sábado, 12 de dezembro de 2009

O PROFESSOR PITOSGA

O professor Jesualdo há muito nos acostumou à sua vesguice, mais congénita do que de conveniência. Porém, um dos traços que nessa vesguice se tem salientado ultimamente é a capacidade de ela ver – estrabicamente – ao longe aquilo que não enxerga à frente do nariz. Nada que surpreenda, todavia.
Há pouco, conseguia ele, um professor deveras Pitosga, reparar que Aimar, nos campos longínquos da sua divergência pupilar, era constantemente derrubado praticamente sempre que pretendia jogar a bola.
Pessoas – não muitas que o sistema corrupto em que se move o professor Pitosga as mantém servis – conseguem por vezes escarrapachar nos meios de comunicação social que Aimar é o jogador da liga portuguesa de futebol que mais faltas sofre dos seus adversários.
Como um bom Pitosga – e professor se julgando – chama a atenção para a vigilância dos seus no sentido de avisar os árbitros para a sua delinquida tendência de considerarem e marcarem mesmo as faltas que, constantemente, Aimar sofre.
Como um bom Pitosga, ainda agora, bem em frente do seu nariz, um jogador da sua equipa, um fóssil de nome fucile – assim lhe chamam – se ter lançado para a banheira e ter obtido a graça de um penalti a favor da sua equipa, de resto, bem dele necessitada na ocasião.
Neste lance, até estou em crer que o professor Pitosga, conquanto se tivesse visto mas não viu à causa da sua vesguice, teria louvado mais o apitador pela predisposição de ajudar do que o pupilo pela vocação de enganar.

O dessiso do professor Pitosga, porém, está muito bem espelhado no dessiso de Platini, galo de um poleiro preservativo.
Platini, de facto, cometeu o sacrilégio de chamar batoteiro a quem, de resto, batoteiro é e assim foi condenado. Platini até se esqueceu de como foi colocado no poleiro e de como há bem pouco tempo um árbitro nomeado pela sua pandilha uefeira serviu para apurar a equipa do seu país, sem qualquer tipo de “comichões”, apesar dos olhares de todo o mundo.
Mas ser o galo do poleiro a falar em batota numa organização, toda ela ressumada de batotice, para além de gesto sacrílego, teve ao menos o mérito de a obrigar a reformular readaptativamente as suas próprias regras, quando verificou que elas eram impróprias à sua batotice mas próprias ao seu desmascaramento. Daí que Platini possa dizer que o clube batoteiro agora já o não é, para si e para a sua organização, depois da (re)definição adaptativa temporal das regras da batota.
O que antes era batota, agora já o não é porque a cura das regras abafou a porcaria que lá está por debaixo.

Desassisado mas espertalhão e astromante, o professor Pitosga vem profetizar que o apito dourado já acabou. De acordo com as notícias que vão saindo, parece haver ainda um mega processo para decidir. Processo que envolve a substância do sistema corrupto implantado, uma vez que, envolvendo vários agentes, envolve a classificação dos árbitros e sua falsificação.

Mas no reino da batotice nacional, desportiva ou não desportiva, sabe-se tudo com antecedência, permitindo as correlativas escapadelas e sonegações de prova. Não que o povo português esteja à espera de ver os criminosos de alto gabarito pagarem pelos seus crimes. A máquina justiceira portuguesa vai fazendo de conta que descobre, que investiga, mas apenas para entregar a condenação popular aos rádios, jornais e televisões com as sucessivas fugas de informação que não têm férias nem mesmo quando é um dos seus que estás a ser investigado.
Em Portugal sabe-se tudo, só não se sabe quem informa, numa lógica preservação de um corporativismo endeusado.
Sabe-se também que, quem viola o segredo de justiça é quem, tendo o dever de informar, se informa, não aquele que informou.

