quarta-feira, 11 de novembro de 2009

QUEIRÓS E A PSICOSE RONALDO

A fixação do seleccionador nacional em Cristiano Ronaldo tornou-se numa psicose egocêntrica inteiramente esvaziada de sentido. Uma psicose sem o mínimo fundamento e que só pode comportar danos directos e colaterais para a selecção nacional.

Carlos Queirós é um seleccionador desconcertante, um seleccionador que mais parece possuído de um complexo de inferioridade e que tenta, pelos meios mais estereotipados e subliminares, fazer-se grande e poderoso quando, na realidade, nem é uma coisa nem outra.

Numa publicitária e idiota atitude sem pés nem cabeça, Ronaldo tornou-se na figura central de uma eliminatória, quando toda a gente já sabia, desde há um mês para cá, que ele não poderia participar.
Cristiano Ronaldo tem estado parado e lesionado já há bastante tempo. Por isso, ainda que estivessem sanadas as suas mazelas, ele nunca poderia ser fundamental nos jogos do playoff contra a Bósnia.
De resto, e infelizmente para a selecção nacional e para qualquer seleccionar, competente ou mesmo incompetente, Cristiano Ronaldo, mesmo de boa saúde física, nunca conseguiu ser fundamental em qualquer dos dez jogos de qualificação. Cristiano Ronaldo nunca demonstrou na selecção os seus grandes momentos de forma e a consequente produtividade futebolística que patenteou nos clubes em que jogou.
Deste modo, é um facto praticamente insofismável de que Cristiano Ronaldo nenhumas probabilidades teria de influenciar o andamento de uma equipa sem ritmo nem fôlego.

Mas o seleccionador, não sabemos se com a bênção de Madaíl mas certamente com a bênção do sistema futeboleiro nacional de quem é tão querido, convenceu-se do contrário, sabe-se lá por que motivo.
A maior parte das vezes, a equipa nacional que lhe competia treinar com competência – o que talvez seja pedir demais para este seleccionador – arrastava-se num fado de desconcerto e desalento, sem ritmo nem fôlego, mesmo apetrechada com o “imprescindível” Cristiano Ronaldo.

O que ganha Queirós ao acirrar este braço de ferro com o Real Madrid?
Certamente que, do lado de lá, também nem sempre houve uma atitude transparente e dialogante. Mas Queirós nem sequer ganha em grandeza, se é isso que pretende afirmar porque, ao mesmo tempo, vai expondo na ribalta um complexo de inferioridade que necessita de sublimar.

Queirós perde também, sobremaneira, ao atrair para a Selecção um foco de desestabilização absolutamente dispensável em vésperas de dois jogos decisivos em que a concentração no objectivo fundamental devia ser total e inexpugnável. De facto, como se irão sentir os outros jogadores, chamados ou não à vaga de um Cristiano Ronaldo coxo que, nem quando estava em forma, os fez sossegar com a sua contribuição para os êxitos e para o bom futebol e rendimento de uma equipa como equipa?

Diz Madaíl que Carlos Queirós até trabalha mais nas “observações” do que o seu antecessor. Muita gente, porém, viu nesta afirmação não um elogio ao seleccionador mas uma crítica velada ao aumento dos custos com as tais “observações”.
E Madaíl até é capaz de ter alguma razão porque tantas “observações” tão pouco têm produzido.

Aliás, na falta gritante de pontas de lança nacionais, Queirós sempre se esqueceu, ou fez por esquecer, de que na Turquia joga um avançado português de origem que é um dos melhores marcadores daquele campeonato.
Por outro lado, tais “observações” de pouco lhe têm valido pois ele insiste em seleccionar os médios do Sporting que, com toda esta equipa, se têm arrastado numa demonstração de mau futebol. Coloca-os até à frente de médios como, por exemplo, Ruben Micael.
Jogasse este jogador ou estivesse ele já na “onda” de uma viagem para o FC Porto e certamente que Queirós não se faria de “esquecido”.

Salve-se ao menos, das suas “observações”, o olho que teve para seleccionar Fábio Coentrão.
A não ser que tenha sido, o que é bem possível, somente para tentar cativar os Benfiquistas a irem ao seu Estádio apoiar uma equipa em que o seu “rei” nem sequer é “roque”.

Queirós, com as suas quezílias, nem mesmo se lembrou de que a prioridade e o objectivo da selecção nacional é vencer o playoff e que, para isso, o adversário a ultrapassar é a Bósnia e não o Real Madrid.
Mas Queirós julga que há-de ser glorificado pela defesa da sua egocêntrica psicose de um complexo de inferioridade que até talvez se tenha de admitir perante as duas descabeladas atitudes.

Carlos Queirós é o típico seleccionador do sistema, o seleccionador dos jornais e jornalistas enfeudados ao sistema, o seleccionador que fez regressar tudo à “normalidade”.
E quem tem sofrido dessa “normalidade” é o futebol português, agora a nível da selecção nacional.

Longe vão os tempos em que a selecção nacional brilhava a grande altura. Com futebol, com espectáculo, com golos, com vitórias.
Foi precisamente na época em que foi treinada pelo melhor seleccionador nacional que alguma vez teve, depois dos longínquos tempos de Manuel da Luz Afonso e Otto Glória.

