quarta-feira, 29 de abril de 2009

NOTAS BENFIQUISTAS

Um campeão também se faz de “ajudas boas”…

António Pedro Ferreira analisa no Diário de Notícias o jogo Académica-FC do Porto, sob o título:

«Um campeão também se faz de dias maus»

Desconfio de que o cronista não tinha a noção exacta e a presciência da manifesta verdade do título da sua crónica. Tem sido efectivamente assim, de forma continuada, desusada e suspicaz que, de há longos anos para cá, se faz do FC do Porto “campeão”. Tal e qual como o que se passou no Municipal de Coimbra!

O “campeão” do cronista faz-se de «dias maus» porque beneficia simultaneamente de ajudas boas! Ajudas boas que o salvam no desenrolar do seu próprio jogo, bem como ajudas boas que recebe de jogos do outro rival, o Benfica! O que significa ter havido ajudas más para este último
Em Coimbra, um penalty descaradíssimo que Benquerença não marcou porque não quis, porque cumpria o seu desígnio, contribuindo para a tremenda e suja suspeição que grassa neste pobre futebol português. Dizer-se que não seria por um eventual golo resultante da transformação do penalty indiscutível que o FC Porto perderia é uma falácia. As regras são para cumprir e quem as desrespeita de forma tão visível, indiscutível e consciente só pode estar a contribuir para o lamaçal de suspeição que nenhuma tentativa de branqueamento consegue apagar.
Ninguém é adivinho para poder afirmar com segurança como se desenrolaria o jogo, esse ou outro do género, a partir da marcação desse penalty que normalmente se traduz em golo. Não são muitos destes cronistas que dizem ser o golo o tónico por excelência dos jogadores?

Só durante esta época desportiva, os exemplos são imensos e flagrantes. Enumeremos só alguns.
Um outro dos «dias maus» do FC Porto foi o do encontro com o Rio-Ave. Teve a boa ajuda de um penalty preparado pelo árbitro do encontro e da validação de um golo irregular, a 4 minutos dos 90, porque precedido de falta grosseira. E quem ousou protestar contra mais esta sujeira, foi logo publicamente ameaçado e maltratado pela ousadia de remexer na porcaria! Só enfia a carapuça quem sente o rebate de consciência para a enfiar.
Mas o FC Porto, o tal “campeão” dos «dias maus», estava a ter outro dia mau, ou mesmo um dia péssimo porque estava seriamente em risco a sua liderança, no jogo contra o Benfica! E mais uma vez foi salvo pela boa ajuda do árbitro Proença e a consequente ajuda má para o seu rival. E não se sabe se em Braga o FC Porto também teria mais um dos seus «dias maus» porque o árbitro, um madrugador de solicitude, logo prestou a ajuda boa da validação do golo nascido de um fora de jogo ostensivo, combinada com o perdoar de dois penalties ao longo da partida. Foi um aniversário de presentes nesse dia, pelo que, com toda a evidência, esse não foi um dos «dias maus» para o dito “campeão” mas um dia de festa, feita de óptimas e providenciais ajudas a preceito!

O candidato rival – o Sporting não conta porque está há muito bem domesticado para ser apenas segundo e não ousa desrespeitar o amo – teve certamente muitos «dias maus». Muitos «dias maus» porque não teve ajudas boas e, bem pior do que isso, porque teve imensas más ajudas.
Aliás, não fossem as más ajudas e os «dias maus» nem sequer teriam sido maus, mesmo sem precisar para coisíssima nenhuma de ajudas boas. Bastava que os árbitros tivessem sido isentos e cumprido a missão que lhes foi presumidamente confiada, o que, na podridão do futebol português em que eles próprios se enlamearam, é como sonhar que Pinto da Costa nunca recebeu árbitros na véspera dos jogos do “campeão” do cronista e com eles bebeu refastelado uns cafezinhos!
Tivessem esses árbitros validado, como deviam, os golos legais marcados ao Leixões, em Matosinhos, ao Vitória de Setúbal e ao Nacional, na Luz, assinalado igualmente os penalties claríssimos que ficaram por marcar contra o Rio Ave, em Vila do Conde, e contra o Belenenses (dois), no Restelo e o citado “campeão” talvez o não fosse assim tanto!
Mesmo no jogo da Luz com a Académica, em dia que não foi assim tão mau, encarregou-se o árbitro desse trabalhinho sujo, de o tornar, não digo num dos «dias maus», mas num dia péssimo! Péssimo para o Benfica, óptimo para o tal “campeão”. De facto, essa arbitragem marcou um fora de jogo de golo feito, anulou um golo legal punindo a vítima – o jogador do Benfica, claro – e premiando o prevaricador, e esquecendo-se de marcar outro penalty incontestável contra os “estudantes”. Foi muita ajuda má ao mesmo tempo! Má para o Benfica e mais uma ajuda óptima para o dito “campeão” do cronista.
Aliás, ainda bem recentemente, o árbitro do Benfica-Marítimo se esforçou bastante para que esta última equipa conseguisse ao menos o empate, assinalando mais um penalty fantasma. Era certamente uma sua arreigada intenção inconsciente – as lavagens ao cérebro, com fruta, cafezinhos, envelopes e avisos de amiguinhos, tornam a persistente e deslavada execução da trapaça ao Benfica numa coisa meramente autómata – um desempenho do aviso que recebera e da fruta que o esperava.
Mais uma ajudinha ao “campeão” dos «dias maus» das que o cronista faz de conta que desconhece.