O povo português já se acostumou a que os piromantes da (in)justiça portuguesa alardeiem que investigam, acusam e … absolvem por falta de provas – é o espelhamento condigno da sua (in)eficiente investigação – lançando para a comunicação social a delícia dos julgamentos e das condenações populares que eles não estão interessados em desvendar e … julgar!
Mestres são em protegerem a sua corporativização de classe, a menos que um deles caia em desgraça por mor de outros mais altos interesses da mesma.
Por isso, o professor Pitosga nem sequer neste aspecto traz grande novidade, até porque o seu estrábico olhar das coisas lho não permitia

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

PARABÉNS BENFICA TV


A Benfica TV está de parabéns pelo 1º Aniversário .
Como estamos em época Natalicia, quadra de paz e amor e solidariedade, Benfiquistas vamos também dar os parabéns aos nossos adversários pelo aniversário da Sporting TV e F.C.Porto TV

Ah não têm??? peço desculpa mas nas noticias estou sempre a ouvir os presidentes desses clubes a dizer que são sempre os pioneiros em tudo...



SOU DO BENFICA E ISSO ME ENVAIDECE
..

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

O COMPLEXO DE INFERIORIDADE SPORTINGUISTA

O Sporting é já um clube pequeno na esfera futebolística nacional. Revelam-no todos os dados futebolísticos, revela-o acima de tudo o comportamento dos seus dirigentes, adeptos e empregados.

O Sporting apenas ganhou oito títulos de campeão nacional neste último meio século, a que podem juntar-se apenas meia dúzia de Taças de Portugal.
O Sporting é um clube pequeno porque faz acordos com um clube de bairro de uma nobre cidade contra a grandeza do único grande deste país desportivo, apenas pelas migalhas ao menos do segundo lugar da tabela futebolística nacional.
O Sporting é um clube pequeno porque os seus dirigentes e adeptos não vivem para ele e por ele, mas sempre em função do único clube grande do panorama futebolístico português.

Quando o seu último presidente foi eleito, bem deviam estar a sonhar os que pensassem que, como seria normal, ele se dedicasse a apresentar aos seus apaniguados as orientações sobre a forma de tentar colocar o seu clube na órbita das conquistas e fazê-lo sair da “belenencização” e satelização ao clube de bairro e da corrupção desportiva nacional a que o conduziram anteriores dirigentes.
Mas a única coisa relevante que lhe ocorreu foi saltar como um tontinho e cantarolar “quem não salta é lampião”.
O único clube grande do desporto nacional a infernizar-lhe e a inferiorizar-lhe ainda mais a sua pobre cabeça.

Perante a arrancada triunfante do único clube grande nacional e o decadente início da sua equipa de futebol, em vez de procurarem as razões dentro de si mesmos, os sportinguistas queixam-se da euforia Benfiquista e acusam-na das maleitas de que enferma todo o seu domínio, desde equipa, passando por dirigentes e terminando nos sócios e adeptos.
Mas tomaram, atendendo ao que subjaz a todas as suas manifestações, finalmente conta da sua pequenez.

Por serem pequenos, depois da nega de seis ou sete treinadores, contratam um treinador de autocarros, um treinador que joga para não perder e não para ganhar. É um treinador próprio dos clubes pequenos e que bem tem demonstrado essa sua pequenez.
Assim, depois de uma vitória contra uma equipa de pescadores – que lhes fez lembrar a já longínqua vitória contra o Cacém – arrancar um empate em casa frente ao único clube grande do desporto português deixou-os no auge do paroxismo.
Os sportinguistas atingiram, enfim, o orgasmo que os lançou para a sua própria euforia!
Um orgasmo natural e adequado, tal como os clubes pequenos sentem em idênticas circunstâncias!
Uma euforia a que também têm direito, como qualquer clube seu irmão de pequena dimensão.

Logo a seguir, um empate em casa contra uma equipa fraquíssima e sem nenhuma dimensão é festejado como “um empate que deu saúde”, assim a modos como um tónico capilar.
É a continuação da euforia sportinguista, não por ter ganho mas só por não ter perdido outro jogo de futebol!

Uma euforia também retratada pelo seu opinador Quintela, todo eufórico porque os pescadores e o Hereven marcaram um golito à sua equipa e o único clube grande nacional não.
É de novo um rematar extático apropriado à táctica do autocarro colocada em campo pelo seu treinador, aquela táctica de que todos os treinadores de todos os clubes portugueses lançam mão quando defrontam o único clube grande do desporto português.

