quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

ESTÃO VERDES …

O “papa” condenado por batotice desportiva assume hoje em dia o seu verdadeiro papel de títere na novela da batota que implantou desde os inícios do seu consulado de manigância e traficância de influências.
Este “papa” condenado e mentiroso sabe que só mantém o seu clube à tona se conseguir arranjar “negócios” escusos, fazer a sua publicidade na montra europeia, ao que vem sendo dito por entrelinhas, com a ajuda de umas “amarelinhas”, e depois vender gato por lebre aos tontos que não olham sequer ao dente. Depois, os jogadores que vende estão quase sempre no “estaleiro” ou são acometidos de ânsias ferozes, espumam de raiva e desatam ao pontapé em agressão física desvairada, nem sequer se lembrando – o ansiamento da besta pelo produto da “pedrada” não lhes permite – que não são avaliados pelos árbitros portugueses domesticados e pela (in)justiça desportiva nacional.

Mas os negócios chorudos estão a chegar ao fim. O Benfica deu finalmente o salto que há-de arriar o clube corrupto – por obra e graça do seu “papa” – da montra publicitária. Sem ninguém para vender, não há “grana” para comprar.
O FC do Porto sem Liga dos Campeões torna-se mais pobretanas do que o Sporting e definhará, tal como ele. De facto, sem Liga dos Campeões não entram as respectivas receitas, não há publicidade aos seus activos, a maioria deles uma fraude que se esvazia logo que deixam o clube e a tal “amarelinha”.
E também não entram, consequentemente, as respectivas receitas.
O FC do Porto é absolutamente eurodependente.

Compreende-se melhor agora que o “papa” tente ironizar com a existência do petróleo em Lisboa. É a sua maneira pacóvia de recitar o que disse a raposa que não conseguiu chegar às uvas porque estas estavam a uma altura inacessível.
Só que o “papa” está de novo enganado. No Benfica não há petróleo, há oiro refulgente de muitos quilates. E no outro lado da segunda circular há apenas resquícios surrados de uma descendência de “nobres” no estertor da agonia.
Atentemos apenas, a título meramente exemplificativo, nestes factos que o “papa” e seus avençados escriturários omitem por conveniência.

Nas 14 jornadas da presente liga portuguesa, o aumento das assistências aos jogos do Benfica cifra-se já em 112 mil espectadores.
Na Luz estiveram mais 76 mil espectadores e nos estádios que o Benfica visitou mais 36 mil.
Os outros 15 clubes da liga perderam nestes 14 jogos 50 mil espectadores, sendo esta fatia fundamentalmente à conta de FC do Porto e Sporting.
O Benfica sozinho é responsável por 40%, números redondos, do total de espectadores que assistiram aos jogos.

São estes os números do oiro mais brilhante que existe no Benfica. O Benfica não precisa de estar dependente de nenhuma receita em especial. Basta-lhe fazer render a sua marca, basta-lhe a mole imensa dos seus adeptos e sócios.
O Benfica é a única marca desportiva portuguesa com projecção internacional, por muito que um tal Miguel e seus sucedâneos sofram de estrabismo compulsivo e direccionado. O FC do Porto nunca deixou de ser um clube de bairro, em termos nacionais e em ternos internacionais.

Apesar de o FC do Porto – e mais recentemente o Sporting – integrar uma qualquer coisa denominada superleague fórmula, nem aí tal clube tem petróleo para fazer mover o seu concorrente que, atentas as classificações que obtém, mais parece ter um carro movido a chumbo.
Por isso, não admira que um dos responsáveis por tal league – a league dos tristes que nem os melhores e mais sonantes clubes desportivos, em termos de imagem, lhe ligam patavina – venha dizer que a participação do Benfica “seria fantástica”... Seria, acrescentou ele, como ter “Real Madrid ou Barcelona”!
Pois seria! Mas isto só quer dizer que FC do Porto e Sporting, bem como a meia dúzia de gatos pingados que os acompanham, não têm qualquer nome, projecção. De facto, estão muito longe de pertencerem à elite dos clubes míticos e com projecção mundial.
Mas isso já todos nós, Benfiquistas, sabemos há muito!

Claro, essa grandeza do Benfica dá nome, dá exposição mediática, dá projecção, dá receitas! Logo, exige contrapartidas à sua dimensão! Quem quiser desfrutar desta marca mítica e universalmente grandiosa deve pagá-la pelo seu justo valor!

Sabe-se que o FC do Porto, por intermédio dos seus avençados junta letras, vai fazendo a sua novena mamona, encapotada de “orações” provincianas de solidariedade, para que o Benfica aceite vender em conjunto os seus direitos televisivos.
Não queriam mais nada!
O Benfica contribui financeiramente de uma forma enorme para o meio futebolístico. Por isso, deve ser pago de acordo com essa sua projecção.
Querem o Benfica solidário?
Que ganhará o Benfica em ser solidário neste meio podre de futebol?
Querem que o nome e a grandeza do Benfica continuem a financiar tal podridão?
Esperem-lhe pela resposta!...

O Benfica não precisa de manigâncias para ganhar, ganha exercendo a sua grandeza, enquanto os outros só o conseguem se o enfraquecerem ou alterarem a verdade desportiva.
O Benfica e os Benfiquistas sabem bem que são eles e o Benfica quem paga a maior fatia do bolo com que este futebol podre se alimenta e alimenta todos os seus parasitas e agentes de corrupção desportiva. São os árbitros, a teia de dirigentes, os observadores, os intermediários, televisões e publicitários, bem como toda a corja corrupta de paus mandados e avençados que deste futebol decadente se alimenta.
O Benfica é a sopa dos pobres dos outros clubes. Estes recebem mais no dia da visita do Benfica do que nos outros 14 jogos que disputam.

Para estes avençados junta letras, ser solidário é ter em conta os interesses do FC do Porto e do sistema corrupto futeboleiro que este clube engendrou e só à custa do qual vai dominando e mamando. Estes avençados pitosgas compulsivos e direccionados até são capazes de vomitar pelas suas sujas cloacas que na Luz está pouca gente quando na Catedral do futebol português, num jogo contra uma equipa que joga para fugir à despromoção, só estão cerca de menos mil pessoas do que as que assistem ao Porto-Sporting.
Isto é, para estes paus mandados estropiados, uma assistência de quase 44 mil pessoas num jogo com um clube da zona da despromoção é … pouca gente!
A pequenez da sua massa cinzenta tem destas consequências. Distorce-lhes o siso à vontade do seu dono!

