Paciência continua a sua representação grotesca de bobo da corte do reino da corrupção desportiva condenada na forma tentada. É o triste fado que está guardado e resguardado para os imbecis que julgam ser alguém, não por imporem os seus méritos, de que até eles desconfiam, mas por lamberem bem as botas dos seus senhores.
Aqui há pouco tempo, para lembrar que também faz por existir – como comediante do burlesco, naturalmente – vomitava contra a euforia e o entusiasmo dos adeptos do Benfica. Numa palração desconjuntada, dizia que a “arbitragem sente a pressão dos estádios cheios de benfiquistas, deixando-se influenciar pelos futebolistas que tentam arranjar faltas”.
Paciência, na sua palurdice, também é dos que consideram que os Benfiquistas estão proibidos de estar eufóricos com a sua equipa, proibidos de a acompanhar seja a que estádio for, enfim, de assistir aos seus desafios de excelente futebol.
Mas Paciência é assim! Na sua bobice, está sempre a olhar para o chão quando a equipa que treina é beneficiada! Até parece ser espertalhaço, guardando toda a sua atenção e o seu olhar apalermado apenas para quando lhe convém.
E conveio-lhe agora no jogo com o Rio Ave!
Para o bobo da corte do reino da corrupção desportiva condenada por tentativa, a euforia dos adeptos Benfiquistas é um crime porque pode, num devanear da sua néscia mente, influenciar os árbitros!
Mas ser objectivamente levado ao colo pela arbitragem, desde o “papado” do seu “senhor”, pagar viagens de férias a árbitros, recebê-los em casa na véspera dos seus jogos, dar-lhes cafezinhos e envelopes recheadinhos de … “conselhos familiares” para acalmar as mãezinhas dos ditos, proporcionar-lhes “fruta” em bacanais adequados à “solenidade” da ocasião, revolver influências impudicas para libertar jogadores de castigos que até são demasiado benevolentes, tudo isso é apenas mérito de uma gestão … “brilhante”!...
Tanto quanto se sabe, Paciência, na sua truanice, nunca se lamentou de tais “méritos”!
Não admira! Estava sempre a olhar … para o chão!...
Salvador quer ser o rei bobo. Se já tem Paciência, então é preciso chefe. A bobice tem de ser orientada!
Desta vez, Salvador orientou a sua truanesca actuação para os “media” e mais propriamente para aqueles que se tornaram igualmente nos reis bobos do jornalismo português.
Com efeito, o jornal “o público” – que também prima pela bobice no que ao Benfica diz respeito – foi o de maior contenção, uma vez que se limitou a colocar como título, «António Salvador pede para que "deixem o Braga preparar o jogo com o Benfica em paz"».
Já o “mais futebol” é mais fiel à sua habitual parlapatice e dor de corno, uma vez que chama para título da sua paródia de mediocridade endémica, «Salvador antecipa interesse do Benfica em jogadores do Braga», conquanto se desminta logo a seguir, quer com o desenvolvimento da notícia, quer fundamentalmente com o esforço que faz para colocar em discurso directo o palreio do presidente bracarense.
No cume da pelintragem, contudo, o recorde de mentiras tem o seu lugar sempre assegurado. De facto, este subverte tudo, mas haja alguma benevolência porque se desconfia que por lá não há ninguém capaz de noticiar melhor. O seu título é simplesmente patético na sua relação com o conteúdo das balbuciadelas de Salvador. Não está com meias medidas e escreve logo na primeira página – que a fazer publicidade da sua mediocridade jornalística não se acanha – «António Salvador acusa encarnados de manobras de desestabilização».
Mas, afinal, o que disse Salvador de fundamental, a respeito?