Uma táctica, aliás, a que o seu futebolista “resolvente” “todo o seu apoio”! Tanto apoio que até pede publicamente ao seu treinador para não jogar, uma vez que, afirmou, táctica de autocarro e ele, jogador agora resolvido a descansar, não parece darem-se lá muito bem!

Os Sportinguistas, de facto, enquanto vão remoendo o seu complexo de inferioridade perante o único clube grande nacional, também têm pleno direito à sua euforia e ninguém os pode nem deve condenar por isso.
Afinal, trata-se de uma euforia compreensível porque destinada a apoiar a sua equipa na fuga aos lugares que dão guia de marcha para a segundona!

Nós, que fazemos parte da grande família desportiva do único clube grande do desporto português, temos a nossa euforia por causa das goleadas e das conquistas já conseguidas pela nossa equipa.
Ainda não ganhámos o que pretendemos e temos absoluta consciência disso.
Mas preferimos ser eufóricos à nossa maneira e deixar para os complexados a euforia que lhes é adequada.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

“QUO VADIS”, "PAPA" CONDENADO E MENTIROSO?

O “papa” do futebol português, condenado e mentiroso, pensou de novo que as populações do norte são marionetas ao serviço da sua batotice desportiva. Vai daí, vem armar-se em defensor da regionalização, mas da regionalização do norte contra Lisboa, que ele “joga” sempre contra alguém e não apenas com alguém.
E pretende continuar a luta, diz ele, com a “dignidade” das gentes do norte.

Ao fim de tantos anos, este “papa” da batotice desportiva e arauto do provincionalismo pacóvio a que chama de regionalismo do norte para encobrir a sua trapaça, apesar de tão exaltado pela camarilha de fiéis que conseguiu colocar nos meios de comunicação social e noutros locais, ainda não topou que as gentes do norte há muito tempo o mandaram passear e nunca deram o mínimo troco ao seu paleio saloio.
Com efeito, o “papa” condenado e que mente ao próprio Papa, o verdadeiro, nem sequer conseguiu que o seu clube aumentasse o seu substrato pessoal de apoio.
O Benfica continua a ser, de longe, maioritário em número de adeptos e de simpatias.

As pessoas não confundem nem se deixam confundir com as vitórias da batotice desportiva. E são muito mais inteligentes do que o “papa” condenado e mentiroso que mente ao próprio Papa, o verdadeiro, sabendo há que tempos que o que ele delas pretendeu foi sempre a necessária cobertura para as suas trapaças.
Aliás, este “papa” nunca soube o que era vergonha porque, se soubesse, há muito se tinha calado com o seu regionalismo bacoco e provinciano. É um “papa” que nem sequer colhe as boas graças do presidente da câmara do seu concelho. Depois, dir-se-ia que ainda tinha o topete de o ameaçar com o clube que gere e que chupa há muitos anos, apesar das ilusões das contas, como se fosse dono até de uma cidade que sempre se orgulhou da sua invicta nobreza, isto é, da sua dignidade e independência face aos caciques, sejam eles de que espécie forem.

Dir-se-ia mas não diz porque, pateta e tontinho, o que ele deita da boca para fora já não tem mais reacção do que um sorriso de escárnio. Tem os seus avençados para lhe fazerem o eco das suas idiotices, num beija botas rastejante a condizer com a camarilha.
É um bobo, naturalmente, mas ainda consegue, por meio da “fruta” mais variegada de que lança mão e dos seus mandaretes limpa e beija botas, manter aquela batotice que, em tempos não muito recuados, comprou à descarada e ainda persiste nos seus efeitos danosos da verdade desportiva.
É natural que ainda tente comprar mais batotice, pelo menos faz por isso, mas já pouco mais consegue do que manter aquela que, em tempos de corrupção profunda e descarada, conseguiu montar.
Só que esta ainda é demasiada e continua muitas vezes a fazer com que a verdade desportiva não seja aquela que se joga nos relvados!
Depois, vai tentando através dos seus satélites limpa botas. Só que estes são tão desastrados na asneira que nem conseguem descortinar aquilo que todo o mundo viu através das câmaras, julgando-se ainda no limbo da indecência e sonhando que haverá um dia em que subirão aos céus da trapacice que o seu “papa” lhes ensinou.

