quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O ASSUSTAMENTO DOS CORVOS

Em tempos que já lá vão, juntou-se um pantomimeiro com um guerrilheiro, fazendo uma súcia no assalto ao poder e, muito em particular, à domação encabrestada dos bigorrilhas desse poder, homens de mão da domação induzida e direccionada.
O guerrilheiro preparou os caminhos da domação com as suas constantes e perversas invectivas doutrinais a todo o que não pertencesse à nova ordem do “estado novo” do futebol português. Disléctico no verbo e dismenorreico na ofensa, arregimentou parelha à altura, insuflou-lhe e treinou-o na libertinagem da guerrilha e na dislexia da palavra. Em suma, nomeou-o seu lugar tenente, o executivo cafajeste da sua doutrina.
O pantomimeiro agradeceu o arrimo, esmerou-se na arte da guerrilha e foi aprimorando o pontapé na gramática. Tomou o poder através da revolta das suas tropas e ofereceu-o ao guerrilheiro arrotador da má educação. À míngua da guerra interna, tomado e domado o poder nessa frente de batalha, engendra a guerra norte-sul dos seus labirínticos e esquizofrénicos neurónios.
Esta trupe de apóstatas da verdade desportiva consegue, enfim, domar todo o aparelho do futebol e, na sua sombra benéfica e benzida, arregimenta ainda aliados políticos e de outros quadrantes, quais detergentes branqueadores e compreensivos das suas manigâncias.
E estava instalado o reino da corrupção desportiva, o também chamado sistema futeboleiro nacional.

Lançada a guerra no reino da Águia, enfraquecendo-a através dos golpes arbitrais, directos e indirectos, o reino da corrupção da verdade desportiva aproveitou ainda grandemente o rifão, “casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”.

Cedo o pantomimeiro ficou órfão do seu mentor guerrilheiro. Mas as luzes da pantomimice estavam lançadas e iriam ser prosseguidas sem desvio de rumo. A doutrinação fundamental fora concluída.

Instalado no poder dominado e domado, protegido pelos “aliados” branqueadores nos reinos da política, da investigação e da justiça, publicitada a sua verborreia provinciana e bacoca por uma comunicação social prostituída, propensa à vulgaridade e falha de imaginação, o pantomimeiro foi-se mantendo calado à luz do dia mas conspirando ininterruptamente pela calada. Nada mais se lhe ouvia do que uma arrotadela a verborreica de vez em quando para encher de brios e gáudio uma imprensa amestrada, com seus junta letras de rastejadura.

A dada altura, foi apanhado em escutas que comprovaram sobejamente todos os truques baixos e a extensa e extrema batotice que, no reino da noite, o seu império do mal instituiu e manteve na sombra da prova do facto.
Nunca desmentiu o seu conteúdo, a verdade dos factos que aquelas comprovavam, antes se insurgiu contra o facto de os ouvintes as terem ouvido sem a sua bênção
papal.

Não ganhou o seu périplo de encobrimento das verdades ouvidas.
No plano penal, não lhe advieram daí grandes consequências. Conseguida a fuga à detenção e audição surpresas e, fundamentalmente, à apreensão de prova relevante, com o auxílio dos tais aliados com farpela de bufos que lhe permitiram sonegá-la e destruí-la, a justiça portuguesa houve por bem manter-se na rota da auto flagelação da sua credibilidade, ilibando o prócere da batotice desportiva portuguesa sob a capa nevoenta da “falta de prova”.


Mas que fique bem assente. Por um lado, a sábia justiça popular já o julgou e condenou, tal como por ele condenada está tal justiça há muito tempo, que nela o Povo deixou de acreditar já há décadas. Por outro, não ficou provado que ele fosse inocente.
Finalmente, na justiça disciplinar desportiva, que se rege por outros princípios e por outro rigor – nos últimos tempos em que ela conseguir escapulir-se, em primeira instância, do domínio do mal – julgou-o e condenou-o, assim como à instituição que dirige, de forma definitiva.
O pantomimeiro “papa” foi condenado pela justiça desportiva por ter cometido a infracção disciplinar desportiva do crime de corrupção desportiva na forma tentada. Não há verborreia nenhuma, do chefe ou dos seus sicários, que consiga conspurcar este “selo” da vergonha.

Na presente época desportiva, tudo se alterou. A Águia voltou, enfim, a demonstrar a força do seu enorme passado Glorioso. A princípio, o sistema “papal” instalado pareceu manter-se comedido. Delegou nos seus esbirros, satélites de Alvalade e da “pedreira” as despesas da guerrilha contra o Glorioso.
Então, o presidente do Sporting não só encomendou lágrimas sem fim à sua carpideira de serviço – até a despachar no cumprimento da promessa “forever” – como ele próprio resolveu juntar-se à carpidura. O mote foi a pujança da Águia em contraste com os resultados miseráveis do lagarto. Era a euforia dos Benfiquistas, as boas exibições da sua equipa e as consequentes conquistas que haviam deixado o reino do lagarto submisso em estado de agonia depressora.
Os males não provinham da falta de competência futebolística da sua equipa nem das consequentes exibições miseráveis. Os males não resultavam da descida da sua equipa mas da subida da equipa adversária.

A pedreira armadilhou, espancou à luz do dia e puniu à luz da sombra o melhor marcador do Benfica, o jogador espancado. Já há meses que se esperam as devidas punições dos infractores à luz do dia mas aqui ninguém reclama pressa, a não ser o próprio Benfica.