De facto, assim se tem feito daquele clube um “campeão”, desde há três décadas, aproximadamente!
Um “campeão” de «dias maus» e ajudas boas, quer as de que beneficia directamente, quer em particular as que derivam das más ajudas prestadas ao seu rival.
Sem um tal ensaio, combinado com todos os pormenores e benefícios, o cronista talvez conseguisse perceber que o seu “campeão” seria muitas vezes apenas um “campeão virtual” a ver o campeonato real apenas por um canudo! Nem precisava, para isso, de que os árbitros receitassem ao seu “campeão” umas ajudas más. Bastava que se abstivessem de lhe receitar as boas ajudas com que constantemente o presenteiam, em casa própria e na do adversário rival, aqui através da receita das más ajudas, bem seleccionadas no tempo e no espaço.

Vida e morte estão tão próximas que basta uma pequena boa ajuda, combinada com uma, mesmo que pequena, má ajuda do rival, para colocar cada um no seu destino. À beira do precipício, uma mão estendida ou um pequeno sopro fazem toda a diferença.

«Dias maus» com “ajudas boas” contra «dias maus» e “ajudas más” faz do primeiro um “campeão” sem esforço mas com batotice grosseira. Um “campeão” fabricado por encomenda, um “campeão” predeterminado, um “campeão” engendrado na corrupção desportiva. Ou, preferindo-se, como opinava sobre o mesmo Académica-FC Porto um comentador bem experiente e, caso curioso, que não morre de amores pelo Benfica, um “campeão” no meio de uma tremenda suspeição.

Durante esta época futebolística, então, o FC Porto não tem sido levado ao colo pelos árbitros. Os fogueteiros, fogaceiros e mordomeiros capricharam! O FC do Porto não tem sido levado ao colo, tem sido carregado num andor bem enfeitado de promessas, presentes e fanfarras, em procissão laudatória abrilhantada por um festival de boas e fartas ajudas, directas e indirectas, estas em muito mais abundância através das más ajudas ao Benfica que o têm prejudicado à descarada pela podre arbitragem nacional que perdeu de todo qualquer resquício de vergonha que, porventura, ainda lhe sobejasse.
Este ano, para disfarçar e mandar seguir a fanfarra mais o foguetório, as piores classificações atribuídas aos árbitros, têm sido àqueles que têm arbitrado e prejudicado ostensivamente o Benfica. A esmagadora maioria dos árbitros, que têm ido parar à célebre “jarra”, saiu desse lote de mal classificados
De certeza, uma intenção hipócrita de uma compensação que nada compensa.

Mas que ninguém se admire se esses árbitros vierem a ocupar, no fim da época, os melhores lugares da classificação. Eles não são menos do que Olegário Benquerença, na actualidade o árbitro que mais se tem identificado, por actuações concretas, directas e indirectas, com o sistema da corrupção desportiva condenada, com a batota que grassa em benefício do tal fabricado “campeão” e em prejuízo claríssimo do Benfica.
Um Olegário que até tem o melhor estatuto dos árbitros portugueses junto da UEFA! Quando está tão em voga o estatuto do mérito, compreendem-se muito convictamente as compensações pelos brilhantes serviços prestados à corja do sistema que domina o futebol batoteiro deste pobre país!

NOTAS BENFIQUISTAS

Os zarolhos também fazem parte da “estória”

O professor Jesualdo tem e não tem dúvidas, não as metódicas mas as de sua sabichice. Zarolho e estrábico, consegue ver a centenas de quilómetros de distância o que não enxerga a meia dúzia de metros! São defeitos de vesguice congénita!
Num certo dia, o professor Jesualdo enxergou, com a ajuda do seu monóculo, que em «outro jogo que hoje envolveu um candidato ao título, as coisas funcionaram ao contrário». Jesualdo queixava-se de ter empatado o jogo contra o Trofense e da falta de uma boa ajuda. Hábitos difíceis de suportar, quando se sai da rotina, por tão arreigados se mostrarem!
O «outro jogo» de que falava desenrolou-se a 300 km de distância de Jesualdo e era o Benfica-Braga.

Partido o monóculo visionário, até sua memória se evaporou! Em frente de seu nariz, nem cheirar cheirou o penalty com que Proença o presenteou! Quanto a isso só soube arengar:

«Esse é um assunto de que não falo mesmo, para mim não é tema de conversa».
Por que não, pergunta-lhe o parolo do jornalista?!
«Porque não é da minha área», responde o sabichoso treinador!