Só que esse seleccionador nacional chamava-se Humberto Coelho, fora uma enorme glória do futebol nacional e internacional … mas era do Benfica!
E o sistema podre do futebol nacional não podia tolerar tal desaforo … e esforçou-se, conseguindo-o, para voltar à mediocridade que é o triste fado onde chapinha enlameado pelos donos desse sistema, o “papa” corrupto condenado e a cumprir pena e os seus agentes, dos quais sobressai Madaíl, o seu dito conselho de "justiça" e a restante canalha que infesta a Federação Portuguesa de Futebol.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O “PROFESSOR” QUE SE SEGUE

O professor Jesualdo é um professor que ora se apresenta com a lição bem “sabida”, ora aparece num desconcerto perigoso para as suas aspirações, não direi “forever” mas, ao menos, durante o tempo que tem contratado com o reino da corrupção.

Nos tempos de lição bem “sabida”, o professor Jesualdo debita as “orações” que o seu ”papado” e séquito mais íntimo lhe ensinaram a debitar. Nessas alturas, quando o FC Porto perde ou empata, os únicos culpados desses males são apenas os árbitros.
O professor Jesualdo não se está a referir, nessas ocasiões, aos árbitros que erraram contra a sua equipa, que isso é tarefa mais difícil do que subir o Evereste.
Está a referir-se, em concreto, aos árbitros que não a ajudaram a ganhar e que, simultaneamente, não ajudaram os seus rivais a perder.

Nestes tempos de desconcerto, temos ouvido um professor Jesualdo algo diferente e, quiçá, mesmo surpreendente. Um professor Jesualdo dessincronizado com a lição do seu patronato “papal”! Um professor Jesualdo que já não culpa os árbitros pelos desaires da sua equipa! Um professor Jesualdo que agora prefere culpar esta sua equipa pelos insucessos, afirmando alto e bom som que a responsabilidade é unicamente dos jogadores que a integram, que foi a sua equipa que não soube entrar em campo para jogar futebol, que não jogou nada, que os seus pupilos não tiveram atitude e discernimento.
E avisa que é a equipa que vai ter de mudar!

A experiência que o futebol nos transmite há muitas dezenas de anos, talvez mesmo uma centena, não é propriamente a de a equipa ter de mudar, quando os resultados são periclitantes. Normalmente, quem passa de bestial a besta, em tais circunstâncias, é o treinador.

Já há, de resto, muita gente ligada ao FC Porto na comunicação social a fazer a cama ao professor Jesualdo.
Esta é a gente que se conhece, porque ela se manifesta. O que vai lá dentro, ainda não se sabe mas, normalmente, reflecte os sintomas comunicacionais.

Miguel Sousa Tavares diz abertamente na sua “nortada” em A Bola que o FC Porto tem a pior equipa dos últimos anos, que está a jogar miseravelmente, que Jesualdo insiste em colocar jogadores assim-assim em detrimento de outros assim-assado.
Miguel Sousa Tavares chega ao sacrilégio de escrever com todas as letras que o Benfica é a melhor equipa a jogar futebol, que o seu futebol encanta e que os seus jogadores respeitam o público e dignificam o espectáculo.

Miguel Sousa Ribeiro em O Jogo segue as pisadas de Sousa Tavares. Este comentador “portista” prefere colocar a pressão sobre o professor Jesualdo através da opção deste da não utilização de Belluschi.
Para Miguel Sousa Ribeiro, o professor Jesualdo mais não tem mostrado do que birras quanto à utilização de certos jogadores em detrimento de outros.

Há outro dado interessante de mudança de discurso do professor Jesualdo que não o ajuda e que torna mais vulnerável a sua posição face aos críticos, em especial os comentadores avençados.
De facto, estes vangloriavam-no de ser um treinador que, em pouco tempo, conseguia fazer a integração de novos jogadores e formar uma verdadeira equipa. No ano transacto, fartaram-se de o elogiar neste aspecto, impulsionados pelo confronto com Quique Flores e chegando ao ponto de fazerem as suas demonstração de sapiência com anos anteriores que o professor Jesualdo passou em Braga.

Mas o professor Jesualdo mudou, também aqui, de discurso. Agora, não se cansa de apregoar que a equipa tem de crescer, que os seus jogadores estão a crescer, que é preciso tempo para fazer a integração dos novos jogadores e o crescimento como equipa.
Agora, a integração de novos jogadores já exige trabalho e tempo, como em todas as equipas.
Agora, o professor Jesualdo já não é um mestre predestinado à prestidigitação, mas um simples treinador mortal igualzinho aos outros.

Os mesmos jornalistas avençados que tanto o endeusaram nessa faceta estão desiludidos e já vão murmurando que «o miserável de uns é o “crescimento” em equipa de outros».
E, contrariando o Professor Jesualdo que disse ter sido a vitória do Marítimo mais demérito do FC Porto do que mérito do adversário, replicam aos que dizem que o F Porto perdeu, afirmando que foi o Marítimo que ganhou.

