sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O CLUBE DOS “TERRORISTAS” E DAS “DIFERENÇAS”



Gabam-se as elites sportinguistas que o têm dominado de que o Sporting é um clube “diferente”. Nascido de viscondes e viscondessas, julga ter no seu ego ainda o sangue azul da sua genética origem.
Não existe, todavia, qualquer razão para que alguém não sportinguista se sinta melindrado com a sua nascença popular, de sangue vermelho.
O Sporting é diferente porque tem gente “nobre” diferente e tem adeptos diferentes. Os exemplos multiplicam-se a cada passo e a cada intervenção pública do dirigente mor do clube gerado em “sangue azul”.

Não se pense, contudo, que este dirigente é parco nas suas opções lexicais. E, se o julgais provinciano na usança de termos saloios, tende em conta que é ainda a diferença clubística que domina o seu palavreado finório.
Bettencourt é o apelido do nosso (deles, sportinguistas) dirigente “diferente”.
Se algo o irrita, irrita-o profundamente, em especial a “intrigalhada” dos pseudo “notáveis” que alimentam ódios de estimação e que não dão paz ao clube.
Uma diferença que Bettencourt fez realçar desde o início do seu consulado.

Como o Sporting é “diferente”, não admira que continue de “cara lavada e com a dignidade intacta”.
E ainda de bolsos vazios e fato surrado, uma diferença não despicienda!
A verdade é que também não me lembra de alguém os ter chamado de sebentos mas, à cautela, fica bem a Bettencourt prevenir, tanto quanto estamos em tempos de “gripalhada” que, soando com “intrigalhada”, pode causar a irritabilidade profunda do descendente ilustre, elevado a chefe mor actual.
Por tudo isto, Bettencourt tem razão quando afirma que “os sportinguistas não se escondem” e podem viver o Sporting de “cabeça erguida”.

Bettencourt acrescenta ainda que a “cara lavada” é “exemplo para outros clubes”, mas aqui já duvidamos.
Não é que em outros clubes nascidos do povo não possa haver bodegões de cara sebosa que se esqueçam de tomar banho!
Mas Bettencourt queria referir-se a outra coisa, como veio a divulgar. Estava a preparar-se para termos mais impudicos aos ouvidos dos senhores “notáveis” da elite sportinguista.
E Bettencourt também quis evidenciar a sua diferença.

Posto isto, Bettencourt por bem achou referir-se aos adeptos, certamente “diferentes”, com os termos de “corno” e “cagança”, termos estes que, para descendentes de viscondes e viscondessas tornam, na realidade, o seu clube diferente.
Só que esta diferença se manifestou com muito mais acuidade no aparecimento dos “terroristas”!
Aí está o clube diferente!
É um clube que, não contente com os troféus dos segundos lugares, quer ter os seus terroristas de estimação.
E tem-nos!

Foi Bettencourt que denunciou a rede “terrorista”.
Pessoas que “são pagas” para provocar o terrorismo, o que não é surpresa nenhuma. Sabemos que os “terroristas” se imolam por um ideal mas que alguém lhes tem de pagar os meios que lhes propiciam o sacrifício.
Pessoas sócias do Sporting, o que também não causa espanto, tão apregoada é a dita diferença.
Pessoas “cretinas e anormais”, mas estes qualificativos igualmente contribuem para o adequado conceito da sua tão querida e apregoada diferença.

Pelas notícias dos jornais, rádios e televisões, soube-se que houve um ataque “terrorista” às instalações de Alvalade, pelo que Bettencourt não mente.
Aliás, Bettencourt é um homem sério, só diz a verdade!
Os sócios e os adeptos sportinguistas é que a desconhecem!
Desconhecem, nomeadamente, de quanto é o passivo consolidado do grupo Sporting!
E é um mero exemplo, segundo se queixam!

Bem, Bettencourt também diz que os “terroristas” estão “identificados” pela polícia!
Que saibamos, isso é bem possível porque esta andou aos tiros, dizem que para o ar, com o intuito de abortar o dito ataque “terrorista”.

Mas a verdade é que o terrorismo de Alvalade tem também a sua diferença.
A polícia não actua e não detém os “terroristas”!
E Bettencourt vê-se obrigado a actuar por sua conta e risco!
Como?!

Após ter presidido e celebrado as devidas exéquias a Paulo Bento, numa cerimónia fúnebre de elevada grandiloquência, parece que o Bin Laden sportinguista resolveu aparecer em tempo real e ameaçar o chefe mor de mais ataques “terroristas” ao Sporting.
Bettencourt, homem de não receber desfeita e dar a outra face, tirou o casaco e vai de crescer para o destemido e ousado chefe do seu “terrorismo”.
Parece, porém, não ter assustado o Bin Laden.
Então, contam, num acesso repentino e medricas, Bettencourt achou por bem agachar-se atrás dos seus seguranças.

