domingo, 25 de outubro de 2009

PACIÊNCIA … SALVADOR … E O JORNALISMO MEDÍOCRE

Paciência continua a sua representação grotesca de bobo da corte do reino da corrupção desportiva condenada na forma tentada. É o triste fado que está guardado e resguardado para os imbecis que julgam ser alguém, não por imporem os seus méritos, de que até eles desconfiam, mas por lamberem bem as botas dos seus senhores.
Aqui há pouco tempo, para lembrar que também faz por existir – como comediante do burlesco, naturalmente – vomitava contra a euforia e o entusiasmo dos adeptos do Benfica. Numa palração desconjuntada, dizia que a “arbitragem sente a pressão dos estádios cheios de benfiquistas, deixando-se influenciar pelos futebolistas que tentam arranjar faltas”.
Paciência, na sua palurdice, também é dos que consideram que os Benfiquistas estão proibidos de estar eufóricos com a sua equipa, proibidos de a acompanhar seja a que estádio for, enfim, de assistir aos seus desafios de excelente futebol.

Mas Paciência é assim! Na sua bobice, está sempre a olhar para o chão quando a equipa que treina é beneficiada! Até parece ser espertalhaço, guardando toda a sua atenção e o seu olhar apalermado apenas para quando lhe convém.
E conveio-lhe agora no jogo com o Rio Ave!

Para o bobo da corte do reino da corrupção desportiva condenada por tentativa, a euforia dos adeptos Benfiquistas é um crime porque pode, num devanear da sua néscia mente, influenciar os árbitros!
Mas ser objectivamente levado ao colo pela arbitragem, desde o “papado” do seu “senhor”, pagar viagens de férias a árbitros, recebê-los em casa na véspera dos seus jogos, dar-lhes cafezinhos e envelopes recheadinhos de … “conselhos familiares” para acalmar as mãezinhas dos ditos, proporcionar-lhes “fruta” em bacanais adequados à “solenidade” da ocasião, revolver influências impudicas para libertar jogadores de castigos que até são demasiado benevolentes, tudo isso é apenas mérito de uma gestão … “brilhante”!...
Tanto quanto se sabe, Paciência, na sua truanice, nunca se lamentou de tais “méritos”!
Não admira! Estava sempre a olhar … para o chão!...


Salvador quer ser o rei bobo. Se já tem Paciência, então é preciso chefe. A bobice tem de ser orientada!
Desta vez, Salvador orientou a sua truanesca actuação para os “media” e mais propriamente para aqueles que se tornaram igualmente nos reis bobos do jornalismo português.
Com efeito, o jornal “o público” – que também prima pela bobice no que ao Benfica diz respeito – foi o de maior contenção, uma vez que se limitou a colocar como título, «António Salvador pede para que "deixem o Braga preparar o jogo com o Benfica em paz"».
Já o “mais futebol” é mais fiel à sua habitual parlapatice e dor de corno, uma vez que chama para título da sua paródia de mediocridade endémica, «Salvador antecipa interesse do Benfica em jogadores do Braga», conquanto se desminta logo a seguir, quer com o desenvolvimento da notícia, quer fundamentalmente com o esforço que faz para colocar em discurso directo o palreio do presidente bracarense.
No cume da pelintragem, contudo, o recorde de mentiras tem o seu lugar sempre assegurado. De facto, este subverte tudo, mas haja alguma benevolência porque se desconfia que por lá não há ninguém capaz de noticiar melhor. O seu título é simplesmente patético na sua relação com o conteúdo das balbuciadelas de Salvador. Não está com meias medidas e escreve logo na primeira página – que a fazer publicidade da sua mediocridade jornalística não se acanha – «António Salvador acusa encarnados de manobras de desestabilização».

Mas, afinal, o que disse Salvador de fundamental, a respeito?
Segundo as transcrições em discurso directo do “mais futebol” e do “público” – do recorde de mentira nada se sabe porque se não lêem palermices a pagar – somente isto:

« … eu sei que alguns órgãos de comunicação social vão colocar notícias a dizer que o Benfica está interessado em jogadores do Braga … »

Associa-lhe um pedido:

« … Gostaria que a comunicação social nos deixasse trabalhar em paz. Até agora fomos líderes e fizeram isso, espero que continuem … »

Salvador reconhece que a comunicação social tem deixado o Braga em paz, embora sendo a sua equipa a líder do campeonato. Contra essa paz barafustaram em tempos não muito idos, ele e o seu treinador, demonstrando bem o seu despeito por tamanha “desconsideração”, sem atentarem na tacanhice da sua pequenez.
Pois agora é Salvador que fantasia uma hipotética atenção noticiosa sem perceber que ela, se ao Braga se referir, será somente por espúrio reflexo porque o fluxo das atenções se centrará sempre no Benfica. Será sempre pelo Benfica que, em pura excrescência, a comunicação social se referirá ao Braga.

