quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A “EXCELÊNCIA” DA GESTÃO DESPORTIVA

1. A boa imprensa do sistema conotado com a corrupção desportiva gosta de, em grandes parangonas, anunciar os gastos do Benfica com a aquisição de jogadores. Costuma publicitar com pompa e circunstância os montantes e a respectiva capacidade futebolística desses jogadores, evidenciando ou pretendendo os lados negativos da gestão.
Sobre a gestão do seu patrono, um silêncio religiosamente guardado sempre que a notícia não interessa, ou uma cantata devota a uma “excelente” gestão que, sabe-se pelo apito dourado, foi realmente excelente na manobra corrupta de todos os agentes decisivos nos resultados desportivos e, depois, no jogo das escondidas que conseguiu manter impunemente com as autoridades encarregues da justiça civil, o que talvez até nem tenha sido das coisas mais difíceis, atendendo ao estado comatoso em que tal justiça se encontra.
Aí, ninguém tem dúvidas.

Já alguém quis colocar reticências à também apregoada “excelência” de um quadro médico-desportivo, quando houve clubes que reprovaram uma transferência por falta de cuidado dentário.
Foi somente um aceno circunscrito, passageiro e envergonhado pelo destoar da consonância reverencial.
Porém, nos gastos e na valia futebolística dos contratados, tudo em silêncio.


2. Pondo em evidência as contratações da presente época desportiva, o Benfica gastou, de facto, cerca de 25 milhões de euro, sendo o grande “bolo” representado por 7,5 milhões com Ramires, 7,0 milhões com Xavi Garcia, 5,0 milhões com Saviola.
O FC Porto, o tal clube da gestão desportiva de excelência gastou mais ou menos os mesmos 25 milhões de euro com as suas aquisições. Recordando-as em espécie, foram 25 milhões em jogadores como Álvaro Pereira, Varela, Orlando Sá, Maicon, Miguel Lopes, Beto, Belluschi, Falcão, Valeri e Prediger.

Compare-se agora a produtividade futebolística das aquisições do Benfica com estas aquisições da “excelência”.
Falcão, o nome que parece ser o mais sonante para a boa imprensa de que falamos, lá vai indo, agora sim, agora não.
Álvaro Pereira também vai jogando porque não há por lá melhor para a posição. E vai ajudando os adversários que agradecem, alguns envergonhados, outros nem tanto.
De Belluschi se teciam também grandes loas mas não se sabe por onde pára. Sabe-se que não anda na vadiagem pelos cabarés e casas de “fruta” porque, então, já teria sido notícia a chamada de atenção da milícia do “papa” condenado, que não costuma ser nada meiga.
Há quem diga que a suposta vedeta não joga por birra do professor Jesualdo. Mas isso são birras, sim, mas de alguns “portistas” desalinhados, ao menos temporariamente, que se vão “passando” com os empates e as derrotas que o seu clube vai sofrendo e com a consequente diferença pontual para o Benfica.


3. O maior e o melhor Estádio do país, com direito a pavilhões de modalidades, piscinas e outros equipamentos, já se encontra quase pago, faltando saldar apenas 28 milhões de euro.

O estádio da gestão de “excelência”, sem pavilhões, sem nada, custando muito menos, naturalmente, de que aquele, ainda deve, pelo menos, 50 milhões de euro, conforme o afirmado por um gestor da respectiva SAD.
Este passivo de 50 milhões, convém não esquecer, não entra no passivo que a dita SAD menciona nas suas contas à CMVM.
Fica mais ou menos no segredo da cúria “papal”.


4. O presidente condenado por corrupção desportiva tentada disse não há muito tempo que o seu adversário era o Braga e não era o Benfica.
A notícia vai sendo confirmada pela sua boa imprensa, através de jornalistas e comentadores desportivos. Veja-se, a título de exemplo, um tal Feio deputado europeu que escreve no recorde. Ainda há dois dias, referindo-se ao seu clube, escreveu textualmente:

«É certo que na Liga se encontra em situação que não permite falhas para que seja possível alcançar o Sp. Braga».