Foi capaz de ter tido juízo!
Ademais, “os sportinguistas não se escondem”, apenas se protegem das caganças!
Mas agora, dizem as más-línguas, querem apresentar Bettencourt como um rufia que faz que cresce e desaparece, escondido atrás das saias de uma protecção encomendada e também “paga”!
Diferença de ser sportinguista a quanto obrigas!

Só que Bettencourt não estava satisfeito.
E com razão!
Prometeu que atacava os seus “terroristas”, que os expulsava de sócios!
E a polícia só os identifica!
Bettencourt precisava de acção ou era mais uma das suas promessas a ir pelo cano …
E contrata Sá Pinto!

Desta vez, deve ser-se fiel à verdade, Bettencourt acertou!
De facto, Sá Pinto não é de meias tintas! Para ele, ou vai ou racha!
Quem já se não lembra das lambadas bem pregadas em Artur Jorge porque este teve o desplante de o não convocar para a selecção nacional?
Sá Pinto não precisou de seguranças!
Nem de tirar o casaco!
Enfrentou o touro pelos cornos e … toma lá disto, ó fadista!...

E Rui Jorge, seu colega de equipa e capitão?
Não fosse tão pequenino e medroso, também ele não passava do abanão de Ricardo Sá Pinto!
Não, Rui Jorge preferiu que a camisola se rasgasse!
Depois, já não estranhou o rasganço provocado por Mourinho!

Senhores “terroristas” do Sporting, Bin Laden incluído, tenham muito juizinho a partir de agora!
Com Sá Pinto ao serviço de Bettencourt, este já não precisa de se esconder atrás de seguranças!
Sá Pinto tem provas dadas!

E Bettencourt conseguiu, finalmente, impor a sua diferença!
E tornar o Sporting ainda mais diferente!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

JOÃO CARVALHO, O PAPAGAIO RESSABIADO

João Carvalho foi um dia convidado para ser um membro do conselho fiscal do Benfica. Como não lhe fizeram as vontades, bateu com a porta. Bateu com a porta e tem-se fartado, desde aí, em bater com os dentes no Benfica, numa inconexão de ideias e de pretensões mesquinhas.
Com o seu ressabiado palreio, não há momento consentâneo com a tacanheza e tristimania da sua cançoneta que ele não aproveite. Os jornais do sistema e do anti Benfica dão-lhe espaço consentâneo com seu desafinamento gutural.

João Carvalho é também um Benfiquista que certamente se julga “notável” porque um dia alguém julgou que o Benfica deixaria de ser do povo para se tornar um feudo de um grupo qualquer endeusado por quem desejava o fim da maior instituição desportiva nacional, rainha do povo e da democracia desde a sua centenária fundação.
Como “notável”, foi corrido pelos Benfiquistas e agora, desamparado, vai tugindo e mugindo atoardas desconchavadas, eivadas de ressabiamento pacóvio e mentiroso, apenas com um imaginário intuito de que alguém do Benfica lhe preste atenção.

João Carvalho é mais um daqueles “notáveis” papagaios – felizmente, em vias de extinção – que passaram pelo Benfica e nada fizeram … para além do papagueio natural destinado a sublimar o seu endémico complexo de pequenez.
João Carvalho é mais um dos “notáveis” que, qual velho do Restelo com a pele surrada mas bem enfronhada na estatura meã dos que não têm ideias nem vontade de vencer, se opôs à construção da nova Catedral.
Já então coruscava o seu ego pequenino e catastrófico.
Com João Carvalho e outros papagaios da seita, o Benfica de 2000 estaria em 2009 um Belenenses pequenino para gáudio de Pinto da Costa e de Roquette que acordaram na sua destruição uns anos antes.

Nesta época futebolística, atentas as retumbantes vitórias de um Benfica renascido futebolisticamente, as desafinadas cantorias de João Carvalho não encontravam brecha para poderem ser ouvidas.
Porém, bastou uma derrota em Braga, conquanto seguida de mais vitórias esplendorosas, para que o papagaio tentasse fazer ouvir o seu chilreio no concerto desafinado que é o seu timbre natural. E, se os Benfiquistas não conhecessem bem o seu papagaio, até ficariam admirados com a “oportunidade” do desafinamento.
De facto, João Carvalho até escreve, numa concessão que julga benemérita e compassiva, «a derrota em Braga foi ainda mais dolorosa porque teve o dedo do árbitro…»!

A brecha deu-lhe a oportunidade para palrar sobre as contas da SAD e para fazer a sua cantarola cataclítica.
João Carvalho, desta vez, porém, parece que tentou fazer crer aos Benfiquistas que estava a ser benemerente. Não “acudiu” de imediato com a sua chilreada chinfrineira, como é de seus usos e costumes. Estava à espera de que à derrota de Braga se sucedesse uma “recaída” na Europa e talvez alguma coisa mais que lhe possibilitasse uma réstia de esperança num ambiente Benfiquista mais sorumbático e a preceito.