O “papa”, se gasta mais dinheiro, faz deslizar as contas para o vermelho. Se não vai à Liga dos Campeões, esse vermelho torna-se retinto.
E não há venda de gato por lebre que lhe valha.

E o vermelho fá-los espumar pela boca, olhos injectados do ódio próprio das suas personagens da batota.
Por isso, vai antecipando o cenário de o Braga lhe não deixar assento, tanto que logo de início por ele foi dito que era essa equipa a sua grande adversária.
E não vale a pena omitir-se que o FC do Porto gastou praticamente tanto como o Benfica em aquisições feitas no defeso. Só que se entreteve no exercício da sua vocação, ou seja, na vocação de chico esperto, comprando toda a porcaria que os “media” diziam estar “na mira” do Benfica.
Ainda bem!...
Porcaria essa que agora quer publicitar para enganar parolo! Que façam todos como o Milão! Que olhem para o dente que logo lobrigam a podridão!

É por causa destas porcarias que vale mais ir prevenindo e ir dizendo que “as uvas estão verdes … ninguém as pode tragar”! …
Todavia, quando os olheiros do Benfica estiverem interessados em jogadores tipo Saviola, o “papa” pode ficar descansado que eles lhe indicarão uma ave de voo rastejante para lhe desviar as atenções do supra sumo desejado.
E não precisa de agradecer!
O Benfica é que agradece!

PS: O "Coração Encarnado" deseja a todos os Benfiquistas um Bom Ano cheio de Felicidades, tanto para eles como para o nosso Glorioso Benfica.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

ETRANGEIROS

Muitas "questoes" se levantam ácerca do GLORIOSO.
Melhor dizendo todos os dias se levantam "questoes" ácerca do GLORIOSO.
E como todos sabemos sao os "mérdia" vendidos ao Mafioso Peidoso, que envenenam o ambiente á volta do nosso CLUBE: se nao é a fraca qualidade do Plantel, sao os erros do JJ. Se nao é a desorganizaçao que grassa no BENFICA, sao as já 1893 contrataçoes para Janeiro.
Se nao é a violência do David Luiz, sao os mergulhos do Aimar.
No caso do D.Luiz, até se compreende: ele disse que amava o BENFICA.
Sem tibiezas e com todas as letras.
Os jogadores do BENFICA, querem ficar no Clube por muitos anos, sentem-se bem, e querem pagar o amor e carinho dos Benfiquistas com a oferta do título de campeao já este ano.
Falam o piorio do BENFICA, mas como a Equipa está forte futebolistica e mentalmente, trataram de armadilhar os túneis, mas até para isso já se encontrou o remédio, pois basta entrar um pouco mais tarde e lá se vai a táctica da guerrilha extra 4 linhas.
Como nada tem colado, resolveram os mérdia, em desespêro de causa, envenenar o ambiente à volta dos Jogadores e com a prestimosa participaçao dos Benfiquistas que nunca mais aprendem.
E que foi subrepticiamente inoculado?
Que o BENFICA, tem poucos ou nenhuns Jogadores portugueses, que se despreza a "cantera", que... que...que...que.
Pessoalmente estou-me nas tintas para isso.
Importa-me é a raça com que esmagámos os porcos, sejam portugueses ou nao.
Importa-me isso sim que vistam e acima de tudo honrem o Manto Sagrado.
Quero que que aqueles onze que ali estao a lutar, seus coraçoes batam em uníssono com a Tribo que está reunida na Catedral a idolatrar os seus Deuses, e a celebrar os seus feitos.
O BENFICA, está espalhado pelos 5 Continentes, tem cerca de 14 milhoes de Adeptos nos "quatro cantos" do Mundo, o BENFICA é um cadinho onde se misturam todas as côres de todas as etnias da Terra, que vibram com o vermelho das Papoilas Saltitantes, que vaidosos e orgulhosos se afirmam Benfiquistas.
O BENFICA é grande de mais para este portugalzinho.
O BENFICA é do tamanho do Mundo.
Debaixo das asas da imperial Águia, cabemos todos.
Porque nao também na nossa Equipa?
Que me importa que seja indiano, siberiano, moçambicano, brasileiro, uruguaio, javanês, etc..etc..,se luta e honra o Manto Sagrado, se me envaidece com a sua garra, se me comove até ás lágrimas com tanta bravura, com tanta generosidade na luta.
E se me adoçam a boca quando falam da Grandeza do meu BENFICA, da qual nem suspeitavam, se com toda a humildade do Mundo falam do Colectivo, e me deixam embevecido com a tradicional vénia, sinal de que mais importante que as nacionalidades, os nossos Jogadores se apoiam nos incondicionais Adeptos, eles sim que os levam ao colo, responsabilizando-nos pelos seus êxitos.
É enternecedora esta comunhao Adeptos/Equipa, única no Mundo.
Quente, ardente como o Inferno...da Luz.
Os Benfiquistas têm que se convencer duma coisa: ser-se Lampiao, é ser-se cidadao do Mundo.
É partilhar duma paixao sem explicaçao é adorar o Emblema da Águia, é fazer dum CLUBE, uma Religiao, a sua Religiao.
Sim a todas as nacionalidades pois entao, porque amam como eu amo, sofrem como eu sofro.
Trazem-nos qualidade, encantam-nos com o seu belíssimo desempenho, maravilham-nos com a magia do seu futebol, tal como os Monstros Sagrados das "ex-Colónias".
Mas o que mais custa à mafia do Polvo, é que a Direcçao está a comprar muito e bem, melhor ainda na relaçao qualidade/preço.
E a Europa dos "galifoes" olha curiosa, espantada e gulosa para os nossos Artistas
E os jornalistas(desculpem!!!), tentam, minimizar isto tudo.
Com a prestimosa colaboraçao dos tais benfiquistas.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

David, o Imperador, e os príncipes com orelhas de burro



Juventude de olhos límpidos, risonhos, sinceros e obstinados, olhar penetrante, decidido e imperial, caracóis suaves e face cinzelada de Benfiquismo, eis David, o novo Imperador do Nobre Reino da Águia Gloriosa e Altaneira.
Impante de Amor Benfiquista, senhoril e insubmisso, impera tanto nas alturas dos Céus como nas planícies e serranias da Terra ou nas profundezas dos Mares, uma Águia Imperial transbordante de bravura, de imponência e de majestade.