Ainda bem! Assim, podemos ter uma luta interessante pelo segundo lugar, uma vez que o outro satélite de Lisboa luta agora mas é para não descer. A menos que esse deputado também saiba de algo que se interligue com a continuada batota desportiva impune de que já se viu um vergonhoso exemplo no último jogo que o Benfica disputou em Braga.


5. O mesmo presidente fez bem questão de acentuar que não interferiu na recusa de Vilas Boas em treinar o Sporting, acrescentando que não é presidente deste clube para avalizar os treinadores que ele contrata.
Sabe-se por experiência que este “papa” que é capaz de mentir ao próprio Papa, o verdadeiro, quando faz uma negação tão solene, isso só pode significar a confirmação do facto negado.
Mas adiante, porque, se é verdade que ele não foi eleito presidente do Sporting pelos sócios deste clube, é ele que, efectivamente, tem comandado o actual e outros presidentes do seu clube satélite lisboeta.
A negação do cargo de presidente é, por conseguinte, mais uma confirmação do seu contrário.
Não ser presidente, de direito, não o impede de ser presidente, de facto.


6. Para o Sporting também não é mal feito porque, se os seus dirigentes máximos ainda não sabem que o “papa” condenado usou sempre a táctica do eucalipto, já vai sendo tempo de aprenderem.
Que o aprendam à sua custa é apenas um acto de justiça.

Umas facadas pelas costas, todavia, ainda não deram resultado e um presidente a quem foi deixada a mão estendida, com direito a gabarolice pública, telefónica e tudo, pelo autor da “façanha”, vai-se manifestando um autêntico asno e não apenas nesse aspecto.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

REVIVENDO O PASSADO ...




Recordo-me de ti
Desde d’ aurora da minha mocidade,
Nos relatos das rádios dos Domingos à tarde
E tantas foram as vezes em que sorri!

Recordo-me de ti
Da tua raiva prenhe de querer e lealdade
Tão somente engravidada da imensa vontade
De ser o Maior, o Primeiro e o Último que ri!

Recordo-me de ti
Da tua galopada ingente e triunfante
Glorioso, rumo à Glória Eterna da Conquista

A que nos anos sessenta envaidecido assisti
Alma ufana de alegria em cada instante,
Ouvindo falar bem alto Portugal é Benfica!

