segunda-feira, 30 de novembro de 2009

OBRIGADO BENFICA

Todo o Portugal deveria estar agradecido, e muito, ao BENFICA.
Tudo neste País gira em redor do GLORIOSO.
Basta que o BENFICA ganhe, a fisonomía do País muda, a ponto de andar toda a gente com um sorriso nos lábios.
Até a economia melhora.
D.Giorgio di Bufa, o que deveria estar mais agradecido ao GLORIOSO, pois foi desviando atençoes para o BENFICA que montou a máfia no futebol português, e do qual colhe farta fruta, que generosamente distribui por árbitros e amigalhaços na política, autarquias, justiça e que sei eu mais.
Os árbitros, medonhos personagens , de coluna vertebral nao mais consistente que gelatina, porque é prejudicando o BENFICA, que têm conselhos matrimoniais gratuitos, que recebem envelopes vazios com 2500€ dentro, que viajam por esse Mundo fora, e consumidores de cafezinhos e chocolatinhos, fruta para dormir. E porque se nao fosse o roubo constante ao BENFICA, teriam que responder em Tribunal dos desmandos cometidos, pois em qualquer "País do estrangeiro", estariam na pildra.
Até em Paises do 3º Mundo.
Aqui sempre lhes branqueiam a acçao.
O Sportém, porque se o BENFICA nao existisse, nao tinha razao de ser. Criado por viscondes com a corda ao pescoço, para responder à origem genuinamente popular do GLORIOSO, o sportém omo aliás todos os Clubes portugueses, vive em funçao do BENFICA. Só sao relevantes os resultados feitos com o BENFICA, tudo o mais é um marasmo, próprio de gente mesquinha, incapaz de reconhecer o mérito a quem o tem.
Já agora até o Carlos Caralhal pode agradecer ao BENFICA. Segundo o pasquín rascord, é o único que rouba pontos ao JJ.
Muito bem.
Este espécimen, perito em arrumar autocarros de dois andares, foi despedido do “Marítmo”, por absoluta inépcia. Nao sabe treinar, a verdade é esta. Mas com a inevitavel ajuda do árbitro empatou com a Melhor Equipa portuguesa, já está considerado treinador…e dos bons.
E face à evidência do campo de batatas onde decorreu o jogo, inchoi o peito como o perú, para dizer que apenas percebe de futebol.
Percebe?
Só em Portugal.
Agradecido ao BENFICA tem que estar o clube da pedreira. É que se nao Fosse para estar á frente do BENFICA, o braguinha nao estava a ser levado ao colo. O braguinha só está no lugar que está, porque o papa mafioso, com a merda de jogadores que tem, mas que vao ganhar o campeonato, necessita de alguém que faça sombra ao GLORIOSO. E como toni salvatore e paciência de corno, lhe baixam as calças…
Por falar em papa mafioso: diz do alto do seu esclerosado cérebro, que o clube dos envelopes, é grande demais para este País.
Concordo em absoluto, por isso daqui lhe sugiro que o transfira para a Sicília, estará à medida da organizaçao que é.
Por isso digam todos comigo - OBRIGADO BENFICA.

domingo, 29 de novembro de 2009

A BASÓFIA PRESUNTUOSA DOS SPORTINGUISTAS

Nunca como nos últimos tempos se ouviu um tão barulhoso e fastiento repetitório a reafirmar que o Sporting é um clube diferente. E tamanha repetência enfatuada tem surgido dos próprios dirigentes sportinguistas. Fica sem saber-se ao certo o que pretendem com a evidencial proposição que já advém da sua congénita fecundação.

Todo o mundo está até enfastiado de saber há muito tempo que o Sporting é um clube diferente e que os sportinguistas se julgam fatuamente diferentes.
O Sporting nasceu ainda no tempo de reis, príncipes, duques condes e viscondes, conquanto o seu sangue azul já estivesse palidamente escoado pelos bolsos surrados da busca de um vintém que por lá escasseava.
O seu fecundador foi um visconde da ralé nobre dos tempos seus contemporâneos que pretendia um clube de linhas aristocráticas mesmo moribundas que se pudesse opor e reafirmar uma diferença de classes perante um clube já nascido do povo e que se ia afirmando pelas vitórias que chamavam a atenção dos fachos da sociedade contemporânea.