Que importa a João Carvalho que os resultados da SAD tenham sido um desafio bem calculado e transparente, uma aposta firme e ousada na grandiosidade do Benfica por aqueles que o lançaram no rumo da grandeza que a pequenez mesquinha dos velhos do Restelo, actualmente travestidos de papagaios, não é capaz de ousar?

João Carvalho diz-se economista mas é dos economistas que falam e escrevem muito, tanto quanto de pouco e benéfico são capazes de produzir.
João Carvalho até é bem capaz de ser um Benfiquista não accionista. Mas olhou para os números, apreendeu-os e engoliu-os à sua maneira meã, traduzindo-os e vomitando-os segundo o seu mesquinho desejo.
Nada escreve sobre a enorme valorização do activo futebolístico que mais do que cobre o passivo. Nada escreve sobre os valores que o Benfica já contabilizou com o seu Fundo de Jogadores.
Bem, sobre isto diz alguma coisa mas nada explica, naturalmente! Ou melhor, escreve que esse fundo, «a prazo cerceia a competitividade da SAD»!...
Que competitividade? Competitividade em quê? Competitividade com quê?
Por acaso, João Carvalho nem sequer refere que a SAD é participante no Fundo pelo que, se este tiver resultados positivos, cabe-lhe também a ela uma parte nesses resultados.

Ainda por acaso, João Carvalho cacareja em algum galho que a dívida da nova Catedral, de 160 milhões de euro, aquela dívida contra a qual ele tanto papagueou na sua tacanhez e cantarolice cataclítica, está quase saldada, faltando apenas pagar 28 milhões de euro?
Ou seja, que o Benfica já conseguiu, pelo menos, receitas de mais de 130 milhões de euro e tem o maior, o melhor e o mais moderno Estádio de futebol de Portugal?
Coisa que, face à mediocridade de João Carvalho seria hoje apenas um sonho tão pequenino quanto ele?

João Carvalho é ainda divertido quando fala nas receitas televisivas e, mais uma vez, com as vestes do velho do Restelo pequenino e tacanho, pergunta se «alguém acredita que as anunciadas super-receitas dos direitos televisivos, prometidas a partir de 2013, chegarão para tapar todos os buracos».
Ele não acredita em nada, isso é por demais sabido. Ou melhor, acredita que no seu galho, a chilrear contra os que fazem grande o destino do Benfica, consegue que alguém preste um mínimo de atenção ao seu desafinado e provinciano palreio.

O que torna João Carvalho divertido é o facto de os Benfiquistas saberem que ele fez parte, com os seus correligionários sem rosto, de um suposto movimento que nem às eleições do Benfica teve a coragem de concorrer. Movimento esse que todos os Benfiquistas sabiam – por isso lhe deram a resposta merecida – que estava precisamente ligado e era impelido por um lóbi que pretendia abocanhar esses mesmíssimos direitos televisivos.
João Carvalho não se contenta em ser papagaio!
Também reivindica o papel de bobo da corte dos papagaios sem rosto!

Outros, muito mais apetrechados, académica e profissionalmente, também duvidaram e expuseram as suas reticências, saindo da gestão do Benfica para não perturbar a visão dos audazes e dos grandes. Todavia, como grandes que também são, apesar da divergência, nunca precisaram de papaguear contra o Benfica para se fazerem notados.
E terminaram dando uma lição de humildade e puro Benfiquismo, reconhecendo o erro das suas reticências e a coragem dos audazes que trabalham e produzem e não se ficam no papaguear completamente improdutivo e miserabilista.
Por isso, voltaram ao lugar que lhes está destinado.

João Carvalho é pequenino demais para ter alguma vez a grandeza que estes manifestaram. Contenta-se com o seu fado e vai-se consumindo na sua insignificância canora, sempre que alguém lhe arranja um espaço para debitar a sua rabulice.
E tão pouco se enxerga a si próprio, como facilmente se imagina, que ele chega a ter a ousadia de querer dar lições aos accionistas bancários! Como se a sua pequenez pudesse ser um exemplo para eles!
Com João Carvalho nunca um banqueiro teria sido … banqueiro!

O chilreio de João Carvalho é tão inconsequente e bacoco como as suas conclusões de um “post-scriptum” saloio.
De facto, começando pela tal “derrota mais dolorosa porque teve o dedo do árbitro”, acrescenta que, «para se ser dirigente do Benfica não basta ter dinheiro e para se ser treinador não basta ser milagreiro e saber de tácticas. Também é preciso algo que não se compra na mercearia - educação!».

Quando João Carvalho fala em “educação”, todos os Benfiquistas o compreendem!
João Carvalho fala de cátedra porque tem demonstrado ao longo do seu consulado do ressabiamento toda a “educação” que os Benfiquistas têm comprovado!
E nem é preciso relembrar, neste item, a esmagadora vitória com que eles fizeram eleger os seus dirigentes, acompanhada da esmagadora derrota que infligiram a João Carvalho e aos seus poucos correligionários.