Tendo tido mais um dos tais «dias maus» não lhe faltaram desta vez as “ajudas boas” e isso era o que mais lhe interessava. Estes jornalistas ou são ou fazem-se uns ignorantes crassos. Deviam saber de cor que só muito raramente o professor Jesualdo está disponível para falar dos árbitros. O seu actual clube tem fartas e belíssimas ajudas, directas e indirectas, com bem mais assiduidade do que deputados no parlamento a fazer leis que punam, efectivamente, não só humildes pilha-galinhas mas, em especial, os poderosos e corruptos batoteiros! É para isso que o Povo os elege e lhes paga com o sacrifício do seu trabalho.
A não ser, claro, em dia de jantarada laudatória à corrupção desportiva condenada, na mui digna pessoa de um presidente igualmente condenado pela dita corruptice desportiva. Aí, há festa e comparência, não ausência!
E ainda há gente tão descarada, ousada e hipócrita que diz ser aquele assento parlamentar a casa que espelha o viver democrático, o palácio da ventura e do triunfo dos direitos do Povo e da luta contra os maus olhados, os pecaminosos, proxenetas, matadores, estupradores, violadores e corruptos abusadores dos dinheiros públicos!
Então que se glorifique, com salamaleques e boas-vindas de seu vetusto presidente, o papa que engendrou o sofisticado, abrangente e abençoado sistema da corruptice futeboleira que faz reinado neste Portugal da democracia, isto é, um Portugal dito do Povo. Um Portugal apregoado Estado de Direito sem Direitos para o Povo que dele dizem é Senhor!
Pura fantasia! Fazendo desse Povo meros peões de votos, tratam-no como um Servo que assiste impotente ao embuste do louvor aos mamões da paróquia que oram ajuramentados à justiça divina para serem canonizados neste lugarejo de hipocrisia, com juízes surdos à corrupção confessa nos auscultadores dos telefones e daí lavando as mãos como Pilatos!

E queriam que o professor Jesualdo falasse das arbitragens que tanto enaltecem a sua equipa com mui beneméritas oferendas! O professor Jesualdo, em termos de zarolhice, não se contradita. Só que nem sempre se encontra no lugar adequado, às vezes fica na bancada! O jornalista é pacóvio! Mas a resposta do professor é finória!

«"Não vi o lance da posição onde estava", disse Jesualdo Ferreira quando confrontado com a mão de Meireles na área portista. Na altura, o jogo Académica-Porto estava 0-0.

E sempre, como e quando lhe convém, acrescenta:

“Não comento arbitragens”» …

Sabichoso e ladino, diz mais o manhoso mestre-escola:

«acho que devíamos estar a discutir futebol em vez de coisas que não contribuem para a dignificação do futebol"»

O professor Jesualdo também é um estrábico espertalhaço ... só às vezes… E muito distraído! Porque lá blasfemar ele blasfemou contra o papa, num hiato insapiente! Incônscio, confessou a óbvia e contumaz realidade!
A sujeira de Benquerença não contribui, efectivamente “para a dignificação do futebol”! Nem a de Benquerença, nem as dos Duartes, Azevedo & Filho, L. dª, nem a do Elmano, Proença, Henriques, Costa – recuso-me a escrever o primeiro nome porque seria enxovalhar o glorioso nome do nosso Rui – mesmo Lucílio que, se penalty inventou, primeiro, igualmente sancionou o golo irregular dos chorões de Alvalade, a quem tem prestado relevantes servicinhos.
Todavia, mestre-escola Jesualdo já soube responder à “Zé-povinho” e caprichar no manguito aos espanhóis!
Teve azar porque eles já sabiam! Eles e os da UEFA também! E lá foi preciso recorrer de novo aos bons ofícios do juiz Mortágua para ver a pena do manguito minguada!
Sem pechincha ou com pechincha de quinhentinhos malfadados?! É mistério! Pelos menos, diz Mortágua, os árbitros querem envelopes mais recheados!

Jesualdo só fala para agradecer. Notem só as preclaras palavras com que brindou a oferta do seu parceiro do Sado, o pequeno e insipiente aprendiz Cardoso do Vitória de Setúbal, quando o FC Porto estava em dificuldades:

«A partir do momento em que o adversário tirou os avançados, a nossa vitória tornou-se inevitável (...), marcámos dois belos golos e soubemos vencer a ansiedade que, a dada altura, foi evidente»

Segundo alguns cronistas mais cônscios da sua nobre missão de informar, a vitória portista sobre o V. Setúbal, foi conseguida e deveras facilitada depois de Carlos Cardoso substituir, no espaço de um minuto já bem dentro da 2ª parte, os dois jogadores que mais embaraços estavam a causar – Leandro Lima e Bruno Gama.
Enquanto Cardoso justificava o injustificável … «já não atacavam com a mesma intensidade» … Jesualdo festejava agradecido … «com a saída de ambos, passámos a ter mais espaço e mais linhas» …

Para a história, fica a coincidência obscena e indecorosa, menos para os altos comandos do futebol português – secretários de estado do desporto e mesmo quem se propôs e repete, na sua candidatura à Liga, acabar com a pouca vergonha que graça e desgraça este futebol de mentira pegada – traduzida no facto de os substituídos não apenas serem os que mais dissabores causavam ao clube de Jesualdo, como serem ainda jogadores emprestados pelo FC Porto.
Antes e agora, em alguns casos, os emprestados são subitamente acometidos de doenças e lesões, outros remetidos para a bancada, cheios de saúde e vigor futebolístico a mais.
E quando não há emprestados, anuncia-se nas vésperas a compra de um ou outro jogador dos clubes que ao clube corrupto e condenado cabe defrontar.
Esta sujeira de futebol é tão descaradamente promíscua que nem favela São Paulina consegue arremedar!