A diferença congénita do seu parturejar, com seus sucessíveis genéticos, deu os seus frutos pouco depois através do surripianço. Uma forma brilhante, aliás, de acentuar devidamente a sua diferença é o gamanço porque os bolsos e os fatos farrapentos a isso obrigavam.
Começou assim o Sporting por gamar uma equipa de futebolistas do clube das simpatias de um povo cada vez mais senhor dos seus destinos e dos destinos dos viscondes e companhia. Um povo que começava a abafar esses bafientos e jactanciosos viscondes de bolsos rotos e sapatolas tamanqueiras.
Nada melhor, pois, do que a surripiagem para evidenciar a diferença.

Mas, ó coisa estranhíssima e nunca vista, o clube do povo continuava a ganhar e o clube dos viscondes e dos gamanços sempre a perder!

Passou-se quase um século e o clube diferente estava já há quase 20 anos sem ganhar nada de jeito quando um fiel descendente dos viscondes do gamanço, Cintra de alcunha, resolveu seguir as pisadas dos seus antepassados, surripiando mais uns jogadores ao clube do povo, agora Maior, muito Maior do que então pela sua costumada glória de vencer.
E de novo, coisa estranhíssima e nunca vista, o clube do povo haveria de ganhar a seguir e o clube dos viscondes e seus descendentes farroupilhas continuava na sua miseranda e apropriada condição.

Naturalmente que, mais nos nossos dias, o acordo bastardo e bacoreiro com os personagens do reino da batota desportiva nacional, a troco de umas miserandas migalhas de um lugar à frente do clube do povo, é apenas mais um sinal da vitalidade galdéria do clube diferente.
E se ainda mais proximamente um acabado eleito presidente do clube diferente salta e rodopia como um tontinho a gritar que quem não salta é lampião, um néscio despreocupado com os afazeres para que, presumidamente, teria sido eleito, tudo não passa de uma continuada demonstração da diferença de um clube … diferente!

O Sporting e os sportinguistas nunca se preocuparam com o seu clube mas com o clube do povo, o Grande, o Imortal, o Glorioso Sport Lisboa e Benfica.
O Sporting nasceu anti Benfica antes de ser Sporting.
Os sportinguistas nasceram anti Benfiquistas antes de serem sportinguistas, se é que algum dia o serão de facto, de corpo inteiro conquanto farrapento na inclinação clubística.

Não é isso que nos causa espanto nem surpresa. Os Benfiquistas acostumaram-se assim desde o nascimento do seu clube e assim desejam manter-se acostumados porque a inveja e a dor de cotovelo só plasmam na realidade a grandiosidade do Benfica perante a tacanhice da pequenez do Sporting.
Por isso, também não nos surpreendem os ditos de alguns “fadistas” que se dizem sportinguistas.
Atentemos apenas neste desassisado que se assina como Daniel e escreve umas basófias no pasquim a que também se chama recorde de mentiras e das mentiras.

Escreve o nosso onzeneiro estrafalário que desde há anos se vem irritando pelo facto de “os sportinguistas dedicarem ao Benfica uma atenção desmedida”.
Entre outras futilidades, acrescentava que “chega a ser humilhante esta fixação por um clube que, até esta época, se batia, sem sucesso, para chegar ao pódio”.

Não sabemos, evidentemente, como se compõe, para o nosso “fadista”, o “pódio” que refere. Não sabemos se esse pódio, tal como os outros pódios que todo o mundo e o (bom) senso comum assimilam, é composto pelos três primeiros lugares, se apenas pelos dois primeiros ou, quiçá, somente pelo primeiro.
Seja como for, o “até esta época” parece englobar um período conveniente à zurreira do nosso farrapão. Se nós, efectivamente, nos alongarmos só mais um bocadito, conseguimos decifrar que o primeiro lugar do pódio foi há muito menos tempo ocupado pelo Benfica do que pelo Sporting.
Mas o presuntuoso zangamento do nosso “fadista” com os seus é apenas um sublimar da sua vontade jactante de dedicar ao Benfica aquela “atenção desmedida” que o “irrita”, de tal modo que a sua irritabilidade não se espelhe e reflicta em frente do seu nauseativo nariz.
Por isso, escreve que, quando as coisas correm bem ao Benfica, mais se lembram, eles, os sportinguistas, de que isso os irrita sobremaneira e que os Benfiquistas se transformam numas “sarnas”.