Quando um reles Satanás do apito do reino das trevas e do mal, conspurcado de sujidade batoteira, ousa, num arremesso mais de insanidade burrical, substituir e empalidecer o brilho de oiro fino da sua aura imperial pelo amarelo desbotado da cloaca ordinária e putrefacta por onde foi parido, David, o Imperador, rebrilha mais fulgente, desembainha a espada imperial de raios resplandecentes e desbarata todos os satanazes do reino do mal e da imunda sujeira que lhe aparecem pela frente.
E, imponente e majestoso, entrega à Águia, sua Senhora, as delícias da Vitória e dos despojos dos infiéis.

David impera cada vez mais solene, implacável para os satanazes da cúria “papal” do reino das trevas e dos infernos da batota, benevolente e risonho na sua audácia guerreira para os filhos dilectos do Império da Águia Gloriosa.
A Águia Gloriosa, Imperial e Insubmissa à qual David presta a sua vassalagem de Amor e por Amor da qual impera imbatível nos seus domínios do Ar, da Terra, d’Aquém e d’Além Mar, onde quer que chegue a Dama Universal dos seus Amores e da sua Inspiração Imperial.


Do reino das trevas e dos infernos da batota respigam fedorentamente alguns príncipes com orelhas de burro que, na sua zurreira asinina, o que mais conseguem é aumentar o comprimento da sua orelheira burrical, numa demonstração adequada ao reino da insanidade a que pertencem.
Durante a semana, zurraram sem trégua ou descanso asinino para que o seu satanaz impostor lançasse o fedor das suas latrinas na ponta do apito infectado contra David, o novel Imperador do Reino da Águia.

De entre estes asnos de orelhas de burro destacou-se pela asneira um tal Rodolfo, príncipe de orelhas de burro de tamanho adequado ao seu analfabeto ignorantismo. Zurrou daqui, zurrou dali e o que conseguiu foi que o seu macaco, de orelhas e beiços farejantes da sujeira do seu reino, derramasse o seu asnal fedor que julgou nas trevas de um túnel igual ao da sua cúria mas que resplandecia de luz para registar as suas carneiradas e trombadas ululantes.

Em destaque também, o príncipe dos príncipes de orelhas de burro, aquele que vai derramando semanalmente a sua asinina nortada.
Na semana "ante", o seu zurrar sobre quem é a equipa com classe que nos momentos difíceis aparece até se tornou uma realidade, mas uma realidade de cores diferentes às do seu reino batoteiro.
Uma realidade que lhe acrescentou ao seu inferno burrical e satanento um purgatório que debitou em sua cloaca no "aprés", zurrando se dever menos ao Imperialismo da Águia e do seu novel Imperador David do que às debelidades de um inferno de ignorância que deixou parte do campo sem fogueiras satânicas adequadas ao seu zurramento.


Com David, o novel Imperador da Águia Altaneira, Insubmissa e Gloriosa, vos deixa a todos, Benfiquistas deste Reino tão Glorioso, o Coração Encarnado vivo e vibrante com os desejos de um Bom Natal, nesta época de Festejos Imperiais da Águia nossa Deusa, e de rebaixamento de orelhas de burros cada vez mais compridas no seu asnear dos príncipes satanazes do reino das trevas e da sujidade desportiva.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

PINCELADAS ENCARNADAS

A insanidade jornalística da TVI

Como é do conhecimento geral dos portugueses e dos Benfiquistas, em especial, a TVI há muito que foi infectada pela enfermidade jornalística de uma tonta de boca grande e de seu marido, um candidato a candidato falhado.
Por isso, não admira agora que ela, no meio da sua imaginária alucinação, tenha em primeiro lugar descortinado uma agressão ao "papa" mentiroso e condenado por um adepto do Benfica, agressão que depois, perante a nudez das suas câmaras e das câmaras vizinhas, converteu em "tentativa de agressão".

Todavia, a fragilidade da sua vocação jornalística enferma nem agora consegue mais do que continuar no seu estilo de jornalismo de sargeta, sem rebuço e sem a mínima consideração por um código deontológico que deve desconhecer na íntegra.
De facto, nem as suas câmaras, nem as câmaras vizinhas, comprovam sequer qualquer tentativa de agressão. O que elas nos mostram é um rosto resplandecente de ódio bem conhecido e uma pessoa a querer dirigir-se-lhe verbalmente e a ser travada nesse intento pela polícia.
Então, os jornalistas presentes de outros órgãos de comunicação social - com realce para os da SIC - dizem apenas que nada se passou a não ser, precisamente, a tentativa de verbal de uma pessoa a dirigir-se ao "papa" da mentira e da corrupção desportiva condenada por tentativa.
A TVI, porém, mantém-se infectada profundamente com a insanidade jornalística que lhe foi imprimida.


2 A infecção croniquenta dos túneis

Durante vários anos se soube que num túnel escabroso se cometeram as maiores arbitrariedades, se fizeram as pressões e coacções, psicológicas e físicas, sobre as arbitragens, se insultaram todos quantos não comiam da farinha do "papa", se agrediam jogadores e até dirigentes máximos de clubes desportivos.
Essas agressões foram cometidas por milícias que até chegaram a ser comandadas por gente da PSP, com destaque para o guarda Abel.

Pouca gente se importou, poucos comentadores gastaram tinta ou o paleio barato que é seu timbre para procurar esclarecer o que se passava nessa tortuosa câmara escura das antas. Nem as gentes que tentavam fazer com que pensássemos que dirigiam o futebol português, nem as autoridades governamentais, ministros da administração interna incluídos, apesar das provas que lhes foram presentes.

Há uns tempos atrás nem foi preciso entrar para o túnel para que todos vissem às claras o que se passou. Todos menos as autoridades policiais e arbitrais que se encontravam presentes e cujos acontecimentos se desenrolaram bem nas suas barbas.
Vimos todos, aliás, que essas autoridades presentes, numa flagrante demissão dos seus deveres, viraram as costas e puseram-se ao fresco. Aliás, aquele elemento da equipa de arbitragem que assistiu a tudo e virou costas, foi depois acolitar o árbitro do jogo para, nos esconsos túmulos da visão testemunhal, engendrar a seu bel prazer as punições de encomenda.

O que se passou nesse túnel demorou mais de um mês a ser enviado para os órgãos competentes, não tendo os cidadãos deste país qualquer certeza de que as imagens não tivessem sido alteradas à vontade dos prevaricadores. De resto, a única certeza que furou o cerco da promiscuidade e da batota desportiva demonstra claramente que as punições encomendadas ao árbitro, fiel serventuário das manigâncias desportivas, só tiveram lugar na imaginação dos batoteiros, os cabecilhas e os executores.