Mas, pelo menos os jornais que dão relevo à notícia, a comunicação social comporta-se de novo como estúpida e até contradiz de imediato o medo de Salvador. De facto, acostumada que está em ser “curiosa”, nem sequer questionou os por quês das notícias sobre o devaneio do hipotético interesse do Benfica nos jogadores do Braga.
Será que considerou Salvador um parceiro e “respeitou” as suas “fontes” como as deusas da pureza virginal que não podem ceder à mínima tentação, conquanto ela seja de valor humano muito superior?

Tudo isto, no entanto, está em consonância com a triste realidade jornalística nacional. Salvador não afirmou que o Benfica estaria interessado em jogadores do seu clube. O que ele disse “ipsis verbis”, segundo a transcrição jornalística, é que alguns órgãos de comunicação social iriam colocar notícias sobre esse imaginoso interesse, deixando implícita apenas a ideia de pura invenção jornalística o que, de resto, não é novidade para ninguém pela recorrência que se tornou o modo habitual de fazer jornalismo em Portugal.


O jornalismo português, efectivamente, desceu muitos lugares no ranking mundial. E não sou eu que o afirmo, mas jornalistas excepcionais, uma excepção que só confirma a regra.
Para melhor se apreciar esta autêntica porcaria, nada mais fiel do que citar excertos desses grandes jornalistas.

Baptista Bastos, pronunciando-se sobre um debate televisivo e sobre dois jornalistas com cargos importantes em jornais diários, dizia só isto:

«São dois zelosos burocratas medíocres, que os acasos do descaso fizeram trepar a postos importantes em dois jornais».

E Emídio Rangel não se ficava atrás! Aprecie-se:

«O jornalismo português deu nesta semana uma triste imagem de si próprio num gigantesco palco chamado ‘Prós e Contras’. Nunca se vira tal coisa. Havia notícia da podridão e da mediocridade em que está enredado tal jornalismo mas nunca se tinha apreciado o espectáculo horrendo das entranhas. Tudo às escâncaras!!! Sem dúvida, bem pior que a política, porque, afinal, o número de ‘cabos de esquadra’ a dirigir importantes órgãos de comunicação social é um susto»…

« … Temos, por um lado, novas gerações de jornalistas que nunca leram o código deontológico nem sabem o que isso significa. Temos, por outro, jornalistas seniores a desempenhar funções de direcção dando exemplos patéticos da ‘praxis’ jornalística. Há os que participam e dinamizam inventonas, outros que se vão pavoneando com uma retórica fundada nos princípios da ‘dor de corno’ quando perdem a oportunidade da notícia, outros ainda tão cheios da sua chico-espertice que ganham as paradas mas não olham a meios. Outros que se põem em bicos de pés mas que não chegam a existir».

Melhor retrato da realidade jornalística actual não podia ser pintado, até pela excelsitude dos seus “pintores”. E foi com esta podridão vendida e avençada que o Benfica e os Benfiquistas se tiveram de confrontar durante anos!
Bendita a hora em que o Benfica conseguiu colocar à mercê dos Benfiquistas o seu jornal “O Benfica” e a sua televisão, a “Benfica TV”.
Podemos, por isso, nós agora, Benfiquistas, rirmo-nos do extremo e impertinente ridículo em que esta podridão e mediocridade jornalística se enlameia.

sábado, 24 de outubro de 2009

AO SABOR DO VENTO ...

1. O Benfica entrou ontem nas tão desejadas provas dos nove, naquele exame por que tanto anseiam os benfiquistas mas, em especial, os que esperam ardentemente o seu deslize e a confirmação de que a demonstração do seu futebol tem sido até agora apenas … fogo fátuo!...
Com efeito, o Benfica vencedor causa demasiados engulhos a certa gente provinciana – pouca, felizmente – que vê ameaçadas as posições em que se instalou à custa da batotice desportiva pela qual alguns apenas foram condenados na forma tentada.
Para tal gente, existem duas torturas fantasmagóricas. É o Benfica que vence e convence e que faz renascer as suas angústias de seres pequeninos que se julgam grandes apenas quando os outros estão em dificuldades. E é o Benfica que, vencendo e convencendo, arrasta consigo multidões, mexe com Portugal inteiro, coisa que eles não conseguem, por mais que tentem, tão pequeninos são e se sentem na dimensão do seu bairro citadino.
Porém, a tão almejada primeira prova foi superada com alta distinção. Uma equipa inglesa de gabarito, a equipa inglesa mais titulada a nível europeu, o que muita gente esquece por conveniência estrutural e conjuntural, sofreu a maior goleada infligida a equipas das terras de Sua Majestade, desde há cerca de 40 anos. Mais concretamente, desde a época de 1970/1971.
E o Benfica superou essa prova com quatro golos de bola corrida e apenas um de bola parada. E nem sequer precisou desse golo de bola parada para fazer vergar a equipa inglesa sua adversária.