O farsista engana-se, naturalmente. Se eles têm sarna é porque ela é congénita e geneticamente se tem disseminado pelos sportinguistas numa endemia que lhes fica a condizer.
Escreve depois, no seu delírio aguado, que os Benfiquistas ficam “com o rei na barriga e que bastam “umas vitoriazinhas”, para lá caber uma “corte inteira”, pelo que “a sua fanfarronice atinge o delírio”.

Os benfiquistas há muito que conhecem de ginjeira estes farrapilhas sportinguistas e o seu torturado faduncho. Sabendo que só a dor de corno e tremenda inveja é que os alimenta, os Benfiquistas são demasiado altruístas – ou não fossem filhos do povo e do povo Benfiquista – para lhes secarem o alimento.
Pelo contrário, compreendendo perfeitamente que, apesar dos gamanços de jogadores e de toda a sua inane ostentação de estulta grandeza, o seu clube só conquistou 8 campeonatos em meio século – o que, imagina-se facilmente, é um factor deprimente relevante para que, sendo já um clube do meio da tabela portuguesa ainda jactanciosamente se julga alguém – chamar “vitoriazinhas” às imensas e grandes vitórias do Benfica nesse mesmo meio século é só uma forma de se julgar mais aconchegado com a miserenta prestação do seu clube.
Depois, não nos aflige que o sacripanta diga que os Benfiquistas ficam “com o rei na barriga” ou até com “a corte inteira”.
Quanto a reis, marqueses, duques, condes e viscondes do actual Portugal, essa zurrapa anda identificada com riscas verdes e brancas.
Quanto à “corte inteira”, foi a única catarse na sua inanidade. Os Benfiquistas são, de facto, praticamente a “corte inteira” do povo deste País. Sportinguistas e outros que tais são apenas apêndices de uma bastardia que o infecta, alguma dela até pela batotice corruptiva que tem impregnado putrefactamente o futebol nacional.

O desejo mais premente e actual do bazófio Daniel passava ainda por uma vitória do seu clube sobre o Benfica. Era a única maneira, escrevia, de um povo inteiro ficar sossegado por tanta “fanfarronice” Benfiquista, calando-os.

O seu clube diferente bem o tentou, de facto. Como qualquer clube de bairro ou dos desafortunados das segunda e terceira divisões, apresentou um batatal de lama como um sucedâneo indigente de relvado, tudo a condizer com uma presuntuosamente dita academia que de academia só se distingue por ser uma pedreira de pedrada.
Porém, estes resquícios de parques ainda ditos de desportivos pretendem ser, naturalmente, mais uma marca de um clube diferente, embora ainda há pouco tivéssemos tido notícia de um campo de futebol de que duvidamos houvesse diferença acentuável com o lamaçal ou batatal a que chamam de Alvalade século XXI, num desaforo mais à decência da conformidade dos epitáfios com a realidade dos epitetados.

Mas, convenhamos, o obnóxio Quintela acaba por ter razão quando vem dizer que jogaram, eles, sportinguistas, contra os agricultores de Carnaxide.
O Povo, de facto, e o Povo Benfiquista que o consubstancia na sua imensa maioria, é agricultor, fazendeiro, industrial, comerciante, trabalhador, mestre de obras, professor, doutor, engenheiro.
É tudo, só não é visconde falido de fato surrento e bolsos vazios.
Porém, no batatal de lama escanzelado e famélico, era a classe dos agricultores que melhor podia fazer o reviralho.