Segundo as transcrições em discurso directo do “mais futebol” e do “público” – do recorde de mentira nada se sabe porque se não lêem palermices a pagar – somente isto:
« … eu sei que alguns órgãos de comunicação social vão colocar notícias a dizer que o Benfica está interessado em jogadores do Braga … »
Associa-lhe um pedido:
« … Gostaria que a comunicação social nos deixasse trabalhar em paz. Até agora fomos líderes e fizeram isso, espero que continuem … »
Salvador reconhece que a comunicação social tem deixado o Braga em paz, embora sendo a sua equipa a líder do campeonato. Contra essa paz barafustaram em tempos não muito idos, ele e o seu treinador, demonstrando bem o seu despeito por tamanha “desconsideração”, sem atentarem na tacanhice da sua pequenez.
Pois agora é Salvador que fantasia uma hipotética atenção noticiosa sem perceber que ela, se ao Braga se referir, será somente por espúrio reflexo porque o fluxo das atenções se centrará sempre no Benfica. Será sempre pelo Benfica que, em pura excrescência, a comunicação social se referirá ao Braga.
Mas, pelo menos os jornais que dão relevo à notícia, a comunicação social comporta-se de novo como estúpida e até contradiz de imediato o medo de Salvador. De facto, acostumada que está em ser “curiosa”, nem sequer questionou os por quês das notícias sobre o devaneio do hipotético interesse do Benfica nos jogadores do Braga.
Será que considerou Salvador um parceiro e “respeitou” as suas “fontes” como as deusas da pureza virginal que não podem ceder à mínima tentação, conquanto ela seja de valor humano muito superior?
Tudo isto, no entanto, está em consonância com a triste realidade jornalística nacional. Salvador não afirmou que o Benfica estaria interessado em jogadores do seu clube. O que ele disse “ipsis verbis”, segundo a transcrição jornalística, é que alguns órgãos de comunicação social iriam colocar notícias sobre esse imaginoso interesse, deixando implícita apenas a ideia de pura invenção jornalística o que, de resto, não é novidade para ninguém pela recorrência que se tornou o modo habitual de fazer jornalismo em Portugal.
O jornalismo português, efectivamente, desceu muitos lugares no ranking mundial. E não sou eu que o afirmo, mas jornalistas excepcionais, uma excepção que só confirma a regra.
Para melhor se apreciar esta autêntica porcaria, nada mais fiel do que citar excertos desses grandes jornalistas.
Baptista Bastos, pronunciando-se sobre um debate televisivo e sobre dois jornalistas com cargos importantes em jornais diários, dizia só isto:
«São dois zelosos burocratas medíocres, que os acasos do descaso fizeram trepar a postos importantes em dois jornais».
E Emídio Rangel não se ficava atrás! Aprecie-se:
«O jornalismo português deu nesta semana uma triste imagem de si próprio num gigantesco palco chamado ‘Prós e Contras’. Nunca se vira tal coisa. Havia notícia da podridão e da mediocridade em que está enredado tal jornalismo mas nunca se tinha apreciado o espectáculo horrendo das entranhas. Tudo às escâncaras!!! Sem dúvida, bem pior que a política, porque, afinal, o número de ‘cabos de esquadra’ a dirigir importantes órgãos de comunicação social é um susto»…
« … Temos, por um lado, novas gerações de jornalistas que nunca leram o código deontológico nem sabem o que isso significa. Temos, por outro, jornalistas seniores a desempenhar funções de direcção dando exemplos patéticos da ‘praxis’ jornalística. Há os que participam e dinamizam inventonas, outros que se vão pavoneando com uma retórica fundada nos princípios da ‘dor de corno’ quando perdem a oportunidade da notícia, outros ainda tão cheios da sua chico-espertice que ganham as paradas mas não olham a meios. Outros que se põem em bicos de pés mas que não chegam a existir».
Melhor retrato da realidade jornalística actual não podia ser pintado, até pela excelsitude dos seus “pintores”. E foi com esta podridão vendida e avençada que o Benfica e os Benfiquistas se tiveram de confrontar durante anos!
Bendita a hora em que o Benfica conseguiu colocar à mercê dos Benfiquistas o seu jornal “O Benfica” e a sua televisão, a “Benfica TV”.