A verdade é que estes choradinhos não deram o mínimo resultado. A Águia mantém-se imperturbável lá no alto do seu voo.
Porém, o clube “andrade”, que antes, pela voz do seu pantomimeiro presidente e seus compinchas amestrados, dizia que o Braga era o seu principal adversário, vê a coisa mal parada e começa a escoicinhar. Acresce que o seu satélite lagarto teve enfim alguma réstia de siso e resolveu virar-se para outra frente e acabar com o choradinho vitimizante que não lhe agourava futuro nenhum porque as causas estavam em casa própria e não na casa do vizinho.

É neste cenário que o pantomimeiro tenta escoucear, quando verifica que o terreno lhe foge debaixo dos pés. Lança primeiro os seus capangas amestrados da comunicação social começarem a dedilhar o que melhor sabem. Vitimizam o seu clube condenado por corrupção, arengando que o Benfica está a ser levado ao colo. E é verdade, mas ao colo dos seus adeptos e contra as arbitragens, que essas ainda prestam uma enorme vassalagem ao “papa” da “fruta”!
Atacam as arbitragens que os favorecem descaradamente, apenas para encobrir esse descaramento favorerecedor. Para não recuar muito e maçar o leitor, viu-se no jogo com o Rio Ave um prestativo apito a marcar um penalti fantasma mas salvador … que os deuses abjuraram.
Viu-se no jogo da Luz em que, entre outras coisas, o “cebola” jogou a bola com a mão à vista de todos os mortais não invisuais ou pitosgas, jogada que teve a bênção do árbitro.
Mas a arbitragem prejudicou … o FC Porto!..
Viu-se agora no jogo com o Leiria em que um árbitro, junto à jogada e de frente, consegue confundir a cara e o nariz com os braços. E nem consegue ver o sangue a escorrer das narinas e o nariz mais vermelho do que o interior de uma romã. Talvez tenha sido o vermelho que o incomodou …
Nada que nos impressione já, sabendo que se trata de um árbitro para quem as linhas que demarcam o campo de jogo não contam. Ainda se lembram, caros Benfiquistas, daquele segundo golo do Sporting em Setúbal?
Mas a arbitragem prejudicou … o FC Porto.

O principal arauto da publicidade destes “prejuízos” é o professor pitosga que faz jus à sua pitosguice. Para isso, não há blackouts nem blackouts de blackouts.

A camarilha amestrada da comunicação social consegue a sua invencionice “genial”. Se os jogadores da equipa do reino corrupto são bebedolas e agressores, é porque houve horrendos criminosos provocadores. Sem estes, aqueles seria figuras angelicais e bem comportadinhas.
Por isso, punam-se os hipotéticos provocadores e santifiquem-se os cordatos agressores!

O chefe pantomimeiro também salta para a arena, acha que as orações e as novenas dos seus crentes não lhe bastam, tal é o medo que o alto voo da Águia lhe provoca. Aproveita o ofício fúnebre ao seu compincha guerrilheiro para lhe prometer o título que já parece intuir vê-lo por um canudo, e daí o seu escoucinhamento parolo.
Derrotado na sua psicótica guerra norte-sul porque o povo do norte rejeitou ser soldado dos interesses trampolineiros do “papa” guerrilheiro e fez-lhe ver que a guerra não era com ele, desviou o seu discurso para aquilo a que chama de “centralismo” de Lisboa.
Atribulado nas suas desditas pelo poderio da Águia, seu principal combate, sentindo que está prestes a perder a sua verdadeira guerra, vira-se para os amigalhaços aliados, pedindo a todos os seus santinhos branqueadores ajuda no seu infortúnio. Na falta do seu compincha Valentim, vira-se para o compadre da política, Laurentino sem tino que o impeça de ser detergente das falcatruas da pantomima papal.
E pede-lhe um apito! Pode ser encarnado, mas isso é de somenos, concede que seja de outra cor qualquer à escolha do senhor bigorrilha da sua prece.

O que o pantomimeiro quer é um apito!
E compreende-se. Como, apesar dos muitos favorecimentos apitais dos homens vestidos de negro, ainda há alguns que nem sempre põem uma venda nos olhos e relatam as agressões dos agressores, expulsando-os, o “papa” condenado por corrupção desportiva tentada quer o apito para apitar a seu bel prazer.
O “papa” pantomineiro quer o apito para ensinar a música aos senhores do apito que mijam fora do penico e desautorizam as suas rezas e as suas juras – não são como os juízes do apito dourado – e rejeitam a “fruta” que ele tem de sobremesa.
Ou até são capazes de a comer e depois cagar nela e no fruteiro!

O pantomineiro está assustado, muito assustado! A equipa do Benfica não se parece nada com aquelas duas equipas de anjinhos que o julgaram na (in)justiça penal e foram na lengalenga dos aconselhamentos matrimoniais.
A equipa do Benfica arreia e condena a equipa do clube corrupto condenado ao seu lugar de subalternidade natural!

Para nós, Benfiquistas, é um gozo este afligimento nauseante do “papa”. Isto significa que ele não consegue dominar o reino e tem de fazer oratórias pacóvias e ridículas a todos os santos e santinhos.
E não consegue dominar o reino porque a Águia lhe está a dar bicadas tremendamente Gloriosas.
Só falta que lhe acerte bem em cheio na careca “papal”, que o papa tem a mania de andar sem a sua mitra
Mas não tardará e nem as preces à Divina Providência lhe aproveitarão!