E fizeram-no em parte, para desassossego do saloio Daniel e da sua escumalha maltrapilha! Não para ele “engolir a bazófia”!
De facto, por que e de que teriam os sportinguistas bazófia?
Agora, nem do sangue azul congénito porque até nisto a genética há muito que escorraçou as últimas pinguinhas!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PINCELADAS ENCARNADAS

1. O EMBÓFIA DA SEMANA

Sabem de cor todos os Benfiquistas que Olímpio não é do Olimpo mas um tristonho e degradado ontófago das “frutas”, dos cafezinhos e envelopes, das batotices desportivas do reino da corrupção desportiva portuguesa condenada por tentativa.
Sabem ainda todos os Benfiquistas que só os dons de um Ministro e de um Reitor, após prédicas de bom senso dos dirigentes do nosso Benfica, é que conseguiram retirar o nosso treinador de andebol da entranhada esterquice em que Olímpio se move e na qual não queria ficar desacompanhado, como se tal meio mofento não fosse apenas destinado aos da sua laia.

Todavia, o estercorário Olímpio abomina a lucidez das ideias sãs, o que não causa surpresa nenhuma. E assim, no seu acrimonioso achinfrinar, diz ou escreve tolices pegadas que, se ficam a condizer com o seu ser e viver, não são suportáveis à luz da sanidade do entendimento racional.
Mas Olímpio é um ignaro compulsivo.

Olímpio diz numa altura que não houve alçada de Ministro algum, que o desenlace foi apenas … “da sua lavra”!...
Noutra altura, tocado de um repentismo ululante muito próprio dos seres desarranjados, vem dizer que só assinou o despacho … "por razões legislativas"!...

Com tais desconchavos, Olímpio aventura-se mesmo a ser um comicieiro do burlesco, tal o atormentamento que acomete o seu delinquido, indigente e infiel pensamento.
Com efeito, num estultilóquio de tontarias, julga-se um “lavradeiro” de leis, pois só assim se pode conciliar uma peroração abjecta entre um suposto despacho de “sua lavra” com … “razões legislativas”!...

Olímpio manda às malvas a acribologia do seu impulso e pretende fazer crer no seu desconchavo que as “razões legislativas” são “da sua lavra”, que só obedece à lei porque a lei é … “a sua lei”!
Mas compreende-se que Olímpio esteja arreminado com Ministro, com Reitor e, quiçá, com a sua “cúria papal” corrupta que nem essa lhe valeu neste seu perorar obnóxio, num engasgo fedúncio.

E também se compreende melhor agora que a juíza dos “aconselhamentos familiares” tenha achado que as leis que punem a corrupção desportiva não eram da “lavra” de Olímpio – ou do Olimpo, a confusão é aceitável – e não quisesse ter de prestar contas à Divina Providência após uma oração “papal” que, conquanto sob a forma de uma jura pela saúde de uma filha que não identificou – a biológica ou a que apresentou ao Papa, o verdadeiro? – é sempre uma prédica de um “papa”, mesmo que ele seja corrupto e mentiroso.

2. ATAVIOS DE “BOA GESTÃO DESPORTIVA”

Escrevia um certo jornal que um jogador, de nome Sebastián Prediger, tem custado até agora, aos cofres do clube das odes da “boa gestão desportiva” “strito sensu”, naturalmente, porque em termos de capacidades para a batotice desportiva já deu sobejas provas – 41 mil euros por minuto.
O dito jornal faz as suas contas dividindo o custo do passe, 3,7 milhões de euros, pelo tempo de jogo, 90 minutos contra um clube da segunda divisão.

Claro que a coisa é um “salmo” laudatício apropriado à “boa gestão desportiva” da “fruta”, dos envelopes e dos “aconselhamentos familiares”.
Mas o jornal não diz tudo … até porque não está em causa a gestão do Benfica!
Por isso, o jornal escamoteia o custo acrescido com os ordenados … talvez para não escandalizar demais a tal laudabilidade de tão “boa gestão desportiva”.

3 . O “INCRÍVEL” DITO “INCRÍVEL”

Parece incrível mas não é! Um jornal da corte do reino “papal” corruptivo da verdade desportiva consegue escrever que é incrível Hulk ficar no banco e mais incrível Hulk entrar no jogo e ser causa da derrota da sua equipa.