domingo, 15 de novembro de 2009

PAIXAO BENFIQUISTA

É muito difícil escrever depois de uma oraçao de sapiência do nosso grande GIL Vicente.
E ainda mais difícl, quando tento escrever palavras de agradecimento dirigidas a todos quantos levantaram e mantiveram esta obra ímpar que é o BENFICA.
Verdadeiros heróis, por tudo o que sao e o que representam.
Um sentimento de angustia toma posse dos nossos sentimentos, pois a grande verdade é que nunca seremos suficientemente eloquentes, para expôr o quanto estamos gratos e orgulhosos de pertencer a este Clube, que tantas e tantas vontades transformaram em Religiao.
Religiao que nos une e faz a todos de irmaos, que nos faz perseguir o mais alto da condiçao humana, traduzida em luta leal, vontade férrea, nobreza de sentimentos, humildade respeito e galhardia para com os Adversários
Vivem no mais profundo dos nossos coraçoes, todos os que se foram para sempre, fundindo-se com o Vermelho glorioso das nossas Camisolas, imortalizadas no Ser Benfiquista na voz imortal e inesquecível do saudoso Luís Piçarra, hino milhentas vezes repetido, sempre com a emoçao o carinho e as lágrimas da primeira vez.
Como nao podia deixar de ser, temos como símbolo a Águia.
Dela carregamos a nobreza e a altivez, mas também a dignidade com que entramos em campo e a sensaçao do dever cumprido da homenagem prestada a todos quantos seguem este Clube, traduzidos no suor com que em todos os jogos as Papoilas Saltitantes empapam as Gloriosas Camisolas.
Pertence o BENFICA a todos os Povos e todas as Etnias, a Homens e Mulheres de ideologias diferentes e religioes antagónicas, mas irmanados no BENFICA, com vaidade imensa no seu Emblema, inflamados pela Chama Imensa e Eterna.
Cantam-se com estrofes imortais o valor a abnegaçao a bravura de tantos quantos fizeram deste Clube , mais do que o Maior Clube do Mundo, fizeram deste o Mais Querido Clube do Mundo, que acompanha a diáspora de um Povo, Clube grande de mais para caber num naco de Terra.
É um espectáculo assombroso pela sua grandeza o ora reacendido Inferno da Luz, bem como a peregrinaçao que se realiza, para ver o GLORIOSO fora de portas, numa sede de vitória é certo, mas principalmente pela fé que move montanhas, numa épica confissao de amor ao “único Clube que me faz chorar”.
Cabe pois a todos nós transmitir esta gloriosa gesta, para impedir que vermes que criminosamente querem reescrever a História, com intuitos fácilmente observáveis com intentos criminosamente previsíveis.
Sempre que é desfraldada a Bandeira do Glorioso, é prestada homenagem a todos quantos mereceram a honra de ter como sudário o Manto Sagrado.
Procuremos entao ser merecedores dessa suprema honra.
Contemos pois, ás geraçoes vindouras, o que foi o Benfica.
Assim saberao porque nunca se encontrará uma explicaçao para tanto amor, assim se verao obrigados a transmitir, o testemunho que que nós lhes entregaremos.
Assim terao mais ânimo de contra ventos e marés seguir adiante sem desânimos, antes pelo contrário, fortalecidos por cada revez que terao sempre que acontecer.
É grande o BENFICA, nao cabe nas poucas linhas que escrevo, no pouco talento das minhas palavras.
Por isso mesmo, só o Coraçao consegue entender esta Paixao sem explicaçao.

O PRESIDENTE DAS SURPRESAS … NÃO SURPRESAS!

O futebol português é por demais conhecido para que a seu respeito alguém espere surpresas.
Os estádios vazios, os árbitros incompetentes, ou medrosos, ou fazendo vénias ao sistema e aos donos, ou subornados com cafés, “fruta”, viagens de férias, envelopes, etc, a (in)justiça desportiva, o consequente falseamento da verdade desportiva, tudo contribui para o desencanto do público.

Para além disso, existe um mal endémico na maioria dos treinadores e dos dirigentes dos chamados clubes pequenos. É a cultura do pontito, a cultura do jogar para não perder a sobrepor-se ao jogar para ganhar.
Para isso, estes treinadores e dirigentes de vistas curtas armam autocarros, sempre que a sua equipa joga fora contra os da sua igualha, e comboios quando defrontam um dos chamados grandes.

Não há espectáculo, não há espectadores. Mas, em compensação, há os ordenados em atraso e as insolvências desses clubes.
Na cultura da pobreza futebolística instalada, isso não importa.
Primeiro, o salve-se quem puder para não descer de divisão.
Por vezes, vai-se parar à divisão dos sem retorno.

O Sporting já não constitui surpresa. O seu dirigente mor já não causa surpresa a ninguém, nem sequer aos sportinguistas.
Colocado no oitavo lugar, mais perto da descida do que da aspiração a campeão, o clube e o seu presidente fazem pela vida como os demais que vivem a mesma situação.
Em primeiro lugar, tenta contratar-se o treinador do último classificado e com toda a lógica. Este treinador fora contratado pela Académica para tentar que esta equipa não desça, para a tentar salvar da descida.

Não o conseguiram.
Uns dizem que foi porque o clube corrupto e condenado por tentativa, mais o seu presidente – à sombra de quem o Sporting se colocou há anos para receber as migalhas que pudesse – fizeram abortar a tentativa.
É o tributo da vassalagem.
Outros, talvez até mais próximos da verdade, dizem que o treinador do actual último classificado pensa que será mais fácil salvar este clube da descida do que o Sporting.