2. Espera-se – com pouca convicção e entusiasmo, atendendo à tacanhez da fonte – que o Senhor Dr. Barroso agora já tenha ao menos uma dúvida metódica sobre se o Benfica não estará a caminho de ser uma grande equipa, a praticar o melhor futebol – melhor, muito melhor do que o seu Sporting – aquele futebol que ele escreveu ser o único que emergia dos golos de bola corrida e que correspondia aos campeões.
Será que o Senhor Barroso, homem catita no seu cronicar atabalhoado sobre o futebol, já será capaz de distinguir e reconhecer que a qualidade do futebol do Benfica, principalmente no confronto com o futebol da sua equipa, o distancia sobremaneira do Sporting candidato ao título?
Será, Senhor Barroso, que é o entusiasmo da imprensa que faz com que o futebol jogado do Benfica pareça melhor do que na realidade é?
É claro que o Senhor Barroso olha de esguelha, como todo o sportinguista, no que ao Benfica diz respeito. Ele considerava que o Benfica não jogava nada de especial, pois apenas marcava muitos golos de bola parada. Nem sequer era capaz de verificar que bastavam os golos marcados pelo Benfica de bola corrida para ultrapassar os golos que o Sporting marcou, de bola corrida e de bola parada.
O Senhor Barroso é, de facto, o espelho de muitos outros Barrosos do burgo. Tal como eles e no que tange às suas opiniões sobre o Benfica, só sabe bolçar tontices num presuntuoso gesto depreciativo e grotescamente impante.

3. Fucile é mais um escarro de lavagem cerebral bem engomada que aquela casa produziu em alternativa a uns certos “contactos usuais” que, adequadamente à “lavagem automática”, sofre quem se não deixa ensaboar na lavandaria das antas com o detergente da lavagem dos resquícios da inteligência que o novo “caloiro” possa transportar.
Normalmente, aquela escola da batotice desportiva condenada por tentativa de corrupção, faz uma recepção ao caloiro com limpeza “tide” das escorrências com que o pretendente a pupilo se apresente contaminado.
De cérebro bem lavado e bem untado de superfluidade à moda da casa, Fucile só pode vomitar tontarias como a de que a equipa do seu clube é a que melhor joga, embora não veja jogar as outras!... Nem mesmo em sua casa, acrescenta … que ele é muito “selectivo”!…
Mas sabe tudo o que se passa ao redor!... Por isso, pode estabelecer uma tabela, a sua tabela! O FC Porto (e Fucile, naturalmente), têm, de facto, jogado de “forma espectacular”! Tão “espectacular” como se viu no último jogo contra uns pobres e toscos diabos que ainda não sabem por que os deixam andar a exibir o seu triste e desengonçado futebol naquele escalão europeu! Talvez estes pobres diabos se tenham sentido mais confortáveis depois do jogo do dragão por verem que, afinal, não estão muito sós nas sua pobreza futebolística.
A equipa do FC Porto não é, todavia, tão espectacular como espectaculares são as suas ridículas e atoleimadas tiradas de Fucile!
Quanto às goleadas, a personagem aprendeu depressa e bem a “oração de sapiência” com o seu “papa”, faltando-lhe talvez saber “declamar” como ele.
E nem sequer seria preciso grande esforço mas um cérebro bem lavado não tem excrescências de tino.

4. Dá gosto ver a azáfama dos porta vozes do “papa” condenado na sua (sub)missão de desagravo pela condenação.
Valentim Loureiro foi anos a fio presidente de uma câmara municipal e presidente da Liga de Clubes. Ainda agora é presidente da mesma câmara e acumula com a presidência da assembleia-geral da mesma Liga.
Nunca Salvador teve o menor prurido acerca disso, nunca se lhe ouviu qualquer preocupação pelo bem dos clubes com a acumulação de funções. E Valentim Loureiro até já foi condenado e encontra-se arguido por vários crimes de lesa futebol.
Só que Valentim Loureiro nunca foi presidente de direcção de uma Liga cuja comissão disciplinar condenasse o seu patrono “papal”!
E Hermínio Loureiro foi!
E Valentim Loureiro nunca apregoou que desejava limpar o futebol da porcaria que o enlameava!
E Hermínio Loureiro fartou-se de apregoar que tentaria essa limpeza e conseguiu fazer alguma coisa de importante que o “papa” de Salvador não perdoa!
Todo o mundo de futebol sabe de cátedra que, com Valentim Loureiro ou outro presidente da laia, nunca o “papa” teria sido condenado como foi!
E é só isto que faz falar Salvador, aliás por razão própria e por encomenda!
Agora, pensa ele – e talvez com alguma razão – calha a vez ao seu clube receber algumas graças migalheiras do “papado”!
Até cair mirrado para o lado, no fundo da pedreira, tal um Boavista!
É só chegar o momento do desperdício. Depois, o “papa” manda embrulhar no caixote dos resíduos e chutar de encomenda, à sua sorte e desdita!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

MISERABILISMO PROVINCIANO

Na sua tradicional e descabelada crónica semanal em a bola, Miguel Sousa Tavares consegue escrever ainda “nortadas” cada vez mais … desnorteadas. Desta vez, insurgiu-se contra as verdades para ele muito “dolorosas” que Fernando Guerra escrevera em crónica há uns dias atrás.
Escrevia Fernando Guerra nessa sua crónica, “latu sensu”, que Pinto da Costa nunca deixou de ser provinciano, pequenino, com as “guerras” imaginárias que o seu subconsciente – ainda mais pequenino, podemos nós acrescentar – tecera nos meandros da sua pequenez. Por isso, apesar de o seu clube ganhar, Pinto da Costa nunca deixara que o FC Porto crescesse sequer à escala nacional, antes se acantonara entrincheirado num bairro de uma cidade.
Fernando Guerra pronunciava-se acerca das mais uma vez tresloucadas paranóias que Pinto da Costa tivera nos poucos momentos em que aparecera esta época e, ainda assim, apenas para se manter pequenino e provinciano, com os olhos em bico somente para o seu arvorado “inimigo” e não apenas adversário de um desporto que devia ser saudável … para mentes sãs!…

