1. Tropelias directoriais
Na sua crónica de opinião de sábado, o indizível director do recorde de mentiras e das mentiras vem lamuriar-se das fracas assistências que se verificam na Liga de Honra, a também denominada Liga Vitalis.
Depois, pareceu-lhe que a coisa, na Liga Sagres, apesar de um pouco mais feia do que em anos anteriores, ainda estaria assim, assim…
Até aqui, tudo bem! Mas a objectividade, o rigor e a verdade é que andaram arredias do senhor director! De facto, no dia anterior à crónica deste director que também sofre de estrabismo factual, o jornal o “público” trazia um artigo informativo no qual, entre outras coisas, se dizia que o Benfica era este ano o 17º clube no ranking de clubes europeus em assistências na respectiva Liga principal, com uma média de 46.737 espectadores por jogo.
O FC Porto ficava-se pelo 40º lugar com uma média de 34.428 espectadores por jogo e o Sporting conseguia o 52º lugar com uma média de 27.259 espectadores por jogo.
O Benfica supera mesmo clubes da dimensão do Chelsea, do Milão, do Liverpool ou do Valência, clubes em que o espectáculo e a verdade desportiva imperam e que jogam em países de muito maior dimensão do que o nosso e de poder de compra e nível de vida bem superiores.
A verdade dos factos não mente, como se pode observar pelo quadro a seguir:
SLBenfica - FCPorto 58.659
SLBenfica - Maritimo 54.103
SLBenfica - Nacional 47.011
SLBenfica - Leixões 43.283
SLBenfica - Naval 41.981
SLBenfica - Académica 41.206
SLBenfica - V.Setubal 40.915
MÉDIA = 46.737 espectadores.
Sabem os Benfiquistas quais os números apresentados pelo senhor director?
“A média do Sporting em Alvalade está nos 26 mil esta época” …
“Quanto ao Benfica, começou por ter 54 mil na Luz para ver o Marítimo, mas só voltou a ultrapassar a fasquia dos 50 mil quando recebeu o FC Porto.
Vai com uma média de 35 mil”!!!...
E o FC Porto … “têm a melhor média da Liga: 38 mil”!!!...
Este director, com o seu pífio artigo de opinião, deixa-nos na dúvida sobre se o recorde de mentiras e das mentiras que dirige é um recorde de mentiras e das mentiras por vocação genética ou se é um recorde de mentiras e das mentiras por forças das mentiras que o seu inefável director nele escarrapacha.
Não nos admira que um sportinguista prefira rebaixar até os fracos predicados do seu clube e bajular os predicados do parceiro clube corrupto condenado desde que, com isso, retorça a verdade dos factos para que o Benfica não fique no pódio … e destacadíssimo!
Daí que este director não se importe de retirar ao Sporting mais de 1.200 espectadores em média o que, num clube tão minguado de assistências não deixa de ser significativo e que, em contrapartida, arranje à pressão mais 4.000 espectadores em média para aquele que é o parceiro e ofertante ao seu domado clube das migalhas e da colher da sopa dos pobres que lhe vai matando a fome. Em 7 jogos disputados no Dragão, dá qualquer coisa como mais 28.000 espectadores em termos absolutos.
Por outro lado, ao Benfica achou por bem retirar-lhe cerca de 12 mil espectadores em média. Transposto este número para valores absolutos, o Benfica, na estapafúrdia informação deste director, teria tido menos cerca de 84.000 espectadores nos 7 jogos disputados na Luz.
O narrador de factos virtuais não fez a coisa por menos! São números que correspondem a mais do que duas “casas” médias, na opinião deste pobrete mistificador dos factos.
Se alguém tinha dúvidas sobre a credibilidade da informação deste pasquim, o seu director achou por bem vir pressurosamente desfazê-las!
E logo no dia a seguir à divulgação da verdade dos factos noticiada no público!
É mesmo de quem tem convicções!...