O “papa” condenado por corrupção desportiva tentada deu o peito à eleição de uma nova mandarete da pocilga de um Gomes ou de um Cardoso que tantos favores económicos lhe prestaram e tantos rombos deram ao erário público.
Uma mandarete que sofreu uma das maiores derrotas sofridas pelos seus irmãos da bacorada e, com ela, o “papa” mentiroso e condenado que, de peito cheio ou não fosse o bimbo ou bombo da corte, deu a cara por ela contra aquele que, embora tão desacompanhado, lhe tem dedicado o maior desprezo que toda a pessoa séria – infelizmente, não os políticos, com esta honrosa excepção – lhe devia dedicar ao menos por sanidade mental.
Por isso, por esse desprezo que tem devotado ao “papa” mentiroso e condenado, o presidente que já o era teve a vitória mais retumbante da sua carreira política numa cidade que este ”papa” mentiroso e condenado julgou em tempos ser um feudo altamente benemérito da sua pacovice batoteira.
E até ela, essa mui nobre e invicta cidade, lhe dá o desprezo que merece, desprezando por reflexo toda a porcaria que existe ao nível das autoridades, da investigação da corrupção desportiva e dos julgadores dessa corrupção que da Justiça se não envergonham, antes é esta que deles se envergonha.

Depois desta tremenda derrota, não é FC Porto que está a mais neste país!
É apenas quem lhe gere os destinos e o emporcalhou com a batotice desportiva, fazendo-o condenar também, a ele, instituição, que não se pode defender do “papa” que lhe puseram a orientar e a emburricar os destinos.
Por isso, o FC Porto pode fazer falta a este país, mas nunca ao país que o “papa” condenado e aldrabão pretende.
Efectivamente, emporcalhado demais já este país está com tanta porcaria que vem desde os políticos à denominada “justiça” que de Justiça só tem injustiça.
E emporcalhado demais está este triste futebol luso dos estádios vazios, dos clubes falidos, dos espectáculos degradantes, quer os espectáculos no relvado desportivo “strito sensu”, quer dos espectáculos de extrema indignidade jurídica que as marionetas dos destinos desse mesmo futebol, com o “papa” como chefe mor, vão dando quotidianamente.

Aliás, toda esta mixórdia mais não é do que a composição putrefacta da “cúria papal”, de modo que tudo isto mais não faz do que contribuir decisivamente para o afastamento do público que anima o espectáculo, uma vez que o povo é sábio e não vai em cantigas, bem sabendo que a verdade desportiva não se joga em grande parte nos relvados do futebol.

Por isso, e porque, como este “papa” corrupto e mentiroso disse, numa catarse única de sanidade dentro da sua congénita e persistente insanidade mental e moral, “a asneira e a imbecilidade têm limites”, que diga ao povo deste país, em especial ao do norte, “quo vadis” “papa” condenado e mentiroso?

E, já agora, quando?

Em primeiro lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer que enfie o seu bacoco e provinciano regionalismo no olho do c..!
Em segundo lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer açular-lhe os cães para que mexa o rabo e dês às “canetas” o mais rápido possível!
Em terceiro lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer que siga a direito para o seu reino das trevas, da mentira e da trapaça, ou seja, para o inferno que até pode ser em Palermo, mas no original, na província da Sicília.
Em quarto lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer depois fazer a festa da limpeza de toda a porcaria que fez, lavando e desinfectando este país e, particularmente, não o norte mas o bairro de “palermo” que ocupou e tanto conspurcou.

Que este “papa” corrupto e mentiroso leve consigo toda a sua trupe batoteira, desde os políticos às autoridades judiciais e investigatórias, os seus lacaios e avençados, os seus paus mandados, a sua milícia sarrafeira, enfim, toda a sua pandilha!