Miguel Sousa Tavares replicou que não senhor, o Porto havia crescido e muito, embora concedendo na apreciação da “guerra” regionalista, vesga e sem sentido, mas que só acontecera, acrescentava, nas primícias do “imperialismo portista” de Pinto da Costa, que este teria tido consciência da tacanhez e “reparado” a sua bizarria.
Deu como exemplo da actual dimensão “nacional” o facto de o FC Porto ter sido o clube que nas três épocas precedentes teve maiores assistências no seu Estádio.

Sousa Tavares, na ânsia de mostrar serviço, nem verificou que este seu argumento das assistências contradiz o que pretende demonstrar. Efectivamente, as maiores assistências no seu estádio só provam, precisamente, o regionalismo da pequenez do seu clube. Para que o seu clube pudesse ser considerado de nível nacional, seria preciso que Miguel Sousa Tavares demonstrasse que o FC Porto foi o clube que maiores assistências mobilizou em todo o território nacional.
E isto, ele não pode demonstrá-lo porque o seu clube não mobiliza praticamente ninguém fora do seu acantonamento e trincheira.
Ainda agora se provou isso. No Jogo com o Paços de Ferreira, o Benfica fez com que o estádio da Mata Real “rebentasse pelas costuras”, tendo mesmo os dirigentes do clube anfitrião pensado previamente ao jogo em aumentar a sua capacidade com bancadas suplementares amovíveis.
Pois o FC do Porto, ali tão perto, a um saltinho do seu acantonamento, apenas conseguiu que na Mata Real estivessem quatro mil e poucas pessoas!…
Ou seja, bastante menos de metade da sua capacidade normal!

Escreve ainda Sousa Tavares que o FC Porto é o único clube português de nível internacional, o único que leva a conhecer Portugal lá fora, um clube fundador do G14. Para o comprovar, repisa de novo mais uma mistificação da histórica, escrevendo que o FC Porto foi … campeão mundial!...
É o bocejar de uma pretensão desejada e sonhada quanto nunca concretizada. De facto, conhecido lá fora continua a ser o Benfica, mesmo sem conquistas nas últimas duas décadas. O Benfica, sim, tem historial e deu a conhecer Portugal quando Portugal era desconhecido.
Por outro lado, o FC Porto nunca foi campeão mundial de clubes porque nunca participou em tal campeonato, desde que este foi instituído. O FC Porto ganhou apenas duas taças Toyota, aquilo a que reduziram a anterior taça intercontinental disputada a duas mãos entre o campeão europeu e o campeão sul-americano.
Depois, Miguel Sousa Tavares escamoteia que o FC Porto só foi fundador do G14 por segunda escolha porque o primeiro convidado português foi, disse-se, o Benfica. Só que as trafulhices de Vale e Azevedo, em especial com o MU devido à transferência de Poborsky, fizeram com que este clube vetasse a entrada do Benfica comandado por tal espécime de presidente.
De resto, ainda há muito pouco tempo o Benfica foi considerado o 9º clube melhor da Europa em provas da UEFA disputadas no século XX. E este século em que estamos ainda é uma criança!...
E o FC Porto ficou vinte – sublinho, VINTE – lugares atrás!
É uma distância nada despicienda para quem tenha um pingo de vergonha e se recuse a manipular a História e a realidade dos factos. Mas, para os lados do clube de Miguel Sousa Tavares, inventa-se “história” e até se tem o topete de pensar que essa “história” inventada se há-de impor à História real, à Historia vivida pelas gentes, à História verdadeira.
Não, o que interessa são as “estorietas” de cordel à moda do “papa” condenado e mentiroso.

Miguel Sousa Tavares está há muito tempo contaminado por essas “estorietas” que ajuda a modelar com os seus fracos recursos escriturais. Sousa Tavares, com as pretensões de ser uma figura importante da escrita e da História – legitimamente, como qualquer ser terreno – devia começar por refutar e não aderir às falsidades históricas que o presidente do seu clube engendrou, não apenas com a data da fundação desse clube mas também com o mito do dragão.
Por isso, Miguel Sousa Tavares, com as suas pretensões de homem culto e fiel à verdade, devia ajudar a apresentar provas históricas que comprovassem quais os torneios e jogos em que o FC Porto interveio nos anos que o presidente do seu clube lhe inventou. E que comprovassem também quantos dragões de ouro – ou de prata, ou de lata – o FC Porto entregou aos seus filiados antes de 1984, porque a História desconhece qualquer entrega de tal símbolo.
Miguel Sousa Tavares, se tem amor ao seu clube, nem devia admitir que figuras gradas da fundação do mesmo – Monteiro da Costa, acima de todos – ficassem no esquecimento, nem que um mito tão mítico quanto o símbolo se substituísse ao verdadeiro símbolo do seu clube.
Porém, Miguel Sousa Tavares não se importa minimamente com a verdade histórica. É torna-se conivente com as tramóias desta índole.