Mas o que a imprensa e os jornalistas avençados não dizem nem escrevem são os gastos que o FC Porto realizou na compra de reforços para esta época.
Não dizem porque isso seria pôr em causa a dita infalibilidade do “papa” para os bons negócios … mesmo com a ajuda dos (óptimos) “olheiros” do Benfica!
Dizem, por exemplo, que o Benfica gastou cerca de 25 milhões de euros para reforçar a sua equipa com jogadores como Xavi Garcia, Ramires, Saviola.
Escamoteiam, todavia, que o FC Porto gastou os mesmos 25 milhões de euros em jogadores como … Álvaro Pereira, Varela, Orlando Sá, Maicon, Miguel Lopes, Beto, Belluschi, Falcão, Valeri e Prediger!…

O professor Jesualdo está, na verdade, a ficar desconcentrado. A sua equipa está a fazer jogos miseráveis e a perder.
E o professor Jesualdo deixou de ler pela cartilha da casa, a cartilha da corrupção desportiva.
Nessa casa, professor Jesualdo, as derrotas e os empates são sempre culpa dos árbitros, e sabe-o bem.
Por isso, se está a perder o “norte”, comece a pensar noutro futuro mais auspicioso!
O seu “papa” não lhe perdoa!

Também, não há que esperar muito de um professor que se esquece de ser aluno numa casa em que os “bons alunos” da cartilha batoteira é que triunfam.
Não os professores em título que, naquela “universidade” da batotice desportiva e da traulitada nos que desafinam na aprendizagem, não têm título que lhes valha.
É só esperar por novos capítulos …

domingo, 8 de novembro de 2009

PINCELADAS ENCARNADAS

1. Domingos Paciência demonstra claramente ser feito daquela massa que, com alguma forma humanóide, não passa de uma besta que rivaliza e emparelha no seu bestialógico tão desprimoroso e estupidificante com o do seu mentor, o “papa” mentiroso e condenado por batotice desportiva.

Ninguém o ouviu palrar sobre arbitragens acerca dos jogos da sua equipa, enquanto ia ganhando, ganhando os três pontos e os favorecimentos já algo descarados dos árbitros. O seu palratório era dirigido, então, à equipa que o assombra tal como ao seu concubino corrupto. Esse palratório chegou ao embrutecimento de se virar, não contra adversários futebolísticos, mas contra os adeptos do clube dessa equipa, o Sport Lisboa e Benfica, o único grande de Portugal e que o faz ser ainda mais pequenino e pelintra do que já é.
Pirralho do sistema futebolístico mafioso do seu mestre da corrupção desportiva, chegou ao desplante de pretender “assinar decreto” a proibir esses adeptos de acompanhar e apoiar a sua, deles, equipa.

Bastou-lhe, porém, perder os primeiros pontos em Vila do Conde para que o seu desenfreamento nojento se mostrasse em todo o seu esplendor maltrapilho. Antes disso, o seu cabrestão embrutecia-lhe até o olhar e, por isso, não via os largos favores arbitrais com que ia sendo beneficiado, no jogo contra o Sporting, o Belenenses e o Marítimo, jogos que, muito directamente, deram pelo menos mais seis pontos à sua equipa.
Agora, em Guimarães, numa falsa timidez própria dos covardes que não olham de frente mas apenas de esguelha e para o chão – o cabresto assenta-lhe bem, mas tem os seus pesos – vem dizer que «às vezes um erro ajuda a que isso mude completamente um jogo», referindo-se a um fora de jogo que teria sido mal assinalado, e que os jogadores do Vitória de Guimarães perderam muito tempo nas substituições.
Em relação a esta demora, tem mesmo o desplante de a querer comparar com uma pseudo demora de Rui Costa num jogo contra os alemães em que um árbitro deveras domesticado, como os que Domingos conhece da sua filiação mental e psicótica ao reino da corrupção desportiva, mostrou o segundo amarelo e obrigou Portugal a jogar só com 10 jogadores.

Domingos Paciência demonstra bem, mais uma vez, a sua bestialidade. É um falhado e menino birrento a quem o seu “papa” corrupto teve de comprar um dia uma chupeta, julgando-o mais grandinho do que algum dia foi, para o compensar de uma “bola de prata” atribuída a quem a conquistou e não a ele.
Não foi remédio santo para lhe calar a perrice porque ele continua um falhado, até por nunca ter tido projecção internacional e nacional que, por exemplo, Rui Costa e Figo tiveram, uns verdadeiros senhores perante uma besta birrenta.
E isto tem os seus custos a nível psicótico.

E que tal o erro de anular um golo limpo a Luisão?
E que tal a não marcação de uma grande penalidade por mão na bola do seu jogador Evandro?
E que tal a “poupança” do segundo cartão amarelo a João Pereira?
E que tal a demora na entrega da bola para o lançamento de linha lateral que levou Di Maria a ficar furioso?
E que tal as agressões covardes dos seus jogadores, massagistas, covardes ditos de seguranças, junto à entrada do túnel e já neste, à traição, aos jogadores do Benfica?

