quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

OS “BITAITES” DO PROFESSOR JESUALDO

Lá pelas bandas do FCP é hábito antigo haver um professor “bitaites”. Quer dizer, entre outras coisas, são doutrinados, aprendem e depois debitam, seja por convicção, indução ou compulsão, a ladainha dos “bitaites”. O objectivo é que se saiba como se esforçam – em vão, naturalmente, com excepção dos ingénuos ou dos apaniguados – por induzir nos outros as suas “verdades”.

Em tempos, apareceu um tal professor Gonçalves, palrador de “bitaites”, que teve a sua época áurea há uns anos atrás. Claro que ele, agora já muito raramente, está sempre pronto a “bitaitar”, mas já nem os “microfonistas” lhe compram a lengalenga.

O professor Jesualdo é a nova cópia do “bitaitismo” hodierno, reincidente, bolorento, hilariante e ignorante. Os “bitaites” sobre as arbitragens têm sido o seu ex-libris mais recente. Bota “bitaite” em arbitragem de jogo distante e a que não assiste e cala o “bitaite” em jogo à frente do seu nariz – sabemos, pelo menos, que o “bitaite” não tem origem no olfacto – quando não está mesmo nada interessado, tanta foi a beneficência e a liberalidade com que os árbitros presentearam a sua equipa.
Todavia, se instado com alguma irreverência, já lança o seu “bitaite”. Veja-se o exemplo Pedro Proença recente. O seu “bitaite” arrogante:
«…esse é um assunto de que não falo mesmo, para mim não é tema de conversa»
Replica-lhe o maroto jornalista: «E por que não?»
E o “bitaite” mais repenicado:
«…porque não é da minha área»

É claro que, mesmo sendo acusado de “memória curta”, o povo amante do futebol nacional não “infectado” pelo “bitaitismo” e suas fontes – que é, felizmente, a esmagadora maioria – ainda se lembra bem da chinfrineira que o professor Jesualdo fez da arbitragem de Xistra, de resto, num jogo com os amigos do Sporting para a Taça de Portugal e de que saiu vencedor apurado. Também fez chinfrineira depois do jogo com o Trofense, porque não conseguiu ganhar. E se mais não fez foi porque, em todos os restantes jogos, liga e taças, foi altamente beneficiado, para ganhar, ganhando, para não perder, não perdendo, ou para perder mas não aproveitando e perdendo na mesma.
Exemplos mais recentes, o penalti fabricado que lhe deu o empate contra o Benfica e o penalti fabricado contra o Rio-Ave, acrescido do golo do Farias, às cavalitas no adversário, para colocar o FCP de novo a ganhar, à beirinha do fim do jogo.

A relíquia dos “bitaites” do professor Jesualdo estava, contudo, guardada para ser lançada no momento mais solene, passado o tremendo susto da derrota com o Benfica:
«…os jogadores do FCP têm sido os mais “agredidos”!!!…»

Imagine só, povo amante do futebol não infectado pelo “bitaitismo”, que o Bruno Alves jogava por outra equipa qualquer. Exceptuemos, porém, as equipas domadas pelas ajudas salvadoras de falências anunciadas – Amadora, Setúbal e o mais que está para vir! Quanto ao Belenenses, apesar de tudo não desejamos que o seu speaker venha a perder a sua exaltação laudatória a Pinto da Costa. Speakers daqueles há muitos, vão e vêm e o velho Belenenses há-de perdurar!

Mas imagine-se só, dizia, que o Bruno Alves jogava noutra equipa. Estão mesmo a adivinhar o que aconteceria aos “meninos da mamã”, perdão, aos meninos bem “comportadinhos” do professor Jesualdo, quando o Bruno Alves jogasse contra eles! De acordo com o “bitaite” do professor Jesualdo, então é que eles iam saber que havia uma “fruta” bem mais agridoce do que a que o seu clube costuma oferecer.

Mas não é nada disso que estão a pensar, peço desculpa, imaginaram tudo ao contrário! É que, se o Bruno Alves jogasse noutra equipa, se não fosse à primeira, de certeza que à segunda estava com um vermelho directo pespegado bem à frente do seu arrebitado nariz! Os árbitros até lhe punham os olhos mais em bico! E, então, se jogasse no Benfica!...

Bruno Alves ou ficava cordeirinho, ou mudava de vidinha!...
Assim, a jogar num clube que foi condenado por tentativa de batotice desportiva, é capaz de levar um amarelito quando Deus faz anos. Mas Deus é omnipotente … e aos árbitros falta potência para enfrentar os condenados por corrupção tentada, ou, então, guardam-na para a “fruta” prometida.
E Deus também é imortal, ou seja, nunca faz anos!...