Então, Bettencourt, chefe mor do clube sem surpresas, apesar de apregoar que o treinador seria uma “surpresa”, contrata, sem surpresa nenhuma, o treinador que a mais pura lógica do momento sportinguista impunha.
É um treinador que foi “chicoteado psicologicamente” porque estava a colocar em sério risco de salvamento da descida o clube que treinava, mas não importa.
Em tempo de vacas magras e de negas e renegas, quem tem um olho é rei!...
E o Sporting precisa de treinadores de nomeada que, mesmo com o auxílio de todos os autocarros, concordes ou mesmo comboios, quando não conseguem evitar a descida das suas equipas … são “chicoteados psicologicamente”

De facto, Bettencourt escolheu bem.
O que interessa, o que é verdadeiramente necessário no momento é o pontito, é jogar para não perder que o jogar para ganhar já foi chão que deu uvas no reino do leão.

Dizem, e Bettencourt quer ter a fama e o proveito, que o presidente sportinguista é um homem de surpresas.
Talvez com alguma razão.
Bettencourt parece, efectivamente, o presidente das surpresas … sem surpresa!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O CLUBE DOS “TERRORISTAS” E DAS “DIFERENÇAS”



Gabam-se as elites sportinguistas que o têm dominado de que o Sporting é um clube “diferente”. Nascido de viscondes e viscondessas, julga ter no seu ego ainda o sangue azul da sua genética origem.
Não existe, todavia, qualquer razão para que alguém não sportinguista se sinta melindrado com a sua nascença popular, de sangue vermelho.
O Sporting é diferente porque tem gente “nobre” diferente e tem adeptos diferentes. Os exemplos multiplicam-se a cada passo e a cada intervenção pública do dirigente mor do clube gerado em “sangue azul”.

Não se pense, contudo, que este dirigente é parco nas suas opções lexicais. E, se o julgais provinciano na usança de termos saloios, tende em conta que é ainda a diferença clubística que domina o seu palavreado finório.
Bettencourt é o apelido do nosso (deles, sportinguistas) dirigente “diferente”.
Se algo o irrita, irrita-o profundamente, em especial a “intrigalhada” dos pseudo “notáveis” que alimentam ódios de estimação e que não dão paz ao clube.
Uma diferença que Bettencourt fez realçar desde o início do seu consulado.

Como o Sporting é “diferente”, não admira que continue de “cara lavada e com a dignidade intacta”.
E ainda de bolsos vazios e fato surrado, uma diferença não despicienda!
A verdade é que também não me lembra de alguém os ter chamado de sebentos mas, à cautela, fica bem a Bettencourt prevenir, tanto quanto estamos em tempos de “gripalhada” que, soando com “intrigalhada”, pode causar a irritabilidade profunda do descendente ilustre, elevado a chefe mor actual.
Por tudo isto, Bettencourt tem razão quando afirma que “os sportinguistas não se escondem” e podem viver o Sporting de “cabeça erguida”.

Bettencourt acrescenta ainda que a “cara lavada” é “exemplo para outros clubes”, mas aqui já duvidamos.
Não é que em outros clubes nascidos do povo não possa haver bodegões de cara sebosa que se esqueçam de tomar banho!
Mas Bettencourt queria referir-se a outra coisa, como veio a divulgar. Estava a preparar-se para termos mais impudicos aos ouvidos dos senhores “notáveis” da elite sportinguista.
E Bettencourt também quis evidenciar a sua diferença.

Posto isto, Bettencourt por bem achou referir-se aos adeptos, certamente “diferentes”, com os termos de “corno” e “cagança”, termos estes que, para descendentes de viscondes e viscondessas tornam, na realidade, o seu clube diferente.
Só que esta diferença se manifestou com muito mais acuidade no aparecimento dos “terroristas”!
Aí está o clube diferente!
É um clube que, não contente com os troféus dos segundos lugares, quer ter os seus terroristas de estimação.
E tem-nos!