Isto e só isto é que comprovou o que toda a gente sabia e ainda sabe!
Que João Carvalho é um ressabiado papagaio da mediocridade canora quando fala ou escreve do Benfica!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009




HOMENAGEM DO GRANDE ARTISTA BENFIQUISTA JJD
IN "GLORIOSO CANTINHO DO ARTISTA
"

QUEIRÓS E A PSICOSE RONALDO

A fixação do seleccionador nacional em Cristiano Ronaldo tornou-se numa psicose egocêntrica inteiramente esvaziada de sentido. Uma psicose sem o mínimo fundamento e que só pode comportar danos directos e colaterais para a selecção nacional.

Carlos Queirós é um seleccionador desconcertante, um seleccionador que mais parece possuído de um complexo de inferioridade e que tenta, pelos meios mais estereotipados e subliminares, fazer-se grande e poderoso quando, na realidade, nem é uma coisa nem outra.

Numa publicitária e idiota atitude sem pés nem cabeça, Ronaldo tornou-se na figura central de uma eliminatória, quando toda a gente já sabia, desde há um mês para cá, que ele não poderia participar.
Cristiano Ronaldo tem estado parado e lesionado já há bastante tempo. Por isso, ainda que estivessem sanadas as suas mazelas, ele nunca poderia ser fundamental nos jogos do playoff contra a Bósnia.
De resto, e infelizmente para a selecção nacional e para qualquer seleccionar, competente ou mesmo incompetente, Cristiano Ronaldo, mesmo de boa saúde física, nunca conseguiu ser fundamental em qualquer dos dez jogos de qualificação. Cristiano Ronaldo nunca demonstrou na selecção os seus grandes momentos de forma e a consequente produtividade futebolística que patenteou nos clubes em que jogou.
Deste modo, é um facto praticamente insofismável de que Cristiano Ronaldo nenhumas probabilidades teria de influenciar o andamento de uma equipa sem ritmo nem fôlego.

Mas o seleccionador, não sabemos se com a bênção de Madaíl mas certamente com a bênção do sistema futeboleiro nacional de quem é tão querido, convenceu-se do contrário, sabe-se lá por que motivo.
A maior parte das vezes, a equipa nacional que lhe competia treinar com competência – o que talvez seja pedir demais para este seleccionador – arrastava-se num fado de desconcerto e desalento, sem ritmo nem fôlego, mesmo apetrechada com o “imprescindível” Cristiano Ronaldo.

O que ganha Queirós ao acirrar este braço de ferro com o Real Madrid?
Certamente que, do lado de lá, também nem sempre houve uma atitude transparente e dialogante. Mas Queirós nem sequer ganha em grandeza, se é isso que pretende afirmar porque, ao mesmo tempo, vai expondo na ribalta um complexo de inferioridade que necessita de sublimar.

Queirós perde também, sobremaneira, ao atrair para a Selecção um foco de desestabilização absolutamente dispensável em vésperas de dois jogos decisivos em que a concentração no objectivo fundamental devia ser total e inexpugnável. De facto, como se irão sentir os outros jogadores, chamados ou não à vaga de um Cristiano Ronaldo coxo que, nem quando estava em forma, os fez sossegar com a sua contribuição para os êxitos e para o bom futebol e rendimento de uma equipa como equipa?

Diz Madaíl que Carlos Queirós até trabalha mais nas “observações” do que o seu antecessor. Muita gente, porém, viu nesta afirmação não um elogio ao seleccionador mas uma crítica velada ao aumento dos custos com as tais “observações”.
E Madaíl até é capaz de ter alguma razão porque tantas “observações” tão pouco têm produzido.

Aliás, na falta gritante de pontas de lança nacionais, Queirós sempre se esqueceu, ou fez por esquecer, de que na Turquia joga um avançado português de origem que é um dos melhores marcadores daquele campeonato.
Por outro lado, tais “observações” de pouco lhe têm valido pois ele insiste em seleccionar os médios do Sporting que, com toda esta equipa, se têm arrastado numa demonstração de mau futebol. Coloca-os até à frente de médios como, por exemplo, Ruben Micael.
Jogasse este jogador ou estivesse ele já na “onda” de uma viagem para o FC Porto e certamente que Queirós não se faria de “esquecido”.

Salve-se ao menos, das suas “observações”, o olho que teve para seleccionar Fábio Coentrão.
A não ser que tenha sido, o que é bem possível, somente para tentar cativar os Benfiquistas a irem ao seu Estádio apoiar uma equipa em que o seu “rei” nem sequer é “roque”.

Queirós, com as suas quezílias, nem mesmo se lembrou de que a prioridade e o objectivo da selecção nacional é vencer o playoff e que, para isso, o adversário a ultrapassar é a Bósnia e não o Real Madrid.
Mas Queirós julga que há-de ser glorificado pela defesa da sua egocêntrica psicose de um complexo de inferioridade que até talvez se tenha de admitir perante as duas descabeladas atitudes.