Depois, se não se importar, “papa” condenado e mentiroso, provinciano e pacóvio, bimbo da imbecilidade e da asneira, o povo deste país, muito em especial o povo do norte, quer soltar os arrufos, fazer ribombar os tambores e estralejar os foguetes.
Devidamente lavado e desinfectado de toda a chafurdice que ele deixa atrás de si!
E engalanado com o fato novo do futuro mais sano e risonho não apenas o povo deste país mas muito em particular o povo do norte e o povo do bairro de “palermo” na mui nobre e invicta cidade do Porto!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

OBRIGADO BENFICA

Todo o Portugal deveria estar agradecido, e muito, ao BENFICA.
Tudo neste País gira em redor do GLORIOSO.
Basta que o BENFICA ganhe, a fisonomía do País muda, a ponto de andar toda a gente com um sorriso nos lábios.
Até a economia melhora.
D.Giorgio di Bufa, o que deveria estar mais agradecido ao GLORIOSO, pois foi desviando atençoes para o BENFICA que montou a máfia no futebol português, e do qual colhe farta fruta, que generosamente distribui por árbitros e amigalhaços na política, autarquias, justiça e que sei eu mais.
Os árbitros, medonhos personagens , de coluna vertebral nao mais consistente que gelatina, porque é prejudicando o BENFICA, que têm conselhos matrimoniais gratuitos, que recebem envelopes vazios com 2500€ dentro, que viajam por esse Mundo fora, e consumidores de cafezinhos e chocolatinhos, fruta para dormir. E porque se nao fosse o roubo constante ao BENFICA, teriam que responder em Tribunal dos desmandos cometidos, pois em qualquer "País do estrangeiro", estariam na pildra.
Até em Paises do 3º Mundo.
Aqui sempre lhes branqueiam a acçao.
O Sportém, porque se o BENFICA nao existisse, nao tinha razao de ser. Criado por viscondes com a corda ao pescoço, para responder à origem genuinamente popular do GLORIOSO, o sportém omo aliás todos os Clubes portugueses, vive em funçao do BENFICA. Só sao relevantes os resultados feitos com o BENFICA, tudo o mais é um marasmo, próprio de gente mesquinha, incapaz de reconhecer o mérito a quem o tem.
Já agora até o Carlos Caralhal pode agradecer ao BENFICA. Segundo o pasquín rascord, é o único que rouba pontos ao JJ.
Muito bem.
Este espécimen, perito em arrumar autocarros de dois andares, foi despedido do “Marítmo”, por absoluta inépcia. Nao sabe treinar, a verdade é esta. Mas com a inevitavel ajuda do árbitro empatou com a Melhor Equipa portuguesa, já está considerado treinador…e dos bons.
E face à evidência do campo de batatas onde decorreu o jogo, inchoi o peito como o perú, para dizer que apenas percebe de futebol.
Percebe?
Só em Portugal.
Agradecido ao BENFICA tem que estar o clube da pedreira. É que se nao Fosse para estar á frente do BENFICA, o braguinha nao estava a ser levado ao colo. O braguinha só está no lugar que está, porque o papa mafioso, com a merda de jogadores que tem, mas que vao ganhar o campeonato, necessita de alguém que faça sombra ao GLORIOSO. E como toni salvatore e paciência de corno, lhe baixam as calças…
Por falar em papa mafioso: diz do alto do seu esclerosado cérebro, que o clube dos envelopes, é grande demais para este País.
Concordo em absoluto, por isso daqui lhe sugiro que o transfira para a Sicília, estará à medida da organizaçao que é.
Por isso digam todos comigo - OBRIGADO BENFICA.

domingo, 29 de novembro de 2009

A BASÓFIA PRESUNTUOSA DOS SPORTINGUISTAS

Nunca como nos últimos tempos se ouviu um tão barulhoso e fastiento repetitório a reafirmar que o Sporting é um clube diferente. E tamanha repetência enfatuada tem surgido dos próprios dirigentes sportinguistas. Fica sem saber-se ao certo o que pretendem com a evidencial proposição que já advém da sua congénita fecundação.

Todo o mundo está até enfastiado de saber há muito tempo que o Sporting é um clube diferente e que os sportinguistas se julgam fatuamente diferentes.
O Sporting nasceu ainda no tempo de reis, príncipes, duques condes e viscondes, conquanto o seu sangue azul já estivesse palidamente escoado pelos bolsos surrados da busca de um vintém que por lá escasseava.
O seu fecundador foi um visconde da ralé nobre dos tempos seus contemporâneos que pretendia um clube de linhas aristocráticas mesmo moribundas que se pudesse opor e reafirmar uma diferença de classes perante um clube já nascido do povo e que se ia afirmando pelas vitórias que chamavam a atenção dos fachos da sociedade contemporânea.