O Benfica não precisa de apitos nenhuns, nem dourados, nem vermelhos, nem verdes, nem rosas, nem pretos, nem brancos, Nem precisa de apelar ajuda a amigalhaços compinchas que dispensa.
Tem a sua Enorme Família de fiéis sócios, adeptos e simpatizantes. Basta-lhe utilizar essa Enorme Grandeza para, muito naturalmente, ganhar.
Só os pequeninos e insignificantes necessitam de manigâncias e batotices para conseguirem ganhar alguma coisa!
E das ajudas convenientes!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Miguel abre o bico … e bota mexerico! …

Na coscuvilhice, Miguel é artista no diz-se, diz-se. De língua afiada no que diz, não aprendiz mas fadista na arte de tesourar na farpela do vizinho. Destarte, não há míngua, é asinho padre no altar, na sua nortada apologética e desbragada, apopléctica comadre na ralhada contra a heresia.
Miguel não tem ninho de embalar, que Da Costa tem a mania de açambarcar o clubezinho de bosta da sua afeição. Miguel, sem capela de oração, vira rezingão! É tanta a azia que o Glorioso lhe cria, tão grandioso ao pé do seu “regional”, pequenino e banal! Órfão de amores clubísticos, só vê o vermelho para meter o bedelho nos seus artísticos pudores de moralão.


Desta vez, até é descortês com a balela sobre o Quintela. E, rezingoso, de novo é mentiroso!
Fazedor de promessas, lá diz o povo, anda às avessas! Bem qu’é merecedor porque a sua nortada, além de trapalhada é uma desonestidade mentirosa. Promete não falar do favor das arbitragens, mas logo uma arengosa desafinada o acomete. A necessidade – será das aragens? – de cantar num desafino em que se mete, que ele de novo perdeu o tino, como diz o povo ao aprendiz. Mai’ nada?!

Por que tão amargurado se bota?! Por que tanta congeminação e bisbilhotice à sua razão?! Ainda por cima, numa aldrabada tão bem aviada!
É batota! E intenção desvairada!


Miguel cacarejou prometimentos dos arbitrais calar! E o relembrou, em prosa de cordel e respigando ais de seu penar! Em sua glosa de fingimentos, vai resmungando, mas não acertando ou mandando tais promessas passear. É que a Miguel, tudo acontece às avessas! Títere de papel ensandecendo na sua prece! É um sortudo!
Ressabiado, eis Miguel na arte de congeminar! Reminiscências de bíblia “papal”! Recita a prece da “famiglia”! Ela merece este pau mandado e seu escrevinhar é um evangélico redondel das excrescências à compita no “regional”, tão famélico e feio de verdade desportiva, mas cheio de vaidade incontida no seu paleio.

Miguel está ferido! O seu regional tão querido anda aos soluços e desanda cá por trás! Não faz mal, a culpa é da falta dos tostões. Franceses, Russos, é igual! O qu’é preciso é fregueses, malta que não olhe ao fio dental e ao que colhe, que não tenha siso que lhe avenha.
Miguel, surpresa … às vezes tem olho! Venham os milhões na falta doutro vintém! Uma beleza! Que venha, cá se apanham! E que bem!
Mas é ser zarolho! O “regional” não é só sorrisos! Cifrões são comidos todos os anos! A “fruta é cara, cada truta um milhão. Depois ... só tostões!
Miguel rezingão, mete dó! Os tempos idos dos milhões vai ser coisa rara! É só ver os contratempos!


Miguel não é otário, é sabichão! Padece de azia! Mas merece! Depois, cacareja como galo em campanário à luz do dia.
Enraivecido com o relembrar da corrupção do regional, ensandecido, a jurar em oração. Xelindró p’ró minoral do Quintela que tem a costela de lagarto servente. Ele é um pato que desatina da saltadela do seu chefe trotão quando em alcateia. Não é gente! Cadeia sem dó para tal desamor, que no reino servidor é um macatrefe só!

Miguel podia não ser intrometido, coscuvilheiro, mas comedido, mais sagaz e cavalheiro. Em “sua casa”, muito havia a fazer e preocupar … e depois falar. Não é capaz! A Águia, na sua altivez, bate a asa e faz ver a Miguel a pequenez do seu regional onzeneiro.
Miguel anda desaustinado na sua nortada desnorteada de cordel. Com seu lamento de pau madado, vai mitigando seu tormento, seu padecer. E vai andando! A sua lábia não é nada sábia! Na clubite, Miguel é ressabiado daquele brilhante passado do Glorioso!
E o seu “regional” tão miserento! Quem é que então sabia que ele existia?!
Um, cintilante, outro, bafiento!


Miguel é vaidoso, um sentido pau mandado! É também um medroso, pois sabe bem que, brevemente, virado o mais dorido capítulo do passado, nova aragem fará voar a Águia lá nas alturas com colorido e irá lançar novamente o regional à margem do título, no seu devido lugar de servidão, numa viagem sem volta!
Eis a razão da revolta e das agruras de Miguel rezingão em sua nortada de redondel e de tremuras tão desbragada!

domingo, 10 de janeiro de 2010

O PROXENETISMO INTELECTUALÓIDE DA DOUTRINAÇÃO DO MAL

Diz-nos a experiência histórica que qualquer reino tenebroso – hitleriano, staliniano, franquista e o salazarista que a nós, portugueses, nos tocou bem de perto – ergue-se e perpetua-se no poder através da subjugação dos povos perpetrada por meio do controle das instituições, das gentes e das mentes, com recurso a meios bem conhecidos e caracterizadores, salvaguardando-se externamente através da montagem de uma rede de sicários aliados.
De facto, os senhores do regime dominam todos os componentes fulcrais do reino, através dos seus capangas, da sua milícia particular, da polícia secreta, dos bufos e da informação intoxicante das mentalidades com a sua doutrina, numa desonestidade intelectual absoluta que promove o culto do chefe, procura fazer de uma mentira bastas vezes repetida a verdade do reino e infundir o medo e o consequente respeitinho não espontâneo mas imposto. Para os inconformados e resistentes existem as torturas, as deportações, os desaparecimentos misteriosos, a purgação.
A doutrina dominante nestes reinos ditatoriais e tenebrosos obedece sempre à doutrina de mestres mentores, de mente tortuosa e enviesada, sem respeito algum pela dignidade humana, pela liberdade de opinião, pela verdade, pela decência.