Pois, apesar disto tudo, não se viu que os comentadores estivessem de consciência pesada. Aliás, a sua praticamente unanimidade silenciosa sobre esse túnel apenas nos comprova que a sua consciência estava perfeitamente tranquila.

Mas eis que alguns dos títeres do clube formado nas manigâncias do seu túnel resolvem representar a preceito no túnel do rival. Foi quanto bastou para que os tais comentadores silenciosos acordassem de repente e começassem a falar de túneis, colocando todavia a tónica no túnel do Estádio da Luz.
De repente, houve uma agitação moralística de consciências empedernidas no branqueamento das outras situações em túneis de que não querem nem gostam de falar.

E por quê?
Porque o túnel da Luz é um túnel às claras, comprova tudo o que se lá passa como se à luz do dia com sol brilhante se desenrolasse.

E por quê ainda?
Porque nos outros túneis quem sofreu, sem nada mais ter feito do que demonstrar a sua classe futebolística e moral, foi o Benfica e os jogadores e dirigentes do Benfica.
E no túnel da Luz, quem foram os protagonistas foram os agentes do clube condenado por corrupção tentada, que hão-de desta vez pagar, assim o esperamos, os seus desaforos, uma vez que no túnel da Luz tudo se passa às claras.

E por tudo se passar às claras os "moralistas" de cerviz dobrada conseguem ver, não as suas oleadas dobradiças mas os factos que os incomodam porque perpretados pelos seus apaniguados e colocados à vista de toda a gente.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A VESGUICE DE LUCÍLIO

O Sporting, como se sabe, participa do sistema futebolístico nacional, denominação eufemística de um conjunto de tramóias e batotices desvirtuantes da verdade desportiva, implantado no futebol português por mercê do "papa" mentiroso e condenado.
E participa de facto e de "direito", nesta vertente solenizado pelo acordo Roquette-Pinto da Costa.
Não que, em termos de títulos, este clube tenha ganho mais do que as migalhas que o "papa" lhe tenha querido ofertar ou não tenha podido comer.

Por mor desta participação, também o Sporting conseguiu um conjunto de avençados servis e de dobrada cerviz, paus mandados e serventuários do dono do sistema, mais do que do seu próprio clube.

Posto isto, toda a retórica de carpideiras encomendadas que bradaram contra Lucílio após a Taça da Liga teve menos a ver com a realidade arbitral deste apitador do que com uma sua inusitada e surpreendente catarse que a retina pitosga do seu estrabismo sofreu na visão da mão do peitudo e discóbolo sportinguista de ocasião.
Lucílio não era já então, longe disso, para esses serventuários e avençados do sistema, um pecador convertido por quem aqueles se obrigassem a cantar hossanas.
Lucílio era há muito um crente personificado do sistema e cujo pecadilho fez bramir os brados dos seus acólitos de crendice. Um pecadilho que endireitou por um instante o seu estrábico olhar relativamente ao Benfica.
Lucílio, de facto, incorreu apenas no princípio do "errare humanum est" de que nem o "olho de falcão" escaparia em tais circunstâncias, tal como os serventuários da SIC mais próximos do acontecimento não escaparam.
Ora, para o sistema, seus paus mandados e avençados, neles incluídos os das migalhas, a Lucílio nem sequer é permitido o erro humano quando este possa favorecer o Benfica porque isso é um sacrilégio cometido contra o sistema de que Lucílio é um crente fervoroso e não um pecador convertido.
Aquele erro, talvez humano, talvez pitosga, da falta do jogador sportinguista que proporcionou o golo a este clube de símbolo rastejante, esse será sempre incensado.

Lucílio já muito antes fizera as suas rezas em voz alta e pagara o seu dízimo ao sistema futeboleiro nacional. Lembramo-nos, para não ir mais longe, de um jogo contra o Boavista em que o seu estrabismo compulsivo e direccionado não viu dois penaltis favoráveis ao Benfica e, com isso, escancarou as portas ao migalheiro do "papa" para ele alcançar o seu lugar preferido: o rastejante segundo lugar em devoção ao seu amo e senhor, o seu "papa" das migalhas.

Como pitosga compulsivo e há muito convertido e crente apostólico, Lucílio não poderia de modo nenhum ver aquela mão do cebola que todos os anjos e arcanjos, mais as estrelas do céu em coro, mas não da justiça divina do "papa" condenado, ofuscaram com o seu brilho incandescente, tal a enormidade da proeza de um também rastejante e mal cheiroso jogador em transformar, à vista de milhões mas não à vista estrábica de Lucílio, um jogo de futebol num jogo de andebol.

Pitosga se mostrou igualmente o senhor professor no final do jogo, numa conformação compulsiva ainda daquilo que vem sendo a sua vesguice direccionada desde que entrou na agremiação do ódio e da batota desportiva condenada. O estrabismo direccionado e compulsivo deste senhor professor, porém, é, quiçá, "desculpável" porque as suas retinas enfermiças e míopes têm-nos demonstrado que ele consegue enxergar coisas que se passam a centenas de quilómetros, conquanto as não enxergue à frente do seu nariz.
Ou talvez não! Talvez que ele, numa sua insanidade momentânea que não deixa de ser um ataque à sanidade mental das pessoas de vista sã, se tenha referido ao penalti não marcado contra a sua equipa, quando falou das incompetências de Lucílio!

E os pitosgas avençados da comunicação social que, durante toda a semana e até antes, se fartaram de encomendar a Lucílio os cartões amarelos a David Luís, esquecendo a sua prostituta das caneladas, cabeçadas, trombadas, pisadelas, cotoveladas e mais "adas" da praxe?
Pitosgas continuaram quando observaram Lucílio no cumprimento da promessa encomendada na novena da sua vesguice compulsiva, sem padre-nosso ser preciso. David Luís, de facto, não cometeu qualquer delito digno do amarelo, ao contrário de Álvaro Pereira e do macaco incrível, mas estes protegidos estavam pelo estrabismo direccionado de Lucílio.