Agora, no jogo de Guimarães, como os jogadores do Braga já não tinham os jogadores do Benfica para, à traição, demonstrarem bem a sua covardia, quase se agridem uns aos outros. Hugo Viana tem de ser afastado para não dar sopa ao seu colega Vandinho.
Mas o seu olhar pedrado e revirado não engana ninguém! Explica muito bem o que os seus covardes colegas fizeram ao Cardozo!

Se um erro ajuda a mudar completamente um jogo, tantos erros como estes o que é que ajudariam?
Sim, porque o que ajudaram, sabemos nós!
Ajudaram e bem a equipa deste pelintrão a ganhar através dos enormes favores arbitrais de um árbitro irmanado no mesmo sistema corrupto e ajudaram o próprio pelintrão … a olhar para o chão!
Mas aqui nem foi tanto isso, mas sim o cabresto da escola de corrupção desportiva onde formou a sua psicótica mentalidade.

2. O clube que é o ninho da corrupção desportiva em Portugal, já condenada por tentativa, está de novo em “grande” na aplicação da sua táctica da batotice.
Não foi apenas o seu árbitro ponta de lança que actuou na pedreira na jornada transacta!
Está de novo a aplicar a sua costumada e batoteira táctica de aliciar jogadores do clube que vai defrontar, nas vésperas desse encontro, com promessas de contratação.
Desta vez, o escolhido é Djalma, ao que dizem, o melhor avançado do Marítimo.
As entidades que deviam supervisionar a verdade desportiva, assobiam para o ar, como sempre!
Ou talvez tenham aprendido com o paspalho menino birrento e estejam também … a olhar para o chão …

3. Paulo Bento passou uma boa meia dúzia de anos ou mais no Sporting e nunca soube em que clube estava.
Provinciano como é, pertencente à plebe social e não às elites de “sangue azul”, nunca soube sequer “subir” na sua condição social de modo a tentar conseguir tornar-se num “novo-nobre”.
Em termos de azul, compreendeu que ser treinador de um satélite e pau mandado do “azul-corrupção” desportiva, tinha as suas vantagens. Mas nunca percebeu que um plebeu no meio das elites, mesmo estando estas de fato surrado e bolsos vazios, o seu “forever” duraria apenas enquanto ficasse à frente do Benfica, não tanto pelos méritos próprios mas muito mais por deméritos alheios.
Por isso, logo que o Benfica realinhou a sua política desportiva e se apresentou com o esplendor que é o seu por mérito próprio, Paulo Bento estava condenado.

No entanto, nem depois de sair porta fora Paulo Bento aprendeu e, em especial, compreendeu. Não compreendeu porque chorou sozinho, porque berrou tão desacompanhado contra os árbitros.
No fundo, Paulo Bento nunca compreendeu que a endemia sportinguista é genética. Nunca compreendeu que essa endemia assenta precisamente no complexo de inferioridade da gestação do clube dos viscondes falidos contra a pujança igualmente genética do clube do povo.

Julgava que Paulo Bento fosse um pouco mais inteligente ou esperto do que, na realidade, é. De facto, nem depois de observar que o clube quer expulsar os seus “terroristas”, que esses terroristas são aqueles plebeus que servem apenas para pagar quotas, pagar direitos de assistência aos jogos e, de longe em longe – quando os “lordes” do clube falido se lembram de dar uns ares de suposta democracia – depositar uns votos para legitimar o que legitimado já previamente foi pelos mesmos “lordes”.

Paulo Bento nunca sequer soube compreender e copiar a postura do seu director desportivo Barbosa que, esse sim, aprumadinho, vestiu a pele de lorde e preferiu sempre o bico calado, não fosse sair da sua boca o calão plebeu da sua génese que o atirasse porta fora muito a desoras.

Paulo Bento muito menos se apercebeu de que os termos de calão empregues aqui e ali pelo presidente que o desejou “forever” tem valido a este reprimendas públicas, resmungadas umas, altissonantes outras, mas todas elas vindas das “elites” deste clube que sofre da psicose do complexo de inferioridade que é genético e que é bem justificado, aliás.

Não é uma psicose actual, Paulo Bento! É uma psicose centenária!
Ela, sim, é uma psicose “forever”!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

UM ADEUS “FOREVER”?



Bettencourt é o homem dos “forever”.
Começou com Paulo Bento “forever”. Mas Paulo Bento arrastou-se com a equipa para um futebol medíocre e resultados ainda mais medíocres.
Bettencourt manteve Paulo Bento “forever”, culpando “forever” o Benfica e a euforia dos seus adeptos como a causa do acabrunhamento de jogadores e de futebol jogado da sua equipa.

Bettencourt, porém, nem assim conseguiu que a sua equipa espevitasse e que Paulo Bento justificasse o seu “forever”.
E mais, Bettencourt começou a verificar que a culpa “forever” do Benfica já não era assim tão “forever” para os seus sócios e adeptos. Muitos respondiam aos “forever” de Bettencourt com a ausência do estádio. Outros, mais afoitos, respondiam aos “forever” de Bettencourt com enormes assobiadelas a Paulo Bento e à equipa do medíocre futebol. Outros ainda, já ameaçavam invasões dos cativeiros dos “forever”, tendo de ser repelidos ao som do tiroteio da polícia.