É assim no reino da corrupção futebolística nacional imposta a partir do consulado ditatorial de Pinto da Costa.
Este reino tomou conta dos órgãos dirigentes do futebol nacional, muito em particular daqueles que dirigiam os juízes dos confrontos futebolísticos e dos que aplicavam a respectiva (in)justiça no futebol.
Criou a sua milícia particular destinada não só à defesa da integridade física dos chefes e representantes mais chegados da cúria mas ainda à intimidação dos adversários erigidos de inimigos, por meio da agressão física e ameaça de agressão, bem como para zelar pelo bom comportamento e cumprimento das ordens superiores no seio das suas gentes.
Instituiu a sua polícia secreta e os seus bufos para informações e zelo do bom comportamento dos seus subordinados e para avisar os altos dirigentes do reino de possíveis e hipotéticas congeminações revoltosas, de modo a colocá-los a recato dos seus efeitos maléficos.
Assumiu o controlo da imprensa escrita, falada e televisionada, colocando os seus esbirros junta letras na pregação despudorada da doutrina falaciosa do reino e das recomendações do chefe, na subjugação das mentes mais avessas e no branqueamento obsceno das suas tenebrosas trapaças, com uma desonestidade intelectual prenhe da vilania própria das suas acções.
Quando não amansada essa imprensa, instituem-se blackouts selectivos. Chega-se até ao ponto de se instituírem blackouts de blackouts, como o agora decretado ao jornal "a bola"
Para maior protecção, este reino espúrio estabeleceu alianças e laços fraternais conspurcadamente privilegiados com a política e a justiça civil e penal.

Ouvir o “papa” senhor do reino da corrupção condenada, orar e prometer ao seu doutrinador, num “requiem” requentado, “vamos lutar pela verdade desportiva”, é de uma famigerada desonestidade intelectual que só pode provocar o mais puro escárnio em toda a mente sana.
É bem verdade que a este tipo de sicários não se exige que tenha memória, nem curta nem longa. Muito menos se pode exigir que apresente algum decoro. Resta às mentes sãs abafar estes dichotes obscenos na trampa que é o seu sepulcro adequado.

O mesmo se pode dizer de um tal Moreira ataviado nas suas confusões mas determinado no cacarejar da doutrina que lhe impôs a sua devoção ao reino da corrupção futebolística condenada, um reino, aliás, agora mais próximo da imbecilidade galopante. O seu traço característico é, naturalmente por imposição endémica do reino, também a arreigada e ontológica desonestidade intelectual dos crentes.
O tom da defesa dos seus sequazes agressores continua a ser o da criminosa afronta ou provocação prévia, em confronto com os ingénuos e quase santificados actos e comportamentos agressivos.

Que injustiçado foi Zidane no campeonato do mundo! Ser condenado brutalmente pela sua agressão, enquanto o “necessário” e tenebroso provocador saiu quase angelicado!
Os agressores são gente cordata, muito circunspecta! Então, aquele agressor bêbado deve ter sido profundamente injustiçado pelo treinador da sua selecção! Aparecer bêbado junto dos seus colegas e ainda por cima armar confusões e, quiçá, uns “chega p’ra lá”!... Não, o maltrapilho criminoso foi o provocador, talvez o vizinho dos copos do banco do lado! Quem o mandou beber álcool junto de tão angelical bebedolas?!
Ou então, quem sabe, foi provocado pelo atoleimado “José Estebes” numa das bimbalhadas bacocas deste! Mas tal provocador nunca será considerado nem sequer provocador quanto mais facínora desviante de gentes cordatas e exemplos comportamentais beatíficos!

Os agravos provocatórios não são “novidade” no túnel da Luz...
Moreira, com o despudor endémico dos da sua raça e confrades do seu reino, é apenas um intelectualóide desonesto, não é dono de memória curta porque estes sequazes da intoxicação devota e convicta nem têm, como se disse, memória. São uns desmiolados, perdão, desmemoriados … e não apenas do velho túnel das antas mas ainda do seu novel herdeiro…

Por isso, quer o comandante da PSP do Porto, quer o ministro do Interior contemporâneos dos factos, não condenaram as agressões do guarda Abel e seus milicianos!
O criminoso foi Jorge de Brito, o malévolo provocador, coisa esta profusamente demonstrada, que ela se basta com a prova da agressão! Se há agressão, que os danos corporais a podem indiciar, então houve necessariamente uma vil e criminosa provocação!
É assim a doutrina imposta por este reino ordinário da batotice desportiva.