É isso mesmo! Ao fim de alguns anos de domínio sobre a arbitragem, avaliadores, delegados, órgãos de justiça e de outras coisas, serve-se agora um novo doping. Convencem-se treinadores de outros clubes a fazerem relatórios ao clube corrupto, adestram-se outros para que substituam os jogadores que maior mossa possam causar aos interesses do mesmo clube, emprestam-se jogadores sempre gostosamente disponíveis a fazer um jeitinho salvador!
É a satelização quase integral dos clubes que disputam a mesma competição, fazendo-os girar na órbita da esperança da sua dose … do sonho e da sorte! A nossa Liga Portuguesa de Futebol Profissional tem praticamente meia dúzia, se tanto, de clubes independentes do FC Porto, a disputar o campeonato! Um campeonato que ela ainda é capaz ingenuamente de pensar que é disputado por 16 clubes!

Contra o Setúbal, foi mais uma boa ajuda em mais um dos «dias maus»! E assim, como sempre, lá se vai fabricando um “campeão”! É um dos resultados concretos da dita satelização, mais parecida com domesticação!
A juntar aos constantes benefícios das arbitragens, a descredibilização e a mentira de dezenas de anos está para levar e durar! E ninguém se incomoda muito com tamanha vergonha e embuste porque a opinião impressa, necessariamente domesticada para compor o puzzle, conseguiu e consegue ensaboar e branquear, numa tentativa estrénua de lavagem ao cérebro.

Voltando ao professor Jesualdo, a sua vesguice espertalhona também lhe prega às vezes umas ciladas! Distorce-lhe as maneiras e entorpece-lhe o siso de tanto tentar sabichar! E ele, sempre tão distraído para o que lhe não convém, distraiu-se quando menos lhe convinha!
Fazer um manguito aos espanhóis! Uma má lição de um mestre-escola da sua reputação! Está ai, bem patente, o resultado do seu ensinamento! Veja-se e reveja-se o brasileiro-português! A diferença foi que este fez manguitos com as patas! Um, mangou, outro escoucinhou!
Ambos frequentaram a mesma escola, aquela escola de onde outros já fugiram para não serem corridos a tiro de pistola!

O professor Jesualdo não é o sabidão que pretende ser! Porque, queira-se ou não se queira, é de autêntica aselhice, distrair-se o distraído!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

OS “BITAITES” DO PROFESSOR JESUALDO

Lá pelas bandas do FCP é hábito antigo haver um professor “bitaites”. Quer dizer, entre outras coisas, são doutrinados, aprendem e depois debitam, seja por convicção, indução ou compulsão, a ladainha dos “bitaites”. O objectivo é que se saiba como se esforçam – em vão, naturalmente, com excepção dos ingénuos ou dos apaniguados – por induzir nos outros as suas “verdades”.

Em tempos, apareceu um tal professor Gonçalves, palrador de “bitaites”, que teve a sua época áurea há uns anos atrás. Claro que ele, agora já muito raramente, está sempre pronto a “bitaitar”, mas já nem os “microfonistas” lhe compram a lengalenga.

O professor Jesualdo é a nova cópia do “bitaitismo” hodierno, reincidente, bolorento, hilariante e ignorante. Os “bitaites” sobre as arbitragens têm sido o seu ex-libris mais recente. Bota “bitaite” em arbitragem de jogo distante e a que não assiste e cala o “bitaite” em jogo à frente do seu nariz – sabemos, pelo menos, que o “bitaite” não tem origem no olfacto – quando não está mesmo nada interessado, tanta foi a beneficência e a liberalidade com que os árbitros presentearam a sua equipa.
Todavia, se instado com alguma irreverência, já lança o seu “bitaite”. Veja-se o exemplo Pedro Proença recente. O seu “bitaite” arrogante:
«…esse é um assunto de que não falo mesmo, para mim não é tema de conversa»
Replica-lhe o maroto jornalista: «E por que não?»
E o “bitaite” mais repenicado:
«…porque não é da minha área»

É claro que, mesmo sendo acusado de “memória curta”, o povo amante do futebol nacional não “infectado” pelo “bitaitismo” e suas fontes – que é, felizmente, a esmagadora maioria – ainda se lembra bem da chinfrineira que o professor Jesualdo fez da arbitragem de Xistra, de resto, num jogo com os amigos do Sporting para a Taça de Portugal e de que saiu vencedor apurado. Também fez chinfrineira depois do jogo com o Trofense, porque não conseguiu ganhar. E se mais não fez foi porque, em todos os restantes jogos, liga e taças, foi altamente beneficiado, para ganhar, ganhando, para não perder, não perdendo, ou para perder mas não aproveitando e perdendo na mesma.
Exemplos mais recentes, o penalti fabricado que lhe deu o empate contra o Benfica e o penalti fabricado contra o Rio-Ave, acrescido do golo do Farias, às cavalitas no adversário, para colocar o FCP de novo a ganhar, à beirinha do fim do jogo.