O FC Porto actual é um clube que só tem “história” sem História, nos anos inventados por Pinto da Costa, e história conspurcada, nos anos em que este tem sido seu presidente.
E, com isto, o FC Porto tornou-se, de facto, conhecido lá fora … como um dos poucos clubes europeus e o único clube do futebol português a, para já, apenas tentar corromper a verdade desportiva.

Em Portugal, para além desse conhecimento, apenas é conhecido por um clube de bairro acantonado na sua trincheira de pequenez provinciana, fiel à imagem do seu presidente condenado.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

AS “VENDAS AO DIABO”

Bettencourt continua o seu périplo de sacudir a água do capote e de encobrir as suas enormes deficiências e as do clube de que é presidente com as suas frases disparatadas, sem sequer perceber minimamente que essas frases são a mera réplica reflectida no espelho que ele e o seu dito clube trazem sempre à frente para se mirarem.
Compreende-se perfeitamente o desconforto de se não poder sair da borrasca em que se meteu, até porque não teve capacidade e competência antes para perceber o buracão onde há anos começaram a enterrar o seu clube.
De facto, um presidente que não soube nem sabe distinguir os malefícios de uma associação aos poderes corruptos e se continua a deixar enredar nas tácticas do eucalipto, não consegue mais do que dizer frases ocas de conteúdo para encobrir uma realidade que nem o próprio parece ainda ter percebido ou, então, começa a sentir-se confortável no encantamento de sereia em que se deixou armadilhar.

Bettencourt diz que “não está disposto a vender a alma ao diabo” e com razão. Quem já vendeu há uns bons anos essa alma ao diabo já não tem mais nenhuma que possa vender. E depois de tão chupada, já nem o diabo agora a comprava, se alma o Sporting tivesse ainda para vender.
Na mesma altura, Bettencourt também discorreu sobre a saúde financeira do seu clube e disse não querer “que alguém um dia mais tarde venha dizer, o senhor hipotecou as receitas do futuro”
Ora, Bettencourt nem se deu conta ainda que, sob esse aspecto, pode estar perfeitamente descansado. Ele não hipotecará, com certeza, quaisquer “receitas do futuro” porque ele nem receitas do presente tem para hipotecar … até para pagar o passado … e o passivo astronómico do grupo de empresas do seu clube!

O Sporting já vendeu tudo o que tinha – os seus parcos tarecos, aliás – sendo os horizontes de receitas que se vejam apenas visões miríficas porque se encontra totalmente “chupado” pelo “eucalipto” à sombra do qual se acolheu.
O Sporting, repete-se, já há uns bons anos vendeu, inclusive, a própria alma ao diabo refastelado nos meandros da corrupção desportiva.
Agora, até nem a relva de Alvalade o Sporting tem para vender! E já vai na sexta, isto é, uma por ano!
É triste, de facto, que nem a relva se sinta “confortável” naquela arena riscada por arquitectos vesgos e dirigentes ceguetas no controle da vesgueira arquitectural.
Como se hão-de lá sentir bem e confortáveis os seus adeptos?!...

Os sportinguistas, são, efectivamente um rico “exemplo para outros clubes”! Bettencourt não se tem enxergado bem no espelho de Alvalade deserto de adeptos. Nem se sabe por que ele não tenha reservado para si um daqueles lugares que o seu clube quis impingir aos invisuais!
Afinal, onde está a diferença de vistas?!!!

Luís Figo, ao que dizem, é sportinguista, conquanto nem se importasse ainda júnior de trocar o Sporting pelo Benfica só por causa de um maior proveito salarial. A troca não foi avante porque os dirigentes do Benfica, eles, sim, um exemplo para os dirigentes do Sporting, não quiseram valer-se da desgraça.
Mas este grande jogador de futebol também já disse que um dia gostaria de ser presidente do seu presuntivo clube.
Todavia, não é com afirmações indesmentíveis da verdade que o conseguirá. Num clube em que são os próprios adeptos a dizer e a escrever que os dirigentes raramente lhes falam a verdade e, por isso, são eleitos com 90% dos votos, todo aquele que se arriscar a ser sincero tem os dias contados na sua ambição à presidência do dito.
Acresce que, afirmações públicas que elogiem o Benfica e os adeptos Benfiquistas, retiram logo todas as mínimas veleidades com que ainda pudesse sonhar.
Por isso, ou Luís Figo muda de discurso e começa a abençoar a aliança sacrílogo-corrupta e a dizer mal de tudo quanto é Benfiquista, ou então bem pode dedicar-se a outros afazeres. De nada lhe valerão os seus recuos tácticos que se debrucem sobre outros pormenores que não os enunciados. De nada lhe valerá, efectivamente, vir dizer depois que “o Sporting é um clube que segue uma filosofia adequada em Portugal”! …
Não é que isso seja verdade, mas não chega! O Sporting, que se acolheu entusiasticamente à sombra do eucalipto para ser chupado e ficar apenas com as migalhas que restassem e enquanto restassem, segue apenas a filosofia do maltrapilho que, sem eira nem beira, vai assobiando na dureza da alcova que conseguiu debaixo da ponte, sem outra preocupação que não seja o sonho de uma noite mal dormida.
Não é uma filosofia de vocação ou de devoção! É uma filosofia de necessidade inevitável!