Esta sumamente intelectual desonestidade de Moreira de novo se enrola no atávico confusionismo ao escrever que “só admira que a experiência do FC Porto não tenha conseguido precaver e impedir o sucedido”.
Se por um lado, o caro Benfiquista pode ser levado a pensar seriamente que o tacanho doutrinador da mentira afinal ainda regurgita memória ao expressar uma hipotética “experiência”, por outro, desengane-se porque foi redondamente enganado pelo seu primeiro e emotivo impulso.
A “experiência”, de facto, exige previamente a prática continuada de actos e comportamentos semelhantes.
Ora, no defunto túnel das antas ou no seu adolescente herdeiro, o túnel do dragão, não se cometem provocações! Arreia-se forte e feio quando é preciso, intoxica-se a cabine dos visitantes com gases etílicos ou outros a preceito e torturam-se coactivamente os adversários como inimigos.
Por acaso, o leitor alguma vez ouviu queixar-se algum esbirro ao serviço deste reino de que fora agredido em algum dos seus túneis?
Nunca!
De resto, o reino da corrupção desportiva nacional condenada nunca teve sequer motivo para se sentir compelido a dar qualquer explicação acerca das acções e comportamentos da sua milícia e outros esbirros. Tudo o que por lá se passava tinha mais do que a beatitude assegurada. Tinha a santificação do reino e dos aliados.

Quanto aos outros dislates proferidos na escrita pardacenta de Moreira, pouco mais há a acrescentar. Eles são a continuação das suas confusões bacocas. Moreira nem queria que os seguranças do recinto estivessem nos seus lugares, a cumprir os seus deveres! Assim, a única provocação que do túnel poderia advir era a das paredes iluminadas e não sombrias e os agressores teriam de contentar-se em esmurrá-las para desabafar a sua raiva pela derrota e para de algum modo tentar sublimar a privação da dose amansável.
Todavia, se ele, “a priori”, os desejava proibir de ali estarem a cumprir as suas obrigações, “a posterirori” pretende abençoar a sua presença, que eles lhe servem de mote para, alucinadamente, interpretar enviesadamente e em benefício do seu reino de corrupção desportiva condenada as regras desportivas e tentar convolar o acontecido num mero “caso de polícia”.

Moreira não crucifica os agressores, conquanto não se confesse detergente branqueador da violência. Santifica-os porque foram apupados, insultados e cuspidos do alto do terceiro anel! Mas ainda bem que eles estavam presentes porque o Benfica costuma ser, não insultado porque não o insulta quem quer e o reino da batotice desportiva não tem o mínimo poder para o insultar, mas relembrado nas cantorias obscurantistas e emporcalhadas pela cloaca de onde fedem, mesmo quando está fisicamente ausente e a léguas de distância, o que só acontece aos Enormes, não aos clubes de bairro!
E com aquela provocação proporcionada pela entrada a rachar ou a estraçalhar ao meio sobre Javi Garcia, admoestada simplesmente com a cor amarelada que fez relembrar ao autor e seus compinchas outras coisas de cor idêntica, depois ainda daquela “deslumbrante” mas proibida jogada de andebol em jogo de futebol sem a sanção arbitral merecida, os agressores estavam ainda mais violentamente provocados por tamanhos dislates arbitrais!
Daí que a sua santificação seja um acto de devoção sumamente zelosa da sua camarilha doutrinadora!

Até estamos em crer que o Papa, o verdadeiro, posto perante novenas de orações tão comovedoramente alucinadas de fé e de amor devotado ao reino emporcalhado pela batotice desportiva condenada, não hesitaria, ao menos para já, na sua imediata beatificação!
Depois ... bem, depois, a continuarem tais preces e novenas tão emprenhadas de bacoquismo desonesto, só restaria ao Papa, o verdadeiro ... a santificação da porcaria!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A ELEGIA DOS LOUCOS

Achando-me eu por estes dias tão taciturno e insípido, macambúzio em minhas malquerenças com o presente e o futuro, não é que tenha posto de lado as minhas fábulas e lucubrações pacóvias e adstritas ao meu provincianismo bacoco e congénito, mas por ora preferi recrear-me um pouco, volvendo o meu espírito para as tramóias que erguemos em comum, recordando os doutíssimos ensinamentos da tua tortuosa imaginação para a batotice desportiva.
É verdade, dulcíssimo amigo da trampolinice, que me deixaste mui órfão na minha cadeira “pontifícia”, obrigando-me a carregar com um “papado” sem a presença amiga e reconfortante do seu mentor.
Não desejando mais passar por indolente, tanto mais que celebro aquela data longínqua já em que partiste, continuando a não me parecer, como sempre me aconteceu e enaltecidamente me ensinaste, encontrar-me ainda nas circunstâncias adequadas a pensamentos sérios, julguei de novo conveniente divertir-me na cogitação rememorável e efabulada da elegia da nossa loucura.

Sei de memória certa que és pó. Todavia, lisonjeou-me a ideia de que esta engenhosa pilhéria, bem ao jeito das que tu engendraste na minha modesta e atoleimada companhia, pudesse merecer a tua aprovação tumular. Eu sei, que a tanto me chega ainda o siso, que pode ser um divertimento artificial em tempos de descaminho do nosso império “papal” e que ele é tão plebeu como todos foram os que me ensinaste, praticaste comigo e me deixaste em testamento.
Mas deixa lá, não te revolvas em teu túmulo. Pela corte de vassalos e avençados lambe botas que o nosso reino “papal” elegeu e converteu em pontas de lança da pilhéria batoteira, tenho bem presente que este meu provincianismo parolo não será de todo insulso, permitindo-me que, a mais não ser, eu me continue a ridicularizar segundo as bem aventuranças da minha cúria.
É um facto que nunca primei, e tu bem me compreendias e acompanhavas, pela excelência de génio e de talento que pairasse acima das luzes do bom conhecimento e melhor comportamento. Preferi, como foi tua lição de mestre, guardar essas preciosas qualidades para o reino do obscurantismo, da calada da noite, que com tais condimentos elas obtêm mais proveito, conquanto o seu juízo de fama fique, como se provou, no labirinto cinzento da falta de prova.