A relíquia dos “bitaites” do professor Jesualdo estava, contudo, guardada para ser lançada no momento mais solene, passado o tremendo susto da derrota com o Benfica:
«…os jogadores do FCP têm sido os mais “agredidos”!!!…»

Imagine só, povo amante do futebol não infectado pelo “bitaitismo”, que o Bruno Alves jogava por outra equipa qualquer. Exceptuemos, porém, as equipas domadas pelas ajudas salvadoras de falências anunciadas – Amadora, Setúbal e o mais que está para vir! Quanto ao Belenenses, apesar de tudo não desejamos que o seu speaker venha a perder a sua exaltação laudatória a Pinto da Costa. Speakers daqueles há muitos, vão e vêm e o velho Belenenses há-de perdurar!

Mas imagine-se só, dizia, que o Bruno Alves jogava noutra equipa. Estão mesmo a adivinhar o que aconteceria aos “meninos da mamã”, perdão, aos meninos bem “comportadinhos” do professor Jesualdo, quando o Bruno Alves jogasse contra eles! De acordo com o “bitaite” do professor Jesualdo, então é que eles iam saber que havia uma “fruta” bem mais agridoce do que a que o seu clube costuma oferecer.

Mas não é nada disso que estão a pensar, peço desculpa, imaginaram tudo ao contrário! É que, se o Bruno Alves jogasse noutra equipa, se não fosse à primeira, de certeza que à segunda estava com um vermelho directo pespegado bem à frente do seu arrebitado nariz! Os árbitros até lhe punham os olhos mais em bico! E, então, se jogasse no Benfica!...

Bruno Alves ou ficava cordeirinho, ou mudava de vidinha!...
Assim, a jogar num clube que foi condenado por tentativa de batotice desportiva, é capaz de levar um amarelito quando Deus faz anos. Mas Deus é omnipotente … e aos árbitros falta potência para enfrentar os condenados por corrupção tentada, ou, então, guardam-na para a “fruta” prometida.
E Deus também é imortal, ou seja, nunca faz anos!...

Por tudo isto, o professor Jesualdo pode continuar tranquilamente com os seus “bitaites”.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A paixão e a devoção de Carvalho

Carvalho, há quem diga convicto, é um benfiquista dos “sete costados”! O seu “benfiquismo”, no entanto, pelo que destila dos seus escritos, não consegue clamar mais alto do que um entranhado “portismo” que ressuma da sua lide!

Carvalho, enfronhado num canal ”portista”, dizem que por ele ao menos também ensaiado, mas pelo “papa”, com certeza abençoado, tem de manter-se fiel a uma realidade virtual, a uma realidade camuflada de benfiquismo, como convém, mas devotada em loas ao “portismo”!

Por isso, Carvalho luta e continua a lutar, numa cruzada sacrossanta, sem desfalecimento tanto quanto sem aderência com uma realidade que se recusa obstinadamente a tolerar!

A cruzada de Carvalho chega a ser comovedora pela veneração que dela emana! É, de facto, patético o seu afã no sentido de alinhavar argumentos que, mais do que aos outros, possam convencer o seu ego da razoabilidade da sua lide!

Carvalho mostra-se, em suma, mais “papista” que o “papa”!


Carvalho recorre a um chorrilho de fantasias e de palpites, de conclusões a gosto e a contra gosto, sem a mínima expressão nas premissas que urde, estas já despidas do seu invólucro real! Sempre na sua realidade virtual, na satisfação do seu anseio!

Basta ver o seu emaranhado de contas virtuais com que fantasia a sua tão acarinhada devoção e gratidão por uma olivedesportos tão usurária do clube que diz ser do seu coração.

As sábias conclusões de Carvalho a este respeito têm, naturalmente, o (de)mérito das suas por si almejadas mas inócuas premissas.


Carvalho é também um mestre na denominada “ética portista”, em especial na teoria da “lei das compensações” . Ainda agora com o seu “sétimo céu(?!!!), faz inveja a MST, que não ensaiaria melhor do que ele! Aliás, MST deve ter delegado em Carvalho, porque esteve ausente de “a bola”, de resto, deixando esta mais arejada e menos bafienta!


Quanto às suas contas virtuais, nada a fazer! É um vício de que é um portador endémico! Tira 3 pontos ao Benfica no jogo com o Braga! Mas, só para dar um exemplo, quanto à roubalheira de Pedro Henriques no jogo contra o Nacional, o seu silêncio é arrepiante … e sintomático do seu tão propalado e sentido mas não vivido “benfiquismo”!


E haverá alguém mais coitadinho do que aquele que tem de parecer o que não é, porque outros valores mais altos se alevantam? Nem Pedro Proença sente o fardo tão pesado!