Tal como afirmou Bettencourt, os sportinguistas são assim, “nas horas difíceis não se escondem”! Só não se vêem em Alvalade, nem sequer nos dias dos jogos do seu clube!
E os poucos que resistem, aprenderam o hino mais apropriado ao desempenho da sua equipa: a assobiadela monumental da vinda, da estadia e da despedida!
E vivem o Sporting “de cabeça erguida” … quando os seus dirigentes dizem mal do Benfica e de tudo o que é Benfiquista, os enganam ou lhes escamoteiam as verdades, ao mesmo tempo que abençoam a aliança “papal” que os há-de acabar de secar até ao tutano como já secaram outros à sua volta!

Faça-se a sua vontade … de cabeça erguida ou de cabeça baixa, tanto faz !...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O ASSOMBRADO

Pinto da Costa é um assombrado desde sempre com o Sport Lisboa e Benfica. A sua fobia tem sido tão aguda que o levou a que o clube de que é presidente nunca vencesse por ele próprio mas vencesse sempre contra o Benfica. E assim tem conseguido que esse clube, apesar de ir vencendo, continue cada vez mais pequenino.
Para tentar sublimar o seu terror doentio, não hesitou mesmo em recorrer à tentativa de batota desportiva pela qual foi condenado apenas na justiça desportiva e ainda cumpre pena.

No decorrer da presente Liga Sagres, Pinto da Costa tem aparecido poucas vezes frente aos microfones e às câmaras, de tal modo que se pode dizer ter ele aparecido muito mais vezes sentado nos bancos do tribunal, bastas vezes na condição de réu. Aliás, tribunal é quase a segunda casa do presidente condenado, de há uns tempos para cá.

Por falar em tribunal, ainda está na memória das gentes o destrambelhamento do motorista de Pinto da Costa e também arguido no mesmo processo – é um “papa” que só trabalha com pessoas da sua confiança – ao atropelar um jornalista e ao não parar sequer para prestar assistência, desobedecendo mesmo à autoridade policial.
Claro que o arguido era o próprio Pinto da Costa, não o “papa” condenado porque este é o presidente do clube igualmente condenado. Mas foi a SAD deste clube que veio responder por ele. E veio tentar fazer de parvo toda a gente, mesmo aquela que não o é nem o quer ser e que é a grande maioria.
Disse essa SAD, efectivamente, que no carro do arguido Pinto da Costa e do co-arguido seu motorista apenas se sentiu um “pequeno e usual contacto”. Estava a lembrar-se da antiga profissão do guarda Abel e dos seus “contactos usuais”, tão usuais quanto o necessário.
E, quanto à estridente apitadela do polícia a mandar parar o bólide, toda a gente a ouviu pela televisão menos os que estavam interessados em fugir e não em prestar contas.
Mas, tudo bem, naquela cidade as autoridades são as que o “papa” condenado determina que o sejam. E ele determinou que, quando fosse preciso fugir, assim fosse avisado. E determinou também que fosse a própria PSP a julgar a sua fuga e não outra vez um tribunal que, de tribunais, já ele começa a andar farto!
Pinto da Costa desobedeceu à ordem legítima de uma autoridade?
Nada disso, disse a própria autoridade dessa autoridade!
Também, quem é que ainda acredita haver naquela cidade e arredores um tribunal capaz de condenar Pinto da Costa ou alguma das “boas companhias” que lhe prestam serviços?

Seja por estas ou por outras, a verdade é que o “papa” tem deixado as “encíclicas” da mentira um pouco ao abandono. Todavia, nas poucas vezes em que deitou bitaite, somente o Benfica lhe ocupou a mente.
Quando lhe perguntam que comentário faz às goleadas do Benfica, responde que não vê jogos de outros clubes.
Quando lhe não perguntam nada, toma ele a iniciativa de afirmar que “não o impressionam as goleadas”!
Ele tem toda a razão! Aquilo que não vê, não o impressiona!...
Mas fala disso na mesma ... até sem ninguém lho perguntar!...
Em casos de maior desnorte, consegue bocejar elogios a jogadores do Benfica e aos “olheiros” deste, acompanhados do correspondente e implícito ralhete aos próprios, pela incompetência demonstrada.
Ele dissera uma vez, e não há muito, não haver qualquer jogador em clubes portugueses – leia-se, Benfica – que lhe interessasse, fazendo somente uma concessão a Moutinho! Pois quem havia de dizer que, agora, César Peixoto, jogador do Benfica, era um jogador importante para Pinto da Costa!
Disse-o o próprio presidente condenado, lamentando que o seu satélite bracarense o tivesse perdido!
E, pelo menos, afirmou-o por duas vezes!