Tenho bem presente os teus doutíssimos ensinamentos sobre os roubos de igreja, os malabarismos preciosos para que eles se enquadrassem no círculo dos nossos desejos. Soubeste impor o teu respeitinho às hostes arbitrais e às hostes justiceiras deste futebol lusitano que me ensinaste a domar. Fiz um excelente consulado “papal” com a tua doutrina. Todo e qualquer roubo de igreja tem de ficar circunscrito ao nosso reino, ficar devidamente registado nas caixas de esmolas das nossas paróquias, conquanto possa ser perpetrado, e seja até muito conveniente, nos terrenos de fora da cúria.
Prevejo, como sempre previmos, que não faltarão os detractores a insurgir-se, acusando o meu parolismo bacoco de uma sátira indecente, clamando contra o meu cacarejar, mesmo que o meu provincianismo me tenha impingido uma ligeira nuance, levando-me a bacorar o princípio da guerra norte-sul à luz de um presente “centralismo” mourisco.
Porém, para os que se desgostarem com a ligeireza e o estrambótico do meu argumento ridículo, ficam avisados de que não sou eu o autor dos ditos e por nós bem engendrados e sabidos roubos de igreja. São os nossos domados apitos, os nossos conselheiros da (in)justiça desportiva e toda a nossa caterva de servidores.

E que bem me custou a domação. “Fruta”, cafezinhos, rebuçadinhos, envelopinhos, viagens de férias, aconselhamentos familiares, toda uma súcia de tramóias ocultas em que a nossa cloaca de batota mergulhou os vícios da humanidade arbitral e justiceira. Até agora, mestre da batota desportiva, foi possível manter o meu consulado “papal”, vendendo e revendendo intérpretes amaneirados com a “amarelinha” e obtendo chorudas receitas com o produto das caixas das esmolas das nossas capelas e capelinhas, directamente provindo dos variados roubos de igreja em novenas de devoção.
O passivo da nossa SAD de cobertura das nossas malfeitorias não dá de si e, apesar disso, engrossa. Só que os tempos estão a mudar, mui digno e douto companheiro malfazente. Daí que esta prédica elegíaca se imponha. Se, apesar disso, houver ranzinas e outros mal contentes, que ao menos observem como é bonito e até pode ser vantajoso ser acusado de loucura.
Quanto a mim, provinciano nascido e nunca esquecido, deixo aos outros o julgamento da minha tagarelice. Contentar-me-ei, se o desejarem, em ter elogiado a loucura sem parecer estar completamente louco. Se me acusam de suposto sarcasmo, direi que há muito há liberdade de estilo para a parolice.

Tem havido mais ultimamente homens que costumam ferir a minha reputação, alguns presenteando-me com almoços no lugar adequado às maiores tramóias nacionais, antro do vício da corrupção em sentido lato e sumamente farto, bons mestres pregoeiros e detergentes branqueadores das minhas manigâncias. No entanto, se o meu nome soa mal aos plebeus do ateísmo trampolineiro, orgulho-me de vos dizer, douto mestre da trampolinagem, que esta loucura, esta loucura não que vedes mas pressentis, é a única capaz de alegrar toda a minha “cúria papal” em declínio, tão em declínio que até a justiça deste país já consegue condenar com cadeia o chefe macaco da minha miliciana guarda “papal”, não oriunda dos Alpes Suíços mas das imundas ruelas da noite tramposa dos confins circundados do meu reino.

E que quereis que mais faça, insigne mestre da trapaça desportiva?
Que relembre o golo não averbado a Petit naquele encontro na Catedral, num ano assaz de má memória para te dedicar o título? Que relembre o anterior penalti perdoado à nossa então pileca Seitaridis e consequente expulsão, ocorridas no mesmo jogo?
Mais proximamente, que relembre aquele belo lance de andebol praticado pela nossa cavalgadura mal cheirosa, em jogo de futebol, tão deslumbrante que até o próprio árbitro ficou deslumbrado e aplaudiu?
Que relembre – e continuo a falar só das minhas memórias mais curtas, que elas são tacanhamente bem curtas e não chegam a mais – as constantes bordoadas, coices, patadas, cotoveladas, socos na tola, que o nosso piléu Alves arreia em tudo o que tem à frente?
Ora, mestre da trapaça desportiva, os roubos de igreja eu quero relembrar nesta pilhéria elegíaca porque as nossas pilecas partiram para a guerra, não a subterrânea, conquanto em túneis, que estes estavam iluminados com a luz do dia e, receio bem, a luz da verdade, mas uma guerra desenfreada, custo talvez da privação da dose amansável.

Caro mestre compincha, espero bem que tenhais tido a gentileza tumular de me prestar atenção. Não a atenção que se costuma prestar aos de subida lição mas a que se presta aos charlatães, aos intrujões e aos bobos das ruas. Bem sabeis que não nutro simpatia alguma pelos sábios que consideram tolo e mui parolo o meu auto elogio. Julgarão, pelo menos, que é uma insensatez mas concordarão que é coisa mui decorosa para a minha cúria zelar pelo bacoquismo tão próprio do meu provincianismo que, a ser também centralista, sê-lo-á em redor somente da minha pessoa.
De resto, esta minha parolice e este meu panegirismo adulador e tagarela não passam, afinal, de uma até nem muito refinada rede de mentiras. Se há alguém que, desastradamente, se tenha iludido, bastará olhar-me de frente para logo me conhecer a fundo. As minhas palavras são apenas a imagem sincera do meu pensamento provinciano e bacoco.