Carlos Queirós é o típico seleccionador do sistema, o seleccionador dos jornais e jornalistas enfeudados ao sistema, o seleccionador que fez regressar tudo à “normalidade”.
E quem tem sofrido dessa “normalidade” é o futebol português, agora a nível da selecção nacional.

Longe vão os tempos em que a selecção nacional brilhava a grande altura. Com futebol, com espectáculo, com golos, com vitórias.
Foi precisamente na época em que foi treinada pelo melhor seleccionador nacional que alguma vez teve, depois dos longínquos tempos de Manuel da Luz Afonso e Otto Glória.

Só que esse seleccionador nacional chamava-se Humberto Coelho, fora uma enorme glória do futebol nacional e internacional … mas era do Benfica!
E o sistema podre do futebol nacional não podia tolerar tal desaforo … e esforçou-se, conseguindo-o, para voltar à mediocridade que é o triste fado onde chapinha enlameado pelos donos desse sistema, o “papa” corrupto condenado e a cumprir pena e os seus agentes, dos quais sobressai Madaíl, o seu dito conselho de "justiça" e a restante canalha que infesta a Federação Portuguesa de Futebol.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O “PROFESSOR” QUE SE SEGUE

O professor Jesualdo é um professor que ora se apresenta com a lição bem “sabida”, ora aparece num desconcerto perigoso para as suas aspirações, não direi “forever” mas, ao menos, durante o tempo que tem contratado com o reino da corrupção.

Nos tempos de lição bem “sabida”, o professor Jesualdo debita as “orações” que o seu ”papado” e séquito mais íntimo lhe ensinaram a debitar. Nessas alturas, quando o FC Porto perde ou empata, os únicos culpados desses males são apenas os árbitros.
O professor Jesualdo não se está a referir, nessas ocasiões, aos árbitros que erraram contra a sua equipa, que isso é tarefa mais difícil do que subir o Evereste.
Está a referir-se, em concreto, aos árbitros que não a ajudaram a ganhar e que, simultaneamente, não ajudaram os seus rivais a perder.

Nestes tempos de desconcerto, temos ouvido um professor Jesualdo algo diferente e, quiçá, mesmo surpreendente. Um professor Jesualdo dessincronizado com a lição do seu patronato “papal”! Um professor Jesualdo que já não culpa os árbitros pelos desaires da sua equipa! Um professor Jesualdo que agora prefere culpar esta sua equipa pelos insucessos, afirmando alto e bom som que a responsabilidade é unicamente dos jogadores que a integram, que foi a sua equipa que não soube entrar em campo para jogar futebol, que não jogou nada, que os seus pupilos não tiveram atitude e discernimento.
E avisa que é a equipa que vai ter de mudar!

A experiência que o futebol nos transmite há muitas dezenas de anos, talvez mesmo uma centena, não é propriamente a de a equipa ter de mudar, quando os resultados são periclitantes. Normalmente, quem passa de bestial a besta, em tais circunstâncias, é o treinador.

Já há, de resto, muita gente ligada ao FC Porto na comunicação social a fazer a cama ao professor Jesualdo.
Esta é a gente que se conhece, porque ela se manifesta. O que vai lá dentro, ainda não se sabe mas, normalmente, reflecte os sintomas comunicacionais.

Miguel Sousa Tavares diz abertamente na sua “nortada” em A Bola que o FC Porto tem a pior equipa dos últimos anos, que está a jogar miseravelmente, que Jesualdo insiste em colocar jogadores assim-assim em detrimento de outros assim-assado.
Miguel Sousa Tavares chega ao sacrilégio de escrever com todas as letras que o Benfica é a melhor equipa a jogar futebol, que o seu futebol encanta e que os seus jogadores respeitam o público e dignificam o espectáculo.

Miguel Sousa Ribeiro em O Jogo segue as pisadas de Sousa Tavares. Este comentador “portista” prefere colocar a pressão sobre o professor Jesualdo através da opção deste da não utilização de Belluschi.
Para Miguel Sousa Ribeiro, o professor Jesualdo mais não tem mostrado do que birras quanto à utilização de certos jogadores em detrimento de outros.

Há outro dado interessante de mudança de discurso do professor Jesualdo que não o ajuda e que torna mais vulnerável a sua posição face aos críticos, em especial os comentadores avençados.
De facto, estes vangloriavam-no de ser um treinador que, em pouco tempo, conseguia fazer a integração de novos jogadores e formar uma verdadeira equipa. No ano transacto, fartaram-se de o elogiar neste aspecto, impulsionados pelo confronto com Quique Flores e chegando ao ponto de fazerem as suas demonstração de sapiência com anos anteriores que o professor Jesualdo passou em Braga.

Mas o professor Jesualdo mudou, também aqui, de discurso. Agora, não se cansa de apregoar que a equipa tem de crescer, que os seus jogadores estão a crescer, que é preciso tempo para fazer a integração dos novos jogadores e o crescimento como equipa.
Agora, a integração de novos jogadores já exige trabalho e tempo, como em todas as equipas.
Agora, o professor Jesualdo já não é um mestre predestinado à prestidigitação, mas um simples treinador mortal igualzinho aos outros.