O “portismo” de Carvalho parece estar profundamente fidelizado, é o que nos incute a sua “pena”! A crença nas virtudes imaculadas e reiteradamente apregoadas, os encómios apologéticos daqueles cuja única razão existencial é fazer guerra ao Benfica, em contraste com os oráculos da desgraça que profetiza impudentemente, não conduzem a uma prática de benfiquismo.



Carvalho apregoa benfiquismo fervoroso que, na prática, não é sentido nem vivido!

De que serve, então, ao Benfica tão fervorosa ajuramentação de benfiquismo se, na praça pública, os elogios e os incentivos vão para o inimigo e os despautérios e as traulitadas vão para as coisas que constituem o objecto de tão ajuramentado fervor?


Pelo que se ouve e se lhe ouve dizer, até parece que, se Carvalho quisesse ingressar na misticidade do Benfica, com a devoção, capacidade, inteligência, disponibilidade e afã com que em vão tenta branquear a corrupção já condenada, talvez muito tivesse para dar ao Benfica!

E o Benfica, algo dele poderia esperar e, especialmente, beneficiar!

Assim! ...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Pedro Proença Cumpriu

Pouco tempo antes do jogo, o árbitro Pedro Proença disse à SportTVesperar que soubesse respeitar o público. À pergunta sobre se, sendo sócio do Benfica, isso não poderia influenciar as suas decisões, respondeu que a sua preocupação era dignificar a arbitragem portuguesa. E disse mais: «todos temos as nossas convicções mas ou somos competentes ou não somos».

Pedro Proença queria respeitar o público de um clube já condenado por corrupção. Era a esse público que Pedro Proença se queria referir, era esse o público que praticamente enchia o anfiteatro do jogo.
E Pedro Proença respeitou. Inventou uma grande penalidade contra o Benfica, talvez porque tivesse sentido alguma aragem na sua camisola, uma vez que estava colocado tão perto do lance. Como o público daquele clube estava bastante triste por estar a perder e a derrota caseira era indigna depois da goleada e da poupança de esforços, era preciso respeitá-lo e oferecer-lhe uma prenda.

Pedro Proença estava preocupado em dignificar a arbitragem portuguesa.
E Pedro Proença dignificou. Inventou uma grande penalidade contra o Benfica porque dignificar a arbitragem portuguesa é fazer mordomia ao clube regional corrupto, beneficiando-o escandalosamente e levando-o, não ao colo, mas às cavalitas, e, concomitantemente, prejudicar o Benfica. Dignificou a arbitragem portuguesa tal como os seus colegas que arbitraram os jogos Rio Ave-Benfica, Leixões-Benfica (campeonato e taça de Portugal), Benfica-Setúbal, Benfica-Nacional e Belenenses-Benfica.

Pedro Proença não estava preocupado com as suas convicções porque o que importava era ser competente ou não.
E Pedro Proença estava a falar verdade. Quanto às suas convicções, elas serviram-lhe, como sempre, para demonstrar claramente que estava ali para prejudicar uma vez mais o clube de que diz ser sócio. Era preciso demonstrar de novo a sua "isenção", prejudicando o Benfica.

Pedro Proença afirmou convictamente que ou era competente, ou não.
E Pedro Proença foi competente. Inventou uma grande penalidade porque um jogador adversário resolveu atirar-se para o chão, mesmo ali ao seu lado. Não premiar mergulho tão acrobático era sinal da mais pura incompetência.

Pedro Proença cumpriu à risca todas as suas promessas. Dignificou a arbitragem portuguesa, tal como ele e os seus colegas e dirigentes a têm dignificado nos últimos anos! Tanto que ela, nos últimos campeonatos da Europa e do Mundo, não pôs lá os pés. Apesar de estar classificada nos 10 mais, segundo o seu dirigente-mor, Vítor Pereira! De resto, este senhor diz que tem poucos árbitros. Talvez sinta que os que tem estejam cansados de tanta ajuda ao clube regional corrupto condenado.

A arbitragem portuguesa tem sido aquela corporação que mais tem desviado o público dos estádios e que mais tem incutido nas pessoas a ideia de que os campeonatos estão completamente viciados a favor do clube corrupto.

E Pedro Proença tem dado uma grande ajuda!





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

MORDOMO ... É MORDOMO!...

Parafraseando o nosso Grande Ricardo, “dificilmente haverá em Portugal, (no Mundo, sem ponto de interrogação), mordomo como o Sporting de Franco e Alves, SA. Um mordomo que faz gala em se apresentar bem aperaltado no seu fraque de surrobeco.

Vem isto a propósito do palavreado de Garção, porta-voz da SA (?). Diz ele que o Sporting «não vai inverter o seu rumo face a “provocações de baixo nível”». É assim como uma espécie de afirmação-resposta a João Gabriel que teve a gentileza de elevar o chefe da mordomia a “porta-voz” de seu amo.


O Sporting de Franco e Alves, SA, cumpre à risca o seu papel de mordomo.

O FCP foi a Alvalade, PC fica na tribuna de honra presidencial com Franco a seu lado. A este propósito, o presidente do Marítimo mostrou-se há poucos dias muito melindrado. Dizia ele que só o presidente PC merecia tal honra da parte de Franco, os outros eram recambiados para outra banda, mas não para a reservada aos cegos e por estes rejeitada, vá lá!