Paulo Bento não quis ficar atrás e tornou-se num chorão “forever”. Carpiu, carpiu, numa choradeira em altos brados contras as arbitragens.
Mas verificou que esteve sozinho “forever”. Ninguém lhe acudiu, ninguém o consolou, até que se deve ter apercebido de que os desejos de “forever” se transformaram em “nevermore”.
Por isso, achou por bem não ser o bode expiatório “forever” e começou a culpar os jogadores pelos maus resultados e pelo futebol medíocre.
Era isto tudo que bem lhe parecia, com razão, ser o verdadeiro “forever” da fita.

No meio de tanto “forever” que “nevermore” alcançava resultado, Bettencourt virou-se para os “terroristas”. Agora, os culpados do “nevermore” que impedia o treinador “forever” de apresentar os resultados futebolísticos desejados já eram os próprios sócios.
Bettencourt não é de meias palavras. Os grandes inimigos do “forever” são agora os sportinguistas!

Bettencourt acostumou-nos a coisas estranhas “forever”. Nós pensávamos que os sportinguistas é que eram o próprio clube e não o presidente ou o treinador “forever”. E que era o clube que pagava a este e que Bettencourt quer que passe também a pagar-lhe a ele.
Chamar “terroristas” ao próprio patrão que lhes paga não sabemos se é de boa política, mas Bettencourt conhece as linhas com que se cose.

No meio destes “forever” todos, conquanto os sócios e adeptos desde há muito preferissem suspirar por um “nevermore”, Bettencourt foi abrindo até às escâncaras a porta à saída do treinador “forever”.
Bettencourt teve algum receio, um receio asnal, como se veio a verificar.
Quem sabe se o treinador “forever” ainda vai por aí exigir alguma indemnização que o Sporting “nevermore” poderá pagar, se fosse ele a despedir o seu treinador “forever”?

Receios infundados. O treinador “forever” não quer nem mais um tostão para além do dia em que deixou de trabalhar.
Será que é um treinador tão benemérito que até recusa o subsídio de Natal?
Ou será que não quer andar “forever” no tribunal à espera que o clube do treinador “forever” lhe pague?
Talvez tenha preferido o descanso “forever” do que “nevermore” do recebimento.

Na despedida, pode o treinador “forever” ter uma consolação presidencial!
Ficará “forever” no coração dos sportinguistas!

Também dos que são “terroristas”?
Também no coração dos que tentaram invadir os domínios do clube do presidente do treinador “forever” e que, por isso, andaram às turras com a polícia, obrigando esta a festejar o acontecimento com salvas de tiroteio para o ar?

Bettencourt de novo não se preocupou em esclarecer. Preferiu aqui o “nevermore” ao “forever”!
Fez bem, para variar!

Agora, é um corrupio de elogios!
“Acto de grande elevação e dignidade” dizem uns! Saída com “nobreza” de sempre, dizem outros, “atitude corajosa” para completar o ramalhete, rematam outros ainda!

Foi um grito de alívio colectivo, disfarçado de magnanimidade! Muitos deles até talvez estivessem englobados nos “terroristas” de Bettencourt! E, se não estavam, eram certamente daqueles que bem lá no fundo ruminavam o “nevermore” que contrapunham ao “forever” do presidente.

Quem também se manifestou através de um enorme suspiro de alívio, foram as acções da SAD do clube do treinador “forever”!
Finalmente, puderam emitir bem alto o seu grito do Ipiranga:

«Safa que “nevermore” o treinador “forever” se dispunha a pôr um fim a esta agonia “forever”»!

Atrás de Paulo Bento vieram as demissões de outros responsáveis pelo futebol!
Mas o principal responsável não era o presidente do treinador “forever”?

Ah! Bettencourt é agora o único “forever” naquele clube …
A menos que “os terroristas” engrossem as suas fileiras e comecem a entoar um atroante “nevermore” que ponha igualmente fim ao “forever” do presidente Bettencourt.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O NOVO “ABORTO” DO CONSELHO DE JUSTIÇA

O acórdão que decidiu sobre os distúrbios ocorridos no jogo de juniores na academia de Alcochete entre Sporting e Benfica é, com todo o respeito e salvo melhor opinião, um autêntico nojo jurídico. Um nojo jurídico, não apenas na forma como a lei é pretensamente aplicada, mas ainda na tendência sibilina, e nem por isso menos perceptível, de uma parcialidade gritante a favor de um dos contendores, a qual se começou a desenhar logo desde o seu início.
Acresce que o acórdão é confuso de princípio ao fim na explanação das suas ideias, é repetitivo, altera matéria de facto dada como provada mesmo pelo próprio instrutor em primeira instância, sem possibilitar aos interveniente que se pronunciem sobre ela – desrespeito completo pelo contraditório – e interpretando e aproveitando a seu bel-prazer depoimentos de testemunhas que ele próprio, acórdão, considera idóneas, relevantes, imparciais, porque presenciaram «os acontecimentos e com total independência face às ora recorrentes, nomeadamente por força da natureza das funções que desempenham».
Para completar esta miséria de acórdão, aplica-se lei inexistente à data da ocorrência dos factos!
Tudo isto ao arrepio dos mais elementares princípios do Direito!