Os mesmos jornalistas avençados que tanto o endeusaram nessa faceta estão desiludidos e já vão murmurando que «o miserável de uns é o “crescimento” em equipa de outros».
E, contrariando o Professor Jesualdo que disse ter sido a vitória do Marítimo mais demérito do FC Porto do que mérito do adversário, replicam aos que dizem que o F Porto perdeu, afirmando que foi o Marítimo que ganhou.

Mas o que a imprensa e os jornalistas avençados não dizem nem escrevem são os gastos que o FC Porto realizou na compra de reforços para esta época.
Não dizem porque isso seria pôr em causa a dita infalibilidade do “papa” para os bons negócios … mesmo com a ajuda dos (óptimos) “olheiros” do Benfica!
Dizem, por exemplo, que o Benfica gastou cerca de 25 milhões de euros para reforçar a sua equipa com jogadores como Xavi Garcia, Ramires, Saviola.
Escamoteiam, todavia, que o FC Porto gastou os mesmos 25 milhões de euros em jogadores como … Álvaro Pereira, Varela, Orlando Sá, Maicon, Miguel Lopes, Beto, Belluschi, Falcão, Valeri e Prediger!…

O professor Jesualdo está, na verdade, a ficar desconcentrado. A sua equipa está a fazer jogos miseráveis e a perder.
E o professor Jesualdo deixou de ler pela cartilha da casa, a cartilha da corrupção desportiva.
Nessa casa, professor Jesualdo, as derrotas e os empates são sempre culpa dos árbitros, e sabe-o bem.
Por isso, se está a perder o “norte”, comece a pensar noutro futuro mais auspicioso!
O seu “papa” não lhe perdoa!

Também, não há que esperar muito de um professor que se esquece de ser aluno numa casa em que os “bons alunos” da cartilha batoteira é que triunfam.
Não os professores em título que, naquela “universidade” da batotice desportiva e da traulitada nos que desafinam na aprendizagem, não têm título que lhes valha.
É só esperar por novos capítulos …

domingo, 8 de novembro de 2009

PINCELADAS ENCARNADAS

1. Domingos Paciência demonstra claramente ser feito daquela massa que, com alguma forma humanóide, não passa de uma besta que rivaliza e emparelha no seu bestialógico tão desprimoroso e estupidificante com o do seu mentor, o “papa” mentiroso e condenado por batotice desportiva.

Ninguém o ouviu palrar sobre arbitragens acerca dos jogos da sua equipa, enquanto ia ganhando, ganhando os três pontos e os favorecimentos já algo descarados dos árbitros. O seu palratório era dirigido, então, à equipa que o assombra tal como ao seu concubino corrupto. Esse palratório chegou ao embrutecimento de se virar, não contra adversários futebolísticos, mas contra os adeptos do clube dessa equipa, o Sport Lisboa e Benfica, o único grande de Portugal e que o faz ser ainda mais pequenino e pelintra do que já é.
Pirralho do sistema futebolístico mafioso do seu mestre da corrupção desportiva, chegou ao desplante de pretender “assinar decreto” a proibir esses adeptos de acompanhar e apoiar a sua, deles, equipa.

Bastou-lhe, porém, perder os primeiros pontos em Vila do Conde para que o seu desenfreamento nojento se mostrasse em todo o seu esplendor maltrapilho. Antes disso, o seu cabrestão embrutecia-lhe até o olhar e, por isso, não via os largos favores arbitrais com que ia sendo beneficiado, no jogo contra o Sporting, o Belenenses e o Marítimo, jogos que, muito directamente, deram pelo menos mais seis pontos à sua equipa.
Agora, em Guimarães, numa falsa timidez própria dos covardes que não olham de frente mas apenas de esguelha e para o chão – o cabresto assenta-lhe bem, mas tem os seus pesos – vem dizer que «às vezes um erro ajuda a que isso mude completamente um jogo», referindo-se a um fora de jogo que teria sido mal assinalado, e que os jogadores do Vitória de Guimarães perderam muito tempo nas substituições.
Em relação a esta demora, tem mesmo o desplante de a querer comparar com uma pseudo demora de Rui Costa num jogo contra os alemães em que um árbitro deveras domesticado, como os que Domingos conhece da sua filiação mental e psicótica ao reino da corrupção desportiva, mostrou o segundo amarelo e obrigou Portugal a jogar só com 10 jogadores.

Domingos Paciência demonstra bem, mais uma vez, a sua bestialidade. É um falhado e menino birrento a quem o seu “papa” corrupto teve de comprar um dia uma chupeta, julgando-o mais grandinho do que algum dia foi, para o compensar de uma “bola de prata” atribuída a quem a conquistou e não a ele.
Não foi remédio santo para lhe calar a perrice porque ele continua um falhado, até por nunca ter tido projecção internacional e nacional que, por exemplo, Rui Costa e Figo tiveram, uns verdadeiros senhores perante uma besta birrenta.
E isto tem os seus custos a nível psicótico.