Por tudo isto, o professor Jesualdo pode continuar tranquilamente com os seus “bitaites”.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A paixão e a devoção de Carvalho

Carvalho, há quem diga convicto, é um benfiquista dos “sete costados”! O seu “benfiquismo”, no entanto, pelo que destila dos seus escritos, não consegue clamar mais alto do que um entranhado “portismo” que ressuma da sua lide!

Carvalho, enfronhado num canal ”portista”, dizem que por ele ao menos também ensaiado, mas pelo “papa”, com certeza abençoado, tem de manter-se fiel a uma realidade virtual, a uma realidade camuflada de benfiquismo, como convém, mas devotada em loas ao “portismo”!

Por isso, Carvalho luta e continua a lutar, numa cruzada sacrossanta, sem desfalecimento tanto quanto sem aderência com uma realidade que se recusa obstinadamente a tolerar!

A cruzada de Carvalho chega a ser comovedora pela veneração que dela emana! É, de facto, patético o seu afã no sentido de alinhavar argumentos que, mais do que aos outros, possam convencer o seu ego da razoabilidade da sua lide!

Carvalho mostra-se, em suma, mais “papista” que o “papa”!


Carvalho recorre a um chorrilho de fantasias e de palpites, de conclusões a gosto e a contra gosto, sem a mínima expressão nas premissas que urde, estas já despidas do seu invólucro real! Sempre na sua realidade virtual, na satisfação do seu anseio!

Basta ver o seu emaranhado de contas virtuais com que fantasia a sua tão acarinhada devoção e gratidão por uma olivedesportos tão usurária do clube que diz ser do seu coração.

As sábias conclusões de Carvalho a este respeito têm, naturalmente, o (de)mérito das suas por si almejadas mas inócuas premissas.


Carvalho é também um mestre na denominada “ética portista”, em especial na teoria da “lei das compensações” . Ainda agora com o seu “sétimo céu(?!!!), faz inveja a MST, que não ensaiaria melhor do que ele! Aliás, MST deve ter delegado em Carvalho, porque esteve ausente de “a bola”, de resto, deixando esta mais arejada e menos bafienta!


Quanto às suas contas virtuais, nada a fazer! É um vício de que é um portador endémico! Tira 3 pontos ao Benfica no jogo com o Braga! Mas, só para dar um exemplo, quanto à roubalheira de Pedro Henriques no jogo contra o Nacional, o seu silêncio é arrepiante … e sintomático do seu tão propalado e sentido mas não vivido “benfiquismo”!


E haverá alguém mais coitadinho do que aquele que tem de parecer o que não é, porque outros valores mais altos se alevantam? Nem Pedro Proença sente o fardo tão pesado!


O “portismo” de Carvalho parece estar profundamente fidelizado, é o que nos incute a sua “pena”! A crença nas virtudes imaculadas e reiteradamente apregoadas, os encómios apologéticos daqueles cuja única razão existencial é fazer guerra ao Benfica, em contraste com os oráculos da desgraça que profetiza impudentemente, não conduzem a uma prática de benfiquismo.



Carvalho apregoa benfiquismo fervoroso que, na prática, não é sentido nem vivido!

De que serve, então, ao Benfica tão fervorosa ajuramentação de benfiquismo se, na praça pública, os elogios e os incentivos vão para o inimigo e os despautérios e as traulitadas vão para as coisas que constituem o objecto de tão ajuramentado fervor?


Pelo que se ouve e se lhe ouve dizer, até parece que, se Carvalho quisesse ingressar na misticidade do Benfica, com a devoção, capacidade, inteligência, disponibilidade e afã com que em vão tenta branquear a corrupção já condenada, talvez muito tivesse para dar ao Benfica!

E o Benfica, algo dele poderia esperar e, especialmente, beneficiar!

Assim! ...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Pedro Proença Cumpriu

Pouco tempo antes do jogo, o árbitro Pedro Proença disse à SportTVesperar que soubesse respeitar o público. À pergunta sobre se, sendo sócio do Benfica, isso não poderia influenciar as suas decisões, respondeu que a sua preocupação era dignificar a arbitragem portuguesa. E disse mais: «todos temos as nossas convicções mas ou somos competentes ou não somos».

Pedro Proença queria respeitar o público de um clube já condenado por corrupção. Era a esse público que Pedro Proença se queria referir, era esse o público que praticamente enchia o anfiteatro do jogo.
E Pedro Proença respeitou. Inventou uma grande penalidade contra o Benfica, talvez porque tivesse sentido alguma aragem na sua camisola, uma vez que estava colocado tão perto do lance. Como o público daquele clube estava bastante triste por estar a perder e a derrota caseira era indigna depois da goleada e da poupança de esforços, era preciso respeitá-lo e oferecer-lhe uma prenda.