Pitosgas continuam - a bem, aliás, da nossa sanidade mental e visual - quanto ao jogo de andebol não sancionado do seu mal cheiroso e maltrapilho cebola.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A AGREMIAÇÃO DESPORTIVA DO ÓDIO

São sempre os maiores e os melhores aqueles que despertam nos "pequeninos" a inveja e os sentimentos mesquinhos.
Assim também aconteceu no meio desportivo português.
Incapaz de subir à custa de méritos próprios, que escasseavam e escasseiam, Pinto da Costa levou o FC do Porto pelos caminhos do ódio e da batotice desportiva para tentar destruir o maior clube de Portugal. Começou por tentar arregimentar as populações nortenhas na sua campanha de ódio que encobria sob a capa de uma suposta e pacóvia guerra norte-sul. Provinciano e parolo, nem sequer verificou que o Benfica é o clube do Povo, do Povo de Portugal, daquele Povo que ele tentou saloiamente arregimentar como carne para canhão da sua mesquinhez tacanha.
E o Povo do norte mandou-o passear, dando-lhe o desprezo que se dá às pessoas "pequeninas" de carácter, enquanto lhe fazia ver que o clube maioritarioamente querido continuava a ser o seu Benfica, por mais manigâncias que ele fizesse e por mais ódio que ele destilasse e ensinasse os seus assalariados a destilar.
Conforme testemunhos dados à estampa nos últimos dias, antes do Benfica-Porto, o ódio substituiu a sã camaradagem do desporto em que apenas há adversários e não inimigos. Para Pinto da Costa, porém, o Benfica nunca foi um adversário mas o inimigo figadal a abater.
Assim procedem os tristes de espírito que não conseguem subir à custa das suas virtudes, de que estão totalmente despidos, mas apenas à custa da tentativa de rebaixar os outros ao seu nível rasteiro de manigâncias e pequenez de carácter, de que estão completamente abastados.
Lendo esses testemunhos, temos uma ideia mais clara da escola do ódio que um ser de moral desportiva tacanha implantou no seu reino de ditadura. Dizem os jogadores que nessa escola se "formaram", desde os primeiros alvores da ditadura Pintista, que nem na selecção falavam com os jogadores do Benfica, que nem os podiam ver e que a palavra Benfica era uma palavra maldita para eles. Mas ainda agora, jogadores da actualidade que, tendo-se nessa escola "formado", não se coibem de dizer que o Benfica é, para os jogadores do FC do Porto, o clube detestável.
Claro que nós vemos na actualidade que nem só os "portistas" se consideram, não adversários mas inimigos.
Efectivamente, os sportinguistas têm-se domesticado não apenas aos ditames de paus mandados do "papa" condenado por corrupção desportiva mas ainda aos aos sentimentos mesquinhos em que o ódio ganha relevância.
Diz-se que o acordo próprio de seres de baixa moralidade desportiva que tentava abater o Benfica a troco de umas migalhas é contra natura relativamente aos interesses da instituição Sporting.
Estamos de acordo. O Sporting foi-se contentando com migalhas enquanto o Benfica teve a tarefa suprema e feliz de se reconstruir nas suas bases populares. Após isso, o Sporting estará notoriamente condenado a uma espécie de belenenses enquanto se mantiver fiel a esse mesmo acordo, na sua prática quotidiana, conquanto ela passe por uma tentativa de desmentido teórico.
Porém, os dirigentes do Sporting não estavam longe dos sentimentos igualmente pequeninos que dominaram o espírito do acordo. E não estavam longe do sentir e do pulsar da actual maioria de adeptos que ainda enfileiram nas suas cores e vão pagando as suas quotas.
De facto, não precisamos de perguntar aos sportinguistas por quem eles torcem num confronto Benfica-FC do Porto. Eles expressam-no por sua própria iniciativa e sem qualquer rebuço.
São, efectivamente, dignos do actual estado do seu clube.
Tudo isto serve apenas para comprovar o que há muito comprovado estava. O Benfica é o único clube universal, em Portugal e lá fora.
Porque o Benfica é o clube do Povo, o Sporting é uma franja monáquica decadente e o FC do Porto uma franja da ditadura enquistada que sobreviveu ao 25 de Abril.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

PINCELADAS ENCARNADAS

1. O jogo de Olhão não correu bem ao Benfica. Sabia-se que os da casa iriam comer relva, esfarrapar-se, dar patadas e espicaçar. Era o seu salário que estava em causa. Tinham de fazer tudo para agradar ao patrão que, conquanto lá na distante torre do bairro de Contumil, não deixaria de montar mais uma armadilha, servindo-se de mais um dos seus satélites.

Em termos de jogo, a falta de determinação inicial foi, apesar de tudo, surpreendente para os Benfiquistas. O Benfica não pode sofrer golos daqueles contra os clubes que lutam pela fuga à despromoção. Não pode sofrer golos assim porque até nem deve proporcionar ocasiões para o seu eventual aparecimento. O Benfica deve mandar no jogo e não ser mandado.
Faltou mando, faltou a demonstração de competência que subjaz à equipa.
E, à mistura, assomou criancice inadmissível no meio daquela juventude irreverente e que já demonstrou, em muitas outras paragens, competência.


2. O presidente do Olhanense veio, nas vésperas do encontro, dar os seus bitaites da ordem. À mistura com a sua sentida “honradez” por receber tão ilustre visitante, afirma que perde dinheiro por não ter transferido o jogo para um campo de futebol com mais alguma decência. Era o “respeito pelos sócios”, acrescentava.
Ninguém lhe pedira tal desabafo mas o homem julgou-o necessário.

Todos os Benfiquistas sabem, porém, que o bitaite era apenas a confirmação do que já se sabia. O presidente escusava o esforço. Dinheiro perderia ele se transferisse o jogo para o Estádio do Algarve. Nessa hipótese, ou o Olhanense passava a jogar com os juniores de refugo e treinador de iniciados, ou adquiria novos artistas e afundava na insolvência e nos salários por pagar o clube que dirige.
Toda a gente sabe quem é o seu patrão, aquele que paga.
E quem paga, manda!
E pau mandado obedece de rabo entre as pernas. E apenas tem direito a um fogacho de glória quando lhe põem à frente um microfone e do outro lado está aquele alguém, aquela instituição desportiva ímpar e universal que vale a pena fazer perder tempo ao microfonista.


3. A entidade uefeira já há muito nos habituou aos seus costados dobradiços. Se for preciso, reinventa e readapta normas para proteger a sua adaptabilidade congénita de modo que aquilo que era, em tempos de conveniência, deixa de ser, em tempos de mudança do convir.
Sabe-se já que, para a uefa, conveniência também não rima com decência.