A diferença congénita do seu parturejar, com seus sucessíveis genéticos, deu os seus frutos pouco depois através do surripianço. Uma forma brilhante, aliás, de acentuar devidamente a sua diferença é o gamanço porque os bolsos e os fatos farrapentos a isso obrigavam.
Começou assim o Sporting por gamar uma equipa de futebolistas do clube das simpatias de um povo cada vez mais senhor dos seus destinos e dos destinos dos viscondes e companhia. Um povo que começava a abafar esses bafientos e jactanciosos viscondes de bolsos rotos e sapatolas tamanqueiras.
Nada melhor, pois, do que a surripiagem para evidenciar a diferença.

Mas, ó coisa estranhíssima e nunca vista, o clube do povo continuava a ganhar e o clube dos viscondes e dos gamanços sempre a perder!

Passou-se quase um século e o clube diferente estava já há quase 20 anos sem ganhar nada de jeito quando um fiel descendente dos viscondes do gamanço, Cintra de alcunha, resolveu seguir as pisadas dos seus antepassados, surripiando mais uns jogadores ao clube do povo, agora Maior, muito Maior do que então pela sua costumada glória de vencer.
E de novo, coisa estranhíssima e nunca vista, o clube do povo haveria de ganhar a seguir e o clube dos viscondes e seus descendentes farroupilhas continuava na sua miseranda e apropriada condição.

Naturalmente que, mais nos nossos dias, o acordo bastardo e bacoreiro com os personagens do reino da batota desportiva nacional, a troco de umas miserandas migalhas de um lugar à frente do clube do povo, é apenas mais um sinal da vitalidade galdéria do clube diferente.
E se ainda mais proximamente um acabado eleito presidente do clube diferente salta e rodopia como um tontinho a gritar que quem não salta é lampião, um néscio despreocupado com os afazeres para que, presumidamente, teria sido eleito, tudo não passa de uma continuada demonstração da diferença de um clube … diferente!

O Sporting e os sportinguistas nunca se preocuparam com o seu clube mas com o clube do povo, o Grande, o Imortal, o Glorioso Sport Lisboa e Benfica.
O Sporting nasceu anti Benfica antes de ser Sporting.
Os sportinguistas nasceram anti Benfiquistas antes de serem sportinguistas, se é que algum dia o serão de facto, de corpo inteiro conquanto farrapento na inclinação clubística.

Não é isso que nos causa espanto nem surpresa. Os Benfiquistas acostumaram-se assim desde o nascimento do seu clube e assim desejam manter-se acostumados porque a inveja e a dor de cotovelo só plasmam na realidade a grandiosidade do Benfica perante a tacanhice da pequenez do Sporting.
Por isso, também não nos surpreendem os ditos de alguns “fadistas” que se dizem sportinguistas.
Atentemos apenas neste desassisado que se assina como Daniel e escreve umas basófias no pasquim a que também se chama recorde de mentiras e das mentiras.

Escreve o nosso onzeneiro estrafalário que desde há anos se vem irritando pelo facto de “os sportinguistas dedicarem ao Benfica uma atenção desmedida”.
Entre outras futilidades, acrescentava que “chega a ser humilhante esta fixação por um clube que, até esta época, se batia, sem sucesso, para chegar ao pódio”.

Não sabemos, evidentemente, como se compõe, para o nosso “fadista”, o “pódio” que refere. Não sabemos se esse pódio, tal como os outros pódios que todo o mundo e o (bom) senso comum assimilam, é composto pelos três primeiros lugares, se apenas pelos dois primeiros ou, quiçá, somente pelo primeiro.
Seja como for, o “até esta época” parece englobar um período conveniente à zurreira do nosso farrapão. Se nós, efectivamente, nos alongarmos só mais um bocadito, conseguimos decifrar que o primeiro lugar do pódio foi há muito menos tempo ocupado pelo Benfica do que pelo Sporting.
Mas o presuntuoso zangamento do nosso “fadista” com os seus é apenas um sublimar da sua vontade jactante de dedicar ao Benfica aquela “atenção desmedida” que o “irrita”, de tal modo que a sua irritabilidade não se espelhe e reflicta em frente do seu nauseativo nariz.
Por isso, escreve que, quando as coisas correm bem ao Benfica, mais se lembram, eles, os sportinguistas, de que isso os irrita sobremaneira e que os Benfiquistas se transformam numas “sarnas”.