Madail já disse algumas vezes que se não recandidataria à presidência da FPF.
Uma promessa decente! Se concretizada, um acto higiénico!
Tão higiénico que já o levou a tomar a decisão acertada: a escolha do Estádio da Luz para o jogo decisivo do playoff.
Pouco se importou com as, diz-se à socapa, pressões do “papa” condenado que teria ficado “profundamente desagradado”, expressão, aliás, que só pode ter sido usada eufemisticamente, tratando-se de tão assombrada criatura!
Como Madail já não vai precisar dele, deve ter-se refastelado por ter adquirido a liberdade de pensamento e acção! Isto é, conseguiu, enfim, desprender-se das amarras a que sempre se acolheu de sorriso aberto e desejo de manutenção no poder.
De facto, pretendendo-se o apoio do público à selecção, tem de se escolher o melhor e o maior anfiteatro, o Estádio de longe mais apropriado.
Mas ninguém duvidará que só a desnecessidade do apoio de Pinto da Costa o deixou tão liberto para fazer a escolha mais acertada, a única acertada, nas circunstâncias presentes.
Também será fácil de adivinhar o quanto terá “esperneado” o “papa” condenado. E as ameaças entrecortadas que já terá ruminado.

Mas a marca mais impressionante do destrambelhamento provocado pela fobia de Pinto da Costa tivemo-la esta semana.
Quem diria também que Pinto da Costa delegava num seu funcionário, o professor Jesualdo, o papel de porta-voz do seu clube?!
E mais, quem se atreveria a pensar que Pinto da Costa delegaria no mesmo funcionário a defesa da honra do convento?!
Que delegasse num presidente seu satélite, já era conhecido. Toda a gente sabe que Soares Franco foi seu porta-voz. Tratava-se, porém, de alguém que, apesar de pau mandado, tinha pelo menos virtualmente o estatuto de presidente de um clube!
Agora num mero funcionário?!
Mas foi o que aconteceu!

Cebola disse sem papas na língua as verdades que se passam no obscuro reino da tentativa de corrupção desportiva, parecendo à primeira vista que não o impressionam as surras em parceiros do mesmo ofício ou as ameaças de tiros nas canelas.
E parece que teve sorte, o que é sensacional e absolutamente inédito!
Foi perdoado!...
Mas, se pensarmos bem, talvez a coisa não seja assim tão descabelada! Não se pode ignorar que é o jogador mais bem pago do plantel! Por isso, um grande activo para fazer subir … o passivo! E isso é coisa que nem Pinto da Costa se pode dar ao luxo de desconsiderar!
Cebola lá foi fazendo esforços para compensar as verdades ditas com o coração na boca! Ficou-lhe bem, certamente, vir agora afirmar, “talvez me tenha expressado mal”!
Cebola não disse que se expressou mal. Disse que “talvez”!...

Noutras épocas e com outros comparsas, nem o categórico desmentido lhe valeria!
Vamos ver chegará agora! Sim, porque os seus costados, pernas e bólides andam por lá, pelas terras abrangentes dos “justiceiros” costumados!

Por vezes, pode acontecer que a assombração seja tão irremediavelmente perturbante que a aviltante fobia de arrebanhar jogadores treinados na sacanice se vire contra o assombrado!

sábado, 17 de outubro de 2009

O SPORTING E OS CAMALEÕES

Não há dúvida de que o Sporting é um clube original, essencialmente no seu camalear. Refinou, todavia, no consulado do cooptado Sousa Franco e no do presidente eleito, Bettencourt.
Sabe-se que Alvalade XXI, com excepção dos lugares que até os invisuais rejeitaram porque de lá ninguém vê melhor do que eles e não lhes agradou a deferência, é uma espécie de zebra riscada com mau gosto, numa cambiação pirrónica que até os seus próprios adeptos afugenta.
Sabe-se que Bettencourt diz agora que não quer ser candidato a presidente e logo depois aceita, quando tem a certeza da vitória. Ninguém insinua que ele tenha sequer sonhado em mandar surrar Dias Ferreira para “limpar” caminho, conquanto depois tenha compensado a desistência.
Sabe-se que este presidente até sente prazer em se sentar ao lado de quem o trata por gajo.
Sabe-se que ele não tem o mínimo pejo em considerar vergonhoso um fundo de jogadores para logo a seguir pensar em adquirir uma cópia.

E são estas cambiantes que ajudam a compreender a “originalidade” do clube dos “viscondes”, pelo que não causam nenhum espanto as várias críticas internas que tanto se têm feito ouvir ultimamente.

Um adepto jornalista diz, e bem, que um clube que só se preocupa com os outros para desviar as atenções das dificuldades internas, que não resolve e devia resolver, é naturalmente um clube que não sabe vender a sua imagem. Pelo contrário, enxovalha-a, quer exprimindo constantemente a sua inveja e dor de cotovelo pelo que, de pujança, se passa na casa do vizinho do lado, quer, em compensação, esmolando migalhas ao presidente condenado por tentativa de corrupção desportiva.
E, continua o mesmo adepto jornalista, um clube que não sabe vender a sua imagem não tem dinheiro nem para mandar tocar um cego. Depois, acrescenta ele, quem paga é o pequeno Barbosa e o chorão “forever” Paulo Bento.
Mas esse adepto jornalista é mais cáustico ainda. Ele escreve com todas as letras que o Sporting de Bettencourt é um clube onde raramente se diz a verdade aos adeptos.