De facto, escreve o dito jornal:

«Entrou Hulk, e com ele toda animação que o brasileiro traz a um jogo. Mas saiu Varela, e com ele muita da coesão portista até então».

E o título nem lhe fica atrás, como se pode ler:

«Hulk entrou em campo e 'fez' o Chelsea feliz»!

É claro que o jornal, sendo da corte e não podendo desafinar, falou de “animação” em sentido figurado!
Hulk costuma – ou costumava antes da prédica pública do seu treinador para que o deixassem em paz a jogar sozinho – realmente trazer “animação” ao jogo, mas é outro tipo de “animação” diferente da apresentada pelo, aliás, pasquim!
Uns coices de besta aqui, outros ali, cotovelada agora, cotovelada daqui a pouco, cartões amarelos a dobrar em dia de festa para a sanidade do futebol luso.

Tudo apropriado à personagem dos 100 milhões – se faltar um euro, o “papa” condenado e mentiroso dá-o, a menos que se esqueça, como aconteceu com Quaresma … – e ao clube “papal” da corrupção desportiva condenada.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

RELEMBRANDO A FINAL DA TAÇA DA CERVEJA ...

LAGARTAGEM SOPEIRAME, CURAS E ABADES NO AÇAME

Qu’ é qu’ ao cura havia de lembrar!
Mão no peito, atavia a Cristo oração de meter dó ao Céu!
Um pelintrão que zurra a pedinchar!
Suspeito, só?!
Uma chasqueada!
Olé! Aldrabão de registo de sua dita religião!
Com sua altivez e mania, é cá um escarcéu!
Uma choradeira maldita, numa chocarrice tresloucada de mesquinhez e ufania!
Padreco, ferrenho da lagartada, no seu chairar, com seu motete de Lucilada e ar circunspecto.
Franze o cenho a burlesquear na sua burleta de malandreco!
E num lembrete.
Lucilinho, qual mafarrico a baptizar?!
Não sou anjinho mas um burrico de treta a pelintrar!
Não estou em transe!

E o papa penisqueiro! …
Ó Divina, minha pedinchice de farrampeiro não foi chochice, foi de sovina!

Franco, mandarete da sopeirice é o primeiro a lançar o grito d’ azelhice.
Pela tardinha, vermelhão d’ acoitar a pingola, não o branco da cachaça.
Bigorrilha, choramingueiro, é o burrão fastiento da pandilha!
Um aldrabete pau mandado da trapaça.
Farsolento mas norteado pelo agiota e a migalha da batota.
E pau na tola, se ele falha!
Um farrapão!
Afinal também rasgavas contratos!
Um demente aldrabão!
E zurravas no Azevedo?!
E com maus tratos, animal, pelintreiro!
Isso é de gente?!
Não és ninguém!
Aquele não tinha medo!
Tu és um pobrete miserento, mandarete agoirento do batoteiro.

Bebé chorão e gaguejante, bento carpidor, a lamber, outro tratante de sacristão.
Zurrador, não é?!
A fazer de senhor!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

PINCELADAS ENCARNADAS

1. Veio há dias uma notícia, num jornal muito próximo da corte “papal” da corrupção desportiva condenada por tentativa, em que eram glorificadas as aptidões de umas denominadas “equipas sombra desenhadas nos gabinetes do Dragão”. A notícia elogiava a capacidade de antecipação de cenários na descoberta de futuros reforços. Um desses reforços assim descoberto por artes desta rede prospectiva do clube desportivamente corrupto e condenado chamava-se Falcão.
Segundo a notícia, haveria mesmo um “desenhador” responsável naqueles gabinetes supra identificados que se gabava de neste caso terem sido «pró-activos, porque, quando surgiu a oportunidade, já tinham reunida toda a informação necessária sobre esse jogador»
A notícia, em si, não tem qualquer interesse e a loa do jornal da corte também não surpreende ninguém.
Mas o essencial, invisível ao primeiro olhar, está lá.
Está lá escarrapachado o ferrete de mentiroso que o pessoal falante destes gabinetes pespegou nos costados de Pinto da Costa.
O que, diga-se, é um ferrete que também não surpreende ninguém, tão bem aplicado ele se encontra.
Com efeito, há uns tempos atrás, este presidente condenado por corrupção desportiva tentada elogiou o gabinete de prospecção do Benfica por ter descoberto Falcão, ao mesmo tempo que lançava, necessariamente, o apodo de inabilidade incompetente sobre o seu próprio gabinete de que este pessoal falante é instrumento.
“Amor com amor se paga”.