2. O manjar dos papalvos
Continuando na sua saga de ajoelhar aos pés do seu amo e senhor, o Sporting mais uma vez foi comido pelo FC do Porto. Mas isso é coisa que não perturba demasiado os seus dirigentes e, em especial, o seu presidente.
Diz Rui Alves, presidente do Nacional da Madeira, que informou Bettencourt do novo rumo das negociações para a transferência de Ruben Micael e que sentiu, nessa altura, ter o presidente do Sporting “ficado com pena”.
Pois! Que mais poderia fazer Bettencourt? E que mais esperava dele Rui Alves?
Perante as ordens do parceiro a quem presta vassalagem, o Sporting só pode lamentar-se de que o seu amo e senhor, Pinto da Costa, não tenha considerado Ruben Micael uma das migalhas sobejantes. Se alguma esperança aquele clube de “viscondes” ainda teve com a ladainha do “papa” de que não precisava de reforços, que o que tinha era “bom” e se “recomendava”, isso só demonstra como são papalvos estes sportinguistas e mais propriamente os seus dirigentes máximos.
Se Bettencourt tivesse aprendido alguma coisa já com o “modus operandi” do “papa”, deveria saber que se deve escrever e considerar sempre o contrário da “oração papal”. Não mentiu ele ao próprio Papa, o verdadeiro, apresentando-lhe a amásia como sua filha?
Mas se a Bettencourt pouca importa que o “papa” mentiroso se tenha gabado para os seus amigalhaços, em telefonemas tornados públicos pelas “escutas”, de que tinha deixado o “gajo” (leia-se, Bettencourt) de mão estendida, ele só pode mesmo demonstrar pena por não lhe ter calhado mais essa migalha “papal”.
No fundo, Bettencourt é tão anjinho como anjinha foi a juíza que julgou o encontro do “papa” com o árbitro como um simples e angelical pedido de “aconselhamento familiar”.
Mas a (in)justiça portuguesa está, desde há alguns anos já, tão cheia de anjinhos que há muito também deixou de impressionar.
E Bettencourt e o Sporting conseguem encaixar-se bem na fotografia!
Na sua crónica de opinião de sábado, o indizível director do recorde de mentiras e das mentiras vem lamuriar-se das fracas assistências que se verificam na Liga de Honra, a também denominada Liga Vitalis.
Depois, pareceu-lhe que a coisa, na Liga Sagres, apesar de um pouco mais feia do que em anos anteriores, ainda estaria assim, assim…
Até aqui, tudo bem! Mas a objectividade, o rigor e a verdade é que andaram arredias do senhor director! De facto, no dia anterior à crónica deste director que também sofre de estrabismo factual, o jornal o “público” trazia um artigo informativo no qual, entre outras coisas, se dizia que o Benfica era este ano o 17º clube no ranking de clubes europeus em assistências na respectiva Liga principal, com uma média de 46.737 espectadores por jogo.
O FC Porto ficava-se pelo 40º lugar com uma média de 34.428 espectadores por jogo e o Sporting conseguia o 52º lugar com uma média de 27.259 espectadores por jogo.
O Benfica supera mesmo clubes da dimensão do Chelsea, do Milão, do Liverpool ou do Valência, clubes em que o espectáculo e a verdade desportiva imperam e que jogam em países de muito maior dimensão do que o nosso e de poder de compra e nível de vida bem superiores.
A verdade dos factos não mente, como se pode observar pelo quadro a seguir:
SLBenfica - FCPorto 58.659
SLBenfica - Maritimo 54.103
SLBenfica - Nacional 47.011
SLBenfica - Leixões 43.283
SLBenfica - Naval 41.981
SLBenfica - Académica 41.206
SLBenfica - V.Setubal 40.915
MÉDIA = 46.737 espectadores.
Sabem os Benfiquistas quais os números apresentados pelo senhor director?
“A média do Sporting em Alvalade está nos 26 mil esta época” …
“Quanto ao Benfica, começou por ter 54 mil na Luz para ver o Marítimo, mas só voltou a ultrapassar a fasquia dos 50 mil quando recebeu o FC Porto.