Na assembleia-geral recente do Sporting, o bem conhecido actor Vítor Espadinha quis saber quem andava a contratar jogadores sem categoria. Antes, houve alguém que disse que eram jogadores gordos e coxos. Mas Vítor Espadinha, como pessoa culta e evoluída, revelou-se um ignorante surpresa pois devia saber, como adepto, que Bettencourt anunciou publicamente ficar ele o responsável pela pasta do futebol!
A menos que Vítor Espadinha nem sequer saiba quem é o presidente do seu clube!

Pedro Souto, um candidato que se foi em nome, disse, da “unidade”, afirmou na mesma assembleia que Bettencourt se “precipitou” ao falar do fundo de jogadores do Benfica porque pode ser uma opção válida para o Sporting.
É claro que Pedro Souto estava a falar eufemisticamente, quer quando empregou a palavra “precipitou-se”, quer quando empregou o adjectivo “válida”.
Com efeito, o que ele quis foi somente responder à pergunta de Vítor Espadinha, sossegá-lo dizendo-lhe que podia ficar descansado pois havia uma opção “válida” no Sporting, qual seja a de criar um fundo semelhante ao do Benfica para lá enfiar os tais jogadores sem categoria, gordos e coxos.

Mas a melhor da assembleia-geral em causa veio mesmo de Bettencourt, plasmada numa resposta que ele deu aos sócios presentes.
Bettencourt afirmou sem papas na língua que não consolidava as contas das imensas sociedades inúteis – menos para gastar dinheiro – do grupo Sporting para que elas não fossem publicadas nos jornais!
De que terá medo Bettencourt, tal como medo teve Soares Franco?
Apenas de dizer a verdade quanto ao descalabro que por lá reina!
Bettencourt só tem medo de dar a conhecer aos adeptos do seu clube, aos bancos e accionistas, o buracão enorme que reina lá naquelas contas.

O Sporting transformou-se, de facto, num verdadeiro ninho de cucos que só espera a esmola da migalha que sobra do clube condenado por corrupção desportiva tentada.

Acerca da assinatura de Marco Fortes pelo Benfica, o DN tem insistido num hipotético compromisso entre Benfica e Sporting acerca da contratação de atletas. Tal compromisso teria sido – e o DN tem feito questão de o acentuar – hipoteticamente quebrado pelo Benfica com aquela contratação.
De acordo com o mesmo jornal, o Sporting iria vingar-se contratando Nelson Évora.

O Sporting não conseguiu os seus intentos, diz ainda o DN, porque Nelson Évora recusou.
Porém, a verdade é que quem quebrou o compromisso foi o Sporting e já não de agora!
De resto, Pedro Guerra – o nosso grande comentador da Benfica TV, para quem ainda não conhecer – disse que Luís Filipe Vieira avisou Moniz Pereira de que, por cada atleta que o Sporting desviasse do Benfica, o Benfica desviaria quatro do Sporting.

E toda a gente sabe que Luís Filipe Vieira não brinca em serviço!
Camaleão, o Sporting pode sê-lo à vontade!
Mas o nosso Presidente, até por meias palavras, já avisou os responsáveis pelo camalear!
E nem menos os Benfiquistas lhe exigiriam!
Por isso, o elegeram seu Presidente!
Por isso, nele confiam!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

MEU BENFICA

Mexes com os meus sentimentos
Deixa que adormeça todas as noites no teu regaço
Enquanto fecho os olhos e recordo tua história
Para sonhar com tua glória enquanto eu viva
Estou a escrever-te ao ritmo do meu coraçao
Palavras que nao reflectem a tua Imensidade
Mas que estao cheias de fascinaçao
Estou a dar-te palavras de amor
Obrigaçao da minha vontade
Mil vezes tento esquecer-te
Mil vezes voltas em todo o teu esplendor
Quero esquecer-te mas vives na minha mente
Quero nao ouvir-te, mas gritas no meu coraçao
Quero afastar-me mas estás em mim
Volta que quero dizer-te que te amo
Volta que te darei todo o meu amor
Nasci para querer-te e querendo-te tanto
Continuo vivendo para te amar
E amando-te, sonho que és meu
E sonhando morrerei de amores por ti
Provocas-me sentimentos e prazeres
Embriagas-me com a tua Grandeza
Fazes-me desejar-te a cada instante
Provocas ternuras na minha alma
Sonho acordado com os teus êxitos
Quando te olho abandono o Mundo
A minha vontade te pertence
Quando te olho, Amo-te
E nao posso deixar de amar-te
Porque só tu és tu
Nao poderia deixar de amar-te
Ainda que nao te tivesse conhecido
Porque foste meu sonho
E agora és a minha felicidade
Entrega-me uma vitória
E eu te devolverei o meu mundo e o meu Amor
E cada troço da minha vida
Porque nao saber amar-te
É nao ser feliz