2. Outra notícia, esta devendo merecer bem mais importância e não ser desprezada, como foi, pela “boa” e cúmplice imprensa da “cúria papal” em causa, prende-se com a confissão destemida do jogador Moreira que joga na Oliveirense.
Este jogador disse claramente que foi dopado no FC do Porto, quando jogava representando este clube. Era um jogador promissor que fazia “uma dupla temível com Hélder Postiga”, noticia-se ainda hoje. Pois este jogador, num célebre jogo e já na equipa sénior, foi a um controle anti doping e … deu positivo!
Teve azar, o desgraçado, não por se ter dopado mas por se ter deixado “controlar”. Repare-se na sua confissão actual:

«Olhando para o meu passado, claro que me entristece a situação de não ter chegado à primeira Liga. Na altura, marcou-me bastante. Ainda para mais, sabendo que sou inocente. Calhou ser sorteado para o controlo. Eu apanhei seis meses, enquanto ao colega que estava comigo não aconteceu nada. Enfim, é melhor nem falar muito sobre esse assunto. Talvez um dia fale».

Já não é só Fernando Mendes, este também só falando – e sendo silenciado porque mais ninguém publicitou a coisa – muito mais tarde, em livro de esquecimento com maior prontidão do que a tomada da dose.
Mas as autoridades anti doping neste país sempre tiveram apenas olhos bem abertos numa e só numa direcção. As bênçãos “papais” dão “cegueira” direccionada.


3. Uma das primeiras notícias acerca de Carvalhal, treinador de sétima escolha sportinguista, foi a de que ele “afina a defesa”.
É aquilo a que nós todos chamamos uma notícia … não notícia.
Efectivamente, sabendo-se que Carvalhal é um treinador de autocarro, e autocarro de dois andares, só os pacóvios é que podem achar que a coisa merece ser notícia. Notícia seria, sim, se o noticiador referisse que Carvalhal afinava … o ataque! Então, daria que pensar…


4. Caneira, um jogador que sempre foi medíocre, como futebolista e como palrador, não deixa seus “méritos” por mãos alheias. É engraçado, portanto, que ele diga, «a derrota não está nos nossos objectivos».
Bem, mas de Caneira não se pode esperar mais. Ele é tão insignificante e o seu cérebro tão tacanho que não encontrou mais nada para dizer. Um qualquer jogador de futebol, e nem precisa de estar numa equipa mediana como a dele, não diria melhor, embora possa ter ficado embasbacado com um ditote sobre uma matéria que julgava … óbvia!

Comparar uma vitória contra um clube da III divisão com uma derrota contra um clube da liga principal a quem a sua equipa até nem conseguiu vencer quando aquele estava na “mó de baixo” só reflecte a mediocridade que enforma o seu acanhado cérebro.
Porém, para Caneira, a mediocridade tem de ser bem publicitada.
Para ele, o Sporting até é capaz de estar melhor do que o Benfica!
Só que está com 11 pontos a menos … o que, para Caneira, é … de somenos!...