Foi Bettencourt que denunciou a rede “terrorista”.
Pessoas que “são pagas” para provocar o terrorismo, o que não é surpresa nenhuma. Sabemos que os “terroristas” se imolam por um ideal mas que alguém lhes tem de pagar os meios que lhes propiciam o sacrifício.
Pessoas sócias do Sporting, o que também não causa espanto, tão apregoada é a dita diferença.
Pessoas “cretinas e anormais”, mas estes qualificativos igualmente contribuem para o adequado conceito da sua tão querida e apregoada diferença.

Pelas notícias dos jornais, rádios e televisões, soube-se que houve um ataque “terrorista” às instalações de Alvalade, pelo que Bettencourt não mente.
Aliás, Bettencourt é um homem sério, só diz a verdade!
Os sócios e os adeptos sportinguistas é que a desconhecem!
Desconhecem, nomeadamente, de quanto é o passivo consolidado do grupo Sporting!
E é um mero exemplo, segundo se queixam!

Bem, Bettencourt também diz que os “terroristas” estão “identificados” pela polícia!
Que saibamos, isso é bem possível porque esta andou aos tiros, dizem que para o ar, com o intuito de abortar o dito ataque “terrorista”.

Mas a verdade é que o terrorismo de Alvalade tem também a sua diferença.
A polícia não actua e não detém os “terroristas”!
E Bettencourt vê-se obrigado a actuar por sua conta e risco!
Como?!

Após ter presidido e celebrado as devidas exéquias a Paulo Bento, numa cerimónia fúnebre de elevada grandiloquência, parece que o Bin Laden sportinguista resolveu aparecer em tempo real e ameaçar o chefe mor de mais ataques “terroristas” ao Sporting.
Bettencourt, homem de não receber desfeita e dar a outra face, tirou o casaco e vai de crescer para o destemido e ousado chefe do seu “terrorismo”.
Parece, porém, não ter assustado o Bin Laden.
Então, contam, num acesso repentino e medricas, Bettencourt achou por bem agachar-se atrás dos seus seguranças.

Foi capaz de ter tido juízo!
Ademais, “os sportinguistas não se escondem”, apenas se protegem das caganças!
Mas agora, dizem as más-línguas, querem apresentar Bettencourt como um rufia que faz que cresce e desaparece, escondido atrás das saias de uma protecção encomendada e também “paga”!
Diferença de ser sportinguista a quanto obrigas!

Só que Bettencourt não estava satisfeito.
E com razão!
Prometeu que atacava os seus “terroristas”, que os expulsava de sócios!
E a polícia só os identifica!
Bettencourt precisava de acção ou era mais uma das suas promessas a ir pelo cano …
E contrata Sá Pinto!

Desta vez, deve ser-se fiel à verdade, Bettencourt acertou!
De facto, Sá Pinto não é de meias tintas! Para ele, ou vai ou racha!
Quem já se não lembra das lambadas bem pregadas em Artur Jorge porque este teve o desplante de o não convocar para a selecção nacional?
Sá Pinto não precisou de seguranças!
Nem de tirar o casaco!
Enfrentou o touro pelos cornos e … toma lá disto, ó fadista!...

E Rui Jorge, seu colega de equipa e capitão?
Não fosse tão pequenino e medroso, também ele não passava do abanão de Ricardo Sá Pinto!
Não, Rui Jorge preferiu que a camisola se rasgasse!
Depois, já não estranhou o rasganço provocado por Mourinho!

Senhores “terroristas” do Sporting, Bin Laden incluído, tenham muito juizinho a partir de agora!
Com Sá Pinto ao serviço de Bettencourt, este já não precisa de se esconder atrás de seguranças!
Sá Pinto tem provas dadas!

E Bettencourt conseguiu, finalmente, impor a sua diferença!
E tornar o Sporting ainda mais diferente!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

JOÃO CARVALHO, O PAPAGAIO RESSABIADO

João Carvalho foi um dia convidado para ser um membro do conselho fiscal do Benfica. Como não lhe fizeram as vontades, bateu com a porta. Bateu com a porta e tem-se fartado, desde aí, em bater com os dentes no Benfica, numa inconexão de ideias e de pretensões mesquinhas.
Com o seu ressabiado palreio, não há momento consentâneo com a tacanheza e tristimania da sua cançoneta que ele não aproveite. Os jornais do sistema e do anti Benfica dão-lhe espaço consentâneo com seu desafinamento gutural.