Pedro Proença estava preocupado em dignificar a arbitragem portuguesa.
E Pedro Proença dignificou. Inventou uma grande penalidade contra o Benfica porque dignificar a arbitragem portuguesa é fazer mordomia ao clube regional corrupto, beneficiando-o escandalosamente e levando-o, não ao colo, mas às cavalitas, e, concomitantemente, prejudicar o Benfica. Dignificou a arbitragem portuguesa tal como os seus colegas que arbitraram os jogos Rio Ave-Benfica, Leixões-Benfica (campeonato e taça de Portugal), Benfica-Setúbal, Benfica-Nacional e Belenenses-Benfica.

Pedro Proença não estava preocupado com as suas convicções porque o que importava era ser competente ou não.
E Pedro Proença estava a falar verdade. Quanto às suas convicções, elas serviram-lhe, como sempre, para demonstrar claramente que estava ali para prejudicar uma vez mais o clube de que diz ser sócio. Era preciso demonstrar de novo a sua "isenção", prejudicando o Benfica.

Pedro Proença afirmou convictamente que ou era competente, ou não.
E Pedro Proença foi competente. Inventou uma grande penalidade porque um jogador adversário resolveu atirar-se para o chão, mesmo ali ao seu lado. Não premiar mergulho tão acrobático era sinal da mais pura incompetência.

Pedro Proença cumpriu à risca todas as suas promessas. Dignificou a arbitragem portuguesa, tal como ele e os seus colegas e dirigentes a têm dignificado nos últimos anos! Tanto que ela, nos últimos campeonatos da Europa e do Mundo, não pôs lá os pés. Apesar de estar classificada nos 10 mais, segundo o seu dirigente-mor, Vítor Pereira! De resto, este senhor diz que tem poucos árbitros. Talvez sinta que os que tem estejam cansados de tanta ajuda ao clube regional corrupto condenado.

A arbitragem portuguesa tem sido aquela corporação que mais tem desviado o público dos estádios e que mais tem incutido nas pessoas a ideia de que os campeonatos estão completamente viciados a favor do clube corrupto.

E Pedro Proença tem dado uma grande ajuda!





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

MORDOMO ... É MORDOMO!...

Parafraseando o nosso Grande Ricardo, “dificilmente haverá em Portugal, (no Mundo, sem ponto de interrogação), mordomo como o Sporting de Franco e Alves, SA. Um mordomo que faz gala em se apresentar bem aperaltado no seu fraque de surrobeco.

Vem isto a propósito do palavreado de Garção, porta-voz da SA (?). Diz ele que o Sporting «não vai inverter o seu rumo face a “provocações de baixo nível”». É assim como uma espécie de afirmação-resposta a João Gabriel que teve a gentileza de elevar o chefe da mordomia a “porta-voz” de seu amo.


O Sporting de Franco e Alves, SA, cumpre à risca o seu papel de mordomo.

O FCP foi a Alvalade, PC fica na tribuna de honra presidencial com Franco a seu lado. A este propósito, o presidente do Marítimo mostrou-se há poucos dias muito melindrado. Dizia ele que só o presidente PC merecia tal honra da parte de Franco, os outros eram recambiados para outra banda, mas não para a reservada aos cegos e por estes rejeitada, vá lá!

O presidente do Marítimo não tem razão, teve um lapso de memória. Não foi Franco que convidou PC para a tribuna presidencial! Foi PC que convidou Franco! Cada galo no seu poleiro! Amo é amo, mordomo é mordomo!


Alves barafustou apoplecticamente contra a arbitragem do Benfica-Braga, dizendo que a mesma impediu o Sporting de se isolar no comando, acrescentando que ficou “chocado” com o que viu na Luz!…

Relativamente à arbitragem do Braga-Porto, “aos costumes disse nada”. Esta já não impediu o Sporting de se isolar no comando.

É o mordomo, por osmose, a sentir como suas as dores do amo.


Franco foi o correio público de PC, ou melhor, das intenções deste. Era preciso que alguém, já de certa hierarquia, camuflasse as reais intenções de PC: pressionar o CJ a colocar ponto final em mais um dos imbróglios do nosso futebol, de modo a que o Benfica só soubesse de véspera com quem ia jogar e não pudesse preparar o jogo. Pensavam PC e Franco que, assim, a notícia da hipotética falta de comparência seria mais verosímil.

Posteriormente, já veio noticiado que, afinal, o “porto” vai comparecer. Não foi PC que disse nem mandou dizer por Franco. Teria sido um dos criados, o que não deixa de ser um desrespeito pelas hierarquias, mas amo é amo!


A afirmação do porta-voz (de Franco?) de que «os leões não vão inverter o seu rumo…» só surpreende os incautos, é uma não afirmação.