O presidente do Marítimo não tem razão, teve um lapso de memória. Não foi Franco que convidou PC para a tribuna presidencial! Foi PC que convidou Franco! Cada galo no seu poleiro! Amo é amo, mordomo é mordomo!


Alves barafustou apoplecticamente contra a arbitragem do Benfica-Braga, dizendo que a mesma impediu o Sporting de se isolar no comando, acrescentando que ficou “chocado” com o que viu na Luz!…

Relativamente à arbitragem do Braga-Porto, “aos costumes disse nada”. Esta já não impediu o Sporting de se isolar no comando.

É o mordomo, por osmose, a sentir como suas as dores do amo.


Franco foi o correio público de PC, ou melhor, das intenções deste. Era preciso que alguém, já de certa hierarquia, camuflasse as reais intenções de PC: pressionar o CJ a colocar ponto final em mais um dos imbróglios do nosso futebol, de modo a que o Benfica só soubesse de véspera com quem ia jogar e não pudesse preparar o jogo. Pensavam PC e Franco que, assim, a notícia da hipotética falta de comparência seria mais verosímil.

Posteriormente, já veio noticiado que, afinal, o “porto” vai comparecer. Não foi PC que disse nem mandou dizer por Franco. Teria sido um dos criados, o que não deixa de ser um desrespeito pelas hierarquias, mas amo é amo!


A afirmação do porta-voz (de Franco?) de que «os leões não vão inverter o seu rumo…» só surpreende os incautos, é uma não afirmação.

As afirmações do mesmo porta-voz de que o Sporting « … está no futebol português de forma isenta e totalmente independente…» e que «… recusa e recusará quaisquer alianças … », são apenas para consumo interno, não são para levar a sério!

Parafraseando de novo o nosso Grande Ricardo, dificilmente haverá em Portugal (no Mundo) quem pense que as funções de um porta-voz caibam nas atribuições de um mordomo.

Pois bem, Garção acha “de baixo nível” que o chefe da mordomia seja elevado à função de porta-voz!


Gostos são gostos!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O EXPLENDOR DO SISTEMA

O sistema entrou de novo nos eixos. A catarse, pequena quanto baste, é “purgante” e “purificante”.

“Purgante” porque desvia as atenções de suas costumadas trapacices e foca os holofotes no objecto que delas é o destinatário, o Benfica. Se o árbitro teve o despautério de não ter errado contra ele, levanta-se a almejada costumança do clamor contra o atrevido que não ousa trapacear. É tempo de serventes e mordomos, testas de ferro de seu amo apadrinhados, largar suas bufas bafientas e baforadas truculentas, preparando convenientemente a sua tão costumeira batotice.

“Purificante” porque, desviada a atenção da trapaça, os fariseus oram seu fingimento de batota ensopado, batota pelos terráqueos já condenada, mas não pela Justiça Divina agora tão reclamada para ser purificada.


A unanimidade clamorosa da semana passada descansa, enfim, na paz do silêncio benfazejo. Beneficiar o clube corrupto e já condenado por tentativa, bem como prejudicar o Benfica, é coisa costumeira e esperada, não é coisa que valha ser noticiada.


O Benfica foi de novo prejudicado pelo apito, é isso que deste se espera. Mais três penalties lhe foram surripiados, que a coisa já vai ao par ou a triplicar. Dois dos penalties até Coroado pouco amigo – e membro dos corpos sociais do clube beneficiado – afirmou convicto terem existido!

O clube corrupto condenado por tentativa é beneficiado, de igual modo a dobrar e a triplicar, cumpre-se a realidade há muito desenhada e desejada!


Mas quem é que é levado ao colo?! Para os mercenários do sistema, o Benfica! O Benfica que já foi roubado em 10 pontos! O Benfica que foi escandalosamente espoliado em catorze dos quinze jogos que disputou! E que em cinco deles lhe sacaram nada menos do que os tais 10 pontinhos da ordem! O Benfica que, sem necessitar de ajudas, podia estar agora com 40 pontos!

A vergonha não mata, nem paga imposto. Mas Portugal é, definitivamente, terra de corruptos, aldrabões, serventuários, mercenários, mordomos e outros que tais. Razão tem o homem de Braga. A Máfia mudou-se para Portugal! Mas já foi há cerca de três décadas, não agora! E está bem instalada!

Salvador deve saber bem do que fala, só que quer alterar a data à medida de seus propósitos!


Os serventes estendem passadeira, dobram costados e reverenciam salamaleques. Moisés traiu-se e traiu o Mar Vermelho, afogando-se nas águas da serventia no turbilhão de seus degredos … ou segredos! Deve ter sido alguma moeda doidivanas que rompeu o dique de águas calmas e reverentes que a lenda nos confia. Já não chegou a mão nacionalista que, em fim de dia cinzentão, trouxe a salvadora redenção?!

E tudo isto, de tão vezeiro quanto do mesmo saco proveitoso, não merece uma investigação?!