Ainda agora, o que para nós até pode ser ingénua novidade, demonstrou nova faceta, uma faceta censora.
“A priori”, diríamos que a uefa, de vez em quando, fazia por limpar alguma da sua porcaria. As palavras de um tal Álvaro Pereira, acerca de do Benfica, de Saviola e de Cardozo, são, de facto, porcaria, como de resto era esperado por quem vive atolado na estrumeira da corrupção desportiva nacional. Ninguém ousava pensar que de tal cloaca saísse coisa decente. Todos os Benfiquistas, e muita gente mais, sabiam isso há muito tempo. Bastava que brotassem da fonte que brotaram.
Logo, só emporcalhavam mesmo quem as vomitou e o vaso que acolheu tal vómito a que, na ocasião, deram o nome de site da uefa.
Todavia, a uefa achou que essa porcaria, mesmo vinda da fonte que veio, estava a mais e censurou-a. É uma medida censória que, seja como for, também lhe assenta bem. Só que a uefa não censurou a porcaria do seu vomitório. Censurou, sem o saber, a sua sujeição.
Apesar de tudo, o Benfica é um dos poucos clubes míticos a nível mundial e, consequentemente, a nível europeu.
E a uefa sabe disso!
Assim como sabe que o clube de Álvaro Pereira não passa de um clube de bairro de um pequeno país!


4. A profecia de Carvalhal de que o empate frente ao Hereveen deu saúde concretizou-se. Depois de toda a sua equipa se ter queixado do batatal e de os patrões se terem recusado a arranjar um novo campo de cultivo, eis que essa equipa resolve, com o beneplácito de um personagem com apito, jogar fora de campo.
A coisa até nem foi mal pensada! Para batatal já bastava o campo delimitado por aquelas linhas brancas, nada de pior poderia acontecer para lá de tais limites!
Então, nada melhor do que experimentar em campo alheio!
O problema foi quando, no jogo seguinte, de novo obrigaram essa equipa a jogar entre as linhas do seu próprio batatal. Aí, a “saúde” profetizada por Carvalhal manifestou-se numa bem rosada convalescença!...


5. Liedson parece ter afinado pelo diapasão dos seus companheiros de equipa. Aliás, não só afinado mas mesmo reafinado!
Primeiro, não esteve com meias medidas. De jogador resolvente virou jogador resolvido … a deixar de jogar!
Não lhe tendo sido concedida tal mercê, por mor dos bons ofícios das suas gentes, resolve fazer das suas.
Se não resolve com a bola em campo … resolve com a bola … fora de campo!
Um jogador, efectivamente … resolvido!
Quem sabe se não era essa a tal “prenda no sapatinho” prometida por Bettencourt?!!!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ser Benfiquista

Esta reportagem da ESPN data do ultimo ano em que fomos campeoes.Depois da ultima jornada desportiva em que nao fomos particularmente felizes e em vesperas de receber-mos os corruptos vamos lembrar-lhes o Orgulho de SER BENFIQUISTA.


SLB4EVER Rumo****

sábado, 12 de dezembro de 2009

O PROFESSOR PITOSGA

O professor Jesualdo há muito nos acostumou à sua vesguice, mais congénita do que de conveniência. Porém, um dos traços que nessa vesguice se tem salientado ultimamente é a capacidade de ela ver – estrabicamente – ao longe aquilo que não enxerga à frente do nariz. Nada que surpreenda, todavia.
Há pouco, conseguia ele, um professor deveras Pitosga, reparar que Aimar, nos campos longínquos da sua divergência pupilar, era constantemente derrubado praticamente sempre que pretendia jogar a bola.
Pessoas – não muitas que o sistema corrupto em que se move o professor Pitosga as mantém servis – conseguem por vezes escarrapachar nos meios de comunicação social que Aimar é o jogador da liga portuguesa de futebol que mais faltas sofre dos seus adversários.
Como um bom Pitosga – e professor se julgando – chama a atenção para a vigilância dos seus no sentido de avisar os árbitros para a sua delinquida tendência de considerarem e marcarem mesmo as faltas que, constantemente, Aimar sofre.
Como um bom Pitosga, ainda agora, bem em frente do seu nariz, um jogador da sua equipa, um fóssil de nome fucile – assim lhe chamam – se ter lançado para a banheira e ter obtido a graça de um penalti a favor da sua equipa, de resto, bem dele necessitada na ocasião.
Neste lance, até estou em crer que o professor Pitosga, conquanto se tivesse visto mas não viu à causa da sua vesguice, teria louvado mais o apitador pela predisposição de ajudar do que o pupilo pela vocação de enganar.

O dessiso do professor Pitosga, porém, está muito bem espelhado no dessiso de Platini, galo de um poleiro preservativo.
Platini, de facto, cometeu o sacrilégio de chamar batoteiro a quem, de resto, batoteiro é e assim foi condenado. Platini até se esqueceu de como foi colocado no poleiro e de como há bem pouco tempo um árbitro nomeado pela sua pandilha uefeira serviu para apurar a equipa do seu país, sem qualquer tipo de “comichões”, apesar dos olhares de todo o mundo.
Mas ser o galo do poleiro a falar em batota numa organização, toda ela ressumada de batotice, para além de gesto sacrílego, teve ao menos o mérito de a obrigar a reformular readaptativamente as suas próprias regras, quando verificou que elas eram impróprias à sua batotice mas próprias ao seu desmascaramento. Daí que Platini possa dizer que o clube batoteiro agora já o não é, para si e para a sua organização, depois da (re)definição adaptativa temporal das regras da batota.
O que antes era batota, agora já o não é porque a cura das regras abafou a porcaria que lá está por debaixo.

Desassisado mas espertalhão e astromante, o professor Pitosga vem profetizar que o apito dourado já acabou. De acordo com as notícias que vão saindo, parece haver ainda um mega processo para decidir. Processo que envolve a substância do sistema corrupto implantado, uma vez que, envolvendo vários agentes, envolve a classificação dos árbitros e sua falsificação.

Mas no reino da batotice nacional, desportiva ou não desportiva, sabe-se tudo com antecedência, permitindo as correlativas escapadelas e sonegações de prova. Não que o povo português esteja à espera de ver os criminosos de alto gabarito pagarem pelos seus crimes. A máquina justiceira portuguesa vai fazendo de conta que descobre, que investiga, mas apenas para entregar a condenação popular aos rádios, jornais e televisões com as sucessivas fugas de informação que não têm férias nem mesmo quando é um dos seus que estás a ser investigado.
Em Portugal sabe-se tudo, só não se sabe quem informa, numa lógica preservação de um corporativismo endeusado.
Sabe-se também que, quem viola o segredo de justiça é quem, tendo o dever de informar, se informa, não aquele que informou.