E que tal o erro de anular um golo limpo a Luisão?
E que tal a não marcação de uma grande penalidade por mão na bola do seu jogador Evandro?
E que tal a “poupança” do segundo cartão amarelo a João Pereira?
E que tal a demora na entrega da bola para o lançamento de linha lateral que levou Di Maria a ficar furioso?
E que tal as agressões covardes dos seus jogadores, massagistas, covardes ditos de seguranças, junto à entrada do túnel e já neste, à traição, aos jogadores do Benfica?

Agora, no jogo de Guimarães, como os jogadores do Braga já não tinham os jogadores do Benfica para, à traição, demonstrarem bem a sua covardia, quase se agridem uns aos outros. Hugo Viana tem de ser afastado para não dar sopa ao seu colega Vandinho.
Mas o seu olhar pedrado e revirado não engana ninguém! Explica muito bem o que os seus covardes colegas fizeram ao Cardozo!

Se um erro ajuda a mudar completamente um jogo, tantos erros como estes o que é que ajudariam?
Sim, porque o que ajudaram, sabemos nós!
Ajudaram e bem a equipa deste pelintrão a ganhar através dos enormes favores arbitrais de um árbitro irmanado no mesmo sistema corrupto e ajudaram o próprio pelintrão … a olhar para o chão!
Mas aqui nem foi tanto isso, mas sim o cabresto da escola de corrupção desportiva onde formou a sua psicótica mentalidade.

2. O clube que é o ninho da corrupção desportiva em Portugal, já condenada por tentativa, está de novo em “grande” na aplicação da sua táctica da batotice.
Não foi apenas o seu árbitro ponta de lança que actuou na pedreira na jornada transacta!
Está de novo a aplicar a sua costumada e batoteira táctica de aliciar jogadores do clube que vai defrontar, nas vésperas desse encontro, com promessas de contratação.
Desta vez, o escolhido é Djalma, ao que dizem, o melhor avançado do Marítimo.
As entidades que deviam supervisionar a verdade desportiva, assobiam para o ar, como sempre!
Ou talvez tenham aprendido com o paspalho menino birrento e estejam também … a olhar para o chão …

3. Paulo Bento passou uma boa meia dúzia de anos ou mais no Sporting e nunca soube em que clube estava.
Provinciano como é, pertencente à plebe social e não às elites de “sangue azul”, nunca soube sequer “subir” na sua condição social de modo a tentar conseguir tornar-se num “novo-nobre”.
Em termos de azul, compreendeu que ser treinador de um satélite e pau mandado do “azul-corrupção” desportiva, tinha as suas vantagens. Mas nunca percebeu que um plebeu no meio das elites, mesmo estando estas de fato surrado e bolsos vazios, o seu “forever” duraria apenas enquanto ficasse à frente do Benfica, não tanto pelos méritos próprios mas muito mais por deméritos alheios.
Por isso, logo que o Benfica realinhou a sua política desportiva e se apresentou com o esplendor que é o seu por mérito próprio, Paulo Bento estava condenado.

No entanto, nem depois de sair porta fora Paulo Bento aprendeu e, em especial, compreendeu. Não compreendeu porque chorou sozinho, porque berrou tão desacompanhado contra os árbitros.
No fundo, Paulo Bento nunca compreendeu que a endemia sportinguista é genética. Nunca compreendeu que essa endemia assenta precisamente no complexo de inferioridade da gestação do clube dos viscondes falidos contra a pujança igualmente genética do clube do povo.

Julgava que Paulo Bento fosse um pouco mais inteligente ou esperto do que, na realidade, é. De facto, nem depois de observar que o clube quer expulsar os seus “terroristas”, que esses terroristas são aqueles plebeus que servem apenas para pagar quotas, pagar direitos de assistência aos jogos e, de longe em longe – quando os “lordes” do clube falido se lembram de dar uns ares de suposta democracia – depositar uns votos para legitimar o que legitimado já previamente foi pelos mesmos “lordes”.

Paulo Bento nunca sequer soube compreender e copiar a postura do seu director desportivo Barbosa que, esse sim, aprumadinho, vestiu a pele de lorde e preferiu sempre o bico calado, não fosse sair da sua boca o calão plebeu da sua génese que o atirasse porta fora muito a desoras.

Paulo Bento muito menos se apercebeu de que os termos de calão empregues aqui e ali pelo presidente que o desejou “forever” tem valido a este reprimendas públicas, resmungadas umas, altissonantes outras, mas todas elas vindas das “elites” deste clube que sofre da psicose do complexo de inferioridade que é genético e que é bem justificado, aliás.

Não é uma psicose actual, Paulo Bento! É uma psicose centenária!
Ela, sim, é uma psicose “forever”!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

UM ADEUS “FOREVER”?