O acórdão começa logo por elogiar a organização do encontro de futebol, apelidando-a inclusive de «elevada organização». Para esta «elevada organização» contribuiu, segundo o acórdão, o «estacionamento próprio para os adeptos de cada uma das recorrentes e a definição clara das bancadas em que ficariam instalados»!
Como se isto fosse o bastante para classificar este evento de «elevada organização»! Como se esta não devesse ter fundamentalmente em conta a segurança dos adeptos e dos intervenientes activos na disputa futebolística!
Os factos provaram-no com toda a evidência, aquela evidência que o acórdão bastas vezes diz estar demonstrada … apenas para o que lhe convém, ou seja, de modo naturalmente selectivo.
Tanto assim foi que pessoas importantes e com elevada experiência em organização deste tipo de eventos sempre se pronunciaram, antes do encontro, pelas más condições de segurança que o recinto oferecia e que este jogo decisivo na atribuição de um título nacional, dadas as suas características próprias, devia ser disputado noutro recinto muito mais adequado.

O acórdão conclui mesmo “a priori” que a interrupção do encontro e a impossibilidade de o reatar se ficou a dever à invasão do terreno de jogo por parte dos Adeptos do SCP «numa tentativa de fuga das agressões desferidas pelos adeptos» do Benfica.
Ou seja, o acórdão começa logo por colocar toda a responsabilidade nos adeptos do Benfica e, como escreve, baseado nos tais depoimentos das «testemunhas idóneas, relevantes, imparciais, porque presenciaram os acontecimentos e com total independência face às ora recorrentes, nomeadamente por força da natureza das funções que desempenham».
Os adeptos do Benfica são considerados os únicos agressores e os únicos causadores de os adeptos do Sporting invadirem o terreno de jogo e provocarem a interrupção da partida.

Para chegar a esta conclusão, a uma conclusão em que separa claramente os “agressores” e os “agredidos”, o acórdão apoia-se em meros indícios circunstanciais e no diz-se, diz-se que o Direito não aceita como meio de prova, despreza ostensivamente prova que considera assente, aditando ainda como “prova” meros indícios, sem justificar ou ter a mínima preocupação de justificar, em lado algum, a causalidade adequada entre tais indícios e a querida violação dos normativos regulamentares em causa.
Isto é, o acórdão acolhe esses indícios, transforma-os em prova, apesar de escrever:

«Mas ainda que se possa entender que tais acontecimentos não passam de meros indícios, dúvidas não subsistem quanto à responsabilidade dos adeptos da recorrente, (Benfica), cujo comportamento esteve directa e unicamente na origem da interrupção do encontro».

Ou seja, nem sequer importa que o acórdão reconheça que sejam meros indícios. Apesar de meros indícios, os conselheiros “não têm dúvidas”!
Os meros indícios, assim reconhecidos pelos próprios julgadores, não os impedem de os transformar em certezas absolutas numa descarada desvergonha que envergonha os verdadeiros e sábios julgadores.

Mas há mais! Ao interpretar os depoimentos das testemunhas de maneira enviesada, sempre na prossecução do mesmo objectivo, o acórdão refere repetidamente também que o comandante da GNR disse «que tal grupo de adeptos terá conseguido fazer entrar na Academia uma tocha”e que terá ouvido um elemento desse mesmo grupo dizer “nós viemos aqui para acabar com isto”».
Nas palavras escritas do acórdão, o comandante da GNR empregou a palavra “terá” a qual revela tantas “certezas” da sua parte como as que todos nós temos que não presenciámos os acontecimentos!
Mas os senhores conselheiros julgadores não tiveram dúvidas, só tiveram certezas! Tanto assim que acharam por bem aditar mais alguns factos que afirmaram “provados”, de modo a poder atingir o seu objectivo. Desses, destacamos o que alinhavou sobre a alínea g)

«Um dos elementos desse mesmo grupo de adeptos do (clube/SAD b - Benfica) afirmou “nós viemos aqui para acabar com isto”».

Do “terá ouvido”, que foi testemunhado pelo comandante da GNR, passaram os senhores conselheiros, sem a mínima impudicícia, para o “afirmou”!
Um "silogismo" da mais “pura sabedoria” do julgado “in casu”!

A monstruosidade jurídica é tão desaforada que o acórdão não dá o mínimo relevo ao também testemunhado pelo comandante da GNR e igualmente dado como provado. E é nesse desaforo que está o cerne da questão. É na matéria considerada provada no nº 21 do acórdão recorrido, proferido pela CD, o qual relata “ipsis verbis”:

«21. Quando os adeptos do (clube/SAD b - Benfica) passaram por trás de uma das bancadas onde estavam adeptos do (clube/SAD a - Sporting), voltaram a acontecer situações de insultos e os primeiros apedrejamentos simultâneos entre adeptos».