As afirmações do mesmo porta-voz de que o Sporting « … está no futebol português de forma isenta e totalmente independente…» e que «… recusa e recusará quaisquer alianças … », são apenas para consumo interno, não são para levar a sério!

Parafraseando de novo o nosso Grande Ricardo, dificilmente haverá em Portugal (no Mundo) quem pense que as funções de um porta-voz caibam nas atribuições de um mordomo.

Pois bem, Garção acha “de baixo nível” que o chefe da mordomia seja elevado à função de porta-voz!


Gostos são gostos!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O EXPLENDOR DO SISTEMA

O sistema entrou de novo nos eixos. A catarse, pequena quanto baste, é “purgante” e “purificante”.

“Purgante” porque desvia as atenções de suas costumadas trapacices e foca os holofotes no objecto que delas é o destinatário, o Benfica. Se o árbitro teve o despautério de não ter errado contra ele, levanta-se a almejada costumança do clamor contra o atrevido que não ousa trapacear. É tempo de serventes e mordomos, testas de ferro de seu amo apadrinhados, largar suas bufas bafientas e baforadas truculentas, preparando convenientemente a sua tão costumeira batotice.

“Purificante” porque, desviada a atenção da trapaça, os fariseus oram seu fingimento de batota ensopado, batota pelos terráqueos já condenada, mas não pela Justiça Divina agora tão reclamada para ser purificada.


A unanimidade clamorosa da semana passada descansa, enfim, na paz do silêncio benfazejo. Beneficiar o clube corrupto e já condenado por tentativa, bem como prejudicar o Benfica, é coisa costumeira e esperada, não é coisa que valha ser noticiada.


O Benfica foi de novo prejudicado pelo apito, é isso que deste se espera. Mais três penalties lhe foram surripiados, que a coisa já vai ao par ou a triplicar. Dois dos penalties até Coroado pouco amigo – e membro dos corpos sociais do clube beneficiado – afirmou convicto terem existido!

O clube corrupto condenado por tentativa é beneficiado, de igual modo a dobrar e a triplicar, cumpre-se a realidade há muito desenhada e desejada!


Mas quem é que é levado ao colo?! Para os mercenários do sistema, o Benfica! O Benfica que já foi roubado em 10 pontos! O Benfica que foi escandalosamente espoliado em catorze dos quinze jogos que disputou! E que em cinco deles lhe sacaram nada menos do que os tais 10 pontinhos da ordem! O Benfica que, sem necessitar de ajudas, podia estar agora com 40 pontos!

A vergonha não mata, nem paga imposto. Mas Portugal é, definitivamente, terra de corruptos, aldrabões, serventuários, mercenários, mordomos e outros que tais. Razão tem o homem de Braga. A Máfia mudou-se para Portugal! Mas já foi há cerca de três décadas, não agora! E está bem instalada!

Salvador deve saber bem do que fala, só que quer alterar a data à medida de seus propósitos!


Os serventes estendem passadeira, dobram costados e reverenciam salamaleques. Moisés traiu-se e traiu o Mar Vermelho, afogando-se nas águas da serventia no turbilhão de seus degredos … ou segredos! Deve ter sido alguma moeda doidivanas que rompeu o dique de águas calmas e reverentes que a lenda nos confia. Já não chegou a mão nacionalista que, em fim de dia cinzentão, trouxe a salvadora redenção?!

E tudo isto, de tão vezeiro quanto do mesmo saco proveitoso, não merece uma investigação?!

Jesus oferta a outra face, parte e reparte as vestes andrajosas e entrega a playstation a outro necessitado, que ele conta estar já assegurado … não na cruz (de novo?!) mas no reino da condenada corrupção. Mostrar-se amofinado com o futuro patrão?!

Os escribas, em nota de rodapé ou cuspindo p’ro lado, arrecadam seus cardápios no gaveto da ignorância, de teias de aranha insuflado. Assim se vão escapulindo de indigesta traulitada do dono, agora tão disposto a pô-los à porta, com mercê ou sem mercê que lhes acuda.

Sobral, desengonçado escriba, impávido quanto impudente, escrevinha «não ter paciência para os erros da arbitragem». Está numa de soneira retemperadora da sua assistência «à mais medonha arbitragem». Esta, disse, validou um golo em fora de jogo e perdoou um penaltie.

Não há dúvida, aquela arbitragem que dá aval a um golo em fora de jogo, até de outra galáxia observado, e perdoa três penalties, não é medonha, é horrenda e pavorosa, mas não para a reverência de Sobral! Apenas lhe tira a paciência!... Mas não fica amofinado! Assim, não tem de pedinchar aos afortunados do presente a prova da sua crendice. Em especial ao professor que, numa de caloteiro, avisando foi não querer pagar … e não pagou, recebeu a triplicar, mais juros à cabeça e tudo o que o senhor do apito pôde inventar. Mas é o que também se esperava de Sobral. Seu intento é que desçam a seu nível de crendice e já lá descansam há muito aqueles a quem teria agora de lançar seu repto de crendura.