E para despedida, douto mestre deste sistema futebolístico conspurcado por nossas orações, devoções e acções, recito-te o conhecido provérbio.
Não tens quem te elogie?
Elogia-te a ti mesmo!
Por isso, não posso deixar de manifestar, neste momento, um grande desprezo pelo fingimento e pela ingratidão.
Pelo fingimento da corja de vassalos crentes da minha cúria no que à minha loucura tange.
Pela ingratidão com que aplaudem esta minha elegia maníaca que devoto com fervor à loucura que nos tornou possessos das entranhas da pilhéria safardana no reino do futebol português.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A ANGÚSTIA DOS VASSALOS

Não há dúvida de que o reino da corrupção futebolística portuguesa, com sede na Madalena, anda deveras preocupado com a nova situação persecutória que já não consegue dominar a seu bel prazer. Acostumado a uma total impunidade, seja da justiça desportiva, seja mesmo da justiça civil e criminal, convive muito mal com o facto de as tramóias dos seus servos estarem sob alçada disciplinar.
Num estrebucho convulsivo muito próximo de um estado estertoroso, este reino das trevas da verdade desportiva lança todos os seus capangas e vassalos na frente da batalha na tentativa de conseguir quanto mais não seja uma paz honrosa para si e tão desonrosa para a justiça como em tempos de antanho.

O papa, senhor feudal, sente-se deveras desautorizado quando há quem ouse escapulir-se e ridicularizar o seu feudo “papal” absoluto. Custa-lhe imenso conviver com uma desautorização deste jaez e com olhares esgazeados de ódio fica apopléctico e a espumar de raiva incontida.
É nestes momentos de brecha desautorizante no seu mando e desmando que ele lança toda a sua cavalaria de vassalos, em especial os junta letras, para tentar ao menos um salvatério que o mantenha de certo modo incólume no seu pedestal de porcaria.

Há sinais, todavia, preocupantes para os que desejam ardentemente a expurgação da imundice que enlameia este futebol lusitano.
De facto, veio no recorde de mentiras e das mentiras – um dos vassalos mais crentes – a notícia em título de que, cita-se, “a lei é desproporcionada”
Este recorde de mentiras e das mentiras, vassalo penitente da “cúria” papal” corrupta, acrescenta mesmo saber que a “sensibilidade de elementos da Comissão Disciplinar da Liga aponta para a "desproporcionalidade" das penas previstas na lei tendo em conta a gravidade factual”.
Sibilina, mas esclarecedoramente, o mesmo vassalo avençado – a troco de “recibos verdes” de orações e penitências “papais” magnânimas – vai continuando na sua prece, escrevendo que aquela “sensibilidade” de que é “sabedor” “é um sinal de que os factos serão analisados em todas as perspectivas, tentando perceber o que esteve na origem das presumíveis agressões perpetradas pelos jogadores do FC Porto no final do clássico com o Benfica”.

Repare-se, a oratória maltrapilha deste servo escravizado ao feudo futebolístico corrupto não se concentra nas barbaridades cometidas pelos servos da gleba “papal”. Centra-se sobre “o que esteve na origem” … Isto é, respiga e repisa, em coro com a novena da “cúria”, que teria havido provocação! Aliás, os antecedentes dos servos da gleba do boxe são todos no sentido da necessidade de provocação para darem largas ao seu mau vinho, em especial em hiatos de “privação”. São “delinquentes primários” de “bom” comportamento! Um deles, é um bêbedo que já provocou terror no seio dos seus próprios colegas de selecção, obrigando o seleccionar em causa a reenviá-lo mais cedo com guia de marcha de ida, não de volta. O outro, cara de macaco “incrível” e cujo semblante por si só provoca terror, já foi apanhado esta época na luta livre sem regras, mesmo dentro do campo em que supostamente devia prestar trabalho a jogar futebol na equipa de seu amo e senhor.

Não contente com a sua primeira investida – que a penitência às ordens do “papa” tem de ser perseverante sob pena de uma excomunhão assim a modos como a que “a bola” sofreu – insiste o recorde de mentiras e das mentiras nas suas oratórias compulsivas e devotas, imaginariamente tendentes à confirmação de uma “santidade” dos servos da gleba que se plasme devidamente nuns castigos simbólicos para “papa” ver.
Para já, sugere penas partidas ao meio, ficando-se pelas metades, apesar de escrever que as imagens das cenas relativas aos dois boxeurs principais, e cita-se, “são muito violentas”!
Com este pequeno deslize oratório, queira o “papa” que o recorde de mentiras e das mentiras não venha a sofrer, apesar de toda a sua vassalagem, de uma excomunhão ainda que aligeirada.

Para completar o cenário do reino futebolístico feudal e corrupto, Manuel Tavares, director do jornal oficioso da “cúria”, vem tentar impingir a bondade do co-fundador desse mesmo reino de podridão e vassalagem espúria.
Quando Manuel Tavares escreve em título que este sicário da verdade desportiva, co-fundador do reino da podridão futebolística, “… soube dar-se ao respeito”…, apenas falha na sinapse conotativa da expressão.
De facto, o “soube dar-se ao respeito” tinha apenas a denotação de um impor respeitinho pela “nova ordem” futebolística em construção.
Pedroto não soube “dar-se ao respeito”, nem era essa a sua intenção, mas, com o seu co-fundador do reino das trevas feudais do futebol português, impor respeitinho pela nova “ordem”. De resto, como pode saber dar-se ao respeito quem, publicamente, injuria e difama um colega de profissão só porque ele era de cor e treinador do clube odiado do seu novo reino?
E nem foi preciso qualquer provocação! Aliás, desde quando é que os sicários e co-sicários necessitam de provocação para impor os seus mandos e desmandos?