Vai com uma média de 35 mil”!!!...
E o FC Porto … “têm a melhor média da Liga: 38 mil”!!!...
Este director, com o seu pífio artigo de opinião, deixa-nos na dúvida sobre se o recorde de mentiras e das mentiras que dirige é um recorde de mentiras e das mentiras por vocação genética ou se é um recorde de mentiras e das mentiras por forças das mentiras que o seu inefável director nele escarrapacha.
Não nos admira que um sportinguista prefira rebaixar até os fracos predicados do seu clube e bajular os predicados do parceiro clube corrupto condenado desde que, com isso, retorça a verdade dos factos para que o Benfica não fique no pódio … e destacadíssimo!
Daí que este director não se importe de retirar ao Sporting mais de 1.200 espectadores em média o que, num clube tão minguado de assistências não deixa de ser significativo e que, em contrapartida, arranje à pressão mais 4.000 espectadores em média para aquele que é o parceiro e ofertante ao seu domado clube das migalhas e da colher da sopa dos pobres que lhe vai matando a fome. Em 7 jogos disputados no Dragão, dá qualquer coisa como mais 28.000 espectadores em termos absolutos.
Por outro lado, ao Benfica achou por bem retirar-lhe cerca de 12 mil espectadores em média. Transposto este número para valores absolutos, o Benfica, na estapafúrdia informação deste director, teria tido menos cerca de 84.000 espectadores nos 7 jogos disputados na Luz.
O narrador de factos virtuais não fez a coisa por menos! São números que correspondem a mais do que duas “casas” médias, na opinião deste pobrete mistificador dos factos.
Se alguém tinha dúvidas sobre a credibilidade da informação deste pasquim, o seu director achou por bem vir pressurosamente desfazê-las!
E logo no dia a seguir à divulgação da verdade dos factos noticiada no público!
É mesmo de quem tem convicções!...
2. O manjar dos papalvos
Continuando na sua saga de ajoelhar aos pés do seu amo e senhor, o Sporting mais uma vez foi comido pelo FC do Porto. Mas isso é coisa que não perturba demasiado os seus dirigentes e, em especial, o seu presidente.
Diz Rui Alves, presidente do Nacional da Madeira, que informou Bettencourt do novo rumo das negociações para a transferência de Ruben Micael e que sentiu, nessa altura, ter o presidente do Sporting “ficado com pena”.
Pois! Que mais poderia fazer Bettencourt? E que mais esperava dele Rui Alves?
Perante as ordens do parceiro a quem presta vassalagem, o Sporting só pode lamentar-se de que o seu amo e senhor, Pinto da Costa, não tenha considerado Ruben Micael uma das migalhas sobejantes. Se alguma esperança aquele clube de “viscondes” ainda teve com a ladainha do “papa” de que não precisava de reforços, que o que tinha era “bom” e se “recomendava”, isso só demonstra como são papalvos estes sportinguistas e mais propriamente os seus dirigentes máximos.
Se Bettencourt tivesse aprendido alguma coisa já com o “modus operandi” do “papa”, deveria saber que se deve escrever e considerar sempre o contrário da “oração papal”. Não mentiu ele ao próprio Papa, o verdadeiro, apresentando-lhe a amásia como sua filha?
Mas se a Bettencourt pouca importa que o “papa” mentiroso se tenha gabado para os seus amigalhaços, em telefonemas tornados públicos pelas “escutas”, de que tinha deixado o “gajo” (leia-se, Bettencourt) de mão estendida, ele só pode mesmo demonstrar pena por não lhe ter calhado mais essa migalha “papal”.
No fundo, Bettencourt é tão anjinho como anjinha foi a juíza que julgou o encontro do “papa” com o árbitro como um simples e angelical pedido de “aconselhamento familiar”.
Mas a (in)justiça portuguesa está, desde há alguns anos já, tão cheia de anjinhos que há muito também deixou de impressionar.
E Bettencourt e o Sporting conseguem encaixar-se bem na fotografia!