Bettencourt é o homem dos “forever”.
Começou com Paulo Bento “forever”. Mas Paulo Bento arrastou-se com a equipa para um futebol medíocre e resultados ainda mais medíocres.
Bettencourt manteve Paulo Bento “forever”, culpando “forever” o Benfica e a euforia dos seus adeptos como a causa do acabrunhamento de jogadores e de futebol jogado da sua equipa.

Bettencourt, porém, nem assim conseguiu que a sua equipa espevitasse e que Paulo Bento justificasse o seu “forever”.
E mais, Bettencourt começou a verificar que a culpa “forever” do Benfica já não era assim tão “forever” para os seus sócios e adeptos. Muitos respondiam aos “forever” de Bettencourt com a ausência do estádio. Outros, mais afoitos, respondiam aos “forever” de Bettencourt com enormes assobiadelas a Paulo Bento e à equipa do medíocre futebol. Outros ainda, já ameaçavam invasões dos cativeiros dos “forever”, tendo de ser repelidos ao som do tiroteio da polícia.

Paulo Bento não quis ficar atrás e tornou-se num chorão “forever”. Carpiu, carpiu, numa choradeira em altos brados contras as arbitragens.
Mas verificou que esteve sozinho “forever”. Ninguém lhe acudiu, ninguém o consolou, até que se deve ter apercebido de que os desejos de “forever” se transformaram em “nevermore”.
Por isso, achou por bem não ser o bode expiatório “forever” e começou a culpar os jogadores pelos maus resultados e pelo futebol medíocre.
Era isto tudo que bem lhe parecia, com razão, ser o verdadeiro “forever” da fita.

No meio de tanto “forever” que “nevermore” alcançava resultado, Bettencourt virou-se para os “terroristas”. Agora, os culpados do “nevermore” que impedia o treinador “forever” de apresentar os resultados futebolísticos desejados já eram os próprios sócios.
Bettencourt não é de meias palavras. Os grandes inimigos do “forever” são agora os sportinguistas!

Bettencourt acostumou-nos a coisas estranhas “forever”. Nós pensávamos que os sportinguistas é que eram o próprio clube e não o presidente ou o treinador “forever”. E que era o clube que pagava a este e que Bettencourt quer que passe também a pagar-lhe a ele.
Chamar “terroristas” ao próprio patrão que lhes paga não sabemos se é de boa política, mas Bettencourt conhece as linhas com que se cose.

No meio destes “forever” todos, conquanto os sócios e adeptos desde há muito preferissem suspirar por um “nevermore”, Bettencourt foi abrindo até às escâncaras a porta à saída do treinador “forever”.
Bettencourt teve algum receio, um receio asnal, como se veio a verificar.
Quem sabe se o treinador “forever” ainda vai por aí exigir alguma indemnização que o Sporting “nevermore” poderá pagar, se fosse ele a despedir o seu treinador “forever”?

Receios infundados. O treinador “forever” não quer nem mais um tostão para além do dia em que deixou de trabalhar.
Será que é um treinador tão benemérito que até recusa o subsídio de Natal?
Ou será que não quer andar “forever” no tribunal à espera que o clube do treinador “forever” lhe pague?
Talvez tenha preferido o descanso “forever” do que “nevermore” do recebimento.

Na despedida, pode o treinador “forever” ter uma consolação presidencial!
Ficará “forever” no coração dos sportinguistas!

Também dos que são “terroristas”?
Também no coração dos que tentaram invadir os domínios do clube do presidente do treinador “forever” e que, por isso, andaram às turras com a polícia, obrigando esta a festejar o acontecimento com salvas de tiroteio para o ar?

Bettencourt de novo não se preocupou em esclarecer. Preferiu aqui o “nevermore” ao “forever”!
Fez bem, para variar!

Agora, é um corrupio de elogios!
“Acto de grande elevação e dignidade” dizem uns! Saída com “nobreza” de sempre, dizem outros, “atitude corajosa” para completar o ramalhete, rematam outros ainda!

Foi um grito de alívio colectivo, disfarçado de magnanimidade! Muitos deles até talvez estivessem englobados nos “terroristas” de Bettencourt! E, se não estavam, eram certamente daqueles que bem lá no fundo ruminavam o “nevermore” que contrapunham ao “forever” do presidente.

Quem também se manifestou através de um enorme suspiro de alívio, foram as acções da SAD do clube do treinador “forever”!
Finalmente, puderam emitir bem alto o seu grito do Ipiranga:

«Safa que “nevermore” o treinador “forever” se dispunha a pôr um fim a esta agonia “forever”»!

Atrás de Paulo Bento vieram as demissões de outros responsáveis pelo futebol!
Mas o principal responsável não era o presidente do treinador “forever”?

Ah! Bettencourt é agora o único “forever” naquele clube …
A menos que “os terroristas” engrossem as suas fileiras e comecem a entoar um atroante “nevermore” que ponha igualmente fim ao “forever” do presidente Bettencourt.