Podemos, por isso, nós agora, Benfiquistas, rirmo-nos do extremo e impertinente ridículo em que esta podridão e mediocridade jornalística se enlameia.
Aqui há pouco tempo, para lembrar que também faz por existir – como comediante do burlesco, naturalmente – vomitava contra a euforia e o entusiasmo dos adeptos do Benfica. Numa palração desconjuntada, dizia que a “arbitragem sente a pressão dos estádios cheios de benfiquistas, deixando-se influenciar pelos futebolistas que tentam arranjar faltas”.
Paciência, na sua palurdice, também é dos que consideram que os Benfiquistas estão proibidos de estar eufóricos com a sua equipa, proibidos de a acompanhar seja a que estádio for, enfim, de assistir aos seus desafios de excelente futebol.
Mas Paciência é assim! Na sua bobice, está sempre a olhar para o chão quando a equipa que treina é beneficiada! Até parece ser espertalhaço, guardando toda a sua atenção e o seu olhar apalermado apenas para quando lhe convém.
E conveio-lhe agora no jogo com o Rio Ave!
Para o bobo da corte do reino da corrupção desportiva condenada por tentativa, a euforia dos adeptos Benfiquistas é um crime porque pode, num devanear da sua néscia mente, influenciar os árbitros!
Mas ser objectivamente levado ao colo pela arbitragem, desde o “papado” do seu “senhor”, pagar viagens de férias a árbitros, recebê-los em casa na véspera dos seus jogos, dar-lhes cafezinhos e envelopes recheadinhos de … “conselhos familiares” para acalmar as mãezinhas dos ditos, proporcionar-lhes “fruta” em bacanais adequados à “solenidade” da ocasião, revolver influências impudicas para libertar jogadores de castigos que até são demasiado benevolentes, tudo isso é apenas mérito de uma gestão … “brilhante”!...
Tanto quanto se sabe, Paciência, na sua truanice, nunca se lamentou de tais “méritos”!
Não admira! Estava sempre a olhar … para o chão!...
Salvador quer ser o rei bobo. Se já tem Paciência, então é preciso chefe. A bobice tem de ser orientada!
Desta vez, Salvador orientou a sua truanesca actuação para os “media” e mais propriamente para aqueles que se tornaram igualmente nos reis bobos do jornalismo português.
Com efeito, o jornal “o público” – que também prima pela bobice no que ao Benfica diz respeito – foi o de maior contenção, uma vez que se limitou a colocar como título, «António Salvador pede para que "deixem o Braga preparar o jogo com o Benfica em paz"».
Já o “mais futebol” é mais fiel à sua habitual parlapatice e dor de corno, uma vez que chama para título da sua paródia de mediocridade endémica, «Salvador antecipa interesse do Benfica em jogadores do Braga», conquanto se desminta logo a seguir, quer com o desenvolvimento da notícia, quer fundamentalmente com o esforço que faz para colocar em discurso directo o palreio do presidente bracarense.
No cume da pelintragem, contudo, o recorde de mentiras tem o seu lugar sempre assegurado. De facto, este subverte tudo, mas haja alguma benevolência porque se desconfia que por lá não há ninguém capaz de noticiar melhor. O seu título é simplesmente patético na sua relação com o conteúdo das balbuciadelas de Salvador. Não está com meias medidas e escreve logo na primeira página – que a fazer publicidade da sua mediocridade jornalística não se acanha – «António Salvador acusa encarnados de manobras de desestabilização».
Mas, afinal, o que disse Salvador de fundamental, a respeito?
Segundo as transcrições em discurso directo do “mais futebol” e do “público” – do recorde de mentira nada se sabe porque se não lêem palermices a pagar – somente isto:
« … eu sei que alguns órgãos de comunicação social vão colocar notícias a dizer que o Benfica está interessado em jogadores do Braga … »
Associa-lhe um pedido:
« … Gostaria que a comunicação social nos deixasse trabalhar em paz. Até agora fomos líderes e fizeram isso, espero que continuem … »
Salvador reconhece que a comunicação social tem deixado o Braga em paz, embora sendo a sua equipa a líder do campeonato. Contra essa paz barafustaram em tempos não muito idos, ele e o seu treinador, demonstrando bem o seu despeito por tamanha “desconsideração”, sem atentarem na tacanhice da sua pequenez.