O Pereira dos árbitros, anedótico e metodista, de subjugação cozinheiro amestrado, prepara o repasto, medroso mas prazenteiro do agrado. Elmano e Costa nos lugares adequados, um para pendurar no apito sabichoso quem ousa apoquentar, outro para pagar a fruta compensante da batota, numa noitada repousante depois de tanta trapalhada, ao serviço de quem manda e pode, ajuizada!



Os mordomos do satélite adornam a véstia, jaqueta e sobrepeliz, que bem fica em terras de Arcebispos e compõem uma peraltice apropriada à cerimónia.

Alguns, na indigência de reverência e salamaleque, acolhem o olvido da participação criminal contra Paulo, que este é “costa”, nome famoso por tentativa condenado, não Baptista indómito que antes de gafanhotos e mel silvestre alimentado do que de fruta subornado.

Ao que parece, basta-lhes só a disciplinar! Agora está na hora mas é de calar e, como sempre … mamar! Eles, os únicos que a todo o tempo viveram de calabotes com que se mascaram ao tentarem impingi-los a outros, num confucionismo e invencionismo histórico muito próprios das suas historietas ancestrais e muito pior dos que acometem um certo Miguel nos seus escritos. São os Calheiros, Silvanos, Guímaros, bem plagiados pelos Elmanos, os Costas, os Olegários e os Lucílios do presente, só para citar uns meros representantes da súcia calabotiana de suas mentes ínvias.

Outros, d’ antigas lides sistémicas entrelaçados e de cumplicidade alimentados pelo famoso “veto de gaveta”, pudibundos e de despautério vivamente aconchegados, não questionam “trocas e beldrocas”, nem procuradorias de permeio, que bem sabem ter sido este o apito escolhido. E bem ajustado que das lides liberais em favores por eles é bem conhecido. E temem que poderia ser feio! De procuradorias e Procuradores já os compadres estão cheios!


Do satélite primeiro, o silêncio já esperado, espelho de um surdear acomodado e conluiado, que necessário é o veniar obediente de quem tem juízo perante quem pode mandar. Afinal de contas, não foi o poderoso e mandante o único que teve a honra de assentamento junto do presumido dono daquela caterva colorante, com lugar reservado para cego ver?! É claro que o cego, muito diplomaticamente, recambiou a liberal oferta, com um muito obrigado mas dispenso estar nesta espelunca.

Claro que isso foi antes de o presumido dono dar à sola! Mas lá que ele tentou, tentou! Branquear a condenação por tentativa era o mínimo que mordomeiro tão afadigado quanto mesurado podia fazer, em honor de amo tão magnanimamente condenado!

E do pior Bastonário que na Ordem dos Advogados alguma vez assentou bunda, rápido no coaxar coadjutor do pretérito barafustar de seu novel mano satélite, agora nem um pio, nem uma barafunda, para não destoar em sua assemelhada reverência.


Razão tinha o professor das pagadorias e das cretinices. Pagar ele, quando sabe que é hora, não do deve, mas do haver?! E não em singelo, mas a triplicar, com juros à cabeça e a dobrar! Usurário da babosice cretina, menos não seria de lhe agradar!


Bem prega Frei Tomás. Haja um pouco de vergonha neste nosso Portugal!

Mas, qual quê?! O futebol português é há muito nauseante de fedor, mas vai-se lá alguém importar?! Se até no altar da democracia em honra se dá jantar a quem é corrupto condenado por tentativa e arguido já acusado?!

Num fingimento virginal, haja alguém que ouse conspurcar e não apadrinhe a purgação! É escorraçado pelo patrão e não mais convidado!


Que exorcismo sacrílego de uma imaginária e delirante candura!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A GAIOLA DO PAPAGAIO E A “BENFICA TV”


Quis a fortuna que ao nosso papagaio saísse uma gaiola com dois casebres. Dois casebres em conexão de colateralidade siamesa, umbilicalmente ligados nos propósitos e nos afazeres. Um dos casebres é implantado num certo canal, por mercê do segundo. Como é das regras, se houver temporal, o desvario da enchente arrasa com facilidade tudo o que se encontre no canal, tanto quando ele é afunilado e de tão pouca visibilidade. A consequência é que, com a enxurrada, o nosso papagaio é enxotado no rodopio das “águas doidas”.
Não interessa o que o nosso papagaio faça neste casebre, se reverências mordomeiras e salamaleques, se outros entreténs. Não se tem conhecimento de bicadas ou papagueio asneirento … porque não se roda o botão e se perde tempo.
O casebre conexo, pagadoria da mercê daqueloutro, é um cantinho on line, em solitária, bem isolado na sua diligência canora. Agora, sim, sua incumbência é a bicada eterna e o papagueio, tantas vezes do disparate. Sua devoção ou obrigação é exibir sua néscia vocação e bicar sua pedantice num burlesco teleguiado pela rédea intrínseca da gaiola. Ninguém se ilude, nem neste casebre o nosso papagaio é liberto.