sábado, 21 de novembro de 2009

PODRIDAO

Nao era nada que nao estivesse nas previsoes.
Até Michel de Notredame, o iluminado "bruxo" que dá pela mimosa alcunha de Nostradamus, o teria previsto.
O futebol, inventado pelos chineses e organizado pelos ingleses, tornou-se em poucos anos um fenómeno social com uma força dificilmente igualável.
Desporto popular por excelência, bastam pedras a servir de balizas, e os meninos descalços entregam-se a este desporto com alegria contagiante.
Sao estes meninos que um dia maravilharao multidoes.
Poucos ou nenhuns meninos pertencentes às chamadas elites, se dignam praticar este desporto de pobres: há o tenis, a vela, o hipismo e muitos mais.
Daí que o Povo, se calhar à falta de melhor, fêz do futebol o seu "escape" predilecto.
Fêz das Equipas do "pontapé-na-bola" o repositório das suas ambiçoes, dos seus anseios, o espelho das suas virtudes, a vaidade que supera o amargôr do dia-a-dia, a sua afirmaçao e orgulho.
E assim nasceu o BENFICA.
Claro que as classes altas, que sugam e exploram o Povo responderam à letra criando clubes fantoches para oponerem ao "perigo" que se começava a gerar: o Povo, unir-se, ter consciência da sua força, consubstanciada num Clube, que para seu enlêvo passou a chamar de GLORIOSO.
Se repararmos bem, e só falando de Portugal, os sacerdotes, os viscondes verdes e ranhosos e os bancários duma só côr - o azul-e-branco - corruptos, sao na sua quase totalidade do anti-BENFICA, o segundo maior clube em Portugal.
Como um ditado que diz " quem nao rouba ou nao herda, nunca sai da merda", o mesmo se passa com o Futebol.
Ao contrário do que sucede em Portugal, que o Apito Dourado foi simplesmente abafado, a fifinha e a uefinha, nao puderam abafar o escândalo das apostas.
E nao digam que nao sabiam.
Permite a constituiçao de um escabroso G14, grupo a quem se submetem árbitros delegados observadores e todos os abutres que gravitam à volta do futebol.
E para gerar ainda mais receitas, pomposamente designam-se agentes fifa, a cangalheiros que mais nao fazem que encarecer jogadores, elevar transferências a preços proibitivos,sugar o sangue do desporto-rei.
A exemplo do 25 de Abril, ou da Revoluçao de Outubro, retiraram o cariz popular das suas celebraçoes, e cerram-nos em bafientos e luxuosos saloes.
E que fica?
Nada de nada, para em nome da democracia(deles claro!!!), se praticarem os mais variados desmandos, desde a dita justiça até aos impostos.
Tudo serve para subjugar o Povo.
No futebol refina-se a coisa:
Começa-se por nao se poder recorrer á justiça civil.
Logo aqui cria-se um Estado dentro do Estado, mas que sabe muito bem recorrer aos dinheiros públicos quando quer construir estádios.
Sao juízes em causa própria, "mandadores sem lei", fugindo amiude às próprias leis por eles ditadas e em benefício próprio.
Roubaram pois, o futebol ao Povo.
Só que tristes e coitados, nao conseguem roubar a alma de um Povo, por isso nunca vergarao o BENFICA.
Pode o BENFICA nao ser campeao, mas está no coraçao das gentes, das suas gentes pois o BENFICA alimenta-se do querer e dos sentimentos da arraia miúda, e nunca nos ídolos com pés de barro que usam colarinhos brancos e comem á mesa lauta do orçamento.
Nada de admirar pois do escândalo dos jogos combinados.
Isto é por enquanto, o que nao se consegue calar.
E quando o dique da podridao rebentar vai haver muitas surpresas...ou talvez nao.
Aí veremos entao como é que um certo clube ganhou o que ganhou.
E que afinal os empréstimos obrigacionistas, sao a tábua de salvaçao para pagar alternadeiras, cafézinhos e chocolatinhos, envelopes, jogadores emprestados, árbitros, presidentes submissos e o mais que se verá.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