Ora, “primeiros apedrejamentos simultâneos” significa de forma cristalina para toda a gente que os primeiros apedrejamentos das claques se verificaram … “ao mesmo tempo”!
Por isso, ninguém de boa fé pode afirmar que, no caso, houve agressores de um lado e agredidos do outro!
O que houve, face à prova dada como provada, foi “agressores simultâneos e simultaneamente agredidos”!
O facto de uma das claques depois se tentar refugiar num determinado lugar – no caso, o recinto do jogo porque, precisamente, o local do encontro não dispunha de meios de segurança adequados ao evento, o que é uma boa prova da tal “elevada organização que rodeou o encontro” – é aleatório, é o local que essa claque considerou ser o mais adequado para prosseguir a batalha e, ao mesmo tempo, dela se defender.
Mas a responsabilidade por esses acontecimentos – e isto é que é relevante face à prova produzida e dada como assente – é de ambas as claques, uma vez que os “primeiros apedrejamentos entre adeptos foram simultâneos”. Isto é, ao contrário do que julga o acórdão, contra a prova que julgou assente, a responsabilidade pelo começo das hostilidades e suas consequências é das duas claques porque elas iniciaram “simultaneamente” a guerra.

Por tudo o que já se expôs, esta decisão é uma autêntica nojeira jurídica, um aborto jurídico dado à luz, tardia e miseravelmente.
Houve uma interpretação e um desprezo ilegalmente discricionário por matéria factual dada como provada para que o acórdão complete e dê vida ao seu monstro jurídico.

Este órgão dito de “justiça” desportiva já teve recentemente um presidente que, também desavergonhadamente, tentou eliminar conselheiros para conseguir o acórdão que pretendia!
Desta vez, “eliminou-se” matéria de facto que se dá como provada para que a decisão final pudesse corresponder igualmente ao objectivo pretendido.

E vêm estas “madalenas arrependidas” tentar dar uma lição de bom senso e de justiça, ao pretender censurar a FPF com a seguinte frase:

« … não se pode deixar de questionar por que não foram as ora recorrentes instadas, pela entidade organizadora (FPF) a repetir o jogo, impedindo, assim, que um campeonato, como o que está causa, pudesse ser decidido na “secretaria”».

Quem decidiu o campeonato na secretaria foi apenas este acórdão do CJ. No campo desportivo, o Benfica estava à frente, tinha conquistado mais pontos nos relvados do que o seu adversário, ele, sim, agora promovido secretarialmente!

Madaíl sentiu o “toque” e desculpou-se com os regulamentos que obrigam à instauração de um inquérito.
Das duas, uma. Uma destas entidades com responsabilidades acrescidas, FPF ou CJ, não sabe o que diz, o que escreve e o que julga, o que não causa admiração a ninguém!
E, perante isso, já nem vale a pena referir a gravidade de uma situação deste género!
O futebol português está por demais mergulhado nestas trapalhadas e já não estranha!
Por isso, continua enlameado na porcaria!

PORCA MISÉRIA

Como dee sempre, eu costumo dar a volta, para ver a outra face do espelho.
Anda a Naçao Benfiquista indignada, e com toda a razao.
Durante pero de 30 anos, o Mafioso Bufinhas, mexe os cordelinhos do futebol, da justiça e dos jornaleiros.
Verdadeiro "expert" na dominaçao de dirigentes desportivos, e nós Benfiquistas já tivemos essa experiência com um tal de Damásio, a verdade é que domina tudo e todos, menos o BENFICA.
Daí o seu ódio visceral, ou será que de tanto querer ao BENFICA o persegue? O homúnculo, adormece, acorda a pensar no BENFICA.
É caso para dizer que os extremos se tocam.
Adiante.
Bufinhas, como é carinhosamente tratado nos bares de alterne da Cedofeita, traçou como rumo diversas espertezas, devidamente propangandeadas por vermes a que pomposamente se chamam de jornalistas, valorizar tudo em que ponha a mao, excepto a fábrica de electrodemésticos que geria e que a levou à falência.
Ele é a melhor organizaçao do País, ele é a melhor equipa do País, ele é o melhor treinador do País, sao os melhores jogadores que com uma publicidade enganosa depois vende por milhoes, e que basta jogarem uma época nos tansos que os compraram para estarem mortinhos da silva por os despacharem.
Modelos de gestao ímpar, "desviam" jogadores do BENFICA, para se auto-satisfazerem, como quem se masturba, mas a realidade nua e crua é que pagam exorbitâncias por jogadores pretendidos pelo BENFICA, que depois vai buscar óptimas alternativas (Ramires é o último exemplo), e depois há que despachá-los que nao há dinheiro que chegue.
Nesta estratégica necessidade, todos colaboram, ou sao obrigados a colaborar.
O último palhaço que a isso se prestou foi o Toni Salvatore, mafioso de Braga.
Da porca encenaçao montada na pedreira ressalta um facto que, nem é preciso ser-se inteligente.
Até um cego "veria" isso:
- Di Maria tem uma atitude perfeitamente normal, poe a bola fora ao apito do super cabrao para o intervalo, rasteira e com pouca força e desviada do banco dos submissos de braga,e cuspiu como milhoes de vezes acontece, nem sequer ostensivamente, apenas o normal.
O Di Maria entra no túnel e calmamente vai para a cabina.
E quem é agredido no intuito de que responda para ser expulso?
Cirurgicamente, Cardozo, Ramires Javi.
No caso do Tacuara Cardozo, que nem respondeu, por isso só foi expulso dentro do túnel onde nao havia câmaras para testemunhar uma possível reacçao do bom do Cardozo.
Já toda a gente viu, andrades incluidos, que este ano o clube dos envelopes nao vale um peido.
E que pelo dobro do que o que o BENFICA pagaria, "desviou" o Balcao(está sempre no banco nao está?).
Há que valorizar este Balcao, para o vender.
E por isso esta farsa, que é pôr Tacuara Cardozo de castigo para nao ser o melhor marcador da Liga da vergonha, e pôr o Balcao como melhor marcador, para o puderem vender, pois caro está ele.
E o gôzo que dá, o mais caro de todos, o Cebola nao há meio de o venderem.
Simples.
Até há bem pouco tempo, um dos argumentos dos vermes jornalistas, era que o Porko ganhava porque sabia menter refer^ncias que transmitiam a místiva e blá blá blá blá.
Eram os tempos aureoas dos trogloditas jorge bosta, andré larila, e paulinho chupa a palhinha.
E agora que nenhum jogador lá fica mais de uma época (Xixichocho foram meses) qual é o argumento?
E pior, o BENFICA com uma belíssima Equipa aguenta as suas jóias.
Silêncio total e absoluto.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O BEIJO DE JUDAS