O farsista engana-se, naturalmente. Se eles têm sarna é porque ela é congénita e geneticamente se tem disseminado pelos sportinguistas numa endemia que lhes fica a condizer.
Escreve depois, no seu delírio aguado, que os Benfiquistas ficam “com o rei na barriga e que bastam “umas vitoriazinhas”, para lá caber uma “corte inteira”, pelo que “a sua fanfarronice atinge o delírio”.

Os benfiquistas há muito que conhecem de ginjeira estes farrapilhas sportinguistas e o seu torturado faduncho. Sabendo que só a dor de corno e tremenda inveja é que os alimenta, os Benfiquistas são demasiado altruístas – ou não fossem filhos do povo e do povo Benfiquista – para lhes secarem o alimento.
Pelo contrário, compreendendo perfeitamente que, apesar dos gamanços de jogadores e de toda a sua inane ostentação de estulta grandeza, o seu clube só conquistou 8 campeonatos em meio século – o que, imagina-se facilmente, é um factor deprimente relevante para que, sendo já um clube do meio da tabela portuguesa ainda jactanciosamente se julga alguém – chamar “vitoriazinhas” às imensas e grandes vitórias do Benfica nesse mesmo meio século é só uma forma de se julgar mais aconchegado com a miserenta prestação do seu clube.
Depois, não nos aflige que o sacripanta diga que os Benfiquistas ficam “com o rei na barriga” ou até com “a corte inteira”.
Quanto a reis, marqueses, duques, condes e viscondes do actual Portugal, essa zurrapa anda identificada com riscas verdes e brancas.
Quanto à “corte inteira”, foi a única catarse na sua inanidade. Os Benfiquistas são, de facto, praticamente a “corte inteira” do povo deste País. Sportinguistas e outros que tais são apenas apêndices de uma bastardia que o infecta, alguma dela até pela batotice corruptiva que tem impregnado putrefactamente o futebol nacional.

O desejo mais premente e actual do bazófio Daniel passava ainda por uma vitória do seu clube sobre o Benfica. Era a única maneira, escrevia, de um povo inteiro ficar sossegado por tanta “fanfarronice” Benfiquista, calando-os.

O seu clube diferente bem o tentou, de facto. Como qualquer clube de bairro ou dos desafortunados das segunda e terceira divisões, apresentou um batatal de lama como um sucedâneo indigente de relvado, tudo a condizer com uma presuntuosamente dita academia que de academia só se distingue por ser uma pedreira de pedrada.
Porém, estes resquícios de parques ainda ditos de desportivos pretendem ser, naturalmente, mais uma marca de um clube diferente, embora ainda há pouco tivéssemos tido notícia de um campo de futebol de que duvidamos houvesse diferença acentuável com o lamaçal ou batatal a que chamam de Alvalade século XXI, num desaforo mais à decência da conformidade dos epitáfios com a realidade dos epitetados.

Mas, convenhamos, o obnóxio Quintela acaba por ter razão quando vem dizer que jogaram, eles, sportinguistas, contra os agricultores de Carnaxide.
O Povo, de facto, e o Povo Benfiquista que o consubstancia na sua imensa maioria, é agricultor, fazendeiro, industrial, comerciante, trabalhador, mestre de obras, professor, doutor, engenheiro.
É tudo, só não é visconde falido de fato surrento e bolsos vazios.
Porém, no batatal de lama escanzelado e famélico, era a classe dos agricultores que melhor podia fazer o reviralho.

E fizeram-no em parte, para desassossego do saloio Daniel e da sua escumalha maltrapilha! Não para ele “engolir a bazófia”!
De facto, por que e de que teriam os sportinguistas bazófia?
Agora, nem do sangue azul congénito porque até nisto a genética há muito que escorraçou as últimas pinguinhas!