Papagueia o nosso papagaio, acerca da “Benfica TV” e das suas virtudes, que não assimilou, esta frase lapidar:

«o Benfica actualmente recebe … 9,2 milhões de euros, por ano, da Olivedesportos, pelos direitos televisivos dos seus jogos, em casa, a contar para a Liga Sagres».

Ufano de seu invento, imaginário e delirante, acrescenta em idílico canoro:

«de acordo com o site “Futebol Finance”».

Desta premissa, (falacciosa), parte para a sua infinda colecção de contas e continhas, demonstrações e demonstraçõezinhas, do nada e de coisa nenhuma, num alarde, como fez questão de ripostar, de que de contas percebe ele!…
Pois bem, da sua algaraviada papagueadora só o número está correcto e nem sequer na sua formulação escrita: “9,2 milhões de euros”.
A frase “inspiradora” do site “Futebol Finance” é a seguinte, transcrevemos:

« SL Benfica (Portugal) - 9.200.000 €»

E vem precedida da frase, que também transcrevemos:

«O Futebol Finance acrescenta uma lista comparativa de receitas de direitos televisivos entre o Benfica e alguns dos maiores clubes Europeus na temporada de 2006/2007.»

Tudo isto a propósito de uma entrevista ao jornal “Público”, dada por Domingos Soares Oliveira, que o site em causa noticia sobre o título:

«Administrador da Benfica SAD analisa gestão do clube»

O site “Futebol Finance” resume esta entrevista de DSO em vários pontos. Transcreve-se o primeiro:

«Os direitos TV do Benfica estão vendidos até à época de 2012/2013 por 7,5 milhões de Euros por ano, mais um prémio de assinatura no valor de 500 mil Euros.»

A conclusão, vistos os factos, é a de que o nosso papagaio se fartou de inventar e asneirar, dando livre curso ao seu imaginário virtual.

1. É falso que o site “Futebol Finance” tenha escrito «actualmente»;
2. É falso que o site “Futebol Finance” tenha escrito «por ano»;
3. É falso que o site “Futebol Finance” tenha escrito «da Olivedesportos»;
4. É falso que o site “Futebol Finance” tenha escrito «seus jogos, em casa»;
5. É falso que o site “Futebol Finance” tenha escrito «a contar para a Liga Sagres».

Na época de 2006/2007, o Benfica disputou jogos particulares, vendendo direitos televisivos. Disputou a Liga dos Campeões, recebeu direitos televisivos. Disputou a Taça UEFA até aos quartos de final, vendendo direitos televisivos. Disputou a Taça de Portugal e a Taça da Liga, recebeu direitos televisivos. E disputou a Liga Sagres e recebeu mais direitos televisivos.
De resto, se o nosso papagaio tivesse tido o cuidado de dar uma simples piscadela ao relatório e contas do período anual em causa (2006/2007) teria verificado que o Benfica recebeu de direitos televisivos, só da Liga dos Campeões e da Taça UEFA, 1,145 M€.

É público, toda a gente o sabe, que o Benfica é, dos três chamados grandes, o que, actualmente, menos recebe de direitos televisivos da Olivedesportos. E isto porque é o contrato que vigora há mais tempo e, em especial, porque o Benfica se tem recusado a prolongá-lo pelos valores oferecidos e a Olivedesportos se tem recusado a aumentar a oferta para valores razoáveis. O Benfica exige apenas aquilo a que tem direito! É o Benfica que capta audiências, com tudo o que de proveitos extra isso implica. Se o nosso papagaio não sabe, pergunte a um dono de café quando é que ele à noite tem a casa cheia. E veja também os quadros audiométricos que o jornal “O Benfica” publicou há pouco, pela pena desse enorme Benfiquista Alberto Miguéis e que acima se encontram na figura.
Esperemos que o nosso papagaio analise bem o documento e que não saiba só fazer contas…

O nosso papagaio nem sequer é muito “sofisticado”. Só com muita fé e devoção é que tem prosélitos que acham piada às suas traquinices. Tirando, é óbvio, aqueles para quem ele papagueia, os adeptos do clube corrupto condenado por tentativa. De resto, mostra todo o seu pedantismo quando elogia a Olivedesportos e a Sporttv. É nauseante mais esta asneirola do nosso papagaio:

«Para aumentar as receitas de televisão, o que o Benfica tem que fazer é ter respeito por quem até agora tem pago ao clube por esses direitos, que foram muitas vezes negociados em alturas em que o Benfica muito precisava. Nessa altura o dinheiro serviu.»