PREOCUPAÇOES

Há dias fizeram-me uma pregunta a que nao soube responder.
- “mas afinal de contas, que tem o BENFICA assim de especial, para gerar tanta loucura"?
Afinal de contas clubes com a camisola vermelha há milhoes, clubes com águias no emblema outros tantos, clubes campeoes mais que muitos,e por aí fora.
Na verdade a pessoa será que tinha razao?
Mas pensando melhor, nao será bem assim:
O vermelho do BENFICA é símbolo de garra e generosidade na luta, constância de sentimentos nobres que nos faz sentir a Chama Imensa.
O vermelho do BENFICA, é um hino de glorificaçao da Vida, tomada como alegria de pertencer a uma família onde ninguém é estranho;
O vermelho do BENFICA, é um doce hino ao calor humano , é uma maravilhosa ode à comunhao de nobres ideais é o canto gregoriano que nos eleva ao patamar dos deuses do Olimpo;.
O vermelho do BENFICA, é o que nos faz amar de tal forma um Clube, que nos transporta, para uma dimensao religiosa, no amor que lhe devotamos.
O vermelho do BENFICA é um cântico aos mais nobres sentimentos humanos, um côro mágico de valor e generosidade.
O BENFICA é ÚNICO.
Por tudo isto, há nisto tudo, duas coisas que me preocupam vivamente;
1- o meu BENFICA.
É preocupaçao diária, quer jogue ou nao. Ao longo de toda uma já longa vida, caminhei lado a lado com este Clube que é razao de muitas inquietaçoes e sobressaltos porque o amo profundamente, e que me dá uma alegria imensa, só pelo facto de eu ser seu fidelíssimo seguidor.
2- o estado a que chegou este triste futebol tuga, minado por um cancro que já espalhpou metásteses, por tudo quanto é futebol, e como se vai percebendo já nao é só o futebol que está contaminado.
Tenta-se, e pela actuaçao do C.D., vai-se conseguir, que o escraboso episódio do túnel dos suínos de braga, premeditado e executado friamente, seja imputado ao BENFICA;
Os nossos Jogadores foram agredidos miserável e cobardemente, e um já foi suspenso dois jogos e prepara-se a "coisa" para serem mais suspensos.
E cirurgicamente.
Reparem bem nos nomes: DI MARIA, JAVI GARCIA, RAMIRES, CARDOZO.
Nao tenho a mínima dúvida que mais agressoes e provocaçoes se sucederao: DAVID LUÍS, COENTRAO, SAVIOLA.
Pelo menos.
E acredito que o 1º lote, será suspenso quando o clube dos envelopes fôr jogar à Catedral.
Isto encaminha-se a passos largos e firmes, para que um dia enviem um ou mais Jogadores do GLORIOSO, para o hospital, quiçá a morgue.
Muito embora o BENFICA tenha feito queixa ao Ministério Público contra desconhecidos, o que importa é o rol de aldabrices do apendiz de mafioso um tal de toni el salvatore.
O Cabrao peidoso, encarregar-se-á de mexer os cordelinhos que fazem dançar os juízes.
E quantos mais operaçoes de empréstimos obrigacionistas, resultado dos prejuízos conscientes ou da ímpar organizaçao, mais ataques irá sofrer o BENFICA, mais mentiras serao apregoadas, pois sabemos que a maneira de desviar atençoes da "máfia portucalensis", é...ladrar contra o BENFICA.
É que conta com as caixas de ressonância que atendem ao assobio, e dao pelo nome de...mérdias.
Acrescentaria mais uma preocupaçao: como resultado da desatrosa subjugaçao ao Pinto Bufeiro, o Esporting, está com a corda ao pescoço.
E é muito bem feito.
Mas, o que me preocupa é a quantidade de ditos e dichotes, anedotas e "gozos" que os Benfiquistas, dedicam a esse clubeco.
Estao a gastar os Benfiquistas, toneladas de cêra com tao ruim defunto.
Nao é por ser o Esporting, estou-me nas tintas.
É por vêr os Benfiquistas a desviarem-se perigosamente do seu Clube.
O mal dos outros nao nos pode servir de consolaçao, nem mais nem menos.
O Esporting afunda-se?
Tudo bem.
Mas tratemos nós do nosso GLORIOSO, pois nao há castigo maior para o segundo maior clube português, o anti-BENFICA, que ver-nos a rumar em direcçao à glòria e ao triunfo, transportados nas asas da imperial Águia.
A minha preocupaçao é o BENFICA, esteja mal o bem, para mim por sinal está sempre bem.