João Carvalho é também um Benfiquista que certamente se julga “notável” porque um dia alguém julgou que o Benfica deixaria de ser do povo para se tornar um feudo de um grupo qualquer endeusado por quem desejava o fim da maior instituição desportiva nacional, rainha do povo e da democracia desde a sua centenária fundação.
Como “notável”, foi corrido pelos Benfiquistas e agora, desamparado, vai tugindo e mugindo atoardas desconchavadas, eivadas de ressabiamento pacóvio e mentiroso, apenas com um imaginário intuito de que alguém do Benfica lhe preste atenção.

João Carvalho é mais um daqueles “notáveis” papagaios – felizmente, em vias de extinção – que passaram pelo Benfica e nada fizeram … para além do papagueio natural destinado a sublimar o seu endémico complexo de pequenez.
João Carvalho é mais um dos “notáveis” que, qual velho do Restelo com a pele surrada mas bem enfronhada na estatura meã dos que não têm ideias nem vontade de vencer, se opôs à construção da nova Catedral.
Já então coruscava o seu ego pequenino e catastrófico.
Com João Carvalho e outros papagaios da seita, o Benfica de 2000 estaria em 2009 um Belenenses pequenino para gáudio de Pinto da Costa e de Roquette que acordaram na sua destruição uns anos antes.

Nesta época futebolística, atentas as retumbantes vitórias de um Benfica renascido futebolisticamente, as desafinadas cantorias de João Carvalho não encontravam brecha para poderem ser ouvidas.
Porém, bastou uma derrota em Braga, conquanto seguida de mais vitórias esplendorosas, para que o papagaio tentasse fazer ouvir o seu chilreio no concerto desafinado que é o seu timbre natural. E, se os Benfiquistas não conhecessem bem o seu papagaio, até ficariam admirados com a “oportunidade” do desafinamento.
De facto, João Carvalho até escreve, numa concessão que julga benemérita e compassiva, «a derrota em Braga foi ainda mais dolorosa porque teve o dedo do árbitro…»!

A brecha deu-lhe a oportunidade para palrar sobre as contas da SAD e para fazer a sua cantarola cataclítica.
João Carvalho, desta vez, porém, parece que tentou fazer crer aos Benfiquistas que estava a ser benemerente. Não “acudiu” de imediato com a sua chilreada chinfrineira, como é de seus usos e costumes. Estava à espera de que à derrota de Braga se sucedesse uma “recaída” na Europa e talvez alguma coisa mais que lhe possibilitasse uma réstia de esperança num ambiente Benfiquista mais sorumbático e a preceito.

Que importa a João Carvalho que os resultados da SAD tenham sido um desafio bem calculado e transparente, uma aposta firme e ousada na grandiosidade do Benfica por aqueles que o lançaram no rumo da grandeza que a pequenez mesquinha dos velhos do Restelo, actualmente travestidos de papagaios, não é capaz de ousar?

João Carvalho diz-se economista mas é dos economistas que falam e escrevem muito, tanto quanto de pouco e benéfico são capazes de produzir.
João Carvalho até é bem capaz de ser um Benfiquista não accionista. Mas olhou para os números, apreendeu-os e engoliu-os à sua maneira meã, traduzindo-os e vomitando-os segundo o seu mesquinho desejo.
Nada escreve sobre a enorme valorização do activo futebolístico que mais do que cobre o passivo. Nada escreve sobre os valores que o Benfica já contabilizou com o seu Fundo de Jogadores.
Bem, sobre isto diz alguma coisa mas nada explica, naturalmente! Ou melhor, escreve que esse fundo, «a prazo cerceia a competitividade da SAD»!...
Que competitividade? Competitividade em quê? Competitividade com quê?
Por acaso, João Carvalho nem sequer refere que a SAD é participante no Fundo pelo que, se este tiver resultados positivos, cabe-lhe também a ela uma parte nesses resultados.

