstatas da verdade querem que os árbitros façam mais contra o Glorioso do que simplesmente aplicar as leis do jogo! Querem que os árbitros prejudiquem deliberadamente o Benfica!
Atente-se, por mero exemplo, no palavreado fedúncio e mentecapto do filho da insigne poetiza, D. Sofia de Mello Breyner, para citar o grande Benfiquista António Melo. Quando o FC Porto ganha, ele farta-se de arrotar postas de pescada contra os que ousem pôr em causa o mérito das vitórias do seu clube, mesmo face à evidência dos factos que as escutas revelaram e a justiça desportiva condenou, reveladores dos favores arbitrais.
Pois quando este seu corrupto e condenado clube tem de olhar para cima, para o Benfica, aquele mistificador da verdade, e não só da desportiva, transforma-se de imediato na maior carpideira contra as arbitragens, que, segundo ele, levam o Benfica “ao colo”. E nem uma palavra sobre o mérito, pois ela só faz parte do seu léxico quando olha para o seu umbigo.
Bem, a verdade é que o Povo Benfiquista, o Povo de Portugal, já há muito sabe que tais princípios e valores apenas se detectam naqueles que, sendo grandes, se tornam cada vez maiores.
Não naqueles que, sendo pequeninos, se esforçam denodadamente por se tornarem ainda mais pequeninos.
Assim se distingue a Nação Benfiquista! Assim cobra toda a sua pertinência a afirmação do Presidente do Sport Lisboa e Benfica:
“O Benfica não é do Norte nem do Sul!
O Benfica é Portugal”!
Certos, certos, continuam os super dragões comandados pelo “macaco”. Pois que continuem a orar ao seu mestre da pantominagem e a recitar-lhe:
“Pedroto, ainda há igrejas de benquerenças, baptistas e paixões, sempre a roubar em prol dos mesmos cabrões”!
Todavia, para poderem estar completamente actualizados, devem acrescentar aos “benquerenças, baptistas e paixões”, ainda os “costas”!
Sim, os “costas” que tanto podem ser os “ruis” do apito como o seu “papa” condenado!
A menos que este último já eles o tenham englobado nos seus “cabrões”, o que é até mais do que provável!