Jesus oferta a outra face, parte e reparte as vestes andrajosas e entrega a playstation a outro necessitado, que ele conta estar já assegurado … não na cruz (de novo?!) mas no reino da condenada corrupção. Mostrar-se amofinado com o futuro patrão?!

Os escribas, em nota de rodapé ou cuspindo p’ro lado, arrecadam seus cardápios no gaveto da ignorância, de teias de aranha insuflado. Assim se vão escapulindo de indigesta traulitada do dono, agora tão disposto a pô-los à porta, com mercê ou sem mercê que lhes acuda.

Sobral, desengonçado escriba, impávido quanto impudente, escrevinha «não ter paciência para os erros da arbitragem». Está numa de soneira retemperadora da sua assistência «à mais medonha arbitragem». Esta, disse, validou um golo em fora de jogo e perdoou um penaltie.

Não há dúvida, aquela arbitragem que dá aval a um golo em fora de jogo, até de outra galáxia observado, e perdoa três penalties, não é medonha, é horrenda e pavorosa, mas não para a reverência de Sobral! Apenas lhe tira a paciência!... Mas não fica amofinado! Assim, não tem de pedinchar aos afortunados do presente a prova da sua crendice. Em especial ao professor que, numa de caloteiro, avisando foi não querer pagar … e não pagou, recebeu a triplicar, mais juros à cabeça e tudo o que o senhor do apito pôde inventar. Mas é o que também se esperava de Sobral. Seu intento é que desçam a seu nível de crendice e já lá descansam há muito aqueles a quem teria agora de lançar seu repto de crendura.

O Pereira dos árbitros, anedótico e metodista, de subjugação cozinheiro amestrado, prepara o repasto, medroso mas prazenteiro do agrado. Elmano e Costa nos lugares adequados, um para pendurar no apito sabichoso quem ousa apoquentar, outro para pagar a fruta compensante da batota, numa noitada repousante depois de tanta trapalhada, ao serviço de quem manda e pode, ajuizada!



Os mordomos do satélite adornam a véstia, jaqueta e sobrepeliz, que bem fica em terras de Arcebispos e compõem uma peraltice apropriada à cerimónia.

Alguns, na indigência de reverência e salamaleque, acolhem o olvido da participação criminal contra Paulo, que este é “costa”, nome famoso por tentativa condenado, não Baptista indómito que antes de gafanhotos e mel silvestre alimentado do que de fruta subornado.

Ao que parece, basta-lhes só a disciplinar! Agora está na hora mas é de calar e, como sempre … mamar! Eles, os únicos que a todo o tempo viveram de calabotes com que se mascaram ao tentarem impingi-los a outros, num confucionismo e invencionismo histórico muito próprios das suas historietas ancestrais e muito pior dos que acometem um certo Miguel nos seus escritos. São os Calheiros, Silvanos, Guímaros, bem plagiados pelos Elmanos, os Costas, os Olegários e os Lucílios do presente, só para citar uns meros representantes da súcia calabotiana de suas mentes ínvias.

Outros, d’ antigas lides sistémicas entrelaçados e de cumplicidade alimentados pelo famoso “veto de gaveta”, pudibundos e de despautério vivamente aconchegados, não questionam “trocas e beldrocas”, nem procuradorias de permeio, que bem sabem ter sido este o apito escolhido. E bem ajustado que das lides liberais em favores por eles é bem conhecido. E temem que poderia ser feio! De procuradorias e Procuradores já os compadres estão cheios!


Do satélite primeiro, o silêncio já esperado, espelho de um surdear acomodado e conluiado, que necessário é o veniar obediente de quem tem juízo perante quem pode mandar. Afinal de contas, não foi o poderoso e mandante o único que teve a honra de assentamento junto do presumido dono daquela caterva colorante, com lugar reservado para cego ver?! É claro que o cego, muito diplomaticamente, recambiou a liberal oferta, com um muito obrigado mas dispenso estar nesta espelunca.

Claro que isso foi antes de o presumido dono dar à sola! Mas lá que ele tentou, tentou! Branquear a condenação por tentativa era o mínimo que mordomeiro tão afadigado quanto mesurado podia fazer, em honor de amo tão magnanimamente condenado!

E do pior Bastonário que na Ordem dos Advogados alguma vez assentou bunda, rápido no coaxar coadjutor do pretérito barafustar de seu novel mano satélite, agora nem um pio, nem uma barafunda, para não destoar em sua assemelhada reverência.


Razão tinha o professor das pagadorias e das cretinices. Pagar ele, quando sabe que é hora, não do deve, mas do haver?! E não em singelo, mas a triplicar, com juros à cabeça e a dobrar! Usurário da babosice cretina, menos não seria de lhe agradar!


Bem prega Frei Tomás. Haja um pouco de vergonha neste nosso Portugal!

Mas, qual quê?! O futebol português é há muito nauseante de fedor, mas vai-se lá alguém importar?! Se até no altar da democracia em honra se dá jantar a quem é corrupto condenado por tentativa e arguido já acusado?!

Num fingimento virginal, haja alguém que ouse conspurcar e não apadrinhe a purgação! É escorraçado pelo patrão e não mais convidado!


Que exorcismo sacrílego de uma imaginária e delirante candura!