O povo português já se acostumou a que os piromantes da (in)justiça portuguesa alardeiem que investigam, acusam e … absolvem por falta de provas – é o espelhamento condigno da sua (in)eficiente investigação – lançando para a comunicação social a delícia dos julgamentos e das condenações populares que eles não estão interessados em desvendar e … julgar!
Mestres são em protegerem a sua corporativização de classe, a menos que um deles caia em desgraça por mor de outros mais altos interesses da mesma.
Por isso, o professor Pitosga nem sequer neste aspecto traz grande novidade, até porque o seu estrábico olhar das coisas lho não permitia

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

PARABÉNS BENFICA TV


A Benfica TV está de parabéns pelo 1º Aniversário .
Como estamos em época Natalicia, quadra de paz e amor e solidariedade, Benfiquistas vamos também dar os parabéns aos nossos adversários pelo aniversário da Sporting TV e F.C.Porto TV

Ah não têm??? peço desculpa mas nas noticias estou sempre a ouvir os presidentes desses clubes a dizer que são sempre os pioneiros em tudo...



SOU DO BENFICA E ISSO ME ENVAIDECE
..

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

O COMPLEXO DE INFERIORIDADE SPORTINGUISTA

O Sporting é já um clube pequeno na esfera futebolística nacional. Revelam-no todos os dados futebolísticos, revela-o acima de tudo o comportamento dos seus dirigentes, adeptos e empregados.

O Sporting apenas ganhou oito títulos de campeão nacional neste último meio século, a que podem juntar-se apenas meia dúzia de Taças de Portugal.
O Sporting é um clube pequeno porque faz acordos com um clube de bairro de uma nobre cidade contra a grandeza do único grande deste país desportivo, apenas pelas migalhas ao menos do segundo lugar da tabela futebolística nacional.
O Sporting é um clube pequeno porque os seus dirigentes e adeptos não vivem para ele e por ele, mas sempre em função do único clube grande do panorama futebolístico português.

Quando o seu último presidente foi eleito, bem deviam estar a sonhar os que pensassem que, como seria normal, ele se dedicasse a apresentar aos seus apaniguados as orientações sobre a forma de tentar colocar o seu clube na órbita das conquistas e fazê-lo sair da “belenencização” e satelização ao clube de bairro e da corrupção desportiva nacional a que o conduziram anteriores dirigentes.
Mas a única coisa relevante que lhe ocorreu foi saltar como um tontinho e cantarolar “quem não salta é lampião”.
O único clube grande do desporto nacional a infernizar-lhe e a inferiorizar-lhe ainda mais a sua pobre cabeça.

Perante a arrancada triunfante do único clube grande nacional e o decadente início da sua equipa de futebol, em vez de procurarem as razões dentro de si mesmos, os sportinguistas queixam-se da euforia Benfiquista e acusam-na das maleitas de que enferma todo o seu domínio, desde equipa, passando por dirigentes e terminando nos sócios e adeptos.
Mas tomaram, atendendo ao que subjaz a todas as suas manifestações, finalmente conta da sua pequenez.

Por serem pequenos, depois da nega de seis ou sete treinadores, contratam um treinador de autocarros, um treinador que joga para não perder e não para ganhar. É um treinador próprio dos clubes pequenos e que bem tem demonstrado essa sua pequenez.
Assim, depois de uma vitória contra uma equipa de pescadores – que lhes fez lembrar a já longínqua vitória contra o Cacém – arrancar um empate em casa frente ao único clube grande do desporto português deixou-os no auge do paroxismo.
Os sportinguistas atingiram, enfim, o orgasmo que os lançou para a sua própria euforia!
Um orgasmo natural e adequado, tal como os clubes pequenos sentem em idênticas circunstâncias!
Uma euforia a que também têm direito, como qualquer clube seu irmão de pequena dimensão.

Logo a seguir, um empate em casa contra uma equipa fraquíssima e sem nenhuma dimensão é festejado como “um empate que deu saúde”, assim a modos como um tónico capilar.
É a continuação da euforia sportinguista, não por ter ganho mas só por não ter perdido outro jogo de futebol!

Uma euforia também retratada pelo seu opinador Quintela, todo eufórico porque os pescadores e o Hereven marcaram um golito à sua equipa e o único clube grande nacional não.
É de novo um rematar extático apropriado à táctica do autocarro colocada em campo pelo seu treinador, aquela táctica de que todos os treinadores de todos os clubes portugueses lançam mão quando defrontam o único clube grande do desporto português.

Uma táctica, aliás, a que o seu futebolista “resolvente” “todo o seu apoio”! Tanto apoio que até pede publicamente ao seu treinador para não jogar, uma vez que, afirmou, táctica de autocarro e ele, jogador agora resolvido a descansar, não parece darem-se lá muito bem!

Os Sportinguistas, de facto, enquanto vão remoendo o seu complexo de inferioridade perante o único clube grande nacional, também têm pleno direito à sua euforia e ninguém os pode nem deve condenar por isso.
Afinal, trata-se de uma euforia compreensível porque destinada a apoiar a sua equipa na fuga aos lugares que dão guia de marcha para a segundona!

Nós, que fazemos parte da grande família desportiva do único clube grande do desporto português, temos a nossa euforia por causa das goleadas e das conquistas já conseguidas pela nossa equipa.
Ainda não ganhámos o que pretendemos e temos absoluta consciência disso.
Mas preferimos ser eufóricos à nossa maneira e deixar para os complexados a euforia que lhes é adequada.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

“QUO VADIS”, "PAPA" CONDENADO E MENTIROSO?

O “papa” do futebol português, condenado e mentiroso, pensou de novo que as populações do norte são marionetas ao serviço da sua batotice desportiva. Vai daí, vem armar-se em defensor da regionalização, mas da regionalização do norte contra Lisboa, que ele “joga” sempre contra alguém e não apenas com alguém.
E pretende continuar a luta, diz ele, com a “dignidade” das gentes do norte.

Ao fim de tantos anos, este “papa” da batotice desportiva e arauto do provincionalismo pacóvio a que chama de regionalismo do norte para encobrir a sua trapaça, apesar de tão exaltado pela camarilha de fiéis que conseguiu colocar nos meios de comunicação social e noutros locais, ainda não topou que as gentes do norte há muito tempo o mandaram passear e nunca deram o mínimo troco ao seu paleio saloio.
Com efeito, o “papa” condenado e que mente ao próprio Papa, o verdadeiro, nem sequer conseguiu que o seu clube aumentasse o seu substrato pessoal de apoio.
O Benfica continua a ser, de longe, maioritário em número de adeptos e de simpatias.