O nosso papagaio não “sabe” que a Olivedesportos foi a “casa do prego” do futebol português e, tal como todas as “casa do prego”, o maior usurário no reino da bola. Muito menos sabe quando é que um negócio é usurário. E é tão fácil! Por força da lei, o negócio é usurário, …

«… quando alguém, explorando a situação de necessidade… de outrem, obtiver deste, para si ou para terceiro, … a concessão de benefícios excessivos ou injustificados».

O nosso papagaio, que se pavoneia de saber fazer contas, investigue quanto ganha a Olivedesportos ou a SportTV (que é o mesmo) com os direitos televisivos dos clubes portugueses. Socorra-se do seu citado site do “Futebol Finance”. Veja quanto paga a Olivedesportos a todos esses clubes. Mas veja tudo, não apenas o que lhe interessa. E depois faça e apresente as contas dos ganhos, direitinhas!...
E explique por que razão a Zon TV Cabo boicotou, durante três anos, o aparecimento da Benfica TV. Os papagaios, regra geral, são uns marotões com as suas garçolas repenicadas. Mas não consta que sejam assim tão ingénuos…

A liberdade, fundamento imprescindível da democracia, é a essência do Benfica. Só pode ser Benfica quem for democrata e … livre! O nosso papagaio foi colocado numa gaiola. Ou solta a rédea … e perde o poleiro do casebre do tal canal… e até pode vir a ter um pouco de Benfica, ou mantém-se prisioneiro e não lhe resta mais do que papagaiar loas e reverências aos inimigos do Benfica, papel que, até agora, tem desempenhado em harmoniosa sintonia canora.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O TORMENTÓRIO, AS PIADAS SALVATÉRICAS E AS DISPUSTAS DAS COMADRES

Ao longo do seu corrupto reinado dirigista, PC enfrentou os adversários em guerra permanente. Senhor de uma dialéctica nas coisas da bola que se impunha pela mediocridade paspalhona, sempre de nulidade confrangedora, era aturado pelos serventuários e escribas da tribo que embasbacava, aqui para nós, como brinquedo mediático de um pobrete burlesco. Ao mesmo tempo, era olvidado pelos muitos que se considerariam insultados no seu bom senso, se lhe concedessem o mínimo de atenção. Falo dos Benfiquistas, em especial.

Nesse trote, foi bufando, como mestre das bufas, aquilo que os primeiros apelidavam de “alfinetadas” de pestilente ironia, mas que mais não eram do que pontapés na gramática, atento o estilo pobrete do actor. De todo o modo, o seu concerto de bimbalhada, à falta de melhor sketch mediático para divertir, foi conseguindo o seu sucesso pobretão, de resto, apenas acompanhado de um “jardim” na pérola atlântica plantado e que lhe era, nesses tempos, um afinador de coro e não um desafinamento.

No esverdeado rastejante, na locomoção e na acomodação, arranjou honras de amo, para aquele guardando o destinado lugar de mordomo subalterno, que ele, felino se julgando, de garras tão macias e amestradas sempre fácil foi de amansar! … De resto, neste ponto até parece que sobressai um pouco de competência de PC em artes de domação felina, que o domado, reverencial, o reconhece com os dotes e, de prontidão leonina, lhe obedece às piruetas do chicote domador em silvos de obediência pronta, sem esquecer as mesuras próprias da ocasião dominatícia bem patentes nas repimpadas carantonhas com que os focam as suas câmaras de igual amestração.


Os tempos correram, a amásia rebelou-se e deitou boca no trombone, houve escutadeira não convidada, batotice e corrupção em tentativa condenada e arguição prestes a ser julgada. Mas o homem calou-se? Não! Tem sido comiserativo nas suas infindas carpiduras de oratório à Justiça Divina! De tanto pedinchar, o homem até parece um orate, surripiado que foi da sua falação bimbalhona E nem o cacarejar semanal de seu discípulo Miguel lhe dá alento, ele que, sempre a vesguear, só com trivelas de juju o cativo quer de novo renovar. Depois, o condenado nem sempre pode falar!...

Mas há de plantão um salvador para tagarelar e fazer o frete serviente, que é hora de cobrar as indulgências e mostrar seus dotes de mordomia. E ei-lo obediente e sorrateiro. Atacado de um olvidamento de pacóvia conveniência, não relembra a vitória na sua pedreira, há mais tempo do que sua acanhada memória alcança mas menos do que se lembraria a uma criança, essa de facto escandalosa e matreira, ou não fosse ela beneficiar o clube seu predilecto, igualmente corrupto condenado de tentativa batoteira.