Também alinhamos na proposição de Manuel Tavares. Foi precisamente por aquela sua “integridade” tão manifesta em actos e práticas que o tornaram “tão actual! …
O Povo, e mais precisamente o Povo Benfiquista, não tem, de facto, memória curta!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

PRÉMIO RELÍQUIA DA INTERNET


O cantinho Benfiquista, Coração Encarnado, teve a suprema honra de ser distinguido com o prémio Relíquia da Internet.
Foi uma honra em triplicado, que muito sensibilizou este blogue de fervor Benfiquista.
Passo a publicar as regras.


1- Exibir a imagem do "Prémio Relíquia da Internet" que acabou de ganhar, em qualquer área do blog (barra lateral, por exemplo);

2- Publicar um post a informar que ganhou o selo e o link do blog que o ofereceu;

3- No mesmo post, publicar as regras e indicar os cinco blogs a quem oferece o prémio;

4- Avisar os blogs escolhidos com um mail ou comentário, enviando-lhes o código do selo e o endereço de seu blog;

5-Conferir se os blogues escolhidos por si passaram o selo e as regras.

Quanto aos blogues escolhido são os seguintes:

SportLuaeBenfica
Blogue do Manuel
Gloriosa Chama Imensa
David Luiz 23
Glorioso Cantinho do Artista

O meu reconhecimento.
Publicada por GIL VICENTE em 19:38

RESPOSTA ANUNCIADA

Posso parecer redundante mas a verdade é que esta posta serve para responder á minha posta anterior, pois um grande Benfiquista que muito prezo, GM, a isso me obriga.
GM, pôs a questao de que tantos e tantos outros dirigentes estao completamente dominados pelo Polvo, e preparados para fazer guerra ao BENFICA, pelos métodos mais sórdidos, do qual os túneis sao apenas uma ínfima parte.
Mas a esses está destinado o fado do digno Salgueiros do boavista e tantos outros.
Aliás reparem bem na situaçao desses clubes, submissos do Polvo e inimigos do BENFICA.
Até os tais do projecto roquette andam com a corda ao pescoço, eles que andavam tao contentinhos, por ficarem em segundo...à frente do BENFICA.
Sabemos todos que o caminho do BENFICA está armadilhado.
Muitos Benfiquistas, defendem que deveríamos partir para a luta, tipo olho por olho, dente por dente.
Sem deixar de compreender esta posiçao, exponho aqui a minha.
Penso que já aqui contei esta pequena "estória", mas nunca é demais repeti-la: um dia na África do Sul(que se Mandela fosse um leader em condiçoes hoje se chamaria AZÂNIA), poderia ser em qualquer outro País, um míudo negro chega a casa depois das aulas choroso. O pai preocupado pergunta-lhe o que se passou. O miudo diz-lhe que na escola lhe disseram que os pretos eram assassinos, bandidos da pior epécie, enfim gente inferior.
O pai muito calmamente, diz o petiz:-isso é o que eles querem que nós sejamos, para que nos possam reprimir ainda mais.
Aqui em Portugal e em relaçao ao BENFICA passa-se exactamente a mesma coisa.
Se nós adoptássemos a mesma postura que o clube dos cafezinhos, aí sim eles teriam um pretexto para os desmandos que há anos andam a cometer.
À mínima, sao sumaríssimos.
À mínima sao comportamentos incorrectos do nosso Público.
À mínima sao multas, a maior parte delas com hilariantes justificaçoes.
À mínima sao cargas de policias, sedentos de malharem em mulheres crianças velhos e tudo que tenha o Glorioso Emblema da Águia.
Reparem que os porkos e seus submissos vivem fora da lei.
Por isso nada lhes sucede, pois se vivem à margem das leis nao podem ser justiçados, e a própria Lei nao tem vontade nenhuma de os integrar, para que sejam iguais a todos os outros.
Nós, GLORIOSO BENFICA, estamos dentro da lei e disso nos orgulhamos, se fossemos a adoptar uma acçao igual ao clube dos envelopes, cair-nos-is todo o pêso da lei em cima.
Repare-se como foi aproveitado a encenaçao feita pelo sp. de braga no túnel, para cirurgicamente nos castigarem o melhor marcador da Liga, e ao submisso sp braga foi castigado um...suplente, que agrediu o bom do Cardozo.
E que estava preparada uma acçao igual em Olhao.
E que estará outra igual em Vila do Conde.
É que o clube para quem as escutas nao contam, nao está acima da lei, está sim fora da lei.
De modo nenhum sou da opiniao de oferecer a outra face.
Sabem o que aconteceu a quem defendia isso nao sabem?
Cruxificaram-no.
Mas usar dos mesmos processos nao.
Defendamos o GLORIOSO com unhas e dentes, unamo-nos em tôrno da Direcçao, denunciemos as vis manobras do clube da fruta, boicotemos os "produtos" inimigos, spoco tv, jornais desportivos cangados,emissoras de rádio palhaças, e tudo o mais que faz sobreviver o Polvo.
E acima de tudo nao criticar nem assobiar quando as coisas correm menos bem.
E estar vigilantes, para nao embarcar em "correntes de opiniao" pois que muitos e muitos benfiquistas que estao ao nosso lado sao víboras infiltradas.