Pois agora é Salvador que fantasia uma hipotética atenção noticiosa sem perceber que ela, se ao Braga se referir, será somente por espúrio reflexo porque o fluxo das atenções se centrará sempre no Benfica. Será sempre pelo Benfica que, em pura excrescência, a comunicação social se referirá ao Braga.
Mas, pelo menos os jornais que dão relevo à notícia, a comunicação social comporta-se de novo como estúpida e até contradiz de imediato o medo de Salvador. De facto, acostumada que está em ser “curiosa”, nem sequer questionou os por quês das notícias sobre o devaneio do hipotético interesse do Benfica nos jogadores do Braga.
Será que considerou Salvador um parceiro e “respeitou” as suas “fontes” como as deusas da pureza virginal que não podem ceder à mínima tentação, conquanto ela seja de valor humano muito superior?
Tudo isto, no entanto, está em consonância com a triste realidade jornalística nacional. Salvador não afirmou que o Benfica estaria interessado em jogadores do seu clube. O que ele disse “ipsis verbis”, segundo a transcrição jornalística, é que alguns órgãos de comunicação social iriam colocar notícias sobre esse imaginoso interesse, deixando implícita apenas a ideia de pura invenção jornalística o que, de resto, não é novidade para ninguém pela recorrência que se tornou o modo habitual de fazer jornalismo em Portugal.
O jornalismo português, efectivamente, desceu muitos lugares no ranking mundial. E não sou eu que o afirmo, mas jornalistas excepcionais, uma excepção que só confirma a regra.
Para melhor se apreciar esta autêntica porcaria, nada mais fiel do que citar excertos desses grandes jornalistas.
Baptista Bastos, pronunciando-se sobre um debate televisivo e sobre dois jornalistas com cargos importantes em jornais diários, dizia só isto:
«São dois zelosos burocratas medíocres, que os acasos do descaso fizeram trepar a postos importantes em dois jornais».
E Emídio Rangel não se ficava atrás! Aprecie-se:
«O jornalismo português deu nesta semana uma triste imagem de si próprio num gigantesco palco chamado ‘Prós e Contras’. Nunca se vira tal coisa. Havia notícia da podridão e da mediocridade em que está enredado tal jornalismo mas nunca se tinha apreciado o espectáculo horrendo das entranhas. Tudo às escâncaras!!! Sem dúvida, bem pior que a política, porque, afinal, o número de ‘cabos de esquadra’ a dirigir importantes órgãos de comunicação social é um susto»…
« … Temos, por um lado, novas gerações de jornalistas que nunca leram o código deontológico nem sabem o que isso significa. Temos, por outro, jornalistas seniores a desempenhar funções de direcção dando exemplos patéticos da ‘praxis’ jornalística. Há os que participam e dinamizam inventonas, outros que se vão pavoneando com uma retórica fundada nos princípios da ‘dor de corno’ quando perdem a oportunidade da notícia, outros ainda tão cheios da sua chico-espertice que ganham as paradas mas não olham a meios. Outros que se põem em bicos de pés mas que não chegam a existir».
Melhor retrato da realidade jornalística actual não podia ser pintado, até pela excelsitude dos seus “pintores”. E foi com esta podridão vendida e avençada que o Benfica e os Benfiquistas se tiveram de confrontar durante anos!
Bendita a hora em que o Benfica conseguiu colocar à mercê dos Benfiquistas o seu jornal “O Benfica” e a sua televisão, a “Benfica TV”.
Podemos, por isso, nós agora, Benfiquistas, rirmo-nos do extremo e impertinente ridículo em que esta podridão e mediocridade jornalística se enlameia.