E este salvador é tão engraçado! A sua última tirada é o aproveitamento a seu jeito da deixa já alvitrada e vai de pedir árbitros estrangeiros … mas só para os jogos da Luz, de Alvalade … e do Dragão! Só lá, diz, é que há discussão! Sim, tem toda a razão! Para quê um árbitro isento na pedreira, se o seu comandado satélite pode usufruir de golos e de outras coisas irregulares e escandalosas?!

E em outras “pedreiras”?! Só para dar uns exemplos recentes, numa (vã) tentativa de que sua tão tacanha memória faça um esforço, pequenino, pequenino para muitos … mas as memórias não se medem aos palmos!...

Para quê um árbitro estrangeiro, isento e competente, na bacia do “mar”, a arbitrar o jogo Leixões-Benfica? É que ele validava sem rebuço o segundo golo do Benfica! E eram mais dois pontos!…

E para quê um árbitro estrangeiro, isento e competente, no Rio Ave-Benfica? É que ele marcava, sem espinhas, penaltie sobre Aimar. E lá se iam mais dois pontos!... E eram mais quatro pontos de afastamento, a fugir do clube condenado e do seu!... Bem, estes pontos até podiam ser compensados pelos quatro pontos que os árbitros estrangeiros, isentos e competentes, jamais sonegariam ao Benfica na Luz. Já era uma compensação … Mas árbitros estrangeiros em todos os jogos do Benfica, então seriam oito, oito pontinhos a mais! E nem salvador seria salvação!

Isto quer dizer que salvador gosta de se substituir ao chefe e debitar a mesma mediocridade paspalhona. Nos campos dos chamados pequenos, já podiam ir os árbitros “amigos”. “Amigos” dos pequenos, nos jogos contra o Benfica, e do chefe e respectivos satélites, nos jogos em que estes interviessem. Sabe-a (quase) toda, salvador, até que quer ser agora “o salvador” do condenado.

Queremos árbitros estrangeiros, sim senhor, mas para dirigir e substituir os descendentes dos calheiros, dos silvas, dos coroados, e que agora dão pelos nomes de olegários, lucílios, costas, etc, etc, os finórios do costume, dos envelopes e da “fruta”.


As “comadres” da pasquinada não se entendem, cada qual num debitar de sentença sem parecença. De ciência avisada, escrevinham, escrevinham! Mais do que a do vizinho, sua saga é subir na tirada. De ciumeira peçonhenta alastrada, sua escrevedura só tem dois propósitos: desestabilizar o Benfica e os Benfiquistas com uma espécie de pancadinhas nas costas à moda de judas, e vender o seu papel de fantochada, enchendo a pançada à custa daqueles a quem são capazes de trair por trinta réis.

Um dos pasquins diz que jogador tal pode invocar a lei tal e qual e dar à sola. Por acaso, - e na pasquinada avençada ele há porventura “por acasos”, no que tange às coisas do Benfica?! - é um jogador que tem assumido a maior preponderância nestes últimos jogos, considerado pelo treinador como um dos esteios.

Logo vêm os outros todos, dois deles em um, num corrupio de “comadres” ofendidas com o dislate, escrevinhar que « o Benfica tem esse jogador “preso” por muitos milhões e que a coisa tal não é tão fácil … como alguns jornais vieram para aí dizer!...», acrescentam sabichosos, porque eles logo justificam sua imensa sabedoria com o seu mais prendado sabichar.

Riposta logo o primeiro: «Katsouranis não fará qualquer braço de ferro … existe um compromisso de honra entre as partes … ». E acrescenta, que ele não quer atrasar-se na zanga de “comadre” ofendida: «aliás, a bola deu conta disso mesmo … ao contrário do que foi difundido por outros órgãos de informação social … »

É um fartote de rir com esta pasquinada, cada qual se presumindo mais sabente no rol das patacoadas. Zangam-se, disputam-se, guerreiam-se e não sabem dizer nada que tenha jeito. Ou melhor, conseguem que, no fim, ninguém entenda a moda em que querem desfilar, todos vencidos pela paspalhada que escrevinham e todos se julgando vencedores na corte da bimbalhada, que é o fito cimeiro da sua saga.

São uns finórios “sabidos”. O Benfica cá na frente incomoda tanta gente!... Quem tem razão na disputa?! Mas as “comadres” quando se zangam querem lá saber da razão?!

Quem os não conhecer, que os compre. Nós, Benfiquistas, já os conhecemos de ginjeira. E também temos direito ao nosso fartote de risada, enquanto os mandamos levar … a pasquinada para o quintal dos donos que lhes pagam a avença. Com “fruta” ou sem “fruta”, pouco nos interessa!

Nós por cá, passamos muito bem ... sem essa gentaça!