As pessoas não confundem nem se deixam confundir com as vitórias da batotice desportiva. E são muito mais inteligentes do que o “papa” condenado e mentiroso que mente ao próprio Papa, o verdadeiro, sabendo há que tempos que o que ele delas pretendeu foi sempre a necessária cobertura para as suas trapaças.
Aliás, este “papa” nunca soube o que era vergonha porque, se soubesse, há muito se tinha calado com o seu regionalismo bacoco e provinciano. É um “papa” que nem sequer colhe as boas graças do presidente da câmara do seu concelho. Depois, dir-se-ia que ainda tinha o topete de o ameaçar com o clube que gere e que chupa há muitos anos, apesar das ilusões das contas, como se fosse dono até de uma cidade que sempre se orgulhou da sua invicta nobreza, isto é, da sua dignidade e independência face aos caciques, sejam eles de que espécie forem.

Dir-se-ia mas não diz porque, pateta e tontinho, o que ele deita da boca para fora já não tem mais reacção do que um sorriso de escárnio. Tem os seus avençados para lhe fazerem o eco das suas idiotices, num beija botas rastejante a condizer com a camarilha.
É um bobo, naturalmente, mas ainda consegue, por meio da “fruta” mais variegada de que lança mão e dos seus mandaretes limpa e beija botas, manter aquela batotice que, em tempos não muito recuados, comprou à descarada e ainda persiste nos seus efeitos danosos da verdade desportiva.
É natural que ainda tente comprar mais batotice, pelo menos faz por isso, mas já pouco mais consegue do que manter aquela que, em tempos de corrupção profunda e descarada, conseguiu montar.
Só que esta ainda é demasiada e continua muitas vezes a fazer com que a verdade desportiva não seja aquela que se joga nos relvados!
Depois, vai tentando através dos seus satélites limpa botas. Só que estes são tão desastrados na asneira que nem conseguem descortinar aquilo que todo o mundo viu através das câmaras, julgando-se ainda no limbo da indecência e sonhando que haverá um dia em que subirão aos céus da trapacice que o seu “papa” lhes ensinou.

O “papa” condenado por corrupção desportiva tentada deu o peito à eleição de uma nova mandarete da pocilga de um Gomes ou de um Cardoso que tantos favores económicos lhe prestaram e tantos rombos deram ao erário público.
Uma mandarete que sofreu uma das maiores derrotas sofridas pelos seus irmãos da bacorada e, com ela, o “papa” mentiroso e condenado que, de peito cheio ou não fosse o bimbo ou bombo da corte, deu a cara por ela contra aquele que, embora tão desacompanhado, lhe tem dedicado o maior desprezo que toda a pessoa séria – infelizmente, não os políticos, com esta honrosa excepção – lhe devia dedicar ao menos por sanidade mental.
Por isso, por esse desprezo que tem devotado ao “papa” mentiroso e condenado, o presidente que já o era teve a vitória mais retumbante da sua carreira política numa cidade que este ”papa” mentiroso e condenado julgou em tempos ser um feudo altamente benemérito da sua pacovice batoteira.
E até ela, essa mui nobre e invicta cidade, lhe dá o desprezo que merece, desprezando por reflexo toda a porcaria que existe ao nível das autoridades, da investigação da corrupção desportiva e dos julgadores dessa corrupção que da Justiça se não envergonham, antes é esta que deles se envergonha.

Depois desta tremenda derrota, não é FC Porto que está a mais neste país!
É apenas quem lhe gere os destinos e o emporcalhou com a batotice desportiva, fazendo-o condenar também, a ele, instituição, que não se pode defender do “papa” que lhe puseram a orientar e a emburricar os destinos.
Por isso, o FC Porto pode fazer falta a este país, mas nunca ao país que o “papa” condenado e aldrabão pretende.
Efectivamente, emporcalhado demais já este país está com tanta porcaria que vem desde os políticos à denominada “justiça” que de Justiça só tem injustiça.
E emporcalhado demais está este triste futebol luso dos estádios vazios, dos clubes falidos, dos espectáculos degradantes, quer os espectáculos no relvado desportivo “strito sensu”, quer dos espectáculos de extrema indignidade jurídica que as marionetas dos destinos desse mesmo futebol, com o “papa” como chefe mor, vão dando quotidianamente.

Aliás, toda esta mixórdia mais não é do que a composição putrefacta da “cúria papal”, de modo que tudo isto mais não faz do que contribuir decisivamente para o afastamento do público que anima o espectáculo, uma vez que o povo é sábio e não vai em cantigas, bem sabendo que a verdade desportiva não se joga em grande parte nos relvados do futebol.

Por isso, e porque, como este “papa” corrupto e mentiroso disse, numa catarse única de sanidade dentro da sua congénita e persistente insanidade mental e moral, “a asneira e a imbecilidade têm limites”, que diga ao povo deste país, em especial ao do norte, “quo vadis” “papa” condenado e mentiroso?

E, já agora, quando?

Em primeiro lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer que enfie o seu bacoco e provinciano regionalismo no olho do c..!
Em segundo lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer açular-lhe os cães para que mexa o rabo e dês às “canetas” o mais rápido possível!
Em terceiro lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer que siga a direito para o seu reino das trevas, da mentira e da trapaça, ou seja, para o inferno que até pode ser em Palermo, mas no original, na província da Sicília.
Em quarto lugar, porque o povo deste país, e particularmente o do norte, achando que ele está efectivamente a mais, quer depois fazer a festa da limpeza de toda a porcaria que fez, lavando e desinfectando este país e, particularmente, não o norte mas o bairro de “palermo” que ocupou e tanto conspurcou.

Que este “papa” corrupto e mentiroso leve consigo toda a sua trupe batoteira, desde os políticos às autoridades judiciais e investigatórias, os seus lacaios e avençados, os seus paus mandados, a sua milícia sarrafeira, enfim, toda a sua pandilha!

Depois, se não se importar, “papa” condenado e mentiroso, provinciano e pacóvio, bimbo da imbecilidade e da asneira, o povo deste país, muito em especial o povo do norte, quer soltar os arrufos, fazer ribombar os tambores e estralejar os foguetes.
Devidamente lavado e desinfectado de toda a chafurdice que ele deixa atrás de si!
E engalanado com o fato novo do futuro mais sano e risonho não apenas o povo deste país mas muito em particular o povo do norte e o povo do bairro de “palermo” na mui nobre e invicta cidade do Porto!