Ainda por acaso, João Carvalho cacareja em algum galho que a dívida da nova Catedral, de 160 milhões de euro, aquela dívida contra a qual ele tanto papagueou na sua tacanhez e cantarolice cataclítica, está quase saldada, faltando apenas pagar 28 milhões de euro?
Ou seja, que o Benfica já conseguiu, pelo menos, receitas de mais de 130 milhões de euro e tem o maior, o melhor e o mais moderno Estádio de futebol de Portugal?
Coisa que, face à mediocridade de João Carvalho seria hoje apenas um sonho tão pequenino quanto ele?

João Carvalho é ainda divertido quando fala nas receitas televisivas e, mais uma vez, com as vestes do velho do Restelo pequenino e tacanho, pergunta se «alguém acredita que as anunciadas super-receitas dos direitos televisivos, prometidas a partir de 2013, chegarão para tapar todos os buracos».
Ele não acredita em nada, isso é por demais sabido. Ou melhor, acredita que no seu galho, a chilrear contra os que fazem grande o destino do Benfica, consegue que alguém preste um mínimo de atenção ao seu desafinado e provinciano palreio.

O que torna João Carvalho divertido é o facto de os Benfiquistas saberem que ele fez parte, com os seus correligionários sem rosto, de um suposto movimento que nem às eleições do Benfica teve a coragem de concorrer. Movimento esse que todos os Benfiquistas sabiam – por isso lhe deram a resposta merecida – que estava precisamente ligado e era impelido por um lóbi que pretendia abocanhar esses mesmíssimos direitos televisivos.
João Carvalho não se contenta em ser papagaio!
Também reivindica o papel de bobo da corte dos papagaios sem rosto!

Outros, muito mais apetrechados, académica e profissionalmente, também duvidaram e expuseram as suas reticências, saindo da gestão do Benfica para não perturbar a visão dos audazes e dos grandes. Todavia, como grandes que também são, apesar da divergência, nunca precisaram de papaguear contra o Benfica para se fazerem notados.
E terminaram dando uma lição de humildade e puro Benfiquismo, reconhecendo o erro das suas reticências e a coragem dos audazes que trabalham e produzem e não se ficam no papaguear completamente improdutivo e miserabilista.
Por isso, voltaram ao lugar que lhes está destinado.

João Carvalho é pequenino demais para ter alguma vez a grandeza que estes manifestaram. Contenta-se com o seu fado e vai-se consumindo na sua insignificância canora, sempre que alguém lhe arranja um espaço para debitar a sua rabulice.
E tão pouco se enxerga a si próprio, como facilmente se imagina, que ele chega a ter a ousadia de querer dar lições aos accionistas bancários! Como se a sua pequenez pudesse ser um exemplo para eles!
Com João Carvalho nunca um banqueiro teria sido … banqueiro!

O chilreio de João Carvalho é tão inconsequente e bacoco como as suas conclusões de um “post-scriptum” saloio.
De facto, começando pela tal “derrota mais dolorosa porque teve o dedo do árbitro”, acrescenta que, «para se ser dirigente do Benfica não basta ter dinheiro e para se ser treinador não basta ser milagreiro e saber de tácticas. Também é preciso algo que não se compra na mercearia - educação!».

Quando João Carvalho fala em “educação”, todos os Benfiquistas o compreendem!
João Carvalho fala de cátedra porque tem demonstrado ao longo do seu consulado do ressabiamento toda a “educação” que os Benfiquistas têm comprovado!
E nem é preciso relembrar, neste item, a esmagadora vitória com que eles fizeram eleger os seus dirigentes, acompanhada da esmagadora derrota que infligiram a João Carvalho e aos seus poucos correligionários.

Isto e só isto é que comprovou o que toda a gente sabia e ainda sabe!
Que João Carvalho é um ressabiado papagaio da mediocridade canora quando fala ou escreve do Benfica!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009




HOMENAGEM DO GRANDE ARTISTA BENFIQUISTA JJD
IN "GLORIOSO CANTINHO DO ARTISTA
"