Um dia isto teria que acontecer: o meu BENFICA, perder.
Nada de mais, nao morreu niniguém, aliás o Desporto como manifestaçao lúdica, como campo de disputa leal, é um hino à vida.
Mas e há sempre um mas, o BENFICA em braga nao perdeu; saiu isso sim mais engrandecido, saiu mais reforçado, saiu vencedor.
Desde há algum tempo, que isto vinha sendo anunciado. O simples facto de um tal de vítor pereira, nao passar cartao às tropas, e pura e simplesmente nomear quem muito bem quer, para onde quer, como e quando quer, outorga-lhe um poder imenso no campo da arbitragem.
Este tenebroso personagem, nas catacumbas da sua desonestidade, manobra e manipula os jogos de futebol.
Esta execrável pessoa, qual vampiro que joga na penumbra da desonestidade, suga o esforço de gente honesta, corrompe o fenómeno social que é o futebol, mina o esforço de quem com tanto esforço, procura honestamente, andar de cara levantada.
Para V´tor Pereira, nao há que jogar com armas iguais, tudo vale no ataque ao BENFICA.
Tem em mao marionetes que gostosamente se deixam manipular, tal como ele cumpriu nos tenebrosos anos em que se auto-intitulou árbitro de futebol, os desígnios do poder da "pronuncía do norte".
Sabe muitissimo bem, vítor pereira quem é o sr. soiza.
Este soiza, é um verme.
Ex-membro dos super dragoes nutre um ódio visceral pelo GLORIOSO, sem se saber muito bem porquê, a nao ser talvez, por ter nascido primeiro com os pés e possivelmente engoliu grande parte da placenta.
Alguém telefonou 36 vezes ao sr.soiza, atendeu duas, a última das quais para dizer " eu quero que o BENFICA se foda, por mim deveria ter levado cinco.
Assim mesmo, sem mais.
Aqui se percebe, o porquê de ter sido nomeado o melhor árbitro em Portugal.
A manobra é apenas uma "reprise", do ano passado: trofense, e logo a seguir nacional.
Do anti-jogo com o marítimo compenaltis perdoados, e que os avençados enalteceram como uma vitória da táctica o postar um autocarro de três andares na área, até ao que se passou no sábado em braga, tem sido efectivamente um "fartar vilanagem".
Tudo se foi preparando com uma minúcia digna da Camorra, inclusivé o beijo de Judas.
O beijo de Judas?
Sim.
antónio salvador foi receber o Presidente do BENFICA ao Vermelhao, num gesto de falsa cortesia.
E pasme-se, Luís Filipe Vieira deixou-se levar.
Viu o jogo ao lado de antónio salvador, foi vexado e com isso arrastou o BENFICA.
Se Luís Filipe Vieira, pensa que sendo um cordeiro, têm mais consideraçao por ele e vao ser justos com o BENFICA, desengane-se, pois os outros sao lobos.
E o que Luis Filipe Vieira está a permitir é que os lobos guardem os cordeiros.
Mas nao só o Presidente deu um belo tiro no pé.
Se bem se recoradam, o ano passado por um golo fora de jogo de David Luís, houve um sr. que Pôs a boca no trombone, que assim só ganharia aos grandes na playstation e mais enormidades.
Por sinal oito dias depois, foi escandalosamente roubado contra o clube dos envelopes e nem tugiu nem mugiu.
E este ano?
Calma e cordialmente foi cumprimentar domingos paciência, numa comovente prova de boa educaçao, (só faltou o beijo hollyoodesco), e da playstation nem sinal.
Nao se passou nada, o futebol português, é um oásis de paz, honestidade e santidade.
"Deo gratias" por estarmos em Portugal.
Reagiu e muito bem o BENFICA, enviando a batalha campal da pedreira ao Ministério Público.
Mas isso é a terça parte do que deve ser feito.
A outra é o corte imediato de relaçoes com o s.c. de braga.
Finalmente a outra, é em Março, quando mossoró e